Uso de agregados reciclados de concreto

Uso de agregados reciclados de concreto

(Parte 1 de 4)

Alexandre Marques Buttler

Tese apresentada à Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo, como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Engenharia de Estruturas.

Orientador: Márcio Roberto Silva Corrêa

São Carlos 2007

Ficha catalográficapreparada pelaSeção de Tratamento da Informaçãodo Serviço de Biblioteca- EESC/USP

B988u Buttler, Alexandre Marques

Uso de agregados reciclados de concreto em blocos de alvenaria estrutural/Alexandre Marques Buttler ; orientador Márcio Roberto Silva Corrêa. -- São Carlos, 2007.

Tese (Doutorado-Programa de Pós-Graduação e Área de concentração em Engenharia de Estruturas) -- Escola de

Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo, 2007.

1. Agregados reciclados de concreto. 2. Blocos estruturais com agregados reciclados de concreto.

3.Elementos compostos por unidades com agregados reciclados. 4. Propriedades fisicas e mecânicas. I. Titulo

Candidato:EngenheiroALEXANDRE MARQUES BUTTLER Tesedefendidaejulgadaem13/06/2007peranteaComissãoJulgadora:

/~~ ~ ,(' / . ,.}Pd.o\"4-'u Prot-AsSÔciadoMÁRCIO ROBERTO SILVA CORRÊA (Orientador)~cola deEnge@ariadeSãoCarloslUSP)

Prof.Dr.L~Z SERGIO FRANCO (EscolaPolitécnicalUSP)

Prof.Dr.HUMBERTO RAMOS ROMAN (UniversidadeFederaldeSantaCatarinalUFSC)

Jl )?/l,(JU /1Do

Prof.Dr.~ ~ES //IdadeFe1JãoCarlos/UFSCar) í~~"OS (EscoladeEngenhariadeSãoCarloslUSP)

0Z- L I/LAA/

Prof.As~iado MARCIO ANTONIO RAMALHO CoordenadordoProgramadePós-Graduaçãoem

EngenhariaCivil (EngenhariadeEstruturas)

Prof.AssociadoGERALDO ROBERTO MARTINS DA COSTA

PresidentedaComiisãodaPós-GraduaçãodaEESC/

Aos meus pais e minha esposa; dedico este trabalho.

A Deus, que esteve ao meu lado, protegendo-me e guiando-me em todos os momento da vida.

Aos meus pais, Félix Buttler e Maria Amália Marques Buttler, grandes incentivadores da minha carreira acadêmica, retribuo todo o amor, companheirismo e confiança que foram fundamentais para o meu desenvolvimento pessoal e profissional. Que Deus lhes dê saúde, proteção e muitos anos de vida.

A minha esposa, Eliandra, por ser acima de tudo minha grande companheira, sempre me apoiando nas decisões difíceis, pelas palavras de incentivo, pela confiança no meu potencial. Agradeço a Deus por você existir na minha vida.

Deus lhes proteja e conceda muita saúde

A Olivardo (sogro) e Maria José (sogra), pelo apoio, incentivo e hospitalidade. Que

A Elisângela (cunhada), Fábio (cunhado) e Maria Luísa (minha querida sobrinha), agradeço o apoio, incentivo e os momentos que passamos juntos.

Ao Prof. Márcio Corrêa, orientador e grande amigo, agradeço por sua valiosa orientação e pelas contribuições durante o desenvolvimento do trabalho.

Aos professores Almir Sales, Luís Sérgio Franco, Humberto Ramos Roman e Osny Pellegrino Ferreira, obrigado pelas sugestões durante o exame de defesa.

Ao grande amigo Danilo Mascarenha Prado, que dividiu comigo grande parte das tarefas deste árduo trabalho. Obrigado por tudo e que Deus ilumine seu caminho.

A todos os funcionários do laboratório, que foram verdadeiros companheiros durante os quase três anos de atividades no laboratório. Agradeço a todos indistintamente, Luís Vareda, Mário, Amauri, Mauri, Fabiano, Valdir, Romeu e Caio.

colaborações

A todos os funcionários da secretaria do Departamento de Estruturas pelas valiosas

A todos os colegas de pós-graduação, em especial, a Alexandre Freitas, Caio

Nogueira, George, Daniel, Fernanda, Sérgio, André e Júlio pela amizade sincera e pelos momentos de descontração que compartilhamos.

A elaboração deste trabalho foi possível em função do apoio de instituições e empresas, por meio de sugestões e apoio técnico-financeiro. Dessa maneira, são dignos de crédito:

• CAPES – Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior Pela concessão de bolsa de estudos.

• FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo Pelo auxílio à pesquisa correspondente ao processo 2004/05141-2

• Tatu Pré-Moldados Ltda.

Por meio do Engenheiro Rogério Durante e dos funcionários de laboratório Ederval e Willian.

