liderança de poder na Igreja

liderança de poder na Igreja

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Liderança de

Poder na Igreja

Liderança de

Poder na Igreja

O Ministério no Espírito segundo Paulo

Brian J. Dodd Traduzido por Lena Aranha

Todos os direitos reservados. Copyright 2005 para a língua portuguesa da Casa

Publicadora das Assembléias de Deus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina.

Título do original em inglês: Empowered Cburcb Leadersbip InterVarsity Press,

Downers Grove, Illinois, USA Primeira edição em inglês: 2003

Tradução: Lena Aranha

Preparação dos originais: Kleber Cruz

Revisão: Leonardo Marinho

Projeto gráfico e editoração: Leonardo Marinho

Capa: Leonardo Marinho

CDD: 253 - Liderança ISBN: 85-263-0675-8

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As citações bíblicas foram extraídas da versão Almeida Revista e Corrigida, edição de 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicação em contrário.

Casa Publicadora das Assembléias de Deus

Caixa Postal 331 20001-970, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Ia edição: 2005

À memória de meu pai, Asa, e a minha mãe, Mildred, ao meu irmão, Jim e a minha irmã, Suzanne.

1Liderança Fortalecida pelo Espírito................................................9
2Discipulado e Rendição................................................................31
3Pague o Preço, Carregue a Cruz..................................................61
4O Poder de Deus em Vasos Trincados........................................79
5O Poder do Exemplo Pessoal......................................................93
6O Poder dos Parceiros................................................................105
7Por meio da Oração ................................................................... 121
8A Sublimidade da Servidão........................................................ 139
9- A Liderança Necessária É Apostólica149
Apêndice: Ouvindo a Direção de Deus para o seu Ministério159
Notas181

SUMÁRIO 6

Ai dos que descem ao Egito a buscar socorro e se estriham em cavalos! Têm confiança em carros, porque são muitos, e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos; e não atentam para o Santo de Israel e não buscam ao Senhor. ISAÍAS 31.1

TODO METRO QUADRADO DO PLANETA tem seu endereço em um satélite, o geocódigo.

