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1. Considerações de projeto5
2. Cálculo da espessura mínima (NBR 6118/1980)6
2.1. Laje L16
2.1.1. Determinação da espessura mínima7
2.2. Laje L27
2.2.1. Determinação da espessura mínima8
2.3. Laje L38
2.3.1. Determinação da espessura mínima9
2.4. Laje L49
2.4.1. Determinação da espessura mínima10
2.5. Laje L11
2.5.1. Determinação da espessura mínima12
2.6. Laje L1212
2.6.1. Determinação da espessura mínima13
2.7. Laje L1413
2.7.1. Determinação da espessura mínima14
2.8. Laje L2014
2.8.1. Determinação da espessura mínima16
3. Cálculo do carregamento Nas lajes16
3.1. Carga Permanente ( )16
3.1.1. Peso próprio16
3.1.2. Revestimento16
3.2. Carga Acidental ( )16
3.2.1. Sobrecarga16
3.3. Carga Total ( )16
4. Cálculo das reações das lajes pelas tabelas de Czerny17
4.1. Laje L1 (Caso 3)17
4.2. Laje L2 (Caso 4B)18

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4.4. Laje L4 (Armada em uma direção)19
4.5. Laje L11 (Caso 5A)20
4.6. Laje L12 (Caso 6)20
4.7. Laje L14 (Caso 5B)21
4.8. Laje L20 (Caso 3)21
5. Levantamento das Cargas da Viga V2022
5.1. Obtenção do Carregamento devido à alvenaria2
5.2. Obtenção do Carregamento devido ao Peso Próprio23
5.3. Resumo das reações das lajes atuantes na viga V20223
5.4. Carregamento Total no Trecho 124
5.5. Carregamento Total no Trecho 224
5.6. Carregamento Total no Trecho 324
5.7. Carregamento Total no Trecho 424
5.8. Carga Pontual Atuante na Viga25
5.8.1. Resumo das reações das lajes na viga V213:25
5.8.2. Carregamento atuante na viga V21325
5.9. Reações da viga V21325
5.10. Carregamento Atuante na Viga V20226
5.1. Reações de Apoio26
5.12. Diagrama de Esforços Cortantes27
5.13. Diagrama de Momento Fletor27
6. Dimensionamento à Flexão28
6.1. Trecho 128
6.1.1. Cálculo da largura efetiva da Mesa28
6.1.2. Estimativa da altura útil29
6.1.3. Cálculo da posição da linha neutra29
6.1.4. Cálculo da armadura (As)30
6.2. Trecho 231
6.2.1. Estimativa da altura útil31
6.2.2. Cálculo da armadura (As)32

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6.3.1. Cálculo da largura efetiva da Mesa3
6.3.2. Estimativa da altura útil34
6.3.3. Cálculo da posição da linha neutra35
6.3.4. Cálculo da armadura (As)35
7. Detalhamento da armadura de flexão37
7.1. Trecho 137
7.1.1. Cálculo de VC37
7.1.2. Cálculo de37
7.1.3. Cálculo do comprimento básico de ancoragem (39
7.1.4. Cálculo do comprimento necessário de ancoragem ()39
7.2. Trecho 240
7.2.1. Cálculo de VC41
7.2.2. Cálculo de41
7.2.3. comprimento básico de ancoragem (43
7.2.4. Cálculo do comprimento necessário de ancoragem ()43
7.3. Trecho 34
7.3.1. Cálculo de VC4
7.3.2. Cálculo de45
7.3.3. Cálculo do comprimento básico de ancoragem (46
7.3.4. Cálculo do comprimento necessário de ancoragem ()46
7.4. Detalhamento da decalagem49
8. Dimensionamento ao esforço cortante50
8.1. Trecho 150
8.1.1. Verificação da compressão diagonal do concreto50
8.1.2. Cálculo da armadura mínima51
8.1.3. Cálculo da armadura transversal52
8.1.4. Resumo dos cálculos dos estribos56
8.2. Trecho 256
8.2.1. Verificação da compressão diagonal do concreto57
8.2.2. Cálculo da armadura mínima57

