Protocolos de utilização de antimicrobianos

Protocolos de utilização de antimicrobianos

(Parte 2 de 4)

Situação

Profilaxia padrão

Sem condições de ingestão oral

Alergia à penicilina

Alergia à penincilina e sem condições de ingestão oral

Adulto

Amoxilina 2g VO, 1h antes do procedimento

Ampicilina 2g EV ou IM 30 minutos antes do procedimento

Clindamicina 600mg ou Cefalexina 2g ou Azitro / claritromicina 500mg, VO 1h antes do procedimento

Clindamicina 600mg ou Cefazolina 1g EV/IM, 30 minutos antes do procedimento

Criança

Amoxilina 50mg/Kg VO, 1h antes do procedimento

Ampicilina 50mg/Kg EV ou IM 30 minutos antes do procedimento

Clindamicina 20mg/Kg ou Cefalexina 50mg/Kg ou Azitro / claritromicina 15mg/Kg 1h VO antes do procedimento

Clindamicina 20mg/Kg ou Cefazolina 25mg/Kg EV ou IM, 30minutos antes do procedimento

Situação

Alto risco Profilaxia Padrão

Alto risco Pacientes alérgicos a ampicilina

Risco moderado Profilaxia Padrão

Risco moderado Pacientes alérgicos à ampicilina

Adulto

Ampicilina 2g + Gentamicina 1,5 mg/Kg IM ou EV 30 minutos antes e 6h após o procedimento.

Vancomicina 1g, em 2h + Gentamicina 1,5mg/Kg (máx 120mg/dia) IM ou EV; terminar a infusão dentro de 30 minutos antes do início do procedimento .

Ampicilina 2g IM ou EV 30 minutos ou Amoxilina 2g 1 hora antes do procedimento.

Vancomicina 1g, em 1h, terminar a infusão dentro de 30 minutos antes do início do procedimento.

Criança

Ampicilina 50mg/Kg (máx 2g/dia) + Gentamicina 1,5 mg/kg (máx 120mg/dia) IM ou EV; antes e 6 horas após o procedimento.

Vancomicina 20mg/kg em 1 - 2 horas + Gentamicina 1,5mg/kg (máx 120mg/dia) IM ou EV; terminar a infusão dentro de 30 minutos antes do início do procedimento.

Ampicilina 50mg/Kg (máx 2g/dia) IM ou EV 30 minutos antes ou Amoxilina 50mg/kg 1h antes do procedimento.

Vancomicina 20mg/kg, em 1 - 2 horas, terminar a infusão dentro de 30 minutos antes do início do procedimento.

Tabela 2. Antibióticos para Profilaxia de ENDOCARDITE em

Procedimentos invasivos de vias biliares, intestino e trato geniturinário

Tabela 2. Antibióticos para Profilaxia de ENDOCARDITE em Procedimentos invasivos de vias biliares, intestino e trato geniturinário

4.4. INFECÇÃO POR CITOMEGALOVÍRUS4.4. INFECÇÃO POR CITOMEGALOVÍRUS PROFILAXIA EM TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS SÓLIDOS

DOADOR (+) / RECEPTOR (-) Profilaxia durante 3 meses a p

artir da data do transplante com:

=Ganciclovir EV- 5 mg/kg 12/12h durante a internação hospitalar, seguido de =Valganciclovir 450mg- Fazer 2cp (900 mg), VO, 1x/dia, por 3 meses; OU

=Ganciclovir EV 5 mg/kg/dia, de segunda a sexta-feira, por 3 meses.

OBS: !Iniciar no 1° PO do transplante;

!Ajustar doses para insuficiência renal de acordo com clearence de creatinina.

=Fazer profilaxia com Ganciclovir EV- 5mg/kg/dia , enquanto estiver em uso de terapia anti-linfocítica ( ex.: OKT3), mantendo por 3 meses; =IDEAL: Realizar vigilância viral com antigenemia 1x/semama, iniciando na 4° semana pós-transplante. com duração de 3 meses; =Se Antigenemia (+):

! Tratamento Preemptivo com Ganciclovir EV 5mg/kg, 12/12h por 3 à 6 semanas ou até negativação da antigenemia ou do PCR para CMV.

