Joinville dados da cidade 2010

Joinville dados da cidade 2010

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joinville

2009 cidade em dados

JOINVILLE CIDADE EM DADOS 2009

Edição 2009

Joinville Cidade em Dados 2009 Fundação IPPUJ

Ref. Bibliográfica preparada por Maria Nazaré Fabel, Bibliotecária, CRB-199, 14.Reg.

Joinville Cidade em dados 2009 Joinville: Prefeitura Municipal, 2009 164p.

1. Características Gerais 2. Estruturação Territorial E Integração Regional 3. Ambiente Natural 4. Ambiente Construído 5. Mobilidade 6. Promoção Econômica 7. Promoção Social 8. Gestão Institucional

Joinville Cidade em Dados 2009 Fundação IPPUJ

CARLITO MERSS Prefeito Municipal

INGO BUTZKE Vice-Prefeito

LUÍZ ALBERTO DE SOUZA Diretor Presidente

VLADIMIR TAVARES CONSTANTE Diretor Executivo

CELSO POMIN LIBERADO Diretor Executivo

NILZETE FARIAS HOENICKE Arquiteta - Gerente - Coordenação Geral

VIVIANI BITTENCOURT MARQUES Socióloga – Pesquisa

WIVIAN NEREIDA SILVEIRA Engenheira Civil, M.Sc. - Meio Ambiente – Pesquisa

SÉRGIO FERREIRA GUIMARÃES DINIZ Engenheiro Florestal , M.Sc. - Mapas/Ilustrações/Formatação

ANA MARIA RIBEIRO JAUREGUI Engenheira – Mapas/Ilustrações

JORGE LUIZ ARAÚJO DE CAMPOS Geógrafo

JIZELLE CAROLINE DO NASCIMENTO Arquiteta - Coordenação de Geoprocessamento

DARLI MARTINS Coordenador de Pesquisa e Documentação – Pesquisa

MILTON AMÉRICO DOS SANTOS Analista Administrativo

CLAILTON DIONÍSIO BREIS Jornalista - Coordenador de Relações Públicas

PATRÍCIA RATHUNDE SANTOS Secretária Executiva – Revisão

Joinville Cidade em Dados 2009 Fundação IPPUJ

Agradecimentos

A Fundação IPPUJ agradece a todas as pessoas, órgãos públicos, empresas e entidades que, de uma forma ou de outra, colaboraram com a execução deste trabalho nos enviando informações que foram de suma importância para a construção e publicação desta obra.

Sem esta parceria não seria possível a realização do Joinville Cidade em Dados 2009.

É um privilégio tê-los ao nosso lado.

Obrigado!

Joinville Cidade em Dados 2009 Fundação IPPUJ

Apresentação

Colonizar uma região é um ato de heroísmo de um povo, e assim o foi com as terras de

Dona Francisca. O processo de construção da cidade de Joinville iniciou muito antes de sua colonização oficial em 9 de março de 1851. Começou com a ocupação luso-brasileira, sesmarias, no Cubatão, “Caxoeira”, Boa Vista, Itaum, Bucarein, Paranaguamirim, Rio Velho, Morro do Amaral, Cubatão Pequeno, Caminho das Três Barras, “Kiriri”, Iririú-Mirim, Itinga, “Guaxamduva” e outros e foi consolidada pela iniciativa mercantilista da Sociedade Colonizadora de Hamburgo de 1849, ao promover a imigração dos colonos da Europa Central para uma região de mangue na encosta da Serra do Mar, iniciativa esta apoiada pelo Governo Imperial do Brasil.

159 anos de história oficial reproduzem um ambiente construído modelado pela dinâmica populacional, (i)migração, cultura, apropriação do espaço e dos meios de produção, todos movidos pela economia mundial dos séculos XVIII, XIX e X. Construir uma cidade não é tarefa fácil, é preciso dar a vida. Isto é Joinville!

A publicação Joinville Cidade em Dados 2009 é um diagnóstico ambiental, físico-territorial, social, político e econômico daquela que é a maior cidade do Estado de Santa Catarina. Poderá subsidiar consultorias, pesquisas acadêmicas, a população local e todos aqueles que pretendem conhecer um pouco mais do berço do Rio Cachoeira, das belezas da Serra do Mar e da Baía da Babitonga, do patrimônio arqueológico da região e principalmente dos joinvilenses, nascidos aqui ou não, além de contribuir para a preservação da memória cultural da cidade. Todo município catarinense deveria ter uma publicação similar.