SUMÁRIOi
ÍNDICE DE FIGURASviii
ÍNDICE DE TABELASxv
LISTA DE SÍMBOLOS E ABREVIAÇÕESxxvii
RESUMOxxix
ABSTRACTxxxi
CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO1
1.1 Introdução1
1.2 Objetivos5
1.3 Justificativas6
1.4 Metodologia1
1.5 Apresentação da tese14
CAPÍTULO 2. RESÍDUOS DE CONCRETO17
construção e demolição17
2.2 Fontes de geração de resíduos de concreto19
2.2.1 Etapas de construção e demolições................................. 19
2.2.2 Usinas de concreto pré-misturado e fábricas de pré-
moldados2
2.2.3 Pavimentos de concreto e obras de arte.......................... 25
2.3 Estimativas de geração e reciclagem de resíduos27
2.3.1 Panorama mundial............................................................ 27
2.3.2 Situação brasileira............................................................ 30
2.4 Deposição de resíduos32
2.5 Unidades de reciclagem39
reciclados4
2.7 Recomendações normativas e legislações52
2.8 Conclusões do capítulo60
CAPÍTULO 3. UNIDADES DE ALVENARIA61
3.1 Blocos de concreto61
3.1.1 Histórico............................................................................ 61
3.1.2 Produção de blocos de concreto....................................... 62

SUMÁRIO 2.1 Diferenças entre os resíduos de concreto e resíduos de 2.6 Experiências e campos de aplicação para os agregados 3.1.3 Metodologias de dosagem................................................ 64

3.1.3.1 Método da Besser Company................................. 64
3.1.3.2 Método da ABCP.................................................. 6
3.1.3.3 Método de dosagem do menor volume de vazios 67
3.1.3.4 Método IPT/EPUSP............................................... 68
3.1.3.5 Método de dosagem da composição
granulométrica69
3.1.3.6 Método de dosagem da Columbia ....................... 70
3.1.3.7 Procedimento proposto por Maia (2002)............... 73
3.1.3.8 Procedimento proposto por Frasson Júnior
(2000)73
3.1.3.9 Procedimento utilizado por Souza (2002)............. 75
3.1.3.10 Procedimento proposto por Barbosa (2004)....... 75
3.1.4 Blocos de concreto com agregados reciclados................. 76
3.2 Conclusões do capítulo87
CAPÍTULO 4. RETRAÇÃO POR SECAGEM89
4.1 O fenômeno da retração89
4.2 Classificação dos tipos de retração90
4.3 Retração por secagem92
4.4 Fatores que influenciam a retração por secagem93
4.5 Retração em elementos de concreto97
4.5.1 CPs produzidos com agregados reciclados de concreto.. 97
4.5.2 Blocos de concreto............................................................ 9
4.5.3 Alvenaria de blocos de concreto....................................... 101
4.5.4 Recomendações construtivas........................................... 103
4.6 Conclusões do capítulo109
CAPÍTULO 5. CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS110
5.1 Aglomerante110
5.2 Aditivo1
5.3 Agregados1
5.3.1 Primeiro processamento .................................................. 115
5.3.2 Segundo processamento.................................................. 118
5.3.2.1 Representatividade das frações graúda e miúda.. 119
5.3.2.2 Granulometria........................................................ 121
5.3.2.3 Massa específica e absorção de agregado.......... 125
5.3.2.3.1 Procedimento da Norma Brasileira........ 125

i 5.3.2.3.2 Procedimento proposto por Leite (2001) 133

5.3.2.3.3 Procedimento proposto por Dias e
Agopyan (2004)135
5.3.2.4 Massa unitária (estado solto e compactado)........ 144
5.3.2.5 Índice de forma de agregado................................ 146
5.3.2.6 Abrasão Los Angeles............................................ 149
5.3.2.7 Quantidade de argamassa aderida....................... 152
5.4 Conclusões do capítulo153
CAPÍTULO 6. METODOLOGIA EXPERIMENTAL156
6.1 Descrição das etapas156
6.1.1 Primeira etapa .................................................................. 159
6.1.2 Segunda etapa.................................................................. 174
6.1.3 Terceira etapa................................................................... 181
6.1.3.1 Escolha dos agregados reciclados....................... 181
6.1.3.2 Diretrizes Básicas................................................. 183
6.1.3.3 Investigações preliminares (cura térmica e
procedimento de mistura)185
6.1.3.4 Avaliação das propriedades dos CPs para
diferentes classes de resistência194
6.1.3.4.1 Grupos avaliados................................... 195
6.1.3.4.1.1 Grupos 4,5196
6.1.3.4.1.2 Grupo 8,0196
6.1.3.4.1.3 Grupo 12,0197
6.1.3.4.2 Propriedades físicas198
6.1.3.4.2.1 Grupo 4,5198
6.1.3.4.2.2 Grupo 8,0199
6.1.3.4.2.3 Grupo 12,0200
propriedades físicas201
6.1.3.4.3 Propriedades mecânicas........................ 214
6.1.3.4.3.1. Grupo 4,5214
6.1.3.4.3.2. Grupo 8,0215
6.1.3.4.3.3 Grupo 12,0216

