UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO

LICOPENO

ALESSANDRA DUARTE C. SOUZA RA: 407207067

São Paulo, 2009

ALESSANDRA DUARTE C. SOUZA RA 407207067

LICOPENO

Trabalho apresentado à professora Sandra Emi Takahara da disciplina de Bromatologia da Turma4ªA,

Turno manhã – Vergueiro do curso de Biomedicina

São Paulo, 2009

SUMÁRIO

Apresentação................................p.4

1-Introdução.................................p.5

2-Licopeno e sua estrutura..............p.7

3-Licopeno e sua Importância..........p.9

4-Licopeno na Pediatria.................p.11

5-Licopeno e Vinho Tinto...............p.14

6-Licopeno e Nutricosméticos.........p.16

7-Considerações Finais.................p.17

9-Referências Bibliográficas..........p.18

APRESENTAÇÃO

Neste trabalho foi apresentada uma revisão bibliográfica referente aos fatores que afetam a biodisponibilidade do licopeno, um nutriente sobre o quais inúmeros estudos têm sido realizados nos últimos anos, principalmente por estar fortemente associado à redução do risco do desenvolvimento do câncer, especialmente de próstata, doença que, na atualidade, acomete boa parte da população masculina. Não menos importante, ao licopeno é, igualmente, atribuído um efeito antioxidante, estando, portanto, esse nutriente associado, também, à redução do risco do desenvolvimento de outras doenças crônicas.

Nesse sentido, o desenvolvimento do estudo revela-se importante para alertar a melhor forma de absorção desse nutriente, especialmente no que diz respeito à prescrição dos alimentos ricos em licopeno, tendo em vista os efeitos protetores acima mencionados, bem como para estimular o aumento do consumo pela população, conquanto se trata de um nutriente encontrado em um número limitado de alimentos.Portanto, a educação e o incentivo ao consumo de licopeno especialmente nas formas comercialmente difundidas, de grande aceitação social e de melhor absorção pelo organismo (alimentos processados), visando à redução do risco do desenvolvimento de câncer e de doenças crônicas, são tarefas primordiais dos estudiosos desse carotenóide. Muitos estudos ainda devem ser desenvolvidos para esclarecer, além da recomendação diária necessária desse carotenóide, a biodisponibilidade dos diferentes isômeros de licopeno e as principais funções dos carotenóides

1-INTRODUÇÃO

Breve histórico sobre alimentos funcionais

Dos primórdios da civilização onde o homem se alimentava do que encontrava na natureza até aos dias atuais, muita coisa mudou.

Atualmente procuram-se alimentos que além de funções nutricionais, também possuam funções fisiológicas com ação na promoção de saúde e prevenção de doenças.

Logo, a qualidade de vida está associada à qualidade da dieta que se consome, assim como ao estilo de vida. Podemos dizer então, que desta forma surgiram os alimentos funcionais ou nutracêuticos uma nova concepção de alimentos lançadas no Japão na década de 80 através de um programa de governo que tinha como objetivo desenvolver alimentos saudáveis para uma população que envelhecia e apresentava uma grande expectativa de vida.

Em 1991 os alimentos funcionais foram regulamentados com a denominação de “Foods for Specified Health Use” (FOSHU). 100(cem) produtos atualmente estão licenciados como alimentos FOSHU no Japão.

Nos Estados Unidos a categoria de alimentos funcionais ainda não é reconhecida legalmente e no Brasil somente a partir de 1999, a regulação técnica para análise de novos alimentos e ingredientes, foi proposta e aprovada pela Vigilância Sanitária/MS.

A definição de Alimentos Funcionais pela ANVISA engloba duas alegações:

ALEGAÇÃO DE PROPRIEDADE FUNCIONA

É aquela relativa ao papel metabólico ou fisiológico que o nutriente ou não nutriente tem no crescimento, desenvolvimento, manutenção e outras funções normais do organismo humano.

ALEGAÇÃO DE PROPRIEDADE DE SAÚDE

É aquela que afirma, sugere ou implica a existência da relação entre o alimento ou ingrediente com doença ou condição relacionada à saúde como o licopeno.