=Profilaxia não indicada, exceto se o paciente receber concentrado de hemácias sem filtro de leucócitos.

Ganciclovir EV, 5mg/kg, 12/12h. por 3 a 6 semanas ou até negativação da antigenemia ou do PCR para CMV. ou Valganciclovir 450mg - Fazer 2cp VO 12/12h por 3 a 4 semanas.

OBS: Considerar tratamento mais prolongado (4 a 6 semanas) em doenças invasivas por CMV ( Doença do trato gastrointestinal, pneumonite, etc) e nos pacientes com recidiva após profilaxia ou tratamento prévios.

4.5. TUBERCULOSE4.5. TUBERCULOSE

PPD maior ou igual à 5 m pré-transplante após excluir doença ativa; =Receptores com história prévia de tuberculose;

=Contactantes intra-domicilares de tuberculose pulmonar;

=Raio X com sequela de tuberculose;

=Receptores com PPD não reator ou maior que10mm, e doador com PPD menor que10mm, com história de TB ou contato intradomiciliar com tuberculose; =Viragem tuberculínica recente (isto é, aumento na resposta tuberculínica de, no mínimo, 10 m).

ESQUEMA: =Isoniazida 5 mg/kg/dia (máximo de 300mg/dia),VO, por 6 meses;

=Associar piridoxina (Vitamina B6) 40 mg/dia, p/ 6meses;

=Iniciar no pós-operatório, antes da alta hospitalar, assim que normalização das enzimas hepáticas.

1° ESCOLHA: ESQUEMA RIP : =Rifampicina 600mg- durante 6 meses

=Isoniazida 400 mg- durante 6 meses

=Pirazinamida 2g durante 2 meses Duração total: 6-9 meses Associar Piridoxina (Vitamina. B6), 40 mg/dia, por 6 meses.

OBS: Se hepatotoxicidade (3-5 vezes o valor normal das enzimas hepáticas): Considerar interrupção do tratamento, com reintrodução sequencial dos medicamentos, em doses crescentes, após normalização das enzimas hepáticas OU

Considerar esquemas alternativos:

oEstreptomicina + Etambutol + Ofloxacina (12 meses) oEstreptomicina + Isoniazida + Etambutol ( 12 meses) oEstreptomicina + Rifampicina + Etambutol (6 meses)

Tentar incluir algum medicamento do esquema RIP,

5. PROFILAXIA CIRÚRGICA

Jorge Luiz Nobre Rodrigues Olga Vale Oliveira Machado

Evelyne Santana Girão João Evangelista de Holanda Neto

5.1. PROFILAXIA CIRÚRGICA GERAL5.1. PROFILAXIA CIRÚRGICA GERAL !Cefazolina 2 g (dose única) no ato da indução anestésica;

!Repetir a cada 3 horas, somente se cirurgia com duração superior a 03 horas;

!Após, manter dose de 500 mg 8/8 h por até 24 horas.

5.2. PROFILAXIA CIRÚRGICA COM PRÓTESE (Ortopédica, cardíaca e mamária) 5.2. PROFILAXIA CIRÚRGICA COM PRÓTESE (Ortopédica, cardíaca e mamária)

!Cefazolina 2 g (dose única) no ato da indução anestésica;

!Repetir a cada 3 horas, somente se cirurgia com duração superior a 03 horas;

!Após, manter esquema por 48 horas.

5.3. PROFILAXIA CÂNCER DE CÓLON 5.3. PROFILAXIA CÂNCER DE CÓLON

!Cefoxitina 2g ou cefazolina 2g + metronidazol 1g (dose única) no ato da indução anestésica.

5.4. PROFILAXIA RETIRADA DE CATÉTER DUPLO J5.4. PROFILAXIA RETIRADA DE CATÉTER DUPLO J !Ceftriaxona 1 g (dose única), 30 minutos antes do procedimento.

