A Escala de Comportamento Ecológico: desenvolvimento evalidação de um instrumento de medida

A Escala de Comportamento Ecológico: desenvolvimento evalidação de um instrumento...

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A Escala de Comportamento Ecológico: desenvolvimento e validação de um instrumento de medida

Claudia Marcia Lyra Pato Universidade de Brasília

Álvaro Tamayo Universidade de Brasília e Universidade Católica de Brasília

Resumo

O interesse por estudos sobre as relações entre o homem e o meio ambiente tem sido cada vez maior. Entretanto, aqueles dedicados à investigação da complexidade do fenômeno comportamental associado ao meio ambiente são recentes. A inexistência de instrumento para medir o comportamento ecológico adequado à realidade brasileira, que permita a compreensão desse fenômeno em nosso contexto sociocultural, destaca a importância e a necessidade de se construírem instrumentos confiáveis e adequados ao estudo dessa temática no Brasil. Este trabalho descreve a elaboração e a validação da Escala de Comportamento Ecológico (ECE) no contexto brasileiro. A amostra consistiu em 234 estudantes de ensino universitário e médio, com média de idade de 20,5 anos, sendo 142 mulheres e 8 homens (4 não indicaram seu gênero). Os resultados apontaram para a multidimensionalidade do comportamento ecológico. Os quatro fatores específicos foram ativismoconsumo, economia de água e de energia, limpeza urbana e reciclagem.

Palavras-chave: comportamento ecológico; escala de medida; validação

Abstract

Ecological Behavior Scale: validation of an instrument. Interest in studies about the relationship between human beings and the environment has continuously increased. Nevertheless, studies concerning the investigation of the complexity of behavior phenomenon linked to environment are recent. The lack of instruments to measure ecological behavior in the Brazilian context, in order to understand this phenomenon in the social and cultural framework of the country, highlights the importance and need to establish reliable and suitable instruments for the study of this subject in Brazil. This paper describes the development and validation of the Ecological Behavior Scale (EBS) for use within the Brazilian context. The study involved 234 high school and university students (142 female and 8 male and 4 missing; average age equals 20.5). The results point to the multidimensionality of ecological behavior. The four factors found were activism-consume, water and energy saving, urban cleanliness, and recycling.

Keywords: ecological behavior; scale; validation

Os estudos sobre a temática ambiental são relativamente recentes e constituem-se num campo multi, inter e transdisciplinar que desafia os pesquisadores à compreensão de sua complexidade a partir de um enfoque múltiplo. Na Psicologia, especificamente na Psicologia Ambiental, o interesse por estudos sobre as relações entre o ser humano e o meio ambiente vem crescendo, especialmente nas últimas décadas. No Brasil, essa área é considerada emergente (Pinheiro, Günther, & Guzzo, 2004). Os problemas ambientais têm sido, portanto, objeto de preocupação e de investigação, transformando a questão ambiental num foco crescente de interesse. Desse modo, a preocupação com a degradação ambiental se converteu em um problema central para os investigadores sobre essa temática.

Apesar de o interesse por estudos sobre as relações entre o homem e o meio ambiente ser cada vez maior, poucos são dedicados à investigação da complexidade do fenômeno comportamental associado ao meio ambiente (Corraliza & Martín, 2000; Corral-Verdugo, 2001). Entretanto, autores como Zelezny e Schultz (2000) e Oskamp (2000) apontam o ser humano como o grande responsável pelo agravamento da situação ambiental e sugerem que a chave para a compreensão dessa problemática está no comportamento dos seres humanos em relação ao meio ambiente. Tal comportamento, portanto, é visto como responsável tanto pela degradação quanto pela conservação ambiental.

No presente estudo, o comportamento ecológico é considerado em sua complexidade, procurando abranger tanto

Estudos de Psicologia 2006, 1(3), 289-296 as intenções claras e conscientes das ações em favor do meio ambiente quanto o impacto destas sobre o meio. A denominação comportamento ecológico é utilizada no sentido positivo, significando o mesmo que pró-ecológico, ou seja, um agir em favor do meio ambiente. Essa ação pode ser consciente e intencional ou não, podendo ter sido aprendida e internalizada e fazer parte do cotidiano das pessoas.