Deste modo, o alimento ou ingrediente que alegar propriedades funcionais ou de saúde pode além de funções nutricionais básicas,quando se tratar de nutriente,produzirem efeitos metabólicos e fisiológicos e ou efeitos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão médica.

Continuamos nesta linha de pensamento no decorrer desta leitura, atentando- nos para as informações sobre alguns alimentos antioxidantes e poderosos fornecedores do licopeno, como o tomate, por exemplo, amplamente utilizado no Brasil e muito utilizado na culinária tanto pela cor e pelo sabor quanto pelo bonito aspecto que dá ao prato tendo sido descoberto cerca de há três séculos, mas sua utilização teve início apenas há um. Antes era visto como planta ornamental ou erva daninho, atualmente considerado como maior e principal fonte de licopeno que é o responsável por sua coloração,assim como também da beterraba,melancia e pimentão.

O licopeno é um carotenóide sem atividade de pró-vitamina A, mas um potente antioxidante, sendo essa função possivelmente associada à redução do risco da ocorrência do câncer e certas doenças crônicas.

2- O LICOPENO E SUA ESTRUTURA

A estrutura química dos carotenóides é baseada em uma cadeia de carbonos com a presença de ligações duplas, compartilhadas ou não.

Estas ligações duplas características fazem desses compostos potenciais antioxidantes, uma vez que suas moléculas são capazes de receber elétrons de espécies reativas, neutralizando os radicais. A equação abaixo demonstra a reação do oxigênio singlet com um carotenóide hipotético, resultando em oxigênio no estado basal de energia e em um radical do carotenóide:

1O2 + Car = O2 + 3Car•

Este carotenóide triplet, formado na reação, rapidamente dissipa a energia incorporada para o ambiente na forma de calor, voltando ao seu estado original:

3Car• = Car + calor (energia térmica)

A ação seqüestradora de radicais é proporcional ao número de ligações duplas conjugadas, presentes nas moléculas dos carotenóides. O mecanismo pelo qual os carotenóides protegem os sistemas biológicos dos radicais depende da transferência de energia do oxigênio excitado para a molécula do carotenóide, em que a energia é dissipada por meio de rotações e vibrações do carotenóide no meio solvente (Stahl, 1999)

Ainda sobre a estrutura dos carotenóides, é importante ressaltar que eles podem ocorrer em diversas formas isoméricas, existindo tanto isômeros geométricos (especialmente induzidos pela temperatura), quanto ópticos (Fontana, 1997). A função desses pigmentos em organismos fotossintéticos está relacionada com a absorção da “energia extra” produzida pela excitação da clorofila. Se a energia se acumula nesta molécula e não é passada adiante no processo de fotossíntese, precisa ser dissipada para manter a integridade da clorofila e evitar a produção de radicais livres.

3-O LICOPENO E SUA IMPORTÂNCIA

“O licopeno é um carotenóide que reduz os efeitos dos radicais livres, estimulando o sistema imunológico. Desta forma, age na oxidação do colesterol e protege das alterações que provocam danos celulares e podem desencadear um processo cancerígeno”, afirma Regina Stikan, nutricionista da unidade Pompéia do Hospital São Camilo.

Segundo Najua Juma Ismail Esh Shamil do departamento de Nutrição, Centro de Ciências da Saúde, Universidade de Santa Catarina, SC, Florianópolis, Brasil em seu artigo publicado na Revista de Nutrição. V.17 n. 2 Campinas. Abr/jun.2004

A preocupação com a ação dos antioxidantes e sua relação com os radicais livres se tornou essencial à compreensão de algumas etiopatogenias.

Os radicais livres são átomos ou moléculas produzidas continuamente durante o processo metabólico e atuam como mediadores para a transferência de elétrons em várias reações bioquímicas, desempenhando funções relevantes para o metabolismo. As principais fontes de radicais livres são organelas citoplasmáticas que metabolizam o oxigênio, o nitrogênio e o cloro, gerando grande quantidade de metabolito.

