O stress é uma doença de adaptação ao meio, em que o indivíduo, em função das estimulações, excitações e agressões externas, acaba produzindo uma escalada progressiva na defesa de seu organismo. No início é só um aumento do alerta geral, estimulando o sistema vegetativo e o cérebro para se defenderem.

  • O stress é uma doença de adaptação ao meio, em que o indivíduo, em função das estimulações, excitações e agressões externas, acaba produzindo uma escalada progressiva na defesa de seu organismo. No início é só um aumento do alerta geral, estimulando o sistema vegetativo e o cérebro para se defenderem.

Mudanças: uma certa dose de mudança é necessária.

  • Mudanças: uma certa dose de mudança é necessária.

  • Sobrecarga: a falta de tempo, o excesso de responsabilidade, a falta de apoio e expectativas exageradas.

  • Alimentação incorreta: não é apenas importante o que comemos, mas também como comemos.

  • Fumar: o cigarro libera nicotina que, na fase de menor concentração, já provoca reações de estresse leve, depois bloqueia as reações do organismo e causa dependência psicológica.

  • Ruídos: coloca-nos sempre em alerta, provoca a irritação e a perda de concentração desencadeando reações de estresse, que podem levar até a exaustão.

  • Baixa auto-estima: tende a se agravar o estresse nestas pessoas

Medo: o medo acentua nas pessoas a preocupação sem necessidade, uma atitude pessimista em relação à vida ou lembranças de experiências desagradáveis. Trânsito: os congestionamentos, os semáforos, os assaltos aos motoristas e a contaminação do ar podem desencadear o estresse. Alteração do ritmo habitual do organismo: provoca irritabilidade, problemas digestivos, dores de cabeça e alterações no sono. Progresso: a agitação do progresso técnico é acompanhada de aumento das pressões e de sobrecarga de trabalho, aumentando os níveis de exigências, qualitativas e quantitativas. Nem sempre o coração de uma pessoa estressada está sofrendo. Por outro lado, gente que parece muito calma pode estar com o coração em frangalhos.

  • Medo: o medo acentua nas pessoas a preocupação sem necessidade, uma atitude pessimista em relação à vida ou lembranças de experiências desagradáveis. Trânsito: os congestionamentos, os semáforos, os assaltos aos motoristas e a contaminação do ar podem desencadear o estresse. Alteração do ritmo habitual do organismo: provoca irritabilidade, problemas digestivos, dores de cabeça e alterações no sono. Progresso: a agitação do progresso técnico é acompanhada de aumento das pressões e de sobrecarga de trabalho, aumentando os níveis de exigências, qualitativas e quantitativas. Nem sempre o coração de uma pessoa estressada está sofrendo. Por outro lado, gente que parece muito calma pode estar com o coração em frangalhos.

Pessoas com rígidas posturas mentais têm maior tendência a desencadear stress, uma vez que vivem em luta para controlar tudo à sua volta, dominar, fazer-se respeitado em suas vontades e crenças, querendo que o ambiente lhes seja cem por cento generoso e favorável, o que nem sempre é possível. Em outras palavras, a pessoa não flexível, não vulnerável e impaciente com o meio externo tenta adaptar-se aparentemente, mas por dentro, ao mesmo tempo, não deseja abrir mão de suas convicções e por isso entra em conflito.

  • Pessoas com rígidas posturas mentais têm maior tendência a desencadear stress, uma vez que vivem em luta para controlar tudo à sua volta, dominar, fazer-se respeitado em suas vontades e crenças, querendo que o ambiente lhes seja cem por cento generoso e favorável, o que nem sempre é possível. Em outras palavras, a pessoa não flexível, não vulnerável e impaciente com o meio externo tenta adaptar-se aparentemente, mas por dentro, ao mesmo tempo, não deseja abrir mão de suas convicções e por isso entra em conflito.