i 6.1.3.4.2.4 Análise dos resultados – 6.1.3.4.3.4. Análise dos resultados – propriedades mecânicas.................... 217 iv

com os CPs228
6.2 Conclusões do capítulo230
RECICLADOS233
7.1 Descrição das propriedades físicas avaliadas233
7.1.1 Análise dimensional.......................................................... 233
7.1.2 Absorção de água e área líquida...................................... 234
7.1.3 Massa específica e índice de vazios................................. 234
7.1.4 Taxa de absorção inicial (IRA) ......................................... 235
7.1.5 Absorção capilar............................................................... 235
7.2 Descrição das propriedades mecânicas avaliadas237
7.2.1 Resistência à compressão ............................................... 237
7.2.1.1 Blocos de concreto................................................ 237
7.2.1.2 Meios-Blocos de concreto..................................... 237
7.2.2 Resistência à tração indireta............................................. 237
7.2.3 Módulos de deformação.................................................... 238
7.3 Blocos de concreto com agregados reciclados238
7.3.1 Produção dos blocos de concreto..................................... 238
7.3.2 Grupos avaliados.............................................................. 247
7.3.2.1 Grupo 4,5.............................................................. 247
7.3.2.2 Grupo 8,0.............................................................. 251
7.3.2.3 Grupo 12,0............................................................ 253
7.3.3 Propriedades Físicas......................................................... 256
7.3.3.1 Análise dimensional.............................................. 256
7.3.3.1.1. Grupo 4,5.............................................. 256
7.3.3.1.2. Grupo 8,0.............................................. 259
7.3.3.1.3. Grupo 12,0............................................ 262
7.3.3.2 Absorção de água e área líquida.......................... 265
7.3.3.2.1. Grupo 4,5.............................................. 265
7.3.3.2.2. Grupo 8,0.............................................. 266
7.3.3.2.3. Grupo 12,0............................................ 268
7.3.3.2.4. Análise dos resultados – absorção de

6.1.3.4.3.5. Estimativa da resistência dos blocos através da correlação CAPÍTULO 7. UNIDADES DE ALVENARIA COM AGREGADOS água e área líquida.............................................. 269

7.3.3.3 Massa específica e índice de vazios..................... 271
7.3.3.3.1. Grupo 4,5.............................................. 271
7.3.3.3.2. Grupo 8,0.............................................. 272
7.3.3.3.3. Grupo 12,0............................................ 272
7.3.3.3.4. Análise dos resultados – massa
específica e índice de vazios273
7.3.3.4 Taxa de absorção inicial....................................... 276
7.3.3.4.1. Grupo 4,5.............................................. 276
7.3.3.4.2. Grupo 8,0.............................................. 277
7.3.3.4.3. Grupo 12,0............................................ 278
7.3.3.4.4. Análise dos resultados – taxa de
absorção inicial279
7.3.3.5 Absorção Capilar.................................................. 280
7.3.3.5.1. Grupo 4,5.............................................. 280
7.3.3.5.2. Grupo 8,0.............................................. 282
7.3.3.5.3. Grupo 12,0 ........................................... 282
7.3.3.5.4. Análise dos resultados – absorção por
capilaridade283
7.3.4 Propriedades mecânicas................................................... 285
7.3.4.1 Resistência à compressão.................................... 285
7.3.4.1.1 Grupo 4,5............................................... 285
7.3.4.1.2 Grupo 8,0............................................... 290
7.3.4.1.3 Grupo 12,0............................................. 296
7.3.4.1.4 Análise dos resultados – resistência à
compressão302
7.3.4.2 Resistência à tração indireta................................. 304
7.3.4.2.1 Grupo 4,5............................................... 304
7.3.4.2.2 Grupo 8,0............................................... 305
7.3.4.2.3 Grupo 12,0............................................. 306
7.3.4.2.4 Análise dos resultados – resistência à
tração indireta306
7.3.4.3 Módulo de deformação ........................................ 308
7.3.4.3.1 Grupo 4,5............................................... 308
7.3.4.3.2 Grupo 8,0............................................... 311

