U

NIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS - UFAM

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS - ICE

DEPARTAMENTO DE QUIMICA

QUÍMICA ANALÍTICA EXPERIMENTAL G

Maio - 2008

Manaus – AM

U

NIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS - UFAM

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS - ICE

DEPARTAMENTO DE QUIMICA

QUÍMICA ANALÍTICA EXPERIMENTAL G

2ºRelatório solicitado pelo Prof º. Jamal Chaar

Disciplina: Química Analítica Experimental G

Alunas:

Andréia Lopes - 20510554

Auricelia da Gama - 20510658

Rosália Lima – 20510690

Maio - 2008

Manaus – AM

Sumário

1. TITULO 3

2. OBJETIVO 3

3. INTRODUÇÃO 4

4. MATERIAIS E REAGENTES 4

5. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 5

5.3. Analise do vinagre branco e vinagre tinto 6

6. RESULTADOS E DISCUSSÃO 7

7. CONCLUSÃO 9

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 10

1. TITULO

Determinação da Acidez do Vinagre.

2. OBJETIVO

Determinar a concentração do Ácido Acético no Vinagre, por meio de titulação.

3. INTRODUÇÃO

O vinagre é o produto resultante da fermentação de certas bebidas alcoólicas, particularmente do vinho. Nesta fermentação, microorganismos da espécie “Mycoderma aceti” transformam o álcool etílico em ácido acético, o que faz com que o vinho, após a fermentação, tenha cerca de 4 a 5% de ácido acético e seja agora chamado de vinagre (vinho azedo).

O teor de ácido acético no vinagre é determinado volumetricamente titulando-se certa quantidade do mesmo com solução padrão de hidróxido de sódio 0,1N. Usa-se uma solução de fenolftaleína como indicador, a fim de se ver o fim da reação. A acidez volátil corresponde ao teor de ácido acético que é o componente mais importante do vinagre. Ele provém da oxidação do álcool do vinho no processo de acetificação. O vinagre para consumo deve ter entre 4% e 6% de ácido acético. A legislação brasileira estabelece em 4% o teor mínimo de ácido acético para vinagre. O grau alcoólico do vinagre representa o resíduo do processo de acetificação. Todo vinagre deve ter um pouco de álcool, caso contrário as bactérias acéticas, na ausência de um substrato alcoólico, podem degradar o ácido acético produzido com prejuízo para o próprio vinagre. A legislação brasileira estabelece em 1,0% (v/v) o teor alcoólico máximo para o vinagre.

4. MATERIAIS E REAGENTES

Bureta de 25 mL

Água destilada

Erlenmeyer de 125 mL

Solução de NaOH

Proveta de 100 mL

Solução de KHC8H4O4.2H2O

Proveta de 200 mL

Indicador de Fenolftaleína

Pêra

Vinagre branco

Pipeta graduada de 10 mL

Vinagre tinto

Funil de vidro

Balão volumétrico de 250 mL

Suporte e garra

Balança analítica

5. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

5.1. Preparo da solução de biftalato de potássio (KHC8H4O4. 2H2O) 0,1N.

Pesou-se 5,1048 g de biftalato de potássio em um vidro de relógio, através de uma balança analítica, em seguida transferiu-se para um balão volumétrico de 250 mL com a ajuda de um funil de vidro. Após isso se completou todo o volume com água destilada, agitando bem até sua total dissolução.

5.2. Padronização da Solução de Hidróxido de Sódio (NaOH) 0,1N.

Inicialmente foram colocados alguns mililitros de NaOH e foi rodado seu eixo quase na horizontal, de modo a que toda a solução percorresse a bureta. Em seguida o NaOH foi rejeitado na pia, através da torneira da bureta. Só então a bureta foi enchida até uns 2 a 3 cm acima do traço do zero e a torneira foi aberta, a fim de encher a ponta da bureta com a solução. Então foi examinada a ponta da bureta para verificar a retenção de bolhas de ar. Então foi acertado o nível de NaOH no zero. Feito isso, com o auxílio da proveta, foi transferido ao erlenmeyer 25 mL de solução de biftalato de potássio 0,1 N e mais 3 gotas de indicador ( fenolftaleína), e então o erlenmeyer foi colocado por baixo da bureta e o NaOH foi adicionado lentamente, agitando continuamente, a titulação foi iniciada. Durante a adição do NaOH, o erlenmeyer contendo a solução de biftalato foi agitado circularmente com uma mão enquanto a outra controlava a torneira.

O sistema foi montado conforme a figura abaixo.

Figura 1 - Sistema montado para padronização de NaOH

A adição da base continuou até que aparecesse mudança de coloração na solução (incolor para o cor-de-rosa), assinalando o ponto final da titulação. Então foi feita a leitura da bureta e o dado anotado no caderno de laboratório. O procedimento foi repetido 2 vezes. Resultados obtidos da titulação estão representados na tabela 1.