Dada a natureza recente do construto relativo ao comportamento ecológico e suas variadas concepções encontradas na literatura, que contribuem para a diversidade de nomenclaturas e de definições (Corral-Verdugo, 2001; Stern, 2000), podem-se encontrar diversas medidas desse construto, provavelmente refletindo a inexistência de definição precisa do que venha a ser comportamento ecológico.

As pesquisas sobre o comportamento ecológico utilizam medidas que, independentemente de serem gerais ou específicas, podem ser situadas em razão de seu tipo: auto-relato ou observação de comportamento. Algumas combinam os dois tipos – auto-relato e observação (Corral-Verdugo, 2002; Kaiser, Doka, Hofstetter, & Ranney, 2003). Embora os dois tipos de medidas sejam válidos e importantes, possibilitando a apreensão do fenômeno investigado por diversos ângulos, o uso do auto-relato para investigações de comportamento ecológico tem sido criticado por autores que consideram a necessidade de observar esses comportamentos nos locais onde eles se manifestam, de maneira a propiciar a compreensão de aspectos específicos a ele associados (Corral-Verdugo & Pinheiro, 1999; Bechtel, 2000).

Os estudos que investigam o comportamento ecológico utilizam, de modo geral, medidas de auto-relato verbal. Não obstante as críticas que os pesquisadores enfrentam sobre o uso dessa forma de investigação de comportamento, assim como as limitações que dela decorrem, a estratégia continua a ser uma opção viável para a exploração desse fenômeno em realidades diversas. Uma possível justificativa para isto pode ser o fato de o comportamento ecológico possuir múltiplas facetas e dimensões, manifestando-se tanto na esfera privada quanto na esfera pública. A observação desse fenômeno em sua abrangência torna-se, muitas vezes, inviável. A dificuldade da observação direta de comportamentos que fazem parte da vida cotidiana dos cidadãos comuns, especialmente aqueles que se manifestam na esfera privada – nas residências, por exemplo – justifica a utilização da estratégia de percepção do próprio comportamento.

As medidas de comportamento ecológico existentes na literatura basicamente se distribuem em dois grupos: as medidas gerais e as medidas específicas. Medidas gerais são propostas por Karp (1996) e Kaiser (1998). As específicas são inúmeras, quase tantas quantos são os tipos de comportamento ecológico e problemas ambientais presentes na realidade investigada. As pesquisas sobre comportamentos ecológicos específicos têm investigado o comportamento de reciclagem (Boldero, 1995; Diamond & Loewy, 1991; McGuiness, Jones, & Cole, 1977; Vining & Ebreo, 1992), de conservação de energia (Samuelson & Biek, 1991; Walker, 1979) e de conservação de água (Dickerson, Thibodeau,

Aronson, & Miller, 1992; Lam, 1999), entre outros. As medidas gerais procuram investigar as dimensões do comportamento ecológico em realidades ditas de primeiro mundo. O maior foco de interesse está nas dimensões desse tipo de comportamento e nas semelhanças e nas diferenças apresentadas por pessoas ou grupos de pessoas nessas dimensões. Tais instrumentos usam auto-relatos de comportamentos, medidos em freqüência ou concordância.

Kaiser (1998) realizou estudo probabilístico sobre a medida geral de comportamento ecológico (GEB) com objetivo de identificar os comportamentos mais comuns e fáceis de realizar e os mais difíceis e raros em suas manifestações. Essa medida geral de comportamento ecológico de Kaiser (1998) contém sete fatores, dentre os quais se destacam um de comportamento pró-social e um de uso de transporte público para minimizar os impactos ambientais decorrentes do uso do automóvel particular.

Apesar das contribuições para o estudo do comportamento ecológico, considera-se a medida de Kaiser (1998) inadequada à realidade brasileira, uma vez que, especialmente em Brasília, o uso do transporte particular é predominante e o transporte público apresenta problemas, além de as características arquitetônicas da cidade favorecerem o uso do automóvel. A inclusão de um fator pró-social com itens de comportamento de ajuda, como visitar pessoas doentes em hospitais, no nosso entender contribui para a confusão conceitual acerca do comportamento ecológico. Assim, considerou-se inadequada aos propósitos do presente estudo a utilização dessa medida como base para a elaboração da ECE.