v 7.3.4.3.3 Grupo 12,0............................................. 312

7.3.4.3.4. Análise dos resultados – módulo de
deformação314
7.3.5. Análise de viabilidade econômica................................... 315
7.4 Meios-Blocos de concreto com agregados reciclados327
7.4.1 Produção das unidades.................................................... 328
7.4.2 Características dos traços................................................. 332
7.4.3 Propriedades Físicas......................................................... 336
7.4.3.1 Absorção de água e área líquida.......................... 336
7.4.3.2 Massa específica e índice de vazios..................... 340
7.4.3.3 Taxa de absorção inicial ...................................... 343
7.4.4 Propriedades Mecânicas................................................... 344
7.4.4.1 Resistência à compressão.................................... 344
7.4.4.2 Módulo de deformação......................................... 346
7.5 Conclusões do capítulo348
CAPÍTULO 8. CARACTERIZAÇÃO DA ALVENARIA351
8.1 Argamassa351
8.1.1 Características dos materiais............................................ 351
8.1.2 Escolha do traço de argamassa........................................ 352
8.1.3 Propriedades avaliadas..................................................... 355
8.2 Prismas356
8.2.1 Definição dos prismas produzidos.................................... 356
8.2.2 Propriedades avaliadas e instrumentação adotada.......... 357
8.3 Miniparedes358
8.3.1 Definição das miniparedes produzidas............................. 359
8.3.2 Propriedades avaliadas e instrumentação adotada.......... 360
8.4 Resultados e análises – Prismas362
8.4.1 Características das argamassas....................................... 362
8.4.2 Grupo 4,5.......................................................................... 363
8.4.3 Grupo 8,0.......................................................................... 367
8.4.4 Grupo 12,0........................................................................ 372
8.4.5 Análise dos resultados obtidos – Prismas........................ 378
8.5 Resultados e análises – Miniparedes381
8.5.1 Características das argamassas....................................... 381
8.5.2 Grupo 4,5................................................................. 382
8.5.3 Grupo 8,0................................................................. 385

vi 8.5.4 Grupo 12,0............................................................... 390

8.5.5 Análise dos resultados obtidos – Miniparedes........ 394
8.6 Conclusões do capítulo395
CAPÍTULO 9. RETRAÇÃO POR SECAGEM397
9.1 Programa experimental397
9.1.1 Blocos de concreto – retração........................................... 397
9.1.1.1 Traços avaliados................................................... 397
9.1.1.2 Procedimento de ensaio....................................... 398
9.1.2 Miniparedes – Retração.................................................... 405
9.1.2.1. Argamassa utilizada............................................. 405
9.1.2.2. Procedimentos adotados para execução das
miniparedes de retração405
9.1.2.3. Definição das miniparedes .................................. 409
9.2 Resultados e análises – Blocos de concreto410
9.2.1 Grupo 4,5.......................................................................... 410
9.2.2 Grupo 8,0.......................................................................... 415
9.2.3 Grupo 12,0........................................................................ 419
9.2.4 Avaliação global dos resultados obtidos........................... 423
9.3 Resultados e análises – Miniparedes425
9.3.1 Grupo 4,5.......................................................................... 425
9.3.2 Grupo 8,0.......................................................................... 428
9.3.3 Grupo 12,0........................................................................ 431
9.3.4 Avaliação global dos resultados obtidos – Miniparedes... 435
9.3.5 Estimativa da distância entre juntas de controle.............. 436
9.4 Conclusões do capítulo438
CAPÍTULO 10. CONCLUSÕES440
10.1 Principais conclusões440
10.2 Sugestões para futuras pesquisas443
CAPÍTULO 1. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS4
APÊNDICES461
Figura 1.1 Abordagem metodológica da primeira etapa experimental1
Figura 1.2 Abordagem metodológica da segunda etapa experimental12
Figura 1.3 Abordagem metodológica da terceira etapa experimental13
Figura 1.4 Abordagem metodológica da quarta etapa experimental14
moldados(foto do autor).............................................................

ÍNDICE DE FIGURAS Figura 2.1 Resíduos de concreto produzidos em uma fábrica de pré- 23

(foto do autor)

Figura 2.2 Resíduos gerados no processo de vibro-prensagem dos blocos 24

(foto do autor)

Figura 2.3 Resíduos de concreto produzidos entre os silos e o misturador 24

do autor)
27

Figura 2.4 Demolição de viaduto na rodovia Washington Luís (km 235) (foto

autor)
32
Figura 2.6 Usina de reciclagem de São Carlos (foto do autor)41
autor)
42
Figura 2.8 Resíduos de concreto (foto do autor)46
do autor)
43

Figura 2.5 Deposição irregular de resíduos na cidade de São Carlos (foto do Figura 2.7 Unidades em operação no local da usina de reciclagem (foto do Figura 2.9 Alguns tipos de agregados reciclados produzidos pela usina (foto

autor)
47

Figura 2.10 Casas construídas com blocos de agregados reciclados (foto do

(foto do autor)
48

Figura 2.1 Equipamentos utilizados para a produção dos blocos de concreto

autor)
49

Figura 2.12 Unidades produzidas pela fábrica de artefatos de cimento (foto do

(fonte: Racional Engenharia, 2003)
50

Figura 2.13 Detalhes da fábrica de blocos e do protótipo de casa popular

(foto do autor)
51
Figura 2.15 Estoque de agregados reciclados (brita 1 e brita 2) (foto do autor)51
autor)

Figura 2.14 Processamento dos resíduos de concreto no canteiro de obras Figura 2.16 Elementos produzidos utilizando agregados reciclados (foto do 52 ix

prensa (fonte: Adaptado de Albuquerque, 2005)
62

Figura 3.1 Resistência à compressão dos blocos em função do tipo de vibro-

compressão em corpos-de-prova (fonte: Frasson Júnior, 2000)
71

Figura 3.2 Relação entre módulo de finura (M.F.) e resistência à

das misturas (fonte: Frasson Júnior, 2000)
74

Figura 3.3 Equipamento utilizado no ensaio para a determinação da coesão

Albuquerque, 2005
84

Figura 3.4 Unidades de vedação produzidas pelo pesquisador (fonte:

Vilató e Franco, 1998)

Figura 4.1 Juntas de movimentação entre elementos de alvenaria (fonte: 104

conforme citado na figura)

Figura 4.2 Juntas de movimentação entre elementos de alvenaria (fonte: 108

Figura 5.1 Resíduos avaliados no trabalho (foto do autor)112
Figura 5.2 Resíduos de concreto no estado bruto114
resíduos

Figura 5.3 Britador de mandíbulas utilizado para o processamento dos 114

Figura 5.4 Agregados reciclados de concreto (fração graúda)116
processamento)

Figura 5.5 Ensaios para caracterização dos agregados (segundo 119

Figura 5.6 Curvas granulométricas dos agregados graúdos121
dos agregados naturais

Figura 5.7 Composição granulométrica dos agregados miúdos reciclados e 124

Figura 5.8 Resultados relativos para a propriedade de massa específica130
absorção de água

Figura 5.9 Relação entre as propriedades de massa específica seca e 131

Figura 5.10 Ensaio de massa específica pelo Frasco de Chapman132
minutos

Figura 5.1 Taxa de absorção média dos agregados durante os 120 primeiros 135

(1965 apud Dias; Agopyan, 2004)1

Figura 5.12 Velocidade de secagem x conteúdo de umidade, Brown et al. 136

Figura 5.13 Velocidade de secagem x conteúdo de umidade (GRv)137
Figura 5.14 Velocidade de secagem x conteúdo de umidade (GRvp)138
Figura 5.15 Velocidade de secagem x conteúdo de umidade (GRb)139
Figura 5.16 Velocidade de secagem x conteúdo de umidade (GRpb)140

Figura 5.17 Velocidade de secagem x conteúdo de umidade (GRt).................. 140

Figura 5.18 Comparação dos métodos para avaliação da absorção142
(2004)

x Figura 5.19 Relação entre as propriedades de massa específica seca e absorção de água, conforme procedimento de Dias e Agopyan 144

Figura 5.20 Número de angulosidade para os agregados miúdos147
graúdos

Figura 5.21 Relação massa unitária/massa específica para os agregados 148

analisados

Figura 5.2 Relação massa unitária/massa específica para os agregados 149

Figura 5.23 Abrasão Los Angeles150
Figura 5.24 Ensaio de Abrasão Los Angeles (agregados GRb e GRt)151
Figura 5.25 Argamassa aderida aos agregados reciclados152
Figura 5.26 Fluxograma simplicado para caracterização dos materiais155
Figura 6.1 Curva do menor volume de vazios das composições160
Figura 6.2 Processo de mistura manual161
sete dias

Figura 6.3 Moldagem dos corpos-de-prova e manutenção na cura úmida por 162

de pedrisco; b) 40% de pedrisco; c) 30% de pedrisco

Figura 6.4 Textura superficial dos CPs de diferentes composições: a) 50% 166

misturas (FRASSON JUNIOR, 2000)

Figura 6.5 Equipamento utilizado para a determinação da coesão das 168

de-prova

Figura 6.6 Retirada das amostras de concreto para a produção dos corpos- 174

Figura 6.7 Produção dos corpos-de-prova no laboratório da fábrica175
corpos-de-prova

Figura 6.8 Processo de cura térmica aplicada aos blocos e respectivos 175

avaliadas

Figura 6.9 Resultados relativos (CPs/blocos) para as propriedades 181

Figura 6.10 Procedimento de mistura (Tam et al., 2005)189
Figura 6.1 Resultados relativos para a propriedade de coesão21
seca

Figura 6.12 Resultados relativos para a propriedade de massa específica 212

Figura 6.13 Resultados relativos para a propriedade de absorção de água213
Figura 6.14 Resultados relativos para a propriedade de índice de vazios213
compressão

Figura 6.15 Resultados relativos para a propriedade de resistência à 225

Figura 6.16 Resultados relativos para a propriedade de resistência à tração226
deformação

xi Figura 6.17 Resultados relativos para a propriedade de módulo de 236

caracterização das propriedades dos CPs

Figura 6.18 Fluxograma contendo as principais etapas da produção e 232

Figura 7.1 Croqui do bloco estrutural (14x29)234
Figura 7.2 Silos para estoque dos agregados240
Figura 7.3 Baias para estoque dos agregados240
Figura 7.4 Vibro-prensa utilizada para a produção dos blocos de concreto242
esteira de dosagem

