Sindrome de Stevens Jhonson

Sindrome de Stevens Jhonson

A Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) pode ser definida como uma afecção inflamatória aguda, febril, com duração aproximada de duas a quatro semanas, que afeta a pele e a membrana mucosa.

  • A Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) pode ser definida como uma afecção inflamatória aguda, febril, com duração aproximada de duas a quatro semanas, que afeta a pele e a membrana mucosa.

  • Inicia-se geralmente após o uso de medicações ou ocorrência de infecções e provavelmente apresenta etiopatogenia autoimune.

  • A síndrome se inicia com sintomas semelhantes aos de uma infecção qualquer, como febre, dor muscular, coriza nasal, dor de cabeça, etc., que podem durar por cerca de uma a duas semanas.

  • A seguir, há a formação de bolhas no revestimento da boca, da garganta, do ânus, da região genital e dos olhos. No restante da pele, podem ocorrer áreas hiperemiadas. A lesão do revestimento da boca torna a alimentação difícil, o fechamento da boca pode ser doloroso e o individuo pode babar.

O orifício através do qual a urina é eliminada também pode ser afetado e, em consequência, a micção pode ser dolorosa e com hematuria.

  • O orifício através do qual a urina é eliminada também pode ser afetado e, em consequência, a micção pode ser dolorosa e com hematuria.

  • Essa formação de bolhas, ocorre, aproximadamente, em 10 a 30% da superfície corporal, deixando o individuo com aspecto de um grande queimado.

  • Em alguns casos a pele fica tão frágil que pode se desprender facilmente, facilitando, assim, as infecções e o agravamento do quadro clínico.

A identificação do agente etiológico é muito importante.

  • A identificação do agente etiológico é muito importante.

  • Exames Laboratoriais;

  • Exame de cultura de possíveis fontes com suspeita de processo infeccioso;

  • Biópsia da pele.

  • Os principais achados histopatológicos são a Necrose Epidérmica, Edema Intracelular, Edema e extravasamento de eritrócitos (hemácias) localizados na derme.

Não há um tratamento específico, mas sim dirigido para corrigir os problemas ocasionados pela doença. Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor, para que se possa identificar a causa e corrigir o problema.

  • Não há um tratamento específico, mas sim dirigido para corrigir os problemas ocasionados pela doença. Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor, para que se possa identificar a causa e corrigir o problema.

  • Deverá ser feito em uma unidade para grandes queimados ou na UTI, devido à gravidade. Deve-se isolar o paciente para evitar que ocorra infecção.

  • Deverá ser fornecido aporte nutricional específico e hidratação , também manter constante vigilância do paciente, clínica e laboratorialmente.

Segundo a maioria dos autores, não se deve administrar corticóides no tratamento da síndrome, a não ser nas fases iniciais em que estão surgindo as lesões, pois podem favorecer a diminuição da imunidade do organismo e permitir que ocorram infecções. Mas se forem aplicados, estes deverão ser usados em altas doses e por um curto período.

  • Segundo a maioria dos autores, não se deve administrar corticóides no tratamento da síndrome, a não ser nas fases iniciais em que estão surgindo as lesões, pois podem favorecer a diminuição da imunidade do organismo e permitir que ocorram infecções. Mas se forem aplicados, estes deverão ser usados em altas doses e por um curto período.

  • Se houver sinal de infecção, antibióticos são prescritos.

  • Quando a alimentação e a ingestão de líquidos se torna difícil ou muitas vezes impossível, a alimentação e os líquidos são administrados por via EV.

Pneumonia;.

  • Pneumonia;.

  • Infecções secundárias;

  • Desidratação;

  • Sepse;

  • Necrose tubular aguda (patologia urológica / nefrológica, caracterizada por necrose e degeneração que atinge o epitélio tubular renal);

  • Ulceração da córnea;

  • Cegueira;

  • Óbito.

Controlar sinais vitais;

  • Controlar sinais vitais;

  • Medidas de assepsia;

  • Trocar todos os cateteres em intervalos regulares;

  • Manter sonda vesical em sistema fechado;

  • Manter temperatura ambiente entre 30 e 32°C;

  • Monitoração da função pulmonar;

  • Proteger a pele de todas as formas de pressão e de atrito;

  • Analgesia.

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