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8.2.4. Resumo do cálculo dos estribos61
8.3. Trecho 361
8.3.1. Verificação da compressão diagonal do concreto62
8.3.2. Cálculo da armadura mínima62
8.3.3. Cálculo da armadura transversal64
8.3.4. Resumo do cálculo dos estribos71
8.4. Detalhe dos estribos (N7 – 5.0 m)72
9. Armaduras complementares72
9.1. Armadura de suspensão73
9.2. Armadura de pele74
9.3. Armadura de costura74
9.3.1. Trecho 175
9.3.2. Trecho 381
10. Verificação do não escorregamento da armadura90
1. Detalhamento das armaduras da seção transversal em cada trecho90
12. Dimensionamento dos Pilares92
12.1. Peso Próprio dos Pilares92
12.2. Carregamento no Pavimento Térreo92
12.3. Pilar P12 (Pilar intermediário)92
12.4. Pilar P10 (Pilar de extremidade)102

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5 de 112 1. CONSIDERAÇÕES DE PROJETO

O nosso edifício será de oito pavimentos, sendo dois apartamentos por andar, e cada apartamento será composto por três quartos sociais (sendo um suíte) e um quarto de serviço, além de banheiro social, sala, cozinha e área de serviço.

A nossa edificação se localiza numa zona urbana de clima seco, que é - segundo a NBR 6118:2003 - considerada como de baixa agressividade (classe I).

Vale ainda ressaltar que nosso se situará numa região onde a velocidade do vento é consideravelmente baixa, não há ocorrência de abalos sísmicos e nem de vulcões. Além disso, nosso prédio é de pequeno porte (cinco pavimentos), e, com isso, não se faz necessário levarmos em conta os esforços advindos do vendo, haja vista que como nosso prédio não possui uma altura elevada a ponto de sofrer grande influência do carregamento gerado pelo vento.

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2. CÁLCULO DA ESPESSURA MÍNIMA (NBR 6118/1980) Sendo d a altura útil da laje, temos:

Onde: é o menor vão 2.1. Laje L1

Cálculo de : De acordo com a Tabela 2.1a (Libânio M. Pinheiro), temos:

Para entrarmos com os valores na tabela, precisamos obter o valor de , sendo este, obtido por:

Com o valor de obtido, pela mesma tabela (Tabela 2.1a), o valor correspondente de é dado por:

Cálculo de :

De acordo com a Tabela 2.1a (Libânio M. Pinheiro), sabendo-se que o aço com o qual trabalharemos é o aço CA 50 e que todas as lajes em nosso projeto serão maciças, temos:

Figura 1 – Laje L1

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7 de 112 Assim, diretamente na tabela (Laje Maciça), temos:

2.1.1. Determinação da espessura mínima

Espessura adotada: 2.2. Laje L2

Cálculo de : De acordo com a Tabela 2.1a (Libânio M. Pinheiro), temos:

Para entrarmos com os valores na tabela, precisamos obter o valor de , sendo este, obtido por:

Com o valor de obtido, pela mesma tabela (Tabela 2.1a), o valor correspondente de é dado por:

Cálculo de :

Figura 2 – Laje L2

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De acordo com a Tabela 2.1a (Libânio M. Pinheiro), sabendo-se que o aço com o qual trabalharemos é o aço CA 50 e que todas as lajes em nosso projeto serão maciças, temos:

Assim, diretamente na tabela (Laje Maciça), temos: 2.2.1. Determinação da espessura mínima

Espessura adotada: 2.3. Laje L3

Cálculo de : De acordo com a Tabela 2.1a (Libânio M. Pinheiro), temos:

Para entrarmos com os valores na tabela, precisamos obter o valor de , sendo este, obtido por:

Figura 3 – Laje L3

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Com o valor de obtido, pela mesma tabela (Tabela 2.1a), o valor correspondente de é dado por:

Cálculo de :

De acordo com a Tabela 2.1a (Libânio M. Pinheiro), sabendo-se que o aço com o qual trabalharemos é o aço CA 50 e que todas as lajes em nosso projeto serão maciças, temos:

Assim, diretamente na tabela (Laje Maciça), temos: 2.3.1. Determinação da espessura mínima

Espessura adotada: 2.4. Laje L4

Cálculo de : Figura 4 – Laje L4

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