Figura 7.5 Definição da quantidade de material em função de uma volta da 242

dos silos até o misturador

Figura 7.6 Fluxograma do processo de dosagem/transporte dos agregados 243

Figura 7.7 Detalhes do misturador mecânico243
prensa

Figura 7.8 Correia transportadora situada entre o misturador e a vibro- 244

da vibro-prensa

Figura 7.9 Regulagem dos tempos de alimentação, vibração e compactação 245

Figura 7.10 Carro de transporte dos blocos245
Figura 7.1 Retirada dos blocos da câmara de cura térmica246
Figura 7.12 Estocagem dos blocos no pátio da fábrica246
Figura 7.13 Transporte/estocagem dos blocos247
Figura 7.14 Produção das unidades do traço B4,5-RMB-3%249
Figura 7.15 Paredes longitudinais das unidades da classe 4,5250
Figura 7.16 Presença dos agregados reciclados no traço B4,5-RGV-100%250
Figura 7.17 Paredes das unidades da classe 8,0253
REF, B12,0-RGV-100% e B12,0-RGV-50%

Figura 7.18 Defeitos na face inferior de algumas unidades dos traços B12,0- 255

Figura 7.19 Paredes das unidades do Grupo 12,0256
Figura 7.20 Blocos do Grupo 4,5258
comparativamente às unidades de referência

Figura 7.21 Textura áspera das unidades com agregados miúdos reciclados 258

comparativamente as unidades de referência

Figura 7.2 Textura das unidades com agregados graúdos reciclados 259

Figura 7.23 Unidades do Grupo 8,0.................................................................... 261 xii

agregados graúdos reciclados de vigota

Figura 7.24 Textura das unidades de referência e das unidades com 261

agregados reciclados de vigota/bloco

Figura 7.25 Textura das unidades de referência e das unidades com 262

Figura 7.26 Unidades do Grupo 12,0264
de vigota

Figura 7.27 Textura das unidades de referência e com agregados reciclados 264

de bloco

Figura 7.28 Textura das unidades de referência e com agregados reciclados 265

miúdos reciclados

Figura 7.29 Fissuras e cantos quebrados nas unidades com agregados 288

Figura 7.30 Fissuras e cantos quebrados em algumas unidades do traço

excessiva da mistura

B8,0-RMB-3% ocasionadas pela falta de coesão e pela umidade 294

Figura 7.31 Silos para estoque dos agregados328
Figura 7.32 Vibro-prensa utilizada para a produção dos meios-blocos328
blocos

Figura 7.3 Separação dos agregados reciclados para a produção dos meios- 329

meios-blocos

Figura 7.34 Detalhes do misturador mecânico utilizado na produção dos 329

Figura 7.35 Equipamentos utilizados na produção dos blocos330
Figura 7.36 Painel de ajuste dos tempos de produção330
Figura 7.37 Produção dos meio-blocos331
Figura 7.38 Processo de cura dos meio-blocos331
Estruturas

Figura 7.39 Estocagem dos meio-blocos no Laboratório de 331

Figura 7.40 Mistura deficiente dos materiais (MB4,5-REF)334
Figura 7.41 Croqui dos meio-blocos produzidos339
caracterização das propriedades dos blocos350
Figura 8.1 Curva granulométrica da areia utilizada352
prismas

Figura 7.42 Fluxograma contendo as principais etapas da produção e Figura 8.2 Posicionamento dos extensômetros removíveis no ensaio de 358

miniparedes

Figura 8.3 Posicionamento dos extensômetros removíveis no ensaio de 360

Figura 8.4 Perfil “I” utilizado para distribuição uniforme do carregamento........ 361

Figura 8.5 Configuração típica dos ensaios de miniparedes362
Figura 8.6 Ruptura típica dos prismas do Grupo 4,5367
Figura 8.7 Ruptura típica dos prismas do Grupo 8,0372
Figura 8.8 Ruptura típica dos prismas do Grupo 12,0376
e PR 12,0 – RMV – 3%)

xiii Figura 8.9 Ruptura típica dos prismas do Grupo 12,0 (PR 12,0 – RGB -50% 377

argamassa

Figura 8.10 Fissuração vertical dos blocos provocada pelo esmagamento da 377

Figura 8.1 Ruptura típica das miniparedes do grupo 4,5385
Figura 8.12 Ruptura típica das miniparedes do grupo 8,0389
Figura 8.13 Ruptura típica das miniparedes do grupo 12,0393
Figura 9.1 Aparelho digital Mitutoyo e barra padrão de aço invar400
Figura 9.2 Balança de precisão de 0,1g400
Figura 9.3 Equipamento utilizado para o corte dos blocos de concreto401
Figura 9.4 Corpos-de-prova de blocos (prismas)401
blocos

Figura 9.5 Procedimento de leitura adotado para os corpos-de-prova de 401

Figura 9.6 Corpos-de-prova de blocos dispostos em tanque com água402
Figura 9.7 Câmara climatizada com controle de umidade e temperatura402
Figura 9.8 Prismas de blocos em diferentes estágios do ensaio de retração403
Figura 9.9 Layout da câmara climatizada403
umidificação existentes na câmara climatizada