Cefalotina 1g (EV) 6/6 h

Reavaliação do tratamento deve ser guiada pelo resultado de cultura e pelo aspecto intraoperatório

Osso +

Partes moles +

Exsudato profundo

Até resultado de cultura

Revisão de Artroplastia

5.5. PROFILAXIA DE CIRURGIAS ORTOPÉDICAS5.5. PROFILAXIA DE CIRURGIAS ORTOPÉDICAS

5.6. PROFILAXIA TRANSPLANTE HEPÁTICO5.6. PROFILAXIA TRANSPLANTE HEPÁTICO TRANSPLANTE

Menos de 7 dias de internação hospitalar

Mais de 7 dias de internação hospitalar

Cefazolina 2g EV, na indução anestésica, seguida de 2g EV 4/4hs no intra-operatório, e 1 g EV 8/8h no pós-operatório. +

Ampicilina 1g EV, na indução anestésica, seguida de 1g EV 6/6 h

Vancomicina 1g EV, na indução anestésica, seguida de 1g EV 12/12h +

Cefepime 2g EV, na indução anestésica, seguida de 2g 12/12h.

Duração 48 h

Se menos de 30 dias após a 1° cirurgia e uso recente de ATB de amplo espectro

Se mais de 30 dias após a 1° cirurgia e sem uso recente de ATB de amplo espectro

Vancomicina 1g EV, na indução anestésica, seguida de 1g EV 12/12h +

Cefepime 2g EV, na indução anestésica, seguida de 2g EV 12/12h

Cefazolina 2g EV, na indução anestésica, seguida de 2g EV 4/4hs no intra-operatório, e 1g EV 8/8hs no pós-operatório +

Ampicilina 1g EV, na indução anestésica, seguida de 1g EV 6/6 h.

Duração 48 h

Vancomicina 1g EV, na indução anestésica, seguida de 1g EV 12/12h +

Cefepime 2g EV, na indução anestésica, seguida de 2g EV 12/12h +

Fluconazol 200 mg, EV, 12/12.

Ciprofloxacina 400mg, EV, 1h antes do procedimento.

Duração 7 dias

7 dias

14 dias

Dose única

Na falta do CEFAZOLINA: ôFazer Cefalotina 2g EV, na indução anestésica, seguida de 2 g EV de 2/2h no intra-operatório, e 1g EV de 6/6h no pós-operatório, por 48 h

Na falta do CEFEPIME: ôFazer Ceftazidima 2g EV, na indução anestésica, seguida de 2g EV de

8/8h. 21

6.PROFILAXIA PARA RISCO BIOLÓGICO

Jorge Luiz Nobre Rodrigues Olga Vale Oliveira Machado

Evelyne Santana Girão João Evangelista de Holanda Neto

Paciente fonte

Tipo de acidente

!Agulha de grosso calibre e grande lúmen ou

!Lesão profunda ou

Sangue visível no objeto contaminado ou

!Agulha Usada recentemente em veia ou artéria do paciente-fonte

!Lesão superficial ou !Agulha sem lúmen

HIV + sintomático, AIDS OU Carga Viral > 1500 cópias/ml

AZT + 3TC ou Lopinavir ou outro IP/Ritonavir (este como adjuvante farmacológico do indinavir)

AZT + 3TC + Lopinavir ou outro IP/Ritonavir

HIV+ assintomático ou Carga viral < 1500 cópias /ml

AZT+ 3 TC ou Lopinavir ou outro IP/ Ritonavir (este como adjuvante farmacológico do IP Indinavir)

IP = inibidor de protease

AZT + 3TC

Fonte ou sorologia

Anti-HIV desconhecidas

Considerar uso de anti-retrovirais somente em locais com alta prevalência de pacientes HIV + ou com historia epidemiológica para DST/HIV

