Tratamento termico e termoquimico

Tratamento termico e termoquimico

(Parte 1 de 3)

ENG 1016 –Prof. Marcos Pereira

Conteúdo Programático da Aula

5. Tratamentos Térmicos e Termoquímicos 5.1 Fundamentos; 5.2 Taxas de resfriamento; 5.3 Têmpera e endurecimentos dos aços; 5.4 Temperabilidade; 5.5 Martensita versusmartensita revenida; 5.6 Revenimento.

Tratamentos Térmicos e Termoquímicos

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Têmpera ≠ Normalização ≠ Recozimento (resfriamentos rápidos, moderadamente rápidos e lentos)

A martensita somente é obtida com resfriamentos rápidos ou pode ser conseqüência de resfriamentos moderadamente rápidos ?????

Neste caso, o material ou componente foi submetido a um tratamento térmico de têmpera ou normalização ?????

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Figura 1: Resumo das transformações isotérmicas e contínuas no aço eutetóide [1]. Tratamentos Térmicos e Termoquímicos

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Figura 2: Diagrama CCT do aço 1541 (0,8 –1,1 Mn / 0,4 –0,47 C) [2]. Tratamentos Térmicos e Termoquímicos

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Figura 3: Diagrama CCT do aço 1020 [2]. 5

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Figura 4: Formação de diferentes microestruturas no aço eutetóideem função do tratamento térmico adotado [3]. 6

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(a)(b)

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Figura 5: Influência do resfriamento na dureza (severidade da têmpera) do aço 1040.

Resfriamentos em óleo (a) e água (b) [3]. 7

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Figura 6: Influência da geometria e do meio refrigerante (água versusóleo) no resfriamento do centro de amostra do aço 1045 [2]. 8

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Figura 7: Influência da geometria e do meio refrigerante (óleo versusar) no resfriamento do centro de amostra do aço 1045 [2]. 9

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Figura 8: Influência da massa nas curvas de resfriamento do aço 1045 [2]. 10

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Figura 9: Influência da geometria da amostra na dureza do aço 4140

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O conceito de temperabilidade é associado com a capacidade de endurecimento do aço durante o resfriamento rápido (têmpera), ou seja, sua capacidade de formar martensita em uma determinada profundidade do material.

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Figura 10: Resfriamento de amostras em ensaio de Jominyde temperabilidade (a) com posterior medição de dureza (b) [2]. 13

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Figura 1: Curvas Jominypara dois aços [3]. 14

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A temperabilidade do aço aumenta se retardada a formação de todas as outras microestruturais possíveis de nucleação, isto é, ferrita, cementita, perlita e bainita, através do deslocamento da curva T para tempos mais longos de reação. Para tal contribuem:

•granulação grosseira da austenita; •dissolução de elementos de liga na austenita;

•homogeneidade da austenita (ausência de inclusões e/ou precipitados

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