Métodos de Lavra

Métodos de Lavra

(Parte 2 de 2)

Ouro: lavras a céu aberto; subterrânea através da abertura de túneis e galerias e pelos métodos realce auto-portantes a exceção do VCR, suporte das encaixantes e abatimento; garimpagem manual (por águas pluviais, fluviais e catas) e mecanizada (desmontes hidráulico e hidráulico em leitos submersos) e dragagem;

Agregados (brita, areia e cascalho): lavra a céu aberto, desmonte hidráulico e dragagem;

Brita: lavra a céu aberto, em meia encosta, iniciando-se com a execução do plano de fogo para desmonte primário (perfuração + detonação por explosivos), seguindo-se, não necessariamente, do desmonte secundário (fogacho + rompedores hidráulicos) e carregamento e transporte dos fragmentos rochosos para os locais de britagem (praças de alimentação) ou diretamente para os britadores primários;

Areia: lavra a céu aberto, desmonte hidráulico e dragagem, sendo quase sempre comercializada na forma como é extraída, passando, na maioria das vezes, apenas por grelhas fixas que separam as frações mais grossas (cascalho, pelotas e concreções) e eventuais sujeiras (matéria orgânica, folhas e troncos) e por uma simples lavagem para retirada de argila;

Cascalho: subproduto das minerações de areia e brita.

Referências:

BARROS, F. M.; SAMPAIO, J. A.; CAVALCANTE, P. M. T. (2005). Beneficiamento de rejeito de moscovita da região do Seridó- Borborema (NE) para aplicações industriais. XIII Jornada de Iniciação Cientifica – CETEM, p. 1-6.

DNPM (1988). Principais Depósitos Minerais do Brasil. Coord. Geral Carlos Schobbenhaus, Emanuel Teixeira de Queiroz e Carlos Eduardo Silva Coelho. Convênio DNPM/CVRD/CPRM Brasília, DF. v. 3, p 287-595.

DNPM (1991). Principais Depósitos Minerais do Brasil. Coord. Geral Carlos Schobbenhaus, Emanuel Teixeira de Queiroz e Carlos Eduardo Silva Coelho. Brasília, DF. v. 4a, p 004-301.

FRAZÃO, B. E. (200?). Panorama da produção e aproveitamento de agregados para construção. Programa de Capacitação de Gestores de Empresas Mineradoras de Agregados para Construção Civil. p. 3-28. Acesso: w.cetec.br/agregados

GERMANI, D. J. (2002). A mineração no Brasil. Relatório Final. p. 1-48. Acesso: ftp.mct.gov.br

Koppe, J.C.; Grigorieff, A.; Costa, J.F.C.L. (2005). Environmental reclamation practice in a Brazilian coal mine – an economical approach, Coal 2005 – 6th Australasian Coal Operator’s Conference, Brisbane, p. 277-282.

LUZ, A. B. da; CHAVES, A. P. (2000). Tecnologia do caulim: ênfase na indústria de papel. Convênio CETEM/MCT. Série Rochas e Minerais Industriais, v. 1, 72p.

MACÊDO, A. J. B. de; BAZANTE, A. J.; BONATES, E. J. L. (2001). Seleção do método de lavra: arte e ciência. Revista Escola de Minas. v. 54(3). Acesso: w.scielo.br

MIRANDA, J. G. et al. (1997). Atividades garimpeiras no Brasil: aspectos técnicos, econômicos e sociais. Rio de Janeiro: CETEM/CNPq. Série Estudos e Documentos, v. 38, 61p.

NICHOLAS, D. E. (1968). Method selection – a numerical approach. Chapter 4. In: Design and operation of caving and sublevel stopping mine. p. 39-65.

REVISTA BRASILEIRA DE GEOCIÊNCIAS (1996). Depósitos de caulim e argila semi-flint no nordeste do Pará. Centro de Geociências – UFPA & Laboratoire de Géochimie et Metauogénie – UPMC. v. 26(2):71-80.

WILSON, I. R.; SANTOS, H. S.; SANTOS, P. S. (1998). Caulins brasileiros: Alguns aspectos da geologia e da mineralogia. Cerâmica, v. 4 n. 287-288. São Paulo, 31p. Acesso: w.scielo.br/sielo

(Parte 2 de 2)

Comentários