Figura 9.10 Equipamentos de refrigeração, aquecimento, desumidificação e 404

Figura 9.1 Sistema de controle e quadro analógico404
Figura 9.12 Mistura manual da argamassa406
Figura 9.13 Execução das miniparedes de retração406
Figura 9.14 Disposição das bases de apoio407
Figura 9.15 Miniparedes de retração408
Figura 9.16 Miniparedes do grupo 8,0 dispostas na câmara úmida408
Figura 9.17 Miniparedes do grupo 8,0 dispostas na câmara climatizada409
grupo 4,5

Figura 9.18 Evolução da retração por secagem para os corpos-de-prova do 412

4,5

Figura 9.19 Umidade das unidades x retração por secagem para os corposde-prova de referência e agregados reciclados de vigota Grupo 413 xiv

4,5

Figura 9.20 Umidade das unidades x retração por secagem para os corposde-prova de referência e agregados reciclados de bloco Grupo 414

Grupo 8,0

Figura 9.21 Evolução da retração por secagem para os corpos-de-prova do 417

8,0

Figura 9.2 Umidade das unidades x retração por secagem para os corposde-prova de referência e agregados reciclados de vigota Grupo 418

8,0

Figura 9.23 Umidade das unidades x retração por secagem para os corposde-prova de referência e agregados reciclados de bloco Grupo 419

Grupo 12,0

Figura 9.24 Evolução da retração por secagem para os corpos-de-prova do 421

12,0

Figura 9.25 Umidade das unidades x retração por secagem para os corposde-prova de referência e agregados reciclados de vigota Grupo 422

12,0

Figura 9.26 Umidade das unidades x retração por secagem para os corposde-prova de referência e agregados reciclados de bloco Grupo 422

4,5

Figura 9.27 Evolução da retração por secagem para as miniparedes do Grupo 426

Grupo 4,5

Figura 9.28 Interpolação dos resultados de retração das miniparedes do 427

8,0

Figura 9.29 Evolução da retração por secagem para as miniparedes do Grupo 429

Grupo 8,0

Figura 9.30 Interpolação dos resultados de retração das miniparedes do 431

12,0

Figura 9.31 Evolução da retração por secagem para as miniparedes do Grupo 433

Grupo 12,0

Figura 9.32 Interpolação dos resultados de retração das miniparedes do 434

agregados25

Tabela 2.1 Pavimentos de concreto reciclados para utilização como

demolição29
Tabela 2.3 Geração de resíduos de construção e demolição31
Tabela 2.4 Instalações de reciclagem em alguns municípios brasileiros40
Tabela 2.5 Características do traço utilizado para a produção das unidades48
agregados reciclados
53

Tabela 2.2 Geração, reciclagem e aplicação dos resíduos de construção e Tabela 2.6 Classificação dos agregados reciclados de acordo com a densidade e composição e exigências para os concretos com

aplicação

Tabela 2.7 Classe dos agregados reciclados de concreto e campos de 54

reciclados5
Tabela 2.9 Exigências para os agregados reciclados56
segundo diferentes códigos normativos57

Tabela 2.8 Composições e campos de aplicação para os agregados Tabela 2.10 Limites de resistência para a utilização de concretos reciclados

diferentes códigos normativos58

Tabela 2.1 Coeficientes de correção para os concretos reciclados segundo

de concreto não-estrutural59

Tabela 2.12 Exigências para os agregados reciclados destinados a produção

estruturais59

Tabela 2.13 Exigências para os agregados reciclados em aplicações

blocos de concreto65

Tabela 3.1 Porcentagens retidas acumuladas desejáveis na produção de

de concreto na máquina Montana MBX 975

Tabela 3.2 Relação cimento/agregado sugeridos para a produção de blocos 6

Tabela 3.4 Valores limites para que a mistura seja de granulometria densa70

Tabela 3.3 Valores sugeridos para (knt.s) em função do controle da produção.. 68 Tabela 3.5 Composições granulométricas recomendadas para a produção de blocos de concreto............................................................................ 72 xvi

prova76

Tabela 3.6 Correlação da resistência à compressão de blocos e corpos-de-

blocos e CPs76

Tabela 3.7 Pesquisas que correlacionaram a resistência à compressão de

compressão7

Tabela 3.8 Composições de cada traço e resultados de resistência à

principais resultados79
Tabela 3.10 Dosagem selecionada para a produção dos blocos de concreto81
reciclados81
Tabela 3.12 Composições dos agregados reciclados82
Tabela 3.13 Dosagens utilizadas na produção dos blocos82
Tabela 3.14 Resultados das propriedades físicas e mecânicas83
Tabela 3.15 Características dos traços utilizados para a produção dos blocos84
Tabela 3.16 Resultados das propriedades físicas e mecânicas85
resistência85
Tabela 3.18 Propriedades físicas dos agregados reciclados86
reciclados87

Tabela 3.9 Dosagens utilizadas na produção de blocos de concreto e Tabela 3.1 Resultados das propriedades físicas e mecânicas para os blocos Tabela 3.17 Custos de insumos para a moldagem de blocos com agregados naturais e com agregados reciclados para uma mesma classe de Tabela 3.19 Caracterização das propriedades físicas dos agregados

dolomita de diversas granulometrias94
Tabela 4.2 Influência do plano de cura na retração por secagem95
Tabela 4.3 Retração de concretos em função da umidade relativa do ar96
Tabela 4.4 Características dos concretos com agregados reciclados9
pavimentação100
Tabela 4.6 Umidade máxima do bloco em função da umidade relativa anual10 1
a vapor102
Tabela 4.8 Coeficientes de atrito da alvenaria com sua respectiva base102

