Ctbc - edificações mais de 5 pontos

Ctbc - edificações mais de 5 pontos

(Parte 1 de 17)

Responsável pela elaboração:

Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

Emissão: 05/06/2002

Edificações acima de 5 Pontos

Manual de Procedimentos de RReede Interna de Telecomunicações

Responsável pela elaboração:

Diretoria Técnica Operacional Coordenação de Redes de Acesso

Emissão: 05/06/2002

1 – INTRODUÇÃO3
1.1 – OBJETIVO3
1.2 - CAMPO DE APLICAÇÃO3
1.3 - REFERÊNCIAS NORMATIVAS3
1.4 - DEFINIÇÕES PARA REDE DE TELECOMUNICAÇÕES4
1.5 - DEFINIÇÕES PARA REDES ÓPTICAS INTERNAS6
1.6 - DEFINIÇÕES PARA REDE DE TV A CABO6
1.7 - DISPOSIÇÕES GERAIS8
1.8 – SIMBOLOGIA10
ACIMA DE 5 PONTOS............................................................................................................. 13
2.1 – OBJETIVOS13
2.2 - PROJETO DE TUBULAÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFÍCIOS13
2.3 - POÇO DE ELEVAÇÃO13
2.4 - TUBULAÇÃO SECUNDÁRIA14
2.5 - TUBULAÇÃO PRIMÁRIA14
2.6 - TUBULAÇÃO DE ENTRADA16
2.7 - ENTRADA SUBTERRÂNEA17
2.8 - ENTRADA AÉREA18
2.9 - PROJETO DE REDES EM EDIFÍCIOS19
2.10 - EDIFÍCIOS COMERCIAIS23
2.1 - EDIFÍCIOS CONSTITUÍDOS POR VÁRIOS BLOCOS24
2.12 – CASAS GERMINADAS25
2.13 – SALA DO DG26
3 - PROJETO DE TUBULAÇÃO DE TV A CABO PARA EDIFÍCIOS27
3.1 – OBJETIVOS27
3.2 - PROJETO DE TUBULAÇÕES DE TV A CABO EM EDIFÍCIOS27
3.3 – TUBULAÇÃO SECUNDÁRIA DE TV A CABO27
3.4 - TUBULAÇÃO PRIMÁRIA29
3.5 - TUBULAÇÃO DE ENTRADA DE TV A CABO29
3.6 - ENTRADA SUBTERRÂNEA30
3.7 - ENTRADA AÉREA30
4 - PROJETO DE TUBULAÇÃO DE CABO ÓPTICO PARA EDIFÍCIOS32
4.1 – OBJETIVOS32
4.2 - ENTRADA SUBTERRÂNEA32
4.3 - ENTRADA AÉREA3
4.4 - INFRA ESTRUTURA PARA INSTALAÇÃO DO DISTRIBUIDOR GERAL ÓPTICO3
5 – ATERRAMENTO35
5.1 - SISTEMA DE ATERRAMENTO35
5.2- CONSTRUÇÃO DA MALHA DE TERRA35
6 - MATERIAIS UTILIZADOS NAS TUBULAÇÕES E REDES DE TELECOMUNICAÇÕES38
7 - APROVAÇÃO DE PROJETO46
8 – ANEXOS48

2 - PROJETO DE TUBULAÇÃO E REDE DE TELECOMUNICAÇÕES PARA EDIFÍCAÇÕES

E REDE DE TELECOMUNICAÇÕES INTERNA.................................................................. 48
DE TELECOMUNICAÇÕES................................................................................................ 49

8.1 – ANEXO I - PEDIDO DE APROVAÇÃO DE PROJETO DE TUBULAÇÃO 8.2 – ANEXO I - PEDIDO DE VISTORIA DE TUBULAÇÃO - REDE DE ENTRADA 8.3 - ANEXO I – CAIXAS SUBTERRÂNEAS.............................................................................. 50

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1 – INTRODUÇÃO 1.1 – OBJETIVO

Este Manual tem por objetivo estabelecer os padrões e procedimentos que devem ser seguidos pelos projetistas e construtores para elaborar e obter aprovação de projetos, executar serviços e solicitar vistoria de tubulações para redes de telecomunicações em imóveis.

1.2 - CAMPO DE APLICAÇÃO

Este Manual se aplica a todos os tipos de edificações, independente do porte, finalidade, número de pavimentos, número de blocos e número de pontos de telecomunicações, desde que a edificação esteja na área da CTBC Telecom de acordo com as normas ABNT e Práticas Telebrás.

1.3 – REFERÊNCIAS NORMATIVAS

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para este Manual

NBR 13300 - 1995 - Redes telefônicas internas em prédios - Terminologia. NBR 13301 - 1995 - Redes telefônicas internas em prédios - Simbologia.

NBR 13727 - 1996 - Redes telefônicas internas em prédios - Plantas/Partes componentes do projeto de tubulação telefônica.

NBR 13822 - 1997 - Redes telefônicas em edificações com ate cinco pontos telefônicos — Projeto.

NBR 14306 - 1999 – Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de telecomunicações em edificações – Projeto.

Estas normas podem ser adquiridas pelo site w.abnt.com.br Práticas TELEBRÁS

Estas práticas podem ser adquiridas pelo site w.anatel.com.br

Todas as Normas ou práticas indicadas estavam em vigor no momento desta edição.

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1.4 – DEFINIÇÕES PARA REDE DE TELECOMUNICAÇÕES

1.4.1 - Bloco Terminal

Bloco de material isolante, destinado a permitir a conexão de cabos e fios telefônicos.

1.4.2 - Bloco de Proteção

Bloco de material isolante, destinado a permitir a conexão de módulos de proteção.

1.4.3 - Módulo de Proteção

Cápsula de material isolante cujo interior possui dispositivos de proteção contra sobretensão e curto circuito.

1.4.4 - Caixa

Designação genérica para as partes da tubulação destinadas a possibilitar a fixação dos blocos e a passagem, emenda ou terminação de cabos e fios telefônicos.

1.4.5 - Caixa de Distribuição

Caixa pertencente à tubulação primária, destinada a distribuição de cabos e fios telefônicos e abrigar os blocos terminais.

1.4.6 - Quadro de Distribuição Geral (QDG)

Caixa na qual são terminados e interligados o cabo de entrada e os cabos internos do edifício.

1.4.7 - Caixa de Entrada de Edifício

Caixa subterrânea situada em frente ao edifício, junto ao alinhamento predial, destinada a permitir a instalação do cabo ou fios telefônicos da rede externa da concessionária.

1.4.8 - Caixa de Passagem

Caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação, eliminar curvas e facilitar o puxamento de cabos e fios telefônicos.

1.4.9 - Caixa Subterrânea

Caixa de alvenaria ou concreto, construída sob o solo com dimensões suficientes para permitir a instalação e emenda de cabos e fios telefônicos.

1.4.10 - Caixa de Saída

Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de fios de distribuição, conectados aos aparelhos telefônicos.

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