Karp (1996) mediu os comportamentos ecológicos com uma escala de atividades pró-ambientais auto-relatadas. De acordo com ele, os comportamentos ecológicos específicos podem ser mais ou menos auto-interessados e, por conseguinte, deve haver distinção entre o comportamento ecológico de autotranscendência – motivado por interesse mais coletivista, que beneficie um grupo ou uma comunidade – e o de autopromoção – motivado por interesse pessoal do sujeito –, bem como entre o comportamento que é normativo (mais comum e fácil de realizar) e o que é atípico (manifesta-se raramente, presumivelmente porque exige maior esforço para a sua realização).

O estudo de Karp (1996) foi realizado com 302 alunos de graduação matriculados no curso introdutório de sociologia da Universidade de Washington. O instrumento de medida foi construído e validado estatisticamente pelo autor. Consistiu em 16 itens, medindo a freqüência de participação numa variedade de atividades pró-ambientais, usando escala tipo Likert que variava de 1 (nunca) a 5 (sempre). A análise fatorial com rotação varimax revelou a existência de três fatores, que foram caracterizados como: Bom Cidadão, Ativista e Consumidor Saudável. Considerando os 16 itens da escala, o autor estabeleceu um escore total como medida geral de comportamento pró-ambiental (α = 0,82).

O fator Bom Cidadão (α = 0,72) é descritivo de comportamentos que são pró-ambientais e envolvidos numa freqüência relativamente alta (são mais comuns). O fator

C.M.L.Pato & A.Tamayo

Ativista (α = 0,70) é descritivo de comportamentos atípicos – manifestos raramente, presumivelmente porque exigem investimento maior para a sua realização. O terceiro fator, Consumidor Saudável (α = 0,69), distingue-se não apenas pelo nível de participação, mas também pela orientação do comportamento de consumo, particularmente considerando a busca de alimentos ecologicamente saudáveis. Como ocorre no caso do fator Ativista, o nível de participação é relativamente raro. Os fatores foram caracterizados pelo autor como normativos ou não, considerando-se as normas como descritivas do que a maioria das pessoas faz, ou prescritivas do que deveria fazer. O fator Bom Cidadão foi considerado normativo, devido a sua alta freqüência de participação. E os outros dois fatores (Ativista e Consumidor Saudável), por serem mais raros, foram considerados não-descritivos da norma.

De acordo com Karp (1996), o Consumidor Saudável pode refletir comportamentos que são parcialmente auto-interessados: alguém pode se envolver em alguns desses comportamentos devido à preocupação com a saúde pessoal, além das preocupações ambientais.

A escala de Karp (1996) parece atender melhor ao interesse do presente estudo, tendo sido usada como base para a elaboração de uma medida de comportamento ecológico adequada à realidade brasileira. A inexistência de instrumento para medir esse fenômeno no Brasil, tornou necessária a construção de uma medida de comportamento ecológico que permita o desenvolvimento da pesquisa sobre esse tipo de comportamento em nossa realidade sociocultural-ambiental.

O presente trabalho descreve a elaboração e a validação da Escala de Comportamento Ecológico (ECE). Por se tratar de fenômeno pouco estudado em nossa realidade, optou-se pela mensuração deste em seus aspectos mais gerais, procurando levantar suas características específicas. Desse modo, a ECE é um instrumento de medida de comportamento geral, nos moldes das medidas utilizadas por Karp (1996) e Kaiser (1998).

A construção e a validação da ECE tiveram duas grandes etapas, chamadas de preliminar e final. Na etapa preliminar, os procedimentos de análise por juízes, validação semântica e análise fatorial indicaram a necessidade de reformulação de alguns itens e nova validação semântica para que o instrumento fosse considerado confiável. A seguir, descreve-se cada uma dessas etapas do processo de desenvolvimento de uma medida válida para a pesquisa sobre o comportamento ecológico no contexto brasileiro.