Tabela 4.1 Efeito da composição da pasta de cimento com agregados de Tabela 4.5 Retração por secagem para blocos de concreto e pisos de Tabela 4.7 Valores de retração para alvenarias de blocos de concreto curados Tabela 4.9 Valores do coeficiente de deformação unitária por retração na alvenaria (m/m).............................................................................. 103 xvii

alvenarias de blocos de concreto106
Tabela 5.1 Propriedades físicas e químicas do aglomerante empregado110
Tabela 5.2 Agregados utilizados na pesquisa1
processamento)115

Tabela 4.10 Espaçamento máximo das juntas verticais de controle em Tabela 5.3 Ensaios de caracterização dos agregados (primeiro

processamento)116

Tabela 5.4 Propriedades físicas dos agregados reciclados (primeiro

processamento)119

Tabela 5.5 Ensaios para caracterização dos agregados (segundo

agregados reciclados120
Tabela 5.7 Composições granulométricas dos agregados graúdos121
Tabela 5.9 Composições granulométricas dos agregados miúdos reciclados123
os agregados graúdos e miúdos reciclados125
Tabela 5.1 Absorção de água e índice de vazios127
Tabela 5.12 Massa específica dos agregados graúdos129
(1987)132

Tabela 5.6 Distribuição das frações granulométricas para cada um dos Tabela 5.8 Composições granulométricas dos agregados miúdos (referência). 122 Tabela 5.10 Porcentagens de materiais passantes na peneira 0,075mm para Tabela 5.13 Massa específica dos agregados miúdos conforme NBR 9776

ensaio, pelo procedimento proposto por Leite (2001)134

Tabela 5.14 Taxa de absorção média dos agregados, em função do tempo de

Dias e Agopyan (2004)141

Tabela 5.15 Absorção dos agregados graúdos utilizando-se o procedimento de

se com os valores da NBR 9937 (1987)141

Tabela 5.16 Resultados da absorção para os métodos avaliados comparando-

e Agopyan (2004)142
Tabela 5.18 Massa específica e índice de vazios para os agregados graúdos143
Tabela 5.19 Massa unitária dos agregados graúdos145
Tabela 5.20 Massa unitária para os agregados miúdos146
das composições avaliadas160
Tabela 6.2 Ensaios referentes ao concreto fresco e endurecido162

Tabela 5.17 Absorção dos agregados miúdos conforme procedimento de Dias Tabela 6.1 Resultados de massa unitária e volume de vazios para cada uma Tabela 6.3 Composições de materiais para o traço 1:18.................................... 163

Tabela 6.4 Resultados das propriedades físicas para o traço 1:18164
1:18 nas propriedades físicas dos corpos-de-prova165
Tabela 6.6 Resultados das propriedades mecânicas para o traço 1:18166
1:18 nas propriedades mecânicas dos corpos-de-prova167

xviii Tabela 6.5 Avaliação da influência das composições adotadas para o traço Tabela 6.7 Avaliação da influência das composições adotadas para o traço

substituições na mistura169
Tabela 6.9 Propriedades físicas e mecânicas para os traços 2b x 5 e 3b x 6170
pó de pedra e areia nas propriedades físicas e mecânicas171

Tabela 6.8 Traços avaliados para verificar a influência de algumas Tabela 6.10 Teste “t de Student” para verificar a influência da porcentagem de

energia de adensamento172

Tabela 6.1 Características dos traços produzidos para avaliar a influência da

avaliar a influência da energia de adensamento172

Tabela 6.12 Propriedades físicas e mecânicas dos traços produzidos para

de adensamento nas propriedades físicas e mecânicas dos CPs173
Tabela 6.14 Parâmetros para a produção dos blocos176
corpos-de-prova176

Tabela 6.13 Teste ANOVA e “t de student” para verificar a influência da energia Tabela 6.15 Nomenclatura adotada para os blocos de concreto e respectivos

concreto176

Tabela 6.16 Dosagens utilizadas para a produção dos CPs e blocos de

(3,0MPa e 4,5MPa)178

Tabela 6.17 Propriedades físicas dos blocos e respectivos corpos-de-prova

(6,0MPa e 8,0MPa)178

Tabela 6.18 Propriedades físicas dos blocos e respectivos corpos-de-prova

prova179

Tabela 6.19 Propriedades mecânicas dos blocos e respectivos corpos-de-

nas propriedades dos CPs186

Tabela 6.20 Dosagem utilizada para verificação da influência do tipo de cura

térmica e cura úmida187

Tabela 6.21 Resultados das propriedades para os CPs submetidos à cura

(Parte 1 de 4)

Comentários