Custos Hospitalares

Custos Hospitalares

(Parte 3 de 3)

Princípios

Nº de hospitais

Participação

Custos setoriais

1

33.33%

Não há

1

33.33%

Outros

1

33.33%

Total

3

100%

Fonte: Pesquisa de Campo, 2006/2007.

A tabela 15 revela que o orçamento influencia no programa de trabalho através de tomadas de decisões.

Tabela 15 – Influência do orçamento no programa de trabalho para o hospital.

Influência no programa de trabalho

Nº de hospitais

Participação

Positiva

3

100%

Negativa

0

0%

Não há

0

0%

Total

3

100%

Fonte: Pesquisa de Campo, 2006/2007.

Segundo a tabela 16 o orçamento hospitalar é um instrumento de planejamento e controle utilizado, principalmente, nas tomadas de decisões conforme pesquisa feita.

Tabela 16 – Situações em que o orçamento hospitalar é um eficiente instrumento de planejamento e controle.

Situações

Nº de hospitais

Participações

Tomadas de decisões

2

66.67%

Acompanhamento e controle de metas

1

33.33%

Outros

0

0%

Total

3

100%

Fonte: Pesquisa de Campo, 2006/2007.

4.0 – Considerações Finais

Através da Pesquisa de Campo feita na área dos hospitais particulares da cidade de Feira de Santana-Bahia, pode-se perceber nos hospitais investigados o amplo conhecimento da teoria que envolve a questão dos custos hospitalares, os quais devem proporcionar informações para o estabelecimento de um orçamento. E a partir deste, planejar, controlar e coordenar todas as operações de hospital.

Porém, vale ressaltar que existem, ainda, controvérsias relacionadas ao potencial dos orçamentos no que se referem à maximização das receitas e minimização dos custos.

Em face desse conhecimento teórico embasado em estudos, leituras e, principalmente, em seminários, toda essa teoria encontra-se aplicada na prática realçando a existência necessária que deve haver na relação entre teoria e prática. Assim sendo, a investigação nesses hospitais refletiu a análise de que o orçamento elaborado de forma inteligente e adequado é capaz de mostrar, através da síntese de variações ocorridas nele, os pontos que mais devem ser debatidos de modo a corrigir gastos excessivos ou mesmo o desperdício como ocorre, geralmente, na área direcionada a curativos, por exemplo.

Também, questões relacionadas com novos investimentos, com programas de trabalho, entre outros, mostram que em muito o orçamento pode contribuir e a primeira estância esses hospitais têm chegado a essa conclusão.

Observou-se com este trabalho que o orçamento hospitalar é uma ferramenta de controle eficaz e de redução de custo, e que juntamente com a área de custos monetariza as informações, estas que servirão de alicerce para as tomadas de decisão dos hospitais.

5.0 – Referências

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IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Introdução à teoria da Contabilidade para o nível de graduação. São Paulo: Atlas, 1999.

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto R. manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.

LEONE, George Sebastião Guerra. Custos: planejamento, implantação e controle. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.

MARION, JoséCarlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 1998.

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MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 5ª ed. rev. São Paulo: Atlas, 1996.

NEVES, Silvério das. Contabilidade Básica. São Paulo: Frase Editora, 2000.

RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica. São Paulo: Saraiva, 2005.

VANDERBECK, Edward J.; NAGY, Charles F. Contabilidade de Custos. Tradução de Robert Brian Taylor. 11ª ed. São Paulo: Editora Pioneira – Thomson Learning, 2001.

VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez; NEVES, Silvério das. Contabilidade de Custos: um enfoque direto e objetivo. 6ª ed. São Paulo: Frase Editora, 2000.

¹ Bacharelanda em Ciências Contábeis

² Bacharelanda em Ciências Contábeis

³ Bacharelanda em Ciências Contábeis

* Bacharelanda em Ciências Contábeis

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