Método

Construção dos itens

A elaboração da ECE consistiu em etapas distintas. Em primeiro lugar, os itens originais da escala de Karp (1996) foram traduzidos sem adaptações. Em seguida, uma pesquisadora na área de Psicologia Ambiental, duas pesquisadoras na área de Psicologia Social e duas professoras universitárias na área de Educação Ambiental avaliaram os itens e fize- ram sugestões que resultaram em modificações, com acréscimo e eliminação de itens, para melhor se adequar à realidade socioambiental brasileira.

Os 36 itens componentes da escala foram distribuídos aleatoriamente, procurando-se evitar o viés nas respostas dos participantes. Esse instrumento foi aplicado a uma turma da disciplina Introdução à Administração de uma instituição pública de Brasília, com alunos de graduação do curso noturno, sendo a maioria composta de calouros de administração. Participaram dessa etapa 37 estudantes, distribuídos pelos cursos da seguinte maneira: Administração (17), Ciências Contábeis (4), Computação (2), Nutrição (1) e não indicaram o curso (13). A idade variou de 16 a 40 anos, com média de 21,37. A aplicação do instrumento nessa disciplina teve o pressuposto de que esses alunos não teriam recebido treinamento em educação ambiental, uma vez que é uma disciplina de caráter geral e introdutório de área sem conexão direta com a temática ambiental. Pretendeu-se com isso utilizar participantes leigos nos temas ambientais, evitando que maior conhecimento de expressões utilizadas no instrumento original e familiaridade com as situações específicas da área ambiental enviesassem o instrumento, especialmente com relação à linguagem e ao conteúdo. Ao final do instrumento acrescentaram-se perguntas solicitando aos participantes que descrevessem suas dificuldades com as expressões utilizadas e que dessem sugestões de outras mais apropriadas à realidade brasileira. Foram solicitados, também, alguns dados demográficos – curso de graduação, quantos semestres já haviam cursado, idade, sexo, participação em treinamento ambiental.

Após o preenchimento, houve discussão geral para que os participantes pudessem expor oralmente suas sugestões e suas dificuldades, de maneira a complementar as informações dadas por escrito. As contribuições desses alunos foram utilizadas para a elaboração da ECE, testada em primeira versão no estudo relatado a seguir, como versão preliminar.

Teste empírico da Escala de Comportamento Ecológico (ECE) – versão preliminar

A primeira versão da Escala de Comportamento Ecológico (ECE), caracterizada como estudo preliminar, testou a validade da medida de comportamento ecológico na realidade brasileira (Pato, Tróccoli, & Tamayo, 2002). A amostra desse estudo foi composta por 281 estudantes de instituições públicas situadas em Brasília, sendo 142 de ensino médio e 139 de graduação; 139 eram do sexo feminino e 116 do sexo masculino, com média de idade de 2,70 (DP = 6,0). A ECE, com 36 itens, foi submetida à análise fatorial exploratória, utilizando-se o método Principal Axis Factoring (PAF) com rotação oblíqua (direct oblimin). A extração dos componentes principais (PC) foi usada antes da extração dos fatores (PAF), para estimar o número de fatores, a ausência de multicolinearidade, bem como a fatorabilidade das matrizes de correlação (Tabachnick & Fidell, 2001). Uma extração sem rotação, utilizando o método PAF, gerou o índice Squared Multiple Correlations (SMC) para os fatores. Todos resultaram con-

Escala de comportamento ecológico sistentes internamente e bem definidos pelas variáveis. O SMC mais alto para os fatores das variáveis foi 0,67. O índice Kaiser-Meyer-Olkin (KMO), medida de adequação da amostra, foi igual a 0,72. Essas análises indicaram que os dados não apresentaram problema de multicolinearidade ou de singularidade. Além disso, obtiveram índices suficientes de fatorabilidade. Baseando-se no scree plot (gráfico de dispersão) e nos eigenvalues (autovalores) acima de um, decidiuse pela extração de quatro fatores. Utilizando-se um ponto de corte de 0,30 para inclusão de um item na interpretação de um fator, 24 dos 36 itens originais dessa primeira versão da ECE tiveram cargas fatoriais significativas. A solução fatorial dos quatro fatores encontrados (explicando 24% da variância total), a carga das variáveis nos fatores, as comunalidades e os percentuais de variância e covariância estão apresentados na Tabela 1.

