A saúde bucal de adolescentes de Recife

A saúde bucal de adolescentes de Recife

(Parte 3 de 4)

Presença de hiperplasia2

Sim Não

Adolescentes (n=40)

61,0 (39,0 – 71,0)

27,0 (18,0 – 36,0)

(0,0 – 3,5)Não se dispõe da informação para 5 adolescentes; Teste Exato de Fisher, diferença significativa com p = 0,05.

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A Epidemiologia tradicional hierarquiza os desenhos de pesquisa como descritivos ou analíticos, indicando que os primeiros são apenas capazes de levantar questões, enquanto caberia aos outros a tarefa de testar hipóteses. Não seria possível admitir uma investigação descritiva, como um apanhado neutro e imparcial da realidade, já que a própria especificação dos temas da investigação, a maneira de levantar uma dada questão científica e o modo de produzir informações encontramse vinculados a uma perspectiva analítica14.

Destarte, os estudos analisados, do ponto de vista metodológico, caracterizam-se como descritivos, assumindo-se também as limitações que os estudos transversais apresentam, principalmente o viés de prevalência, e o estudo exploratório com amostra de conveniência, pelo viés de seleção.

Como limitações no estudo de Feira de Santana, a maior dificuldade foi relacionada às perdas, motivadas pela ausência de autorização do responsável pelo adolescente, especialmente nas es- colas particulares, faltas dos adolescentes no dia do exame, feriados, greve policial, recusa do escolar em se submeter ao exame e evasão escolar. Ressalte-se que foi adotado, como critério para a pesquisa, que o escolar ausente no dia do exame não seria substituído. Motivos de perda semelhantes foram descritos por outros pesquisadores15-21.

No estudo epidemiológico analisado, as perdas observadas situaram-se acima de 20%. A literatura não apresenta um consenso sobre qual seria o percentual de perdas aceitável. Um ponto importante que não deve ser desprezado é se estas perdas poderiam criar algum viés nos resultados, ou melhor, se os adolescentes examinados seriam diferentes daqueles não examinados. Neste trabalho, assume-se que isto não aconteceu, pois os adolescentes, em cada tipo de escola, tiveram chances semelhantes de serem sorteados para compor a amostra e os motivos para as perdas não se relacionaram ao projeto em si, tendo sido outros que fugiram ao controle da pesquisadora,

Tabela 5. Avaliação clínica da saúde bucal de adolescentes segundo tipo de escola, Feira de Santana - BA, zona urbana, 2002.

Variável

Índice CPO-D Média e DP* Média do componente cariado Média do componente perdido Média do componente obturado [LI LS]* Índice CPI – média de sextantes Sadios Com sangramento Com cálculo Excluídos do exame

Valor do CPO-D 0 1 2 3 4 5 6-17 Condição periodontal 0 (Sadios) 1 (Sangramento) 2 (Sadios)

Estadual (n=318)

Municipal(n=334)

Particular(n=319)

153DP = desvio padrão; LI=Limite inferior e LS= Limite superior do intervalo de confiança.

S a ntos, N.

et al.

o que concorda com os trabalhos de Patino16 e Stiz20. No estudo exploratório, utilizou-se uma amostra de conveniência, de adolescentes que freqüentavam regularmente os ambulatórios de puericultura dos hospitais da rede pública da cidade de Recife, podendo constituir-se numa amostra viciada e as considerações, por vezes, tornarem-se especulações baseadas, é claro, numa plausibilidade biológica e social.

Ao se considerar o perfil de um grupo populacional, é necessário que o mesmo esteja inserido no seu contexto social, econômico, político e cultural21. Partindo-se dessa prerrogativa, buscou-se traçar o perfil dos grupos examinados, uma vez que não se utilizou nenhum indicador específico de condição socioeconômica para que se procedesse alguma avaliação ou comparação desses dados com os resultados do exame físico.

Em relação às características sociodemográficas, verificou-se que, nos dois estudos em questão, os adolescentes apresentaram pais/responsáveis com baixos níveis de instrução e renda considerada de média a baixa. No que tange à caracterização da faixa etária, o estudo epidemiológico utilizou a idade de 12 anos, padrão para comparação internacional dos agravos em saúde bucal de escolares; o estudo exploratório abordou quase toda a faixa etária da adolescência. Entende-se que o ideal seria a formação dos grupos, em ambos os estudos, a partir das categorias da adolescência, nas suas fases inicial e tardia, onde se poderia avaliar as condições clínicas e comportamentos, investigando diferenças.