5.3. Analise do vinagre branco e vinagre tinto

  • Vinagre branco

Diluiu-se 25 mL de vinagre branco para preparar 250 mL.

Na bureta de 25 mL foi adicionada a solução de NaOH 0,1 N.

Foi transferido ao erlenmeyer 25 mL de vinagre branco dissolvido e mais 3 gotas de indicador (fenolftaleína), e então o erlenmeyer foi colocado por baixo da bureta e o NaOH foi adicionado lentamente, agitando continuamente, a titulação foi iniciada. Durante a adição do NaOH, o erlenmeyer contendo o vinagre branco dissolvido foi agitado circularmente com uma mão enquanto a outra controlava a torneira. A adição da base continuou até que aparecesse mudança de coloração na solução, assinalando o ponto final da titulação.

  • Vinagre tinto

Diluiu-se 25 mL de vinagre tinto para preparar 250 mL.

Na bureta de 25 mL foi adicionada a solução de NaOH 0,1 N.

Foi transferido ao erlenmeyer 25 mL de vinagre tinto dissolvido e mais 3 gotas de indicador ( fenolftaleína), e então o erlenmeyer foi colocado por baixo da bureta e o NaOH foi adicionado lentamente, agitando continuamente, a titulação foi iniciada. Durante a adição do NaOH, o erlenmeyer contendo o vinagre tinto dissolvido foi agitado circularmente com uma mão enquanto a outra controlava a torneira. A adição da base continuou até que aparecesse mudança de coloração na solução, assinalando o ponto final da titulação.

O sistema foi montado conforme a figura abaixo.

NaOH

vinagre

+

Indicador

Figura 2 - Sistema montado para a analise do vinagre

6. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Tabela 1 – Resultados obtidos da padronização do hidróxido de sódio.

N° de Repetições

Volume da Bureta

V1

24,7 mL

V2

24,9 mL

Tirou-se a média dos valores obtidos, de acordo com o calculo abaixo:

V1 + V2 = 24,7 + 24,9 = 24,8

2 2

Retirada a média, determinou-se a normalidade da base através da relação, abaixo:

N (ácido) x V (ácido) = N (base) x V (base)

A relação pode ser utilizada, pois como a normalidade é a razão entre o número de equivalentes grama e o volume da solução, pode-se dizer também que o número de equivalentes grama é igual ao produto da normalidade pelo volume da solução.

Então, tendo os dados necessários foi calculada a normalidade da base, tendo que:

N (biftalato) = 0,1 N (concentração anteriormente determinada)

V (base) = 25 ml (valor despejado no erlenmeyer)

N (base) =  é a incógnita da questão

V (biftalato) = 24,8 mL (média obtida nas duas vezes em que o processo foi feito)

Logo:

N (biftalato) x V (biftalato) = N (base) x V (base)

0,1 x 24,8 mL = N x 25 mL

N = 0,0992N (concentração de NaOH)

Cálculos e resultados referentes a análise do vinagre:

Tabela 2 – Resultados obtidos da analise do vinagre branco.

N° de Repetições

Volume da Bureta

V3

25 mL

V4

24,9 mL

Tirou-se a média dos valores obtidos, de acordo com o calculo abaixo:

V3 + V4 = 25 + 24,9 = 24,95

2 2

Retirada a media, calculou-se a concentração do acido acético no vinagre branco.

Logo:

N1 x V1 = N2 x V2

0,1 x 24,95 mL = N2 x 25 mL

N = 0,0998N (concentração do acido acético no vinagre branco)

Tabela 3 – Resultados obtidos da analise do vinagre tinto.

N° de Repetições

Volume da Bureta

V5

16 mL

V6

16,1 mL

Tirou-se a média dos valores obtidos, de acordo com o calculo abaixo:

V5 + V6 = 16 + 16,1 = 16,05

2 2

Retirada a media, calculo-se a concentração do acido acético no vinagre branco.

Logo:

N1 x V1 = N2 x V2

0,1 x 16,05 mL = N2 x 25 mL

N = 0,0642N (concentração do acido acético no vinagre tinto)

7. CONCLUSÃO

A solução de hidróxido de sódio foi padronizada, de acordo com a titrimetria de neutralização utilizando como padrão primário o sal biftalato de potássio, com a concentração de 0,1N.

A partir da analise titrimetrica realizada, pode-se concluir que o vinagre comercial submetido a tal contem uma concentração de acido acético dentro das especificações de qualidade

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • VOGEL, A.I. 1998. Analise Química Quantitativa, Ed. LTC.

  • DETERMINACAO DA ACIDEZ DO VINAGRE. Disponível no site: www.mileumsegredosdequimica.com. Acessado no dia 28/04/08.

  • DETERMINACAO DA ACIDEZ DO VINAGRE. Disponível no site: www.fabianoraco.oi.com.br. Acessado no dia 28/04/08.

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