Esses endereços precisos passaram a existir em virtude do ímpeto militar estadunidense de ser capaz de lançar bombas, guiadas por laser, que acertem um alvo através de uma chaminé. Hoje, um cidadão comum, se quiser gastar a quantia requerida, pode ter uma versão pessoal do sistema de posicionamento global (mais conhecido por GPS) no painel do carro. O computador GPS dirá ao motorista a distância até a próxima entrada, mostrará no mapa onde ele se encontra e a rota mais rápida para o destino desejado. Uma das versões até mesmo fala com o motorista por meio de um sistema de voz computadorizado: "Volte imediatamente. Você está indo na direção errada". O GPS trabalha com o princípio de triangulação, dos antigos mapas de navegação. Em mar aberto, sem ponto de referência ou bússola, o navio fica à deriva. Quando alguém viaja grandes distâncias, até mesmo um grau de diferença resulta em centenas de quilômetros de desvio em relação ao destino. Antigamente, os marinheiros determinavam a localização e o rumo ao criar um triângulo entre o navio e dois outros pontos fixos (daí a origem do termo triangulação). Durante o dia, ter terra à vista era essencial. Em noites límpidas, as estrelas forneciam toda sorte de pontos fixos pelos quais a posição poderia ser determinada. Na era tecnológica, o viajante necessita apenas ler um mapa gerado pelo computador que, a partir do GPS, e por meio de uma rede de satélites, decodifica a posição através da triangulação. Qualquer pessoa que queira encontrar o caminho e a direção de Deus sabe a importância de um ponto de referência. Sem o posicionamento de Deus, ficamos à deriva em mar aberto. Sem pontos de referência fixos à nossa volta, apenas com objetivos conflitantes, valores e opiniões flutuantes, não podemos navegar por uma rota segura. Precisamos de pontos de referência eternos: a Palavra de Deus e a vontade de Deus. Essa necessidade nunca foi tão grande para os líderes da igreja cristã do Ocidente. Temos negligenciado, com freqüência, o magnífico sistema de posicionamento global de Deus e encontramonos à deriva, à mercê dos ventos. A ausência de um ponto de referência divino é muito óbvia no mercado florescente de livros e seminários sobre liderança. Devoramos a sabedoria do mundo e nos entupimos com práticas, técnicas e jargões seculares. A caricatura dessa tendência apareceu em um recente artigo de jornal, que registrou o encontro dos líderes de duas importantes denominações — atualmente estão em declínio — no instituto Disney: "Palestrantes do instituto Disney incentivaram os líderes locais da igreja a pensar de forma mais criativa para impedir a diminuição do número de membros".1 O quê?! O Mickey Mouse nos ajudará a fazer crescer nossa participação em baixa no mercado? Isso mesmo, embora saibamos que as igrejas devotadas ao cristianismo bíblico são as únicas que experimentam o crescimento. Isso fez com que a velha piada quase acertasse o alvo, chegando, para mim, bem próximo: "Qual a diferença entre a igreja e a Disneylândia? A Dis-neylândia tem o verdadeiro Mickey Mouse!" Essa tendência de se confiar nas estratégias de lideranças seculares e de se igualar o ministério às técnicas de gerenciamento afetou e infestou o pensamento de quase toda uma geração de líderes cristãos. No início da década de 1980, quando, pela primeira vez, comecei a selecionar livros sobre liderança, minha motivação era bem simples. Queria tornar-me um pastor mais eficiente. As pessoas de minha igreja não eram o que precisavam ser — conforme meu ponto de vista —, e eu não tinha certeza de como transportá-las do lugar onde estavam para o lugar onde eu achava que deveriam estar. Portanto, busquei gurus de liderança, desapercebido de que muito do que ensinavam relacionava-se aos princípios de liderança secular, os quais eram bem contrários aos princípios de liderança do Reino ensinados por Jesus e incorporados por Paulo. O chamariz do sucesso pode ser sedutor. As sirenes levam muitas pessoas a delegar, sem nenhum senso crítico, muita autoridade a líderes de destaque, palestrantes de palanque e pastores de "megaigrejas". Parece que têm muito sucesso (leia-se, eram responsáveis por muitas pessoas e muito dinheiro), portanto o que eles têm a dizer deve funcionar como autoridade para mim. Nos Estados Unidos, esse alto valor atribuído ao sucesso é estranho ao valor do Reino de Deus que valoriza a fidelidade e a obediência. Conforme o padrão estadunidense, a vida humana de Jesus foi um fracasso, pois terminou de forma vergonhosa e desonrosa em uma cruz, além de todos os seus seguidores o terem abandonado. Aceitei a tendência por um tempo, mas algo estranho aconteceu comigo nesse processo. Lembrei-me do provérbio sobre o sapo e a chaleira. Estava aprendendo as últimas novidades sobre liderança, mas não tinha consciência de que o aumento do calor poderia "cozinhar" meu espírito. Aprendi, em uma época em que tudo era mais simples em minha vida, que aquEle que foi crucificado e ressuscitou era o foco da igreja, e que a mensagem a respeito da cruz "é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus" (1 Co 1.18). Não encontrei essa mensagem nos livros que estava lendo (e, realmente, lia sobre todos os assuntos). Entretanto, por um certo período de tempo, em minha mente, a cruz foi substituída, vagarosa e sutil-mente, pelo foco na visão, na excelência e na sensibilidade daquele que busca a Deus. Meu ministério refletia minha maneira de pensar, atualizada, mas sem poder. Não estou afirmando que a culpa é de alguma outra pessoa além de mim mesmo. Por minha conta, estava desviando-me do rumo, sendo levado pelas ondas dos princípios e jargões de liderança, mas, com freqüência, ignorando e até mesmo indo na direção contrária ao caminho de Jesus, ao caminho da cruz e ao caminho do Reino de Deus. Percebo agora que isso não aconteceu apenas comigo. À nossa volta, podemos encontrar exemplos de pessoas que se renderam aos caminhos do mundo. Basta apenas um exemplo. Tenho diante de mim, enquanto escrevo, essa carta de muitas páginas que me foi endereçada por um executivo da igreja. O título da carta, em grande destaque, é "Comprometido com a excelência", mas em sua abordagem sobre o desenvolvimento do ministério curiosamente não há menção a Jesus. As palavras me remetem aos jargões que são freqüentemente usados por equipes esportivas, enfatizando sempre a máxima: "Temos de vencer". A expansão dessas equipes é muito mais importante que a expansão do Reino. Será que é difícil ver aquilo que é tão óbvio? Encontramos o inimigo, e o inimigo somos nós! À medida que faço uma retrospectiva, percebo que o principal motivo que me fez vir a Jesus não se deve a nenhum líder brilhante ou à excelência da igreja, mas a um despertamento espiritual. Deus atuou de maneira soberana, e tive um encontro com o