No estudo em Feira de Santana, a pesquisadora, trabalhando com escolares, buscou caracterizar o grupo de acordo com o tipo de escola (públicas, municipal e estadual, e particulares), não participando do estudo os adolescentes que estavam fora da escola. No estudo exploratório, todos os adolescentes que freqüentavam os ambulatórios médicos tinham igual chance de participar do estudo; o inconveniente é que aqueles que não iam rotineiramente à puericultura não teriam chance de compor a amostra.

Na avaliação da condição de saúde bucal por parte dos pais, no estudo epidemiológico, quando perguntados sobre a condição de saúde bucal de seus filhos, verificou-se que nas escolas públicas houve maior atribuição da condição “ruim”, fato que pode estar relacionado à presença de maior número de dentes cariados em relação às crianças das escolas particulares. No estudo em Recife, a maioria dos adolescentes julgou satisfatória a sua condição de saúde bucal. No entanto, as meninas apresentaram uma maior insatisfação com sua saúde bucal, talvez por apresentarem maior rigor e mais preocupação com padrões estéticos, fato confirmado pela freqüência maior de escovação também no sexo feminino. Em Feira de Santana, a freqüência de realização da limpeza bucal se distribuiu de forma homogênea entre as escolas, com a maioria dos adolescentes escovando os dentes mais de três vezes por dia.

No que tange às informações sobre a auto-avaliação da condição bucal, em Feira de Santana, houve um maior acesso à informação relatado pelos pais dos adolescentes nas escolas particulares, talvez pelo maior nível de escolaridade do responsável identificada neste grupo; em Recife, embora a maioria dos adolescentes relatasse haver recebido informações sobre os cuidados com a higiene bucal, quatro deles salientaram nunca ter recebido qualquer orientação, mesmo freqüentando, ao menos uma vez por mês, os ambulatórios médicos. Essa situação reforça a necessidade da inclusão de práticas em saúde bucal na formação médica, bem como em hospitais e centros de atendimento ao adolescente. Em Salvador, adolescentes também relataram ter conhecimento, embora muitos deles julgavam-se pouco aptos para cuidar da sua própria saúde bucal25. Em Porto Alegre, os adolescentes salientaram a preocupação em cuidar dos dentes para não dificultarem a socialização, reconheciam que as doenças bucais eram comuns e as aceitavam como normais22.

Em relação à escolha dos índices para avaliação das condições bucais, optou-se pelo CPO-D, Índice Periodontal Comunitário (IPC), por serem utilizados pela Organização Mundial de Saúde para levantamentos epidemiológicos23. Baseados também nas mudanças de critérios diagnósticos para a doença periodontal24 principalmente, outros parâmetros clínicos também foram avaliados. Esse cuidado torna os estudos discutidos nesse artigo atuais e possibilitam a comparabilidade com outros estudos no que tange ao diagnóstico em saúde bucal.

Na avaliação dos parâmetros clínicos, em Recife foram constatadas condições precárias de higiene oral, reveladas pelos elevados valores no acúmulo de placa e presença de cálculo dentário. Na cidade de Feira de Santana, a presença da placa visível não foi analisada e o percentual da condição “cálculo” nas escolas públicas diferiu dos resultados encontrados por Fratucci25, mas são semelhantes aos registrados pela USP/FSP26 para adolescentes. Estes dados remetem à reflexão de que, apesar da freqüência de escovação diária relatada ter sido boa, a qualidade da higiene oral era ruim.

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Aspectos relativos à situação de cárie dentária em Feira de Santana, a partir da avaliação dos valores do CPO-D, revelaram que o maior de número de dentes cariados perdidos e obturados se concentrou em um menor grupo da população, fenômeno denominado “polarização” e também registrado em outros estudos15, 16, 19, 27-29. Na cidade de Recife, verificou-se que a mediana do valor do CPO-D se encontrava dentro dos parâmetros aceitáveis, conforme metas propostas pela OMS/ FDI30, para a idade de 12 anos, (CPO-D d < 3,0 no ano 2000). Nos trabalhos apresentados, elevada parcela dos adolescentes estaria numa condição considerada satisfatória, se fosse avaliado apenas o valor do índice. Porém, em Feira de Santana, observou-se que o componente cariado assumiu um papel importante na composição do índice, resultado semelhante àquele encontrado por Cangussu et al.3, diferindo dos resultados encontrados em Itatiba-SP31 e no estado de São Paulo2.

Dados relativos ao estudo realizado em Feira de Santana demonstraram que a composição do índice CPO-D foi diferente entre as escolas públicas e privadas. Essa diferença está em concordância com outros estudos3,19, 26, 32-35.