Profilaxia não recomendada

6.1. HIV - EXPOSIÇÃO PERCUTÂNEA6.1. HIV - EXPOSIÇÃO PERCUTÂNEA

Paciente fonte

Tipo de acidente

!Contato prolongado ou grande quantidade de material biológico de risco

!Poucas gotas de material biológico de risco

HIV + sintomático, AIDS OU Carga Viral > 1500 cópias/ml

AZT + 3TC ou Lopinavir + Ritonavir (este como adjuvante farmacológico do Indinavir) ou outro IP/Ritonavir

AZT + 3TC

HIV+ assintomático ou Carga viral < 1500 cópias /ml

AZT + 3TC

Considerar AZT + 3TC

Fonte ou sorologia

Anti-HIV desconhecidas

Considerar uso de anti-retrovirais somente em locais com alta prevalência de pacientes HIV + ou com historia epidemiológica para DST/HIV

Profilaxia não Recomendada

Doses: AZT 300mg + 3TC 150 mg ( 1 comprimido VO 12/12 h)

OUTROS IP = Lopinavir/ Ritonavir – 2 comprimidos via oral de 12-12 h Atazanavir 150 – 2 comprimidos + 1 comprimido Ritonavir 100 mg em dose única

Medicamentos anti-retrovirais diferentes do esquema padrão podem estar indicados quando há suspeita de exposição a cepas virais resistentes. Nestes casos, uma avaliação criteriosa deve ser feita por médicos especialista na área de infecção pelo HIV/ AID.

6.2. HIV - EXPOSIÇÃO DE MUCOSA OU PELE NÃO INTACTA6.2. HIV - EXPOSIÇÃO DE MUCOSA OU PELE NÃO INTACTA 24

Vacinação prévia e resposta sorológica do profissional de saúde exposto

Não vacinado

Com vacinação incompleta

Com vacinação completa !Com resposta vacinal conhecida e adequada Anti-HBs>1UI/ml) após 1ª série de 3 doses

!Sem resposta vacinal

(Anti-HBs<10UI/ml) após 1ª série de 3 doses)

!Sem resposta vacinal

(Anti-HBs<10UI/ml) após 2ª série (6 doses)

!Com resposta vacinal desconhecida

AgHBS desconhecido ou não testado

Iniciar vacinação e ± IGHHB**

Completar vacinação e ± IGHHB**

Nenhuma medida específica

Iniciar 2º esquema de vacinação

Testar o profissional de saúde e proceder de acordo com a sorologia

AgHBS negativa

Iniciar vacinação Completar vacinação

Nenhuma medida específica

Iniciar 2º esquema de vacinação

Nenhuma medida específica

Testar o profissional de saúde e proceder de acordo com a sorologia

AgHBS positivo

IGHHB + iniciar vacinação

IGHHB + iniciar vacinação

Nenhuma medida específica

IGHHB + iniciar 2º esquema de vacinação

IGHHB (2x)***

Testar o profissional de saúde e proceder de acordo com a sorologia

Caracterização Sorológica do paciente fonte 6.3. HEPATITE B - EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL6.3. HEPATITE B - EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL

*Tanto a vacina como a imunoglobulina devem ser aplicadas o mais precocemente após a exposição, porém idealmente a vacina deve ser aplicada nas primeiras 12 horas

** Uso associado de IGHHB está indicado se o paciente fonte tiver alto risco para infecção pelo HBV como: usuários de drogas injetáveis, pacientes em programa de diálise, contatos domiciliares e sexuais de AgHBs, homens que fazem sexo com homens, pessoas com vários parceiros sexuais e relações desprotegidas, história prévia recente de doenças sexualmente transmissíveis, pacientes provenientes de áreas geográficas de alta endemicidade para Hepatite B, pacientes provenientes de prisões, instituições de atendimento a pacientes com deficiência mental. Fora destas situações não está indicado o uso de imunoglobulina

***IGHHB (2x) duas doses de imunoglubulina hiperimune para Hepatite B com intervalo de 1 mês entre as 2 doses. Esta opção deve ser indicada para aqueles que já fizeram duas séries de três doses da vacina, mas não apresentarem resposta vacinal ou que apresentaram efeito adverso grave que contra-indique a vacina.