A produção excessiva de radicais livres pode conduzir a diversas formas de dano celular e cronicidade pode estar envolvida com a etiogênese ou com desenvolvimento de numerosas doenças. As lesões causadas pelos radicais livres nas células podem ser prevenidas ou reduzidas por meio da atividade de antioxidantes, sendo estes encontrados em muitos alimentos. Podendo agir diretamente na neutralização da ação dos radicais livres ou participar indiretamente de sistemas enzimáticos, os carotenóides, juntamente com as vitaminas são as substâncias mais investigadas como agentes quimiopreventivos. Estudos mostram a relação entre o aumento no consumo de alimentos ricos em carotenóides e a diminuição no risco de várias doenças.

Segundo Olson, os carotenóides seqüestram o oxigênio singlete, removem os radicais peróxidos, modulam o metabolismo carcinogênico, inibem a proliferação celular, estimulam a comunicação entre células e elevam a resposta imune.

Testes in vitro e in vivo sugerem que os carotenóides são excelentes antioxidantes seqüestrando e inativando os radicais livres. Carotenóides como beta-caroteno, licopeno, zeaxantina e luteína exercem função antioxidante em fases lipídicas, bloqueando os radicais livres que danificam as membranas lipoproteicas.

O licopeno é um carotenóide sem a atividade pró-vitamina A, lipossolúvel, composto por onze ligações conjugadas e duas ligações duplas não conjugadas são o

carotenóide predominante no plasma e nos tecidos humanos, sendo encontrado em um número limitado de alimentos de cor vermelha, como tomates, e seus produtos goiabas, melancia, mamão e pitanga. Licopeno é definido quimicamente como um caroteno acíclico com 11 duplas ligações conjugadas, normalmente, todas na configuração "trans" (Fig. 1). As ligações duplas estão sujeitas a isomerização e vários isômeros na configuração "cis" (principalmente 5, 9, 13, ou 15) são encontrados em plantas e também no plasma.

Desde que o organismo humano é incapaz de sintetizar carotenóides a partir de precursores produzidos endogenamente, acaba sendo totalmente dependente das fontes dietéticas (exógenas) de carotenóides. De forma geral, tomate e seus produtos alimentícios derivados contribuem com pelo menos 85% do licopeno proveniente da dieta em humanos. Os restantes 15% são normalmente obtidos do melão, "grapefruit", goiaba e mamão – todos estes frutos são fontes dietéticas de licopeno, porém em níveis muito inferiores ao tomate. (Tabela 1).

4- LICOPENO NA PEDIATRIA

Nutricionistas: Gabriela Corradi (Unidades de Gastroenterologia e Imunologia - ICrHCFMUSP)Patrícia Zamberlan (Unidade Neonatal de Cuidados Intensivos - ICrHCFMUSP)**Instituto da Criança Professor Pedro de Alcântara do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Alimentos com propriedades imunomodulatórias, que atuam modulando e ativando os componentes celulares e seus mediadores químicos, aumentando a efetividade do sistema imune contra diferentes antígenos, evitando o aparecimento de patologias no organismo. Neste grupo se inserem os compostos químicos presentes em frutas, hortaliças e chás, como o beta-glucano e os compostos fenólicos (catequinas, flavonóides); além dos probióticos e prebióticos. Os probióticos são ingredientes alimentares não digeríveis que acarretam benefícios à saúde por estimular, seletivamente, atividade bacteriana no cólon Os frutooligossacarídeos (FOS), presentes em alguns alimentos como banana, chicória e cebola, são consideradas probióticas. Os probióticos são organismos vivos (como lactobacilos) que exercem equilibrando a flora intestinal, alguns feitos benéficos ao organismo: aumento da digestão e tolerância à lactose (em indivíduos intolerantes); atividade anticarcinogênica, redução dos níveis de colesterol; síntese de vitaminas do complexo B; aumento da absorção de cálcio.