chamou-me a que seguisse seus passos

Salvador ressurreto a quem a igreja pregava: "Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos. Mas, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus" (1 Co 1.2-24). Não fiquei impressionado com o fato de ter uma relação com Deus. Fui chamado a ter esse relacionamento. O chamado veio de fora. De repente, em meio à minha vida consciente, ali estava o Senhor Jesus vivo, que tocou-me, curou-me, transformou-me e Contudo, muito tempo depois, já como pastor, jamais deixei de recorrer a uma profusão de fontes — cassetes, livros e seminários sobre liderança —, cristãs e outras. Fiquei deslumbrado e fascinado, pois, como um guerreiro da fé já exaurido, recebi uma nova e promissora fonte de energia; senti que minha eficiência fora renovada e que meus sonhos foram preenchidos. No entanto, muitos, se não a maioria, dos livros cristãos sobre liderança não são realmente cristãos, a não ser pelo fato de que usam textos das Escrituras para comprovar os- pontos de vista e fazer sugestões à vida da igreja. Todas as características de liderança cristã encontradas na Bíblia estão claramente ausentes na maioria da literatura cristã popular: a cruz, o serviço sacrificial, o amor, a gentileza, o ministério exercido por vasos fracos, mas liderado e fortalecido pelo Espírito, a oração, o sofrimento e coisas similares. Em vez disso, a indústria de literatura sobre liderança cresce e está recheada com histórias sobre empresas multinacionais como o McDonald's e o Wal-Mart. O que aconteceu com Jesus, Pedro e Paulo?2 Precisei ouvir o aviso de Isaías, proferido na antigüidade: "Ai dos que descem ao Egito a buscar socorro e se estribam em cavalos! Têm confiança em carros, porque são muitos, e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos; e não atentam para o Santo de Israel e não buscam ao Senhor" (Is 31.1). Eu estava negociando com o Egito, em vez de consultar ao Senhor. Não estava com discernimento para submeter a literatura sobre liderança, que estava lendo, ao contexto espiritual. O que eu precisava era de um diretor espiritual, não de mais livros seculares com invólucro de ensinamento cristão. Precisava de encorajamento para orar e assumir a responsabilidade da oração, em vez de estratégias para motivar as pessoas a tomarem a direção que queria que tomassem. Afinal, que benefício há em fazer com que as pessoas o sigam se você não recebeu instruções do Senhor para marchar? Era comum exper-mentar o poder de Dodd, em vez do poder de Deus. Paulo diagnostica esse dilema como a diferença entre viver "segundo a carne" e viver "segundo o Espírito". Terei mais a dizer sobre isso no próximo capitulo Após muitos anos absorvendo todos os livros e seminários sobre liderança que encontrei, retornei à escola para o doutorado em Novo Testamento, cujo foco era o estilo de liderança de Paulo. Comecei,para meu desconcerto, com a abordagem "segundo a carne", ao buscar explicações humanas e sociais para a eficácia de Paulo como líder. Não resta a menor dúvida de que o apóstolo era um líder cristão eficiente. Imaginei que truques atemporais, que também pudéssemos usar, ele aprendera com os líderes que o rodeavam. Minha questão de pesquisa inicial era: "Que influências sociais e culturais do estilo de liderança de Paulo podemos manifestar em nosso ministério?" O que Paulo aprendera com os fariseus, com a liderança civil do império, com a liderança militar romana, com os filósofos cínicos, com os retóricos greco-romanos, com os profetas Moisés e Abraão, e como adaptara esse conhecimento a seu ministério? Logo descobri (graças a Deus!) que meu projeto de pesquisa não daria uma dissertação. Por fim, apresentei uma tese que focava um aspecto crucial, embora parcial, do estilo de liderança de Paulo: a utilização da aprendizagem e do exemplo pessoal para os que estão "em Cristo".3

