Pão e Liberdade-Software Livre no Combate a Fome

Pão e Liberdade-Software Livre no Combate a Fome

(Parte 1 de 3)

"Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso, porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei

Conhecer as manhãs e as manhas, o sabor das massas e das maçãs, é preciso o amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir.

Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha, e ir tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada, eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou, de estrada eu sou

Todo mundo ama um dia todo mundo chora, Um dia a gente chora, no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história, e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, e ser feliz

Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história, e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, e ser feliz.”

Música : Tocando em Frente Autores: Almir Sater e Renato Teixeira

Escrevi o texto que segue para subsidiar alguns debates que tenho participado nos últimos dias. Nele falo de algumas iniciativas do Governo do Estado do Rio Grande do Sul e sobre as potencialidades que o novo Governo Federal terá, caso opte por utilizar preferencialmente software livre.

Não fiz uma análise abrangente do Projeto Software Livre RS. Com certeza os(as) demais participantes do PSL-RS escreverão melhor sobre suas áreas. O meu esforço foi relatar algumas ações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Meu objetivo é demonstrar a força social, econômica e técnica do software livre, combinada com a preocupação social do novo Governo Federal.

Caro leitor(a)

"Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso, porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei

Conhecer as manhãs e as manhas, o sabor das massas e das maçãs, é preciso o amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir.

Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha, e ir tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada, eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou, de estrada eu sou

Todo mundo ama um dia todo mundo chora, Um dia a gente chora, no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história, e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, e ser feliz

Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história, e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, e ser feliz.”

Música : Tocando em Frente Autores: Almir Sater e Renato Teixeira

“Software Livre, segundo a Free Software Foundation, é uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, você deve pensar em 'liberdade de expressão', não em 'cerveja grátis'.

Software Livre se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Mais precisamente, ele se refere a quatro tipos de liberdade, para os usuários do software:

A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)

A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao códigofonte é um pré-requisito para essa liberdade.

Nos últimos anos, uma novidade tem tomado conta da área da

Tecnologia da Informação. Tratam-se dos Softwares Livres. Quando eles surgiram, no início da década de 80, estavam circunscritos a algumas universidades e centros de pesquisa. Atualmente, são encontrados em grandes corporações privadas, pequenas empresas e governos de todos os continentes e dos mais diversos matizes políticos.

A Liberdade

A liberdade de redistribuir cópias, de modo que você possa ajudar o seu próximo (liberdade nº 2).

A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao códigofonte é um pré-requisito para essa liberdade.

Um programa é software livre se os usuários têm todas essas liberdades, portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão. Você deve também ter a liberdade de fazer modificações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publica as modificações, você não deve ser

“Software Livre, segundo a Free Software Foundation, é uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, você deve pensar em 'liberdade de expressão', não em 'cerveja grátis'.

Software Livre se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Mais precisamente, ele se refere a quatro tipos de liberdade, para os usuários do software:

A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)

A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao códigofonte é um pré-requisito para essa liberdade.

Nos últimos anos, uma novidade tem tomado conta da área da

Tecnologia da Informação. Tratam-se dos Softwares Livres. Quando eles surgiram, no início da década de 80, estavam circunscritos a algumas universidades e centros de pesquisa. Atualmente, são encontrados em grandes corporações privadas, pequenas empresas e governos de todos os continentes e dos mais diversos matizes políticos.

A Liberdade

A liberdade de redistribuir cópias, de modo que você possa ajudar o seu próximo (liberdade nº 2).

A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao códigofonte é um pré-requisito para essa liberdade.

Um programa é software livre se os usuários têm todas essas liberdades, portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão. Você deve também ter a liberdade de fazer modificações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publica as modificações, você não deve ser obrigado a avisar ninguém em particular ou de nenhum modo em especial, de modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, requer acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre. Você pode ter pago em dinheiro para obter cópias do software GNU, ou você pode ter obtido cópias sem custo nenhum. Mas independentemente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade de copiar e modificar o software.”

No Brasil, o governo do Estado do Rio Grande do Sul, na gestão Olívio Dutra, introduziu o debate sobre o uso preferencial de Softwares Livres na área pública. Para isso, propôs a formação de uma coordenação estadual de governos municipais, empresas públicas e privadas, universidades, ONGs etc., que originou o Projeto Software Livre RS.

O Fórum Internacional de Software Livre, que já teve três edições, é a atividades mais destacada, mas existem outras menos conhecidas, mas importantes. Em três anos de Projeto foram cadastradas 319 empresas privadas, sendo 95 gaúchas, e 309 profissionais, destes 122 gaúchos (as), que trabalham com Software Livre no país. Se considerarmos que o governo federal tem cadastrado duas mil empresas desenvolvedoras de software convencional, o Projeto do governo gaúcho foi bem além de suas fronteiras sulinas.

Outro aspecto importante foi a parceria entre a Associação Brasileira de Empresas Estaduais de Processamento de Dados (ABEP) e o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, que congrega a representação de todos os governos estaduais do país. Foram diversas iniciativas no terreno tecnológico neste período, tais como:

- O Projeto Rede Escolar Livre RS, que reduziu de R$ 87 milhões para R$ 47 milhões os custos com a informatização de 3.100 escolas gaúchas, atingindo 1,5 milhão de alunos (as) e 80 mil professores (as);

- O DiretoGNU, suíte de correio, agenda e catálogo corporativo, que economizou de R$ 30 milhões a R$ 60 milhões para a Rede RS (Rede Corporativa do Governo do Estado do Rio Grande do Sul), e que interliga 60 órgãos/secretarias/empresas estatais, bem como 300 mil funcionários (as) públicos (as). Essa solução é utilizada também pelo Comando Militar do Sul do

Exército Brasileiro, além de estar sendo avaliada por diversas entidades e empresas privadas;

- O Projeto OpenOffice.org Brasil: conjunto de softwares para automação de escritórios, constituídos de editor de texto, planilhas de cálculos, programa de apresentação, geração de fórmulas matemáticas e manipulação de desenhos. Todos compatíveis com os produtos da Microsoft, padrão de mercado. Essa iniciativa, apoiada pelo Governo Gaúcho e por uma vasta comunidade de desenvolvedores brasileiros, está beneficiando o mercado brasileiro com uma alternativa de qualidade, e no nosso idioma. A economia para o país ainda não foi mensurada;

Projeto Inclusão Digital com Software Livre: Nos últimos três anos atuamos em três programas de inclusão digital. O primeiro deles refere-se ao Programa Via Pública, que são pontos de acesso público à Internet, propiciando a universalização do acesso através de pontos em bibliotecas públicas, centrais de serviços e sedes da Procergs. São 13 locais no Estado, em parceria com Prefeituras, operadoras de telecom e Entidades representativas das comunidades.

O segundo programa é formado pela ETIs – Escolas Técnicas de Informática em parceria com a Dell Computers, Fundação Pensamento Digital e a Prefeitura de Alvorada. Serão cinco escolas, duas das quais já foram inauguradas.

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