Cinética Química

Cinética Química

(Parte 2 de 3)

MATERIAIS Materiais:

Reagentes:

Rolhas; Suporte para Tubos de Ensaio; Suporte Universal; Tela Metálica com Amianto; Termômetro; Tripé; Tubos de Ensaio..

Figura 2

Três buretas foram preenchidas (com o auxílio de béckers e de uma pisseta) com água, solução de tiossulfato de sódio e solução de ácido sulfúrico, respectivamente. Em seguida, foram separados e numerados 3 conjuntos de tubos de ensaios, cada um contendo 5 tubos numerados, que foram preenchidos com a substância de cada bureta, de acordo com a .

béckers

Após o preenchimento, cada foi zerada, escoando o excesso do reagente, que ultrapassa a marca do zero na bureta, nos

Primeiramente, misturaram-se os volumes dos tubos de ensaio do Kit 1 ao seu respectivo no Kit 2 (Tubo de Ensaio 1 do Kit 1, no Tubo de Ensaio 2 do Kit 2), havendo então a diluição e conseqüentemente a diminuição da concentração de NaSO.Em seguida, faz-se faz reagir o 223 conteúdo de cada um dos contendo solução 0,1M de

HSO (Kit 3) com as concentrações diferentes de NaSO, contidos 24223 nos tubos enumerados do Kit 1, um a um; tampando-os e agitando imediatamente após a mistura dos líquidos, acionando então o cronômetro até que houvesse o início do turvamento da solução, tomando nota do tempo. Repetindo a operação com os demais tubos.

Desta vez, foram utilizados 2 kits de tubos de ensaios, cada um contendo 4 tubos numerados. Cada tubo do Kit 4, foi preenchido com 2mL da solução de tiossulfato de sódio e 4mL de água e os tubos do Kit 5, foram preenchidos com 4mL da solução de ácido sulfúrico.

METODOLOGIA 5.1 – Influência da Concentração de Reagentes

Tabela 1 bureta tubos de ensaio 5.2 – Influência da Temperatura de Reagentes

Tubo de Ensaio

6 mL0 mL4 mL 4 mL2 mL4 mL 3 mL3 mL4 mL 2 mL4 mL4 mL 1 mL5 mL4 mL

Kit 1

Misturou-se o volume de um tubo de ensaio do Kit 4, com um do

Kit 5, a temperatura ambiente, o tempo desde a agitação da solução, até o início do turvamento. Tomou-se nota do tempo gasto (Tabela 2).

Em seguida, colocou-se água em um bécker, para que pudesse ser levado a banho-maria; então, dentro do bécker, colocou-se um tubo de ensaio de cada Kit, para que estes fossem aquecidos, medindo a temperatura de cada volume do tubo, com um termômetro. Alcançandose então, a temperatura ideal (35°C, neste caso) misturou-se os volumes dos tubos, repetindo o que foi feito na primeira etapa, cronometrando o tempo desde a agitação da solução, até o início do .

Para acelerar o aquecimento da água, utilizou-se o bico de

Bunsen e, com o auxílio de um tripé e uma tela de amianto, para o aquecimento das substâncias no bécker. Analogamente, ao feito nos dois primeiros pares de tubos de ensaio, colocando-os no béquer, até que estes atinjam a temperatura necessária (10°C, maior que a anterior), agitando-os e cronometrando o tempo, até o início do turvamento. Repetiu-se o procedimento com o tubo restante.

A concentração (molar) é dada pelo quociente do nº de mols (n) pelo volume da solução (V); e que inicialmente a concentração da solução de tiossulfato de sódio era 0,1 M, temos então:

cronometrando turvamento

6.1 - Influência da Concentração de Reagentes

6.1.1 – A concentração de tiossulfato de sódio na solução inicial é 0,5. Calcular as suas concentrações em cada uma das soluções diluídas preparadas levando em consideração o volume total da solução em cada tubo de ensaio (a + b).

Tubo de Ensaio

25°C 35°C 45°C 55°C

Temperatura

6. TRATAMENTO DO RESULTADO

• Na primeira solução permanece a , pois esta não foi diluída em água.

• Na segunda solução foram utilizados 4 mL (0,004L) de solução do NaSO e 2 mL (0,002 L) de água, obtendo um nº de mols de: 223

Temos então que a nova concentração será:

• Na terceira solução foram utilizados 3 mL (0,003L) de solução do NaSO e 3 mL (0,003L) de água, obtendo um nº de mols de:223

Temos então que a nova concentração será:

• Na quarta solução foram utilizados 2 mL (0,002L) de solução do NaSO e 4mL (0,004L) de água, obtendo um nº de mols de: 223

Temos então que a nova concentração será :

• Na quinta solução foram utilizados 1 mL (0,001L) de solução do NaSO e 5 mL (0,005L) de água, obtendo um nº de mols de:223

Temos então que a nova concentração será:

Porque nos capacita a preparar soluções de concentrações diferentes aumentando a participação da água num volume constante de mistura (solução) da água com a substância (NaSO).223 concentração de 0,1 M

6.1.2 – Porque é importante que o volume total para todas as diluições seja de 10 mL?

C =⇒ 0,1 = ⇒ n = 0,0002 n n
C’ =⇒ C’ = ⇒ C’ = 0,066M n’ 0,0004

v’ 0,006

C’ =⇒ C’ = ⇒ C’ = 0,050M n’ 0,0003

v’ 0,006

C’ =⇒ C’ = ⇒ C’ = 0,033M n’ 0,0002

v’ 0,006

C’ =⇒ C’ = ⇒ C’ = 0,016M n’ 0,0001

v’ 0,006

C =⇒ 0,1 = ⇒ n = 0,0004 n n
C =⇒ 0,1 = ⇒ n = 0,0003 n n
C =⇒ 0,1 = ⇒ n = 0,0001 n n

6.1.3 – Construa um gráfico com o tempo no eixo vertical

(ordenada) e a concentração de NaSO no eixo horizontal 223 (abscissa).

6.1.4 – Que generalização pode você estabelecer a respeito da influência que tem a variação da concentração sobre o tempo de reação?

6.1.5 – Que relação existe entre o tempo de reação e a velocidade de reação?

6.2 - Influência da Temperatura de Reagentes

6.2.6 – Construa um gráfico, colocando a temperatura no eixo horizontal (abscissa) e o tempo no eixo vertical (ordenada);

Quanto maior a concentração menor o tempo de reação. Quanto menor o tempo de reação, maior a velocidade de reação.

Temperatura (°C)

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