O stress pode ser "medido por dentro", quando a pessoa responde para si mesma se algumas coisas abaixo estão ou não acontecendo com ela:

  • O stress pode ser "medido por dentro", quando a pessoa responde para si mesma se algumas coisas abaixo estão ou não acontecendo com ela:

  • - as coisas me irritam facilmente.

  • - sinto um cansaço enorme.

  • - tenho resfriados e gripes com freqüência.

  • - ando muito distraído, tem dias em que só quero dormir.

  • - sinto uma tristeza que não passa.

  • - não tenho mais de onde tirar forças para continuar.

- sinto dores difusas em várias partes do corpo.

  • - sinto dores difusas em várias partes do corpo.

  • - se pudesse, não iria trabalhar e não falaria com ninguém.

  • - quando percebo, estou gritando com as pessoas.

  • - sinto crises de pânico.

  • - às vezes, penso que vou morrer logo.

  • - qualquer mínimo ruído me incomoda.

  • - sinto medo.

  • - principalmente, ando muito esquecido.

NÍVEL DE STRESS MUITO ALTO

  • NÍVEL DE STRESS MUITO ALTO

  • Falecimento da(o) esposa(o)

  • Divórcio ou separação conjugal

  • Prisão

  • Falecimento de membros da família muito próximo

  • Danos pessoais ou doença

  • Casar-se

  • Perda de emprego

  • Mudança de casa

NÍVEL DE STRESS ALTO

  • NÍVEL DE STRESS ALTO

  • Reconciliação conjugal

  • Aposentadoria

  • Doença grave de um familiar

  • Família

  • Gravidez

  • Dificuldades com sexo

  • Nascimento de um bebê

  • Mudança de emprego

  • Problemas com dinheiro

  • Morte de um amigo próximo

NÍVEL DE STRESS MODERADO

  • NÍVEL DE STRESS MODERADO

  • Discussões familiares

  • Hipoteca ou empréstimo muito altos

  • Ação judicial por débitos

  • Mudança de responsabilidades no trabalho

  • Filho(a) saindo de casa

  • Problemas com parentes

  • Conquista pessoal marcante

  • Esposa começa ou pára de trabalhar

  • Início ou término de aula escolares

  • Análise de hábitos pessoais

  • Problemas com o chefe indiretos

NÍVEL DE STRESS BAIXO

  • NÍVEL DE STRESS BAIXO

  • Mudança de horário ou das condições de trabalho

  • Mudança de escola

  • Mudança dos hábitos de recreação

  • Mudança das atividades na igreja

  • Mudança das atividades sociais

  • Hipoteca ou empréstimos baixos

  • Mudança dos hábitos de dormir

  • Mudança dos contatos familiares

  • Mudanças de hábitos de comer

  • Férias

  • Natal

1 - Como administrar o estresse

  • 1 - Como administrar o estresse

  • Você poderá controlar seu estresse da seguinte

  • maneira:

  •     Vivendo e não sobrevivendo.

  •       Organizando seu tempo, fazendo dele um aliado.

  •       Diminuindo os compromissos

  •       Gostando da vida, valorizando-a.

  •       Não se desgastando em uma só tarefa.

  •       Trabalhando naquilo que lhe dá prazer.

  •       Sendo criativo, descobrindo suas potencialidades.

  •       Buscando o equilíbrio entre trabalho e lazer.

  •       Reservando tempo para si mesmo.

Há providências cotidianas simples que devem ser observadas, quando possível, para lidar com o estresse. Veja algumas delas:

  • Há providências cotidianas simples que devem ser observadas, quando possível, para lidar com o estresse. Veja algumas delas:

Se está enfrentando um problema com o chefe,

  • Se está enfrentando um problema com o chefe,

  • tente desviar o pensamento para coisas agradáveis.

  • Se você está irritadiço, trate de conter o impulso. Descarregue o ódio numa atividade física.

  • Não queira resolver tudo sozinho. Delegue. Sob tensão, até as tarefas simples parecem insuportáveis.

  • Não leve trabalho para casa.

  • Quando sair do escritório, deixe as preocupações profissionais dentro da gaveta.