Podem ser ingeridos através do consumo de iogurtes, leites fermentados, ou mesmo cápsulas. Já os simbióticos são uma mistura de prebióticos e de probióticos. Alimentos com atividade antioxidante, que agem nos sistemas biológicos, eliminando oxidantes (radicais livres) ou impedindo sua transformação em produtos mais tóxicos (WONG, 1995). Como nutrientes antioxidantes podemos citar as vitaminas E e A (beta-caroteno); a vitamina C; os oligoelementos como zinco, cobre, selênio e magnésio; além de componentes ativos como os terpenóides (carotenóides, encontrados na cenoura, abóbora, batata-doce, frutas cítricas; e licopeno encontrado no tomate e melancia).Alimentos com ácidos graxos poliinsaturados ômega-3 e ômega-6, que são ácidos graxos essenciais, uma vez que o organismo não pode sintetizá-los. O ômega-3 (alfa-linolênico) é encontrado de forma abundante nos vegetais verde-escuros e óleo de peixe.

Precursor dos ácidos eicosapentaenóico (EPA) e docosahexanóico (DHA), que são integrantes das membranas celulares, e desempenham importante função no funcionamento da retina e desenvolvimento cerebral. Ômega-6 (linoléico) dá origem ao ácido araquidônico (AA), que é constituinte da membrana fosfolipídica e precursor de outros compostos importantes, como prostaglandinas, prostaciclinas, tromboxanos e leucotrienos, os quais intervêm na regulação da pressão sanguínea, freqüência cardíaca, coagulação sanguínea, dilatação vascular e resposta imunológica (EUCLYDES, 2000). Pode ser encontrada nos óleos vegetais - soja e

milho. Hoje, frente aos prováveis benefícios que podem exercer no organismo, os alimentos funcionais têm sido cada vez mais enfatizados e preconizados na alimentação humana. Diante do fato de que cada vez mais se acreditam que a nutrição desde a concepção do ser vive programa efeitos para toda a vida sobre a saúde, doenças e riscos de mortalidade; os alimentos funcionais ganham importante destaque, também, na alimentação infantil. Como o curso da evolução da criança pode ser influenciado pela ingestão de quantidades específicas de vários nutrientes, um crescente interesse vem surgindo na produção e na inclusão de fatores bioativos em alimentos infantis, principalmente em formulações lácteas. Atualmente encontramos formulações lácteas com acréscimo de minerais (cálcio, ferro, zinco); ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa (LCPUFAS), essenciais principalmente aos recém-nascidos prematuros, pela imaturidade metabólica que apresentam, e que dificulta o alongamento e dessaturação desses ácidos em seus derivados; nucleotídeos, com o objetivo de produzir benefícios gastrointestinais e imunológicos; probióticos e prebióticos, a fim de reduzir as bactérias potencialmente nocivas, proporcionando a redução do risco de diarréia e de outras infecções intestinais. Todas essas inclusões têm sido planejadas e desenhadas, tendo como modelo a composição perfeita do leite humano (proteínas, enzimas, fatores de crescimento e defesa), talvez o "mais funcional" dos alimentos que se tem conhecimento. Apesar das divergências quanto à conceituação, recomendações e uso dos alimentos funcionais ou nutracêuticos, existem evidências

científicas consistentes que fundamentam a prevenção de várias doenças através da ingestão de frutas, verduras e cereais. Na verdade, há muito tempo é sabido que uma alimentação balanceada pode prevenir e tratar muitas doenças; já que os alimentos são os mais antigos remédios utilizados no universo.

5- LICOPENO E VINHO TINTO

Assim como o betacaroteno, o licopeno é transportado no sangue humano por meio de lipoproteínas principalmente LDL. A principal função da LDL é fornecer colesterol para as células, ao fazer isso, também fornece licopeno e betacaroteno. os maiores níveis de licopeno são encontrados no fígado, seu principal local de armazenamento e em dois pequenos órgãos: os testículos e a glândula adrenal.O tecido adiposo tem pouca quantidade de carotenóides, porém devido o seu grande volume pode ser considerado importante fonte de armazenamento.

