A Utilização da Planilha

O grupo fez o trabalho em Excel e AutoCAD. Para tanto, desenvolveu uma planilha para que os cálculos pudessem ser realizados para quaisquer dados de entrada, ou seja, variando-se os parâmetros fornecidos é possível encontrar uma nova solução. É interessante ressaltar que a partir deste recurso é que foi possível a execução do trabalho adequadamente, pois cometer pequenos erros ao longo das etapas foi uma constante. A seguir, uma breve explicação para cada uma das planilhas do arquivo:

Esta primeira planilha, chamada Dados de Entrada, permite a introdução dos dados iniciais. No nosso caso, os valores de máximos, mínimos e desejáveis fornecidos no roteiro do projeto. A maior parte das demais planilhas estão referenciadas a ela, isso significa que uma mudança na planilha de entrada resulta na obtenção imediata de um novo resultado, adequado às novas condições iniciais.

Esta, chamada Raio x Superelevação, é complementar a primeira, trazendo, também , dados de entrada.

Na planilha Pontos Notáveis, deve-se entrar com as coordenadas e raios definidos a partir dos traçados horizontais e verticais resultantes do estudo em planta. Ela calcula PCs, PTs e desenvolvimentos de curvas, dentre outros.

Esta, denominada Estacas, talvez seja uma das mais complexas, pois a cada nova etapa, foram acrescentados novos cálculos. Ela permite que se calculem as coordenadas e cota de cada estaca, indica se a estaca está numa tangente ou curva, se a curva é para direita ou esquerda, além de trazer o resultado dos cálculos de superelevação, aí incluídas as classificações que se fizeram necessárias (superelevação crescente, decrescente, constante).

Na Curvas Verticais, a partir dos Ks e dos pontos de intersecção verticais, calculam-se as curvas verticais de perfil parabólico: variação de inclinação entre as tangentes inicial e final, desenvolvimento, classificação da curva em côncava ou convexa.

Nesta, Volumes Corte Aterro, considerando-se as seções-tipo e as alturas do greide, é possível obter os volumes de corte e aterro, os volumes acumulados para cada estaca considerando-se o fator de compactação, e as estacas onde há mudança do tipo de seção, ou seja, aquelas em que a altura do greide é igual à do terreno natural.

Aqui, Orientação da Terraplenagem, têm-se quais o intervalo (em estacas) para cada par aterro-corte que se cancela, a natureza da operação, o volume deslocado e eventuais observações para o caso de ser um empréstimo ou bota-fora.

Nesta, Momentos, a partir dos volumes e distâncias entre os centros de gravidade dos volumes que se cancelam, foram calculados os momentos de transporte parciais e total.

Na planilha Superelevação, estão reunidos os resultados dos cálculos efetuados na planilha Estacas (uma vez que foram calculados lá), no que se refere às superelevações dos bordos da pista.

Aqui, Desapropriação, a partir das alturas de greide e altura do terreno, levando-se em conta a geometria das seções-tipo de corte e aterro, foram calculadas a faixa de desapropriação realmente necessária, ou seja, aquela ocupada pelos taludes e pista.

Nesta, Notas de Serviço, estão reunidas as informações para uma determinada seção. Estas informações foram retiradas das anteriores.

Finalmente, a planilha Orçamento traz o custo final por quilômetro da via.

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