Análise Qualitativa do Sal de Cozinha

Análise Qualitativa do Sal de Cozinha

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Base da chama ou Zona de temperatura mais baixa – isso ocorre porque o gás que está sendo queimado é resfriado pelo gás que está subindo pelo corpo do queimador. Essa zona de compostos muito voláteis e que são reconhecidos pelas cores emprestam à chama (ensaios na chama). é a parte mais quente da chama. Localiza-se a cerca de um terço da altura da chama, entre o cone interno e o cone externo, exatamente na parte mais larga da chama. Nessa zona a temperatura alcança 1200 – 15000 C e é muito utilizada para os ensaios de fusão de substâncias pouco voláteis e ensaios na pérola.

Zona Oxidante Inferior – situa-se na altura da zona de fusão, na periferia do cone externo. É apropriada para oxidar compostos dissolvidos em fundentes vítreo

Zona Oxidante Superior – é o vértice superior do cone externo. Aí ocorre a maior pois há um grande excesso de oxigênio. A chama não é muito quente. É utilizada nas operações de oxidação que não necessitam de uma temperatura muito alta.

Zona Redutora Superior – é o vértice do cone interno. É o maior poder redutor que se pode obter da chama, porém só é luminosa e de alto poder redutor quando se diminui a entrada de ar. É utilizada na redução enérgica dos óxidos metálicos (ensaios sobre carvão).

Zona Redutora Inferior – situa-se na mesma altura da zona oxidante inferior. O poder redutor é menor que na zona redutora superior. É utilizada para reduzir óxidos dissolvidos em substâncias vítreas.

isso ocorre porque o gás que está sendo queimado é resfriado pelo gás que está subindo pelo corpo do queimador. Essa zona são reconhecidos pelas cores se a cerca de um terço da altura da chama, entre o cone interno e o cone externo, exatamente na parte mais larga da chama. e é muito utilizada para os ensaios de fusão de se na altura da zona de fusão, na periferia do cone externo. É apropriada para oxidar compostos dissolvidos em fundentes vítreos tais como bórax ou é o vértice superior do cone externo. Aí ocorre a maior pois há um grande excesso de oxigênio. A chama não é muito quente. É ão necessitam de uma temperatura muito alta. é o vértice do cone interno. É o maior poder redutor que se pode obter da chama, porém só é luminosa e de alto poder redutor quando se diminui a entrada de ar. É utilizada na redução enérgica dos óxidos metálicos (ensaios sobre carvão). se na mesma altura da zona oxidante inferior. O

Na análise sistemática, os íons de uma mistura complexa não se separam um a um, mas sim em grupos, de acordo com o seu comportamento em face de certos reagentes, que se denominam reagentes gerais ou reagentes de grupo. Assim, Ag+

, Hg2 2+ e Pb2+ formam com o íon Cl- os sais

AgCl, Hg2Cl2 e PbCl2 que são insolúveis em água. Já os cloretos dos outros cátions são solúveis em água. De forma que, ao tratar a solução em estudo com HCldil., os três cátions (Ag+ , Hg2 precipitam. Se, após a separação destes cátions, fizermos borbulhar na solução ácida resultante sulfeto de hidrogênio (H2S) gasoso, precipitarão todos os cátions cujos sulfetos são insolúveis nos ácidos diluídos. É o caso dos íons mercúrio (I), cobre, cádmio, bismuto, estanho, antimônio e arsênio. Após a separação dos sulfetos insolúveis em meio ácido pode-se precipitar os cátions do grupo seguinte, por meio do correspondente reagente geral que é o sulfeto de amônio, (NH4)2S, ou de H2S em meio básico. Na química analítica, a classificação dos íons baseia-se nas diferentes solubilidades dos sais e dos hidróxidos que eles formam; essas diferenças nas solubilidades permitem separar uns dos outros os vários grupos de íons.

