A Química no Brasil

A Química no Brasil

A QUÍMICA NO BRASIL

Ocupação do território brasileiro

Protoquímica Brasileira

  • Uso “primitivo” e intuitivo de conhecimentos químicos na pré-história.

  • Pinturas rupestres (aplicação de pigmentos por brasileiros) - 32.000 anos

  • Pinturas com tinta vermelha (sítio arqueológico FUNDHAM - UNESCO) Serra da Capivara, São Raimundo Nonato (PI) - 17.000 anos

Século XVI

  • 1530 - Capitanias Hereditárias;

  • 1549 - Fundação pelos Jesuítas da primeira escola “de ler e escrever” na Bahia;

Século XVI

  • Extrativismo vegetal sem nenhuma atividade química em solo brasileiro por parte dos Portugueses/Jesuítas.

  • Toda atividade química (empírica e intuitiva) eram realizadas pelos nativos da terra.

  • Pau-brasil, vermelho como brasa (daí o nome brasil). Do Tupi, ibirapitinga - madeira ou árvore vermelha.

Século XVI

  • Nome “Brasil” – Origem Celta (séc. XIV) na língua gaélica, “ilha imaginária” localizada “em algum ponto a oeste ou ao sul da Irlanda”.

  • Manuscritos com referências circulavam a mais de 100 anos antes de Cabral por aqui chegar

Século XVI

  • Usando a denominação moderna, os índios praticavam a chamada química dos produtos naturais.

  • Para extraírem o corante do urucum usavam óleo de andiroba. A polpa do urucum fornece 2 substâncias corantes: ORELINA (amarela, solúvel em H2O) e a BIXINA (vermelha, insolúvel em H2O e solúvel em gorduras).

  • Processos químicos comparáveis aos modernamente empregados na extração por solvente.

Século XVI

  • Hans Staden foi um imigrante alemão que naufragou no litoral de Santa Catarina. Dois anos depois (1554), chegou a São Vicente (RJ), concentração da colônia portuguesa no Brasil. Capturado por índios Tupinambás, inimigos dos portugueses, que o prendem no intuito de matá-lo e devorá-lo (Ubatuba - SP). É a partir de então que durante 8 meses passa a ter que arranjar meios para convencer os índios a não devorá-lo e permanecer vivo.

Século XVI

  • Contato direto com uso e costumes indígenas relatado em A verdadeira história dos selvagens, nus e ferozes devoradores de homens (1998).

  • Produção de bebida fermentada (pirati, mandioca e saliva);

  • Transformavam peixe em farinha;

  • Desidratação e defumação da carne;

  • Extração de sal das Palmeiras para conservação de alimentos;

  • Produção de cerâmica;

  • Uso do curare para caça e contra tribos rivais;

  • Armas químicas (gás de pimenta);

  • Produção de rapés (paricáPiptedemia peregrina - bufotenina) e bebidas alucinógenas.

Século XIX

Século XIX

Século XX

  • Tem início, no Brasil, a publicação regular de artigos científicos. Esse “atraso” de quase quatro séculos em relação as grandes potências européias tem uma relação forte com o tipo de ciência praticada em Portugal.

  • Marco na evolução do ensino da ciência química no Brasil foi a fundação , por Mário Saraiva, do Instituto de Química do RJ, em 1918.

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