O licopeno faz parte dos chamados alimentos funcionais, cuja ação terapêutica se dá em conjunto com micronutrientes. Os micronutrientes melhoram a imunidade mediada por células e reduz o estresse oxidativo. A suplementação de vitamina E em idosos bem nutridos saudáveis aumenta a proliferação de linfócitos e resposta de hipersensibilidade tardia, assim como diminui a formação de prostaglandinas

imunossupressoras.

A vitamina C regenera a forma antioxidante da vitamina E, sendo importante na destruição dos patógenos (bactérias e vírus) pelos neutrófilos. Nos idosos, a suplementação de micronutrientes (vitaminas e sais minerais) aumenta o subgrupo de células T e a atividade das células natural killer (NK). Tem sido observado que os idosos institucionalizados sofrem de carência de vitaminas, particularmente cianocobalamina, folato e piridoxina, assim como zinco, que os deixa mais propensos a infecções. O uso de antioxidantes (vitamina A, C, E, alfa e betacaroteno, critoxantina, licopeno, luteína e zeaxantina) e de vitaminas B (tiamina, riboflavina, niacina, piridoxina, cobalamina e folatos) diminuem o risco de infeções, sobre tudo, pneumonias comunitárias.

As evidências encontradas contribuíram para reforçar a hipótese de que o consumo habitual e moderado de vinho tinto, que contém substanciosa quantidade de licopeno, pode prevenir ou reduzir o risco de desenvolver a DAC por combater o excesso de radicais livres.

6-LICOPENO EM NUTRICOSMÉTICOS

Licopeno, isoflavona e polifenóis são algumas das substâncias usadas, são encontrados em alimentos como tomate, soja, chá verde e uva, entre outros, são hoje objeto de inúmeros estudos e bastante interesse por produzirem efeitos benéficos à saúde. "Falar de nutrição, de alimentação saudável, está muito na moda. E há uma demanda muito grande da população por tudo o que prometa rejuvenescimento. O marketing do que chamam 'nutricosméticos' junta a fome com a vontade de comer", diz Davi de Lacerda, dermatologista do Hospital das Clínicas de São Paulo. Para ele, teoricamente essas substâncias podem ter algum efeito na pele, mas não há estudos independentes para comprovar isso.

Até agora, as pesquisas disponíveis são as realizadas pelos próprios fabricantes.

7-CONCLUSÃO

Concluiu-se, por meio das pesquisas descritivas para este trabalho que o licopeno apresenta maior biodisponibilidade quando combinado com lipídeos e/ou processamento térmico. Dessa forma, o teor de licopeno é maior nos derivados de tomate, como sucos, molhos e catchups do que no fruto ‘in natura’

Observou-se que o consumo habitual e moderado de vinho tinto, que contém substanciosa quantidade de licopeno, pode prevenir ou reduzir o risco de desenvolver a DAC por combater o excesso de radicais livres. Diversos alimentos direcionados a ao público infantil têm recebido atenção especial no que diz respeito ao enriquecimento quanto aos alimentos funcionais incluindo o licopeno a fim de reduzir doenças e prevenção delas, inclusive para recém-nascido. O licopeno impede a oxidação do mau colesterol associado a uma LDL (low density lipoprotein), responsável por formação de placa de gordura no sangue.

A investigação científica demonstra uma relação entre aumento do consumo de licopeno através do tomate e a diminuição do risco de doenças cardiovasculares. Com relação à nutricosméticos, percebe-se que não há estudos independentes que comprovem e eficácia de licopeno sendo que, quem divulga estudos tais, é a própria empresa de cosméticos.

8-REFEÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Baxter YC, Pinotti A, Pinotti HW. Estado atual e prospectivo da alimentação enteral: nutrientes imunomoduladores. In: Pinotti HW. Nutrição enteral em cirurgia. São Paulo: Fundação BIK; 1997. p.162-78.

Colli C. Nutracêutico é uma nova concepção de alimento. Inform Soc Bras Aliment Nutr 1998; 1: 3.

Sites: WWW.diaadia.pr.gov.br

WWW.nutricaoclinica.com.br

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