O cirurgião-dentista e a criança especial

O cirurgião-dentista e a criança especial

O cirurgião-dentista e a criança especial

As crianças com necessidades especiais são aquelas que são afligidas por carências motoras e/ou mentais e necessitam assim de assistência especial.

Segundo Carlos Lannes e Vilhena-Moraes (1997, p.878) “O aumento da sobrevida da população de pacientes com limitações, devido aos avanços dos meios diagnósticos e terapêuticos exige que enfrentemos o desafio de integrar a criança especial na nossa clínica de rotina”. Eles dirigem essa reflexão aos dentistas, que logo após de seu compromisso em promover saúde, devem também promover cidadania.

Seguindo esse raciocínio, afirmam:

Como todo liberal, o dentista tem o direito de selecionar seus pacientes, de forma que os acomode as suas necessidades profissionais e ao seu temperamento e estilo de vida. Entretanto, fiel aos seu juramento, tem a responsabilidade de proporcionar a todas as pessoas que necessitam de seus cuidados profissionais, todo o carinho e dedicação. (1997, p.879)

Concluem também que (1997, p.880) “se o dentista, entretanto, reconhece suas limitações e se sensibiliza com elas, poderá sobrepor-se a estes bloqueios e encontrar suficiente tranqüilidade para reagir, podendo então proporcionar a seus pacientes um tratamento mais humano e científico.”

É importante que todos estendam suas atenções a diversidade de pacientes que podem surgir e quando isto não lhes for viável, carece para os profissionais, não se sentindo capazes, encaminharem os pacientes para colegas habilitados, jamais deixando-os sem o auxílio necessário.

Se medidas como essa forem tomadas, poderemos formar uma sociedade mais igualitária, permitindo acesso aos meios terapêuticos a todos, não havendo discriminação ou exclusão.

Comentários