Os cátions são distribuídos em cinco grupos, conforme a classificação de ALEXÉEV, de acordo com as diferenças de solubilidades dos seus sulfetos, cloretos, carbonatos e hidróxidos, como se observa na Tabela 1.

TABELA 1 – Classificação dos Cátions, segundo VOGEL: GRUPO I GRUPO I GRUPO II GRUPO IV GRUPO V

Pb (I) Hg (I) Ag (I)

Hg (I) Pb (I) Bi (I) Cu (I) Cd (I)

As (I) e (IV) Sb (I) e (V) Sn (I) e (IV)

Fe (I) e (II)

Al

Cr (I) e (VI)

Ni Co

Mn (I) e (VI) Zn

Ba Sr Ca

Mg K Na

DE GRUPO HCl (2M) H2S

Sem reagente de grupo comum

Precipitado branco

Precipitados de cores diferentes

Precipitados de cores diferentes

Precipitado branco

Reações especiais ou ensaios de chama

* Os algarismos romanos I, IV, etc., indicam o número de oxidação do elemento, independentemente da forma iônica do elemento na solução.

A classificação dos ânions é geralmente baseada nas diferenças de solubilidade dos sais de bário e de prata dos ácidos correspondentes *. Esta classificação não está rigorosamente estabelecida. Segundo os autores, os ânions podem ser repartidos em diferentes números de grupos. Aqui, nós vamos subdividir os ânions e estudar os grupos como é mostrado na Tabela 2.

Na maior parte dos casos os ânions não perturbam mutuamente a sua identificação (ao contrário dos cátions). Assim, é relativamente raro ocorrer as reações de separação. A pesquisa dos ânions faz-se na maior parte das vezes pelo método fracionado. Por esta razão, os reagentes gerais servem, não para separar os grupos, mas apenas para colocá-los em evidência. Naturalmente, se é verificada a ausência de um grupo, as reações de identificação dos ânions que dele fazem parte, são inúteis. Assim, as reações de grupos facilitam consideravelmente a execução da análise.

TABELA 2 – Classificação dos Ânions, segundo VOGEL: CLASSE A CLASSE B CLASSE C

Carbonatos,

Hidrogenocarbonatos (Bicarbonatos), Sulfito, Tiossulfato, Sulfeto, Nitrito, Hipoclorito, Cianeto, Cianato.

Todos de I e mais os seguintes: Fluoreto, Hexafluorsilicato, Cloreto, Brometo, Iodeto, Nitrato,

Clorato, Perclorato,

Permanganato, Bromato, Borato,

Hexacianoferrato (I), Hexacianoferrato (I), Tiocianato, Formiato,

Acetato, Oxalato, Tartarato, Citrato.

Sulfato, Persulfato, Fosfato, Fosfito,

Hipofosfito,

Arseniato, Arsenito, Cromato, Dicromato,

Silicato,

Hexafluorsilicato, Salicilato, Benzoato, Succinato.

Manganato, Permanganato,

Cromato, Dicromato

Acetatos, Formiatos, Salicilatos, Benzoatos, Succinatos.

As informações sobre o produto aqui analisado foram obtidas do sitio do Programa de

Análise de Produtos, coordenado pela Diretoria da Qualidade do Inmetro e que tem por objetivos: a. prover mecanismos para que o Inmetro mantenha o consumidor brasileiro informado sobre a adequação dos produtos e serviços aos Regulamentos e às Normas Técnicas, contribuindo para que ele faça escolhas melhor fundamentadas, levando em consideração outros atributos do produto além do preço, tornando-o mais consciente de seus direitos e responsabilidades; b. fornecer subsídios para a indústria nacional melhorar continuamente a qualidade de seus produtos, tornando-a mais competitiva; c. diferenciar os produtos disponíveis no mercado nacional em relação à sua qualidade, tornando a concorrência mais equalizada; d. tornar o consumidor parte efetiva deste processo de melhoria da qualidade da indústria nacional.

Deve ser destacado que as análises coordenadas pelo Inmetro, através do Programa de

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