6.4. HEPATITE C - EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL

6.5. DOENÇA DE CHAGAS - EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL

6.4. HEPATITE C - EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL

6.5. DOENÇA DE CHAGAS - EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL

Fonte com sorologia positiva para hepatite C:

= Não é recomendado o uso de imunoglobulina comum ou interferon.

Recomenda-se acompanhamento clínico e sorológico do indivíduo exposto ao sangue e/ou fluidos contaminados pelo vírus da hepatite C, para se fazer o diagnóstico e tratamento precoces dessa patologia.

Fonte com sorologia positiva para doença de Chagas:

=A infecção acidental ocorre principalmente nos profissonais de saúde que exercem atividades laborais.

=Recomenda-se benzonidazol na dose de 7-10 mg/kg/dia, de 8/8 horas, por via oral, durante 10 dias (1 cp = 100 mg)

7. CONDUTA NA OCORRÊNCIA DE ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO OU PÉRFURO-CORTANTE 7. CONDUTA NA OCORRÊNCIA DE ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO OU PÉRFURO-CORTANTE

Profissional acidentou-se com material pérfuro- cortante

Funcionário inicia cuidados imediatos no local do acidente

Procurar urgente a CCIH e/ou médico residente da infectologia, no período diurno, durante a semana ou o médico plantonista noperíodo noturno, feriados ou finais de semana.

O médico faz avaliação do acidente, do estado vacinal do funcionário e preenche a ficha de notificação de acidente com material biológico ou pérfuro - cortante

Solicitação de sorologias do funcionário e do paciente-fonte (descrição das sorologias a serem solicitadas abaixo) *

Aconselhamento pré-teste para autorização da coleta das sorologias, através de preenchimento

Processamento conforme rotina do laboratório com resultado de: TESTE RÁPIDO PARA HIV EM 30 min

Sorologia do paciente-fonte negativa p/ hiv (testerápido)

!Não iniciar quimioprofilaxia p/ HIV !retornar a CCIH para acompanhamentos e sesmit (cipa)

Sorologia do paciente-fonte positiva p/ hiv (teste

!Médico inicia quimioprofilaxia de acordo com fluxograma 2 (em anexo), encaminhando o funcionário para a farmácia p/ recebimento da medicação para 3 dias !retornar a CCIH para acompanhamento rápido)

8. SOROLOGIAS A SEREM SOLICITADAS DO PACIENTE–FONTE E FUNCIONÁRIO EM CASO DE ACIDENTE COM EXPOSIÇÃO À MATERIAL DE RISCO BIOLÓGICO

8. SOROLOGIAS A SEREM SOLICITADAS DO PACIENTE–FONTE E FUNCIONÁRIO EM CASO DE ACIDENTE COM EXPOSIÇÃO À MATERIAL DE RISCO BIOLÓGICO

*Não solicitar HbsAg do paciente caso o funcionário já seja vacinado para hepatite B e tenha anti-HBs positivo para confirmar imunidade.

Anti-HIV I, I (Teste rápido), Anti-HVC e HbsAg*

Anti-HIV I, I (Elisa), Anti- HVC

HbsAg: caso o funcionário não seja vacinado ou tenha esquema vacinal incompleto (< 3 doses) Anti-HBs: caso o funcionário tenha recebido todo esquema vacinal para hepatite B e não tenha imunização comprovada ou tenha resultado de Anti-HBs negativo.

9. PROTOCOLOS TERAPÊUTICOS

Jorge Luiz Nobre Rodrigues Olga Vale Oliveira Machado

Evelyne Santana Girão João Evangelista de Holanda Neto

9.1. PNEUMONIA COMUNITÁRIA9.1. PNEUMONIA COMUNITÁRIA INTERNADO EM ENFERMARIA

SITUAÇÕES ESPECIAIS Risco de infecção por Pseudomonas (doenças estruturais do pulmão, uso prévio de ATB, uso de medicamentos imunossupressores).

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