O que era surpreendente a respeito da liderança de Paulo não era a maneira como refletia o estilo de liderança eficiente das pessoas de sua época. Na verdade, o que impressionava era o estilo único cie liderança que ele adotava, centrado em Cristo e reflexo da cruz. Teólogos podem chamar esses aspectos de sua liderança de cristocêntrico e cruciforme. Esse estudo sobre Paulo produziu diamantes que eu não antecipara. Em vez de salientar a cultura de Paulo e os elementos humanos de sua liderança, o que saltava à vista era a maneira como o líder cristão deve refletir o evangelho que prega. Devemos pregar a cruz, e nossas vidas devem moldar-se à imagem de Jesus, em sua morte e ressurreição. Redescobri que as pessoas não precisam de líderes brilhantes, mas de testemunhas fiéis que apontem, por meio de suas palavras e vidas, para aquEle que foi crucificado e ressuscitou. O que os líderes mais precisam não são de técnicas, mas a consciência do ser dirigido pelo Espírito, a importância da oração e a essência da natureza de equipe no ministério eficiente (para usar a terminologia do Novo Testamento, a natureza eficiente do ministério de "num só corpo"). Na época em que fiz esse extenso estudo bíblico, o que alimentou meu espírito foram os aspectos singulares da liderança bíblica e cristocêntrica de Paulo. Assim, voltei ao ponto inicial. Quando comecei a partilhar com outros líderes cristãos as descobertas a respeito das epístolas de Paulo, percebi que eles também estavam sedentos por uma teologia cristã que se aplicasse essencialmente à liderança. Na verdade, a motivação para este livro nasceu em um retiro em que liderava cerca de cinqüenta pastores. As expectativas deles, ainda sem respostas, podiam ser encontradas nas epístolas de Paulo em que trata dos fundamentos da liderança efetiva e devotada. Esses pastores tinham questões, como: "Por que algumas vezes é tão difícil servir a Jesus? Por que é tão doloroso ser líder? Por que as pessoas criticam injustamente os líderes cristãos? Por que o fruto do Espírito demonstra tão pouco poder e dinamismo em meu ministério?" Essas não são questões que os clones cristãos de consultores de liderança secular possam responder, mas Paulo as antecipara. Na verdade, ele vivera em meio, conforme vim a perceber, à experiência compartilhada dos líderes mais fiéis e piedosos. Muito do que escrevo aqui já testei com praticantes da liderança cristã, e muito do que apresento aqui é proveniente de minhas experiências dolorosas de aprendizado. Acredito que me ative aos assuntos cruciais. O que apresentarei é uma leitura cuidadosa e rigorosa das epístolas de Paulo por alguém que está profundamente interessado no desenvolvimento da liderança e apaixonadamente comprometido com a renovação e crescimento da igreja. Apresento fatos a partir da experiência no ministério pastoral, da literatura sobre liderança e de estudos acadêmicos sobre o Novo Testamento. Meu desejo é que este livro, fundamentado na Bíblia, seja uma ajuda, tanto aos líderes e leigos como aos pastores e ministros, enraizada clara e solidamente em solo teológico. Meu trabalho ressalta a aplicação de valor, para que cada capítulo, por meio das questões para discussão, possa ser usado em reuniões e retiros de liderança, assim como em aulas e estudos bíblicos. Minha oração é que este livro ajude no surgimento e desenvolvimento de líderes que, para traçar o planejamento e perspectivas futuros de seu ministério, sejam orientados pela Escritura e nela fundamentados. Sempre que lemos a Bíblia cuidadosa e rigorosamente para que por meio dela nos beneficiemos, descobrimos que ela acaba também por nos ler. Se estamos prestando atenção cuidadosa a um texto para compreender a liderança, não podemos ignorar a crítica implícita à igreja de hoje, que necessita de algo mais, que seja diferente e distinto do que nos é usualmente oferecido em estudos contemporâneos sobre liderança. No Ocidente, a ausência de poder tem infiltrado a igreja, o que resulta em uma diminuição de sua atuação. As lições de liderança aprendidas com o mundo não melhoraram nossa participação, assim como podemos notar que não obtivemos bons resultados com o pragmatismo e a heresia de valorizar o que quer que funcione. O reinado que estamos construindo é essencialmente diferente do Wal-Mart e da igreja dos mórmons. Se avaliarmos justamente nossas práticas de liderança, que refletem a maneira de ser do mundo, perceberemos que elas não frutificaram. Todas as semanas, 53 mil cristãos abandonam a igreja no Ocidente,4 e os Estados Unidos são hoje a quinta nação do planeta5 em número de pessoas que não freqüentam a igreja. Muitas dessas igrejas que ganham freqüentadores podem estar apenas conseguindo que as pessoas entrem na igreja, mas, conforme fica bem evidente, o evangelho não penetra em suas vidas ou cultura. Uma nova geração de líderes fortalecidos pelo Espírito é necessária — agora, imediatamente. O melhor local para buscar uma compreensão renovada sobre liderança é a Bíblia. É possível até imaginar que muito da literatura sobre liderança cristã não passa de um cavalo de Tróia, do território inimigo, pois muito pouco espaço é dedicado ao que a Bíblia diz. As palavras de Paulo a Timóteo ainda são verdadeiras: "Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra" (2 Tm 3-16,17). A fim de equiparmo-nos para "toda boa obra" do ministério e da liderança, é preciso aprender com afinco toda a extensão bíblica e teológica do suporte que Paulo nos dá em relação à liderança. Precisamos nos aprofundar na Palavra de Deus para saber o que os líderes necessitam, em vez de buscar outras fontes. Este livro busca envolver o leitor em um estudo extensivo do Novo Testamento para que tenhamos os fundamentos de uma liderança eficiente, inspiradora e revigorante.

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