Os quatro fatores foram denominados, respectivamente,

Consumo Verde, Limpeza, Economia, e Ativismo. Um escore total – comportamento ecológico geral –, foi retirado da média dos quatro fatores específicos.

O primeiro fator – Consumo Verde (7 itens; α = 0,72), agrupou os itens relacionados ao consumo saudável, evidenciando preocupação com a própria saúde ao ingerir alimentos, evitando os que possuem conservantes ou agrotóxicos. Relaciona o consumo de alimentos sem utilização de materiais e produtos que sejam prejudiciais ao organismo, bem como ao meio ambiente (Exemplos: “Evito usar produtos feitos por empresas que poluem o meio ambiente”; “Evito comer comidas que contenham conservantes (agrotóxicos ou adubos químicos).”).

O segundo fator, Limpeza (5 itens; α = 0,61), agrupou itens associados à manutenção de um ambiente limpo (Exemplos: “Evito jogar papel no chão”; “Eu não jogo latas vazias no chão”).

O fator Economia (8 itens; α = 0,71) agrupou itens que representam comportamentos relacionados ao não desperdício de energia e de água (Exemplos: “Deixo a luz acesa em ambientes vazios”; “Deixo a torneira aberta quando escovo os dentes” – itens invertidos).

O quarto e último fator – Ativismo (4 itens; α = 0,60), envolveu comportamentos de protesto e de conscientização das pessoas, da sociedade, dos órgãos governamentais, entre outros, sobre a importância da preservação ambiental, a defesa do meio ambiente e o combate à poluição e à degradação ambiental (Exemplos: “Participo de demonstrações públicas para defender o meio ambiente”; “Faço trabalho voluntário para um grupo ambiental”).

Apesar dos resultados satisfatórios, esse primeiro teste empírico com a ECE revelou índices de confiabilidade (consistência interna – alfa) abaixo do desejável para dois fatores: Limpeza (α = 0,61) e Ativismo (α = 0,60). Além disso, o fator consumo verde agrupou itens que foram previstos para medir ativismo (Exemplos: “Compro produtos de uma empresa, mesmo sabendo que ela polui o meio ambiente”) e um item

Tabela 1 Cargas fatoriais, comunalidades (h²), percentual de variância e covariância dos fatores principais com extração e rotação direct oblimin sobre os itens da Escala de Comportamento Ecológico

Item da escala

19. Evito usar produto fabricado por empresa que polui o meio ambiente. 14. Evito comer comidas que tenham produtos químicos (conservantes ou agrotóxicos). 25. Compro produtos de uma empresa, mesmo sabendo que ela polui o meio ambiente. 35. Compro comida sem me preocupar se tem conservantes ou agrotóxicos. 23. Procuro me alimentar com comidas naturais. 9. Procuro comprar menos produtos de plástico. 31. Evito ligar vários aparelhos elétricos ao mesmo tempo. 1. Quando não tem lixeira por perto, guardo o papel que não quero mais no bolso. 8. Evito jogar papel no chão. 2. Faço rascunho em papel que já foi usado, quando possível. 30. Chamo a atenção de pessoas que jogam lixo na rua. 18. Jogo latas de cerveja ou refrigerante vazias no chão. 32. Fico com a geladeira aberta muito tempo olhando o que tem dentro. 3. Deixo a televisão ligada mesmo quando não estou assistindo a ela. 6. Deixo a luz acesa em ambientes vazios. 20. Economizo água quando possível. 4. Tomo banho demorado. 10. Deixo a torneira aberta quando escovo os dentes. 13. Antes de entrar no banho, ligo o chuveiro e deixo a água escorrendo até esquentar. 27. Ouço música bem alta. 2. Participo de manifestação pública em defesa do meio ambiente. 16. Faço trabalho voluntário para um grupo ambiental. 36. Participo de atividades que cuidam do meio ambiente. 28. Colaboro com outras pessoas na limpeza de local público.

Percentual de variância Percentual de covariância

C.M.L.Pato & A.Tamayo

que media o uso de energia elétrica (“Evito ligar vários aparelhos elétricos ao mesmo tempo”), indicando que, embora o nível de confiabilidade fosse razoável, esse fator necessitava ser mais bem definido.

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