Vale destacar que o diagnóstico da cárie nos dentes obturados foi feito, anteriormente, pelo profissional que realizou o tratamento restaurador, podendo este diagnóstico variar de acordo com o critério clínico empregado, fugindo totalmente ao controle do examinador17,36.

A literatura sobre a prevalência de cárie quanto ao sexo apresenta resultados divergentes. Nos trabalhos realizados, tanto em Feira de Santana quanto em Recife, não foram registradas diferenças para a cárie dentária em relação ao sexo, o que concorda com os estudos de Freyleben, Peres e Marcenes36 e Tomita et al.38.

Em relação às doenças periodontais, em Feira de Santana, o percentual observado de escolares na condição “sadio”, exceto para as escolas particulares, foi menor que aqueles registrados por Stiz20 e maior que os verificados por Songspaisan e Davies39 e Dini40. A condição “sangramento” mostrou-se homogênea entre os tipos de escola, diferindo dos resultados relatados por Maltz e Silva35, onde os adolescentes de escolas públicas apresentaram maiores Índices de Sangramento Gengival, em relação aos das escolas particulares. Para a cidade de Recife, foram registrados elevados números de sítios gengivais sangrantes e uma parcela considerável de adolescentes com presença de sangramento generalizado (mais de 30% dos sítios gengivais24). Nesta cidade, foram também avaliados parâmetros peri- odontais como presença de recessão e hiperplasia gengival, sendo que, para esta segunda condição, houve diferença significativa, sendo mais acometido o sexo masculino. Ressalte-se que a doença periodontal é um processo crônico e que a condição “sangramento” é um a fase reversível da doença, caracterizando a necessidade de atenção programática para a faixa da adolescência, no que tange ao diagnóstico precoce e estabelecimento do tratamento.

Em Feira de Santana, a saúde periodontal mais favorável no sexo feminino nas escolas municipais pode ser justificada pelo maior interesse das meninas com a higiene bucal e cuidados estéticos. Esse resultado está de acordo com Shanley e Ahern41; Ramfjord e Ash42 e contrário aos resultados encontrados por Stiz20 e Dini40. Para as demais escolas de Feira de Santana e na cidade de Recife, onde não houve diferença, os resultados estão em consonância com o trabalho de Dini40.

Os dados remetem para a importância da programação de ações para a resolução das necessidades acumuladas especialmente nos adolescentes, que ainda apresentam um deficiente acesso aos serviços odontológicos. Também exibem a importância de se elaborar programas de ações coletivas em saúde bucal centrados na estratégia da definição dos grupos de risco, o que otimizará recursos e poderá permitir a melhoria na intervenção em saúde bucal coletiva.

Cabe destacar que a pesquisa científica deve fornecer dados que permitam formular políticas de atenção, sendo essa base objetiva de pesquisa condição necessária para a organização da assistência, mas não suficiente porque outras variáveis, do tipo – organização dos serviços, superação de dificuldades da cultura política partidária local, inclusão na política orçamentária, entre outras – poderão ou não ser consideradas ou estar disponíveis para a formulação de políticas adequadas.

Existe a necessidade de elucidar a proporção em que os problemas bucais intereferem no crescimento e desenvolvimento dos adolescentes, bem como a importância de estabelecer parâmetros aceitáveis de saúde bucal, numa perspectiva regional, respeitando características e peculiaridades locais. Mesmo porque dispõe-se de poucos dados na literatura nacional, até a presente data, mediante pesquisa nas bases de dados Medline, Lilacs, BBO sobre cárie, doença periodontal e outros problemas bucais em adolescentes.

S a ntos, N.

et al.

Conclusões

A freqüência da cárie dentária nos adolescentes foi baixa, tanto em Recife, quanto em Feira de Santana, sendo que o maior percentual de dentes restaurados foi evidenciado no grupo com melhores condições financeiras no segundo estudo.

Em Feira de Santana, 6% dos pais dos adolescentes consideraram insatisfatória a situação bucal dos seus filhos, com melhores condições relatadas em escolas particulares, enquanto na cidade de Recife, 60% dos adolescentes julgavam sua condição bucal satisfatória.

A maioria dos adolescentes, de ambos os estudos, relatou ter boa freqüência diária de hábitos de higiene bucal (mais de três vezes ao dia), muito embora em Recife tenha sido observado alto índice de acúmulo de placa, com necessidade de melhoria da qualidade dos cuidados com a saúde bucal.

A condição de saúde periodontal nos escolares examinados foi favorável, com valores superiores à meta proposta pela OMS-FDI (1984) para a idade de 12 anos em Feira de Santana. Na cidade de Recife, no entanto, não se observou esta condição. Em ambas as cidades, as meninas exibiram condição periodontal mais favorável.

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