O capítulo 1 trata dos elementos que caracterizam a cidade, tais como os símbolos, a localização geográfica e um pouco de sua história.

No capítulo 2 é abordada a estruturação territorial e integração regional de Joinville no contexto da região norte/nordeste catarinense, as unidades de gestão política e administrativa do município e a origem dos bairros.

A descrição do meio ambiente está no capítulo 3, sendo caracterizado através do clima, relevo, flora, unidades de planejamento e gestão dos recursos hídricos (bacias hidrográficas), unidades de planejamento e gestão do meio ambiente (unidades de conservação da natureza), os remanescentes de manguezais da região leste de Joinville (berçários da vida marinha), o marco regulatório ambiental: o Código Municipal do Meio Ambiente, a educação ambiental formal e não formal e Agenda 21 Municipal. A fauna da região não está incluída nesta caracterização.

Como resultado da apropriação do ambiente natural surge o ambiente construído, o qual é sintetizado no capítulo 4. Apresenta-se uma breve história do planejamento urbano, a evolução urbana e demográfica da cidade, os serviços da rede de infra-estrutura urbana, tais como abastecimento de água e de rede coletora de esgotos, fornecimento de energia elétrica e de gás natural, as diversas modalidades de comunicação, os serviços de limpeza pública de coleta, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos gerados pela população, programas habitacionais (políticas públicas), o patrimônio histórico, artístico, arqueológico e natural e o marco regulatório de uso e ocupação do solo no município: zoneamento de uso e ocupação do solo, código de posturas e o plano diretor de desenvolvimento sustentável de Joinville.

Por outro lado, o capítulo 5 aborda a mobilidade e acessibilidade do cidadão por intermédio do sistema viário e de trânsito locais (rede viária, frota de veículos automotores e instrumentos de educação do trânsito e de exercício da cidadania), a intermodalidade dos transportes e seus terminais mais próximos à sede administrativa (de passageiros e de cargas, rodoviário, ferroviário, aeroviário e marítimo). A modalidade de transporte fluvial não é praticada na região, embora com iniciativas isoladas de reativação da navegação fluvio-lacustre de passageiros na Baía da Babitonga, além da pesca artesanal praticada pela população nativa.

A promoção econômica é abordada no capítulo 6 dado, com enfoque na geração de renda, indicadores econômicos, rede de hotelaria, turismo e atividades agro-silvo-pastoris.

Joinville Cidade em Dados 2009 Fundação IPPUJ

O leitor encontrará no capítulo 7 as estatísticas relativas à promoção social. São priorizadas as unidades escolares nos diferentes níveis de formação científica e técnicoprofissionalizante da rede pública e particular de ensino, a inclusão social e bibliotecas de acesso à população. São disponibilizados indicadores no âmbito da saúde pública, tais como: profissionais, atendimento público e privado, unidades hospitalares e cobertura vacinal, políticas públicas de assistência social e parecerias com ONG(s). A questão cultural é herança dos “Pioneiros”, sendo um elemento muito forte na cidade, manifestado desde o os primórdios através da criação das sociedades culturais, clubes de tiro, grupos teatrais e corais. Manifestações culturais, pontos turísticos, atividades de esporte e lazer, parques, centros de convenções, eventos e atividades esportivas e indicadores da cidade estão todos listados. A Festa das Flores, por exemplo, tem sua gênese na “Exposição de Flores e Artes de Joinville”, numa época em que as pessoas, por livre iniciativa, se reuniam para organizar o evento. A segurança pública é competência da União, dos Estado e dos Municípios conforme Constituição Federal de 1988, e estão relacionadas de acordo com as diferentes esferas do poder e representação da sociedade civil. Cabe mencionar uma das mais antigas corporações de combate ao incêndio no país, a SCBVJ – Sociedade de Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, criada oficialmente em 1892.

Os 3 setores de representação da sociedade civil organizada estão no capítulo 8. Por último, apresenta-se mapas e figuras ilustrativas que favorecem a compreensão dos assuntos abordados, além de quadros e tabelas que podem auxiliar na pesquisa de fenômenos comportamentais da população.

A Fundação IPPUJ pretende desta forma contribuir para a disseminação do conhecimento e, principalmente, preservar a memória cultural de Joinville.

Permitido o uso das informações desde que citada a fonte.

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1. CARACTERÍSTICAS GERAIS 10

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