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1 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Fornecimento de Energia El Fornecimento de Energia Eléé trica em Tensão Secund trica em Tensão Secundáá ria

Rede de Distribui Rede de Distribuiçç ão A ão Aéé rea rea

Edifica Edificaçç ões Coletivas ões Coletivas

Sé rgio Ferreira de Paula Silva rgio Ferreira de Paula Silva

2 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Ramal de Entrada:conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a proteção geral ou quadro de distribuição geral (QDG).

ões
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Defini Definiçç Conforme ND-5.2:1999, Capítulo 1

3 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Alimentador Principal ou Prumada:continuação do ramal de entrada, constituído pelos condutores, eletrodutos e acessórios instalados a partir da proteção geral ou do QDG atéas caixas de medição ou de derivação.

ões
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Defini Definiçç Conforme ND-5.2:1999, Capítulo 1

4 Sérgio Ferreira de Paula Silva

ões
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Defini Definiçç

Alimentador Secundário:éa ramificação do alimentador principal, constituído pelos condutores, eletrodutos e acessórios, instalados a partir das caixas de derivação atéas caixas de medição.

5 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Classifica Classificaçç ão das Edifica ão das Edificaçç ões ões

Edificações de uso coletivo com Demanda igual ou inferior a 95 kVA

Ramal de ligação aéreo trifásico, de baixa tensão Ramal de ligação subterrâneo quando houver impossibilidade de atendimento por via aérea Ramal de ligação subterrâneo por exigência das unidades consumidoras

6 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Classifica Classificaçç ão das Edifica ão das Edificaçç ões ões

Edificações de uso coletivo com Demanda entre 95 e 327 kVA Ramal de ligação subterrâneo trifásico, de baixa tensão

7 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Classifica Classificaçç ão das Edifica ão das Edificaçç ões ões

Edificações de uso coletivo com Demanda entre 327 e 1500 kVA

Ramal de ligação subterrâneo trifásico, de alta tensão para alimentação do transformador da CEMIG instalado em câmara construída pelos consu midoras.

8 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Dimensionamento da Entrada de Servi Dimensionamento da Entrada de Serviçç o Coletiva o Coletiva

O ramal de ligação, ramal de entrada e proteção geral, deve corresponder àuma das faixas de demanda indicadas nas Tabelas 1 e 2 (pg. 6-1, 6-2).

9 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Dimensionamento das Prumadas Dimensionamento das Prumadas

As prumadas e respectivas proteções, devem utilizar as mesmas faixas de demanda indicadas nas Tabelas 1, 2 e 3, sendo que:

-As seções mínimas devem ser verificadas pelo critério de queda de tensão

-A demanda de cada prumada deve ser limitada a 114 kVA -Cada prumada deve ter sua proteção específica e cada andar deveráter sua proteção geral

10 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Localiza Localizaçç ão dos Medidores ão dos Medidores

Até3 pavimentos superiores ao nível da rua. -As medições devem ser posicionadas no andar térreo ou, quando houver, no sub-solo.

1 Sérgio Ferreira de Paula Silva

Localiza Localizaçç ão dos Medidores ão dos Medidores

Mais de 3 pavimentos: -As medições podemser subdivididas, em grupos, por pavimento.

12 Sérgio Ferreira de Paula Silva

De manda De manda

O dimensionamento dos componentes de entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada, alimentadores) das edificações de uso coletivo e agrupamentos deve ser feito pela demandada edificação.

Na determinação desta demanda, o engenheiro responsável pode adotar o critério que julgar conveniente, desde que o mesmo não apresente valores de demanda inferiores aos calculados pelo critério estabelecido na ND-5.2.

kVA outros e lojas ,condomínio do demanda D=

Onde:

a: demanda por apartamento em função de sua área útil (Tabela 7) f: fator de multiplicação de demanda (Tabela 6)

13 Sérgio Ferreira de Paula Silva

De manda De manda

Fatores de Multiplicação de Demanda em Função do Nº. de Apartamentos Residenciais TABELA 6 f Nº.

Aptos f Nº.

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