Desligar-se é a regra geral. Veja televisão, assista a um vídeo, leia um livro.

  • Desligar-se é a regra geral. Veja televisão, assista a um vídeo, leia um livro.

  • Viaje sempre que possível nos finais de semana e saia para jantar.

  • Converse a respeito de seus problemas com os amigos.

  • Tente técnicas de relaxamento.

  • Toda atividade repousante vale a pena, como uma sauna, massagem ou algum esporte. Caminhar em parques é uma grande idéia.

O stress produz alterações para aumentar a performance do organismo em situações de risco. Esse mecanismo é fundamental para a sobrevivência. Entenda quando ele faz mal ao coração

  • O stress produz alterações para aumentar a performance do organismo em situações de risco. Esse mecanismo é fundamental para a sobrevivência. Entenda quando ele faz mal ao coração

STRESS AGUDO: os hormônios podem atuar sobre os nervos do coração e impedir a contração natural. A pessoa sofre arritmias graves e pode morrer subitamente. Os sintomas (dor no peito e aumento da freqüência cardíaca) parecem com os do infarto. Esse fenômeno ocorre principalmente quando o impacto gerado pela morte de uma pessoa querida é muito forte. É a chamada "síndrome do coração partido". O stress agudo também pode desencadear a ruptura de placas de gordura nas artérias e levar ao infarto.

  • STRESS AGUDO: os hormônios podem atuar sobre os nervos do coração e impedir a contração natural. A pessoa sofre arritmias graves e pode morrer subitamente. Os sintomas (dor no peito e aumento da freqüência cardíaca) parecem com os do infarto. Esse fenômeno ocorre principalmente quando o impacto gerado pela morte de uma pessoa querida é muito forte. É a chamada "síndrome do coração partido". O stress agudo também pode desencadear a ruptura de placas de gordura nas artérias e levar ao infarto.

secreção de cortisol

  • secreção de cortisol

  • cortisol e carboidratos

  • cortisol e proteina

  • cortisol e ácido graxo

  • cortisol como anti-inflamatório

  • cortisol atuando na inflamação

  • costisol e imunidade

TRATAMENTOS CONVENCIONAIS

  • TRATAMENTOS CONVENCIONAIS

  • Remédios

  • - calmantes

  • - anti-depressivos

  • - entre outros.

  • Alimentação

  • Atividade Física

Recomenda-se que a pessoa inicie o tratamento o quanto antes, tanto com psicoterapias como medicações. Parece que a intervenção precoce permite um prognóstico melhor. Não há uma forma psicoterápica especificamente indicada:, psicoterapia breve, treinamento de relaxamento, terapia comportamental para dessensibilização e também terapia em grupo. As medicações não são a forma terapêutica mais importante, mas também devem ser iniciadas precocemente. Tempo requerido para alguma resposta é ainda mais demorado que o necessário rotineiramente, variando de 2 a 4 meses de uso contínuo. As medicações usadas são os inibidores da recaptação da serotonina, e mais recentemente o topiramato, ainda em fase de testes.

  • Recomenda-se que a pessoa inicie o tratamento o quanto antes, tanto com psicoterapias como medicações. Parece que a intervenção precoce permite um prognóstico melhor. Não há uma forma psicoterápica especificamente indicada:, psicoterapia breve, treinamento de relaxamento, terapia comportamental para dessensibilização e também terapia em grupo. As medicações não são a forma terapêutica mais importante, mas também devem ser iniciadas precocemente. Tempo requerido para alguma resposta é ainda mais demorado que o necessário rotineiramente, variando de 2 a 4 meses de uso contínuo. As medicações usadas são os inibidores da recaptação da serotonina, e mais recentemente o topiramato, ainda em fase de testes.

TRATAMENTOS NÃO CONVENCIONAIS

  • TRATAMENTOS NÃO CONVENCIONAIS

  • Fitoterapia

  • Acupuntura

  • Reike

  • Massagem

  • Dança Bioenergética

  • Aromoterapia

  • Cromoterapia

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