revista processos quimicos

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(Parte 3 de 12)

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Anselmo E. de Oliveira

Instituto de Química, UFG, CP 131, CEP 74001-970, Goiânia, GO, Brasil E-mail: elcana@quimica.ufg.br

Jan / Jul de 2007 Revista Processos Químicos13

Determinação do tamanho amostral para a validação de processo de produtos estéreis na indústria farmacêutica

Por Emerson Wruck e Fabio S. Julião

Este trabalho teve como objetivo propor uma metodologia para a determinação do tamanho amostral, que consiga inferir resultados para todo o lote inspecionado por amostragem, no processo de inspeção para a validação de processo de produtos estéreis na industria farmacêutica, considerando o problema como um teste de hipóteses, sendo priorizada a especifi cação do erro tipo I. Foi feita a avaliação dos possíveis erros estatísticos envolvidos nos procedimentos farmacopéicos atuais de inspeção e foi sugerida uma adaptação desses procedimentos segundo a metodologia exposta no trabalho.

Palavras-chave: amostragem de aceitação; teste de hipóteses; testes de esterilidade; validação de processos.

This work aims to suggest a methodology to assign the size sampling which preview the overcome parameter for every sample checked by case. The procedure will apply on the inspection to validate the sterilized products process in pharmaceutical companies taking in account the problem as hypothesis test, privileging the error specifi cation type I. The statistical errors were evaluated through the procedure of the pharmacopeia on the inspection, and it was suggested one small change on procedures as a result of the methodology proposed.

Keywords: sampling acceptance; hypothesis tests; sterility tests; validation of processes.

Artigo 1

Revista Processos QuímicosJan / Jul de 2007 14

Introdução

Para o teste de segurança biológica de produtos estéreis são estabelecidos procedimentos de inspeção, com base no sorteio aleatório de uma amostra, sendo esta utilizada nas análises microbiológicas (Método de Inoculação Direta ou Filtração em membrana) que vão determinar se há contaminação1. Se a mesma estiver contaminada, o lote é rejeitado e o processo é não validado. Apesar desse procedimento estar baseado em uma amostra, não é especifi cado qual o nível de signifi cância estatística envolvido no problema. A Farmacopéia brasileira estabelece um tamanho padrão para esta amostragem que não garante a extrapolação dos resultados para todo o lote, mas apenas para a amostra inspecionada 1.

Os níveis para os erros tipo I e tipo I, envolvidos no processo, são desconhecidos. Não é estabelecido um nível de qualidade aceitável a priori condizente com o processo de amostragem e, dessa forma, esse procedimento se torna objeto de grande discussão entre profi ssionais da indústria farmacêutica e técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), pois a falta dessas especifi cações gera desconfi ança quanto à validação do processo, uma vez que os resultados são garantidos apenas para a amostra inspecionada.

Esse trabalho teve como objetivo avaliar os possíveis erros envolvidos nesse processo de inspeção, considerando o problema como um teste estatístico de hipótese2 e a partir desse contexto, estabeleceu-se uma proposta para a determinação do tamanho da amostra, baseado na pré-defi nição de parâmetros como o erro tipo I e na escolha adequada dos níveis de qualidade do lote3, por parte da indústria, que seja coerente com as necessidades da validação do processo de produção de produtos estéreis, garantindo os resultados, para todo o lote de onde é retirada a amostra.

Materiais e Métodos

O procedimento utilizado na determinação do tamanho amostral consistiu em associar os conceitos do teste de hipótese e amostragem de aceitação com o intuito de propor um melhor suporte teórico para o problema e facilitar seu entendimento.

Em muitas situações temos interesse em tomar a decisão de aceitar ou rejeitar determinada afi rmação baseados em um conjunto de evidências2. No caso específi co do problema da validação de processo de produtos estéreis, o lote deverá ser aceito ou não baseado nas evidências geradas pela amostra retirada desse lote. Neste caso, podese formular duas hipóteses: a hipótese nula, defi nida por

H0: “O lote está conforme” e a alternativa H1: “O lote não está conforme”. Com base nas evidências apresentadas na amostra, deve-se decidir entre rejeitar H0 (Aceitar H1), ou seja, rejeitar a condição de que o lote está conforme em favor da que o lote não está conforme, ou não rejeitar H0, ou seja, aceitar a condição do lote conforme.

Ao tomar qualquer uma dessas decisões, existe a possibilidade de erros, pois o procedimento está baseado em amostragem4. O erro tipo I, é o cometido quando rejeitamos a hipótese nula quando na verdade ela é verdadeira, ou seja,

Erro Tipo I = α = P [ Rejeitar H0 | H0 é Verdadeira ] e o erro tipo I é cometido quando não rejeitamos H0, quando H0 é falsa, ou seja,

Erro Tipo I = β = P [ Não Rejeitar H0 | H0 é Falsa ]

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