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Conselho Regional de Química IV Regiªo (SP/MS)

Riqueza em matØrias orgânicas e inorgânicas interferem diretamente no desenvolvimento, crescimento, maturaçªo e produtividade da cana-de-açœcar.

Melhoramento genØtico, pode ser corrigida qualquer limitaçªo quanto àfertilidade.

Limitaçıes físicas existentes para o desenvolvimento:

Profundidade efetiva menor que 1,0 m Lençol freÆtico alto

Solos excessivamente argilosos ou mal drenados

Solos arenosos

Inclinaçªo do terreno acima de 15o.

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Fotoperíodo:

Fator a ser considerado na cultura para o perfilhamento e crescimento da cana planta.

Quanto mais luminosidade, melhor o perfilhamento e maior o crescimento da planta.

Nªo exerce influŒncia sobre a cana soca.

Ventos fortes:

Sªo responsÆveis pelo tombamento da cana,dilaceraçªo das folhas e transpiraçªo excessiva.

Em algumas localidades onde os ventos sªo mais intensos, Ø importante o plantio de Ærvores específicas em torno da Ærea plantada para minimizar este problema.

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CACHAA Qualidade da cana processada

Teor de açœcares (sacarose, glicose e frutose) por ocasiªo da colheita.

Essencial que a colheita se processe quando os colmos estejam com maior acœmulo de açœcares, ou seja, bem maduros.

MÆxima maturaçªo:

Quando o seu crescimento encontra-se drasticamente reduzido, o que ocorre em condiçıes de dØficit hídrico acentuado, que Øpotencializado quando tambØm por baixas temperaturas.

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De posse destas informaçıes, pode-se estabelecer as condiçıes iniciais e finais da qualidade da matØria-prima a ser processada atravØs da definiçªo do PUI -Período Útil de Industrializaçªo.

Éimportante conhecer o comportamento de cada variedade quanto ao acœmulo de sacarose atravØs da curva de maturaçªo.

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PUI-Tempo em que a variedade poderÆser processada com melhores condiçıes químico-tecnológicas e, consequentemente, melhores retornos econômicos.

Variedades podem ser classificadas como de PUI curto, mØdio ou longo, em funçªo do período ser em torno de 60, 90 ou 120 dias respectivamente.

oBrixTempo (meses)

PUI Maio Agosto

DescendŒncia: nªo se corta

Produçªo de compostos secundÆrios pela degradaçªo da sacarose.

(Cana passada)

DETERMINAO DO GRAU DE MATURAO Pico de Maturaçªo

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Outros mØtodos utilizados:

Aspecto do canavial:

Muito utilizado por produtores artesanais, Øum critØrio falho e sem consistŒncia tØcnica, pois a aparŒncia visual da planta Øbem distinta entre as variedades o que leva a interpretaçıes errôneas. Outros fatores que nªo a maturaçªo poderªo promover a seca e tombamento das folhas basais e o amarelamentoprogressivo das outras folhas;

Idade do canavial:

CritØrio tambØm falho, especialmente considerando maturaçªo das variedades nas diferentes regiıes e das diferentes Øpocas de plantio e colheita.

ndice de Maturaçªo (IM):

AnÆlise por amostragem do teor de açœcares, utilizando-se aerômetroou refratômetro de campo.

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IM ndice de Maturaçªo

Deve-se considerar:

Teor de sacarose cresce com o aumento do oBrix Acœmulo de sacarose nos colmos ocorre da base para a ponta da cana.

As canas bem maduras apresentam teor de sacarose nos internódios da ponta que se aproximam aos do meio, ligeiramente menores que os da base.

O caldo para a determinaçªo Øcoletado entre o 3”e 4”internódio da base e do œltimo internódio desenvolvido da ponta, em 12-15 colmos representativos do talhªo.

IM= oBrix ponta/ oBrix base

IM < 0,6 = cana verde IM entre 0,6 -0,7 = maturidade baixa, 0,7 -0,85 = maturaçªo mØdia IM > 0,85 atØ1,0 = cana madura.

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