Nanotecnologia Farmacêutica

Nanotecnologia Farmacêutica

nanociência e nanotecnologia se referem,

  • nanociência e nanotecnologia se referem,

  • respectivamente, ao estudo e às aplicações

  • tecnológicas de objetos e dispositivos que tenham

  • ao menos uma de suas dimensões físicas menor

  • que, ou na ordem de, algumas dezenas de

  • Nanômetros (em geral 100 nm).

  • Compósitos nanométricos para maior compactação e consolidação x Estudar os fenômenos de superfície que influenciam no processo.

Novas e incomuns propriedades físicas e químicas –

  • Novas e incomuns propriedades físicas e químicas –

  • ausentes para o Mesmo material quando de tamanho

  • microscópico ou macroscópico são observadas nessa

  • nova escala nanométrica;

  • Efeitos quânticos mais marcantes – flutuações de campo eletromagnético levando a atração ou repulsão;

  • Efeitos de superfície mais intensos – mais átomos dispersos em uma mesma relação de volume. Catalisadores mais eficientes.

  • Efeitos de tamanho- movimento browniano e Van der waals. Repulsão, atração e campo magnético;

Calixareno – do menor para o maior

  • Calixareno – do menor para o maior

Capacidade de troca catiônica

  • Capacidade de troca catiônica

    • Quantidade de íons (cátions) que a argila pode adsorver e trocar.

Organoargilas

  • Organoargilas

Drug Development and Industrial Pharmacy (2008) iFirst, 1–11

  • Drug Development and Industrial Pharmacy (2008) iFirst, 1–11

  • Copyright © Informa Healthcare USA, Inc.

  • ISSN: 0363-9045 print / 1520-5762 online

  • DOI: 10.1080/036390407018317691

  • Preparation and Evaluation of Inclusion Complexes of Commercial Sunscreens in Cyclodextrins and Montmorillonites: Performance and Substantivity Studies

Polímeros mais usuais:

  • Polímeros mais usuais:

  • Poli ácido lático;

  • Poli ácido glicólico;

  • Poli caprolactona;

  • Poli cianoacrilato;

  • Quitosana;

  • Sulfato de condroitina;

  • Alginato de sódio;

  • Poliacrilatos.

Exemplo ciprofloxacina/emulsificação evaporação do solvente

  • Fase Oleosa:

  • 50mg Indometacina

  • 8ml Diclorometano

  • 100mg PCL

  •  

  • Fase Aquosa:

  • 50ml PVA (1%) (0,5g em 50ml de água)

  • Aquecer para dispersar

  • Esperar esfriar

  • Verter toda a fase oleosa sobre a aquosa. Deixar 5min no

  • sonicador (ciclo 1; amplitude 60 a 80%), em banho de gelo.

  • Levar para o evaporador rotatório e controlar o vácuo para

  • evaporar o diclorometano sem retirar água. Não usar

  • aquecimento.

  •  

Spray Dryer

Spray dryer com ultra sonicador;

  • Spray dryer com ultra sonicador;

Lipossomas

Lipossomas

  • Sonicador;

  • Filme lipídico;

  • Normatização de tamanho;

  • Niossomas.

Nanoemulsões

Distribuição de tamanho das partículas

  • Distribuição de tamanho das partículas

  • Viscosidade, índice de refração, e condutividade

  • Análise de espectroscopia de absorção no infravermelho (FTIR)

  • Difração de raios X (DRX)

  • Análise termogravimétrica (TGA)

  • Análise calorimérica de varredura diferencial (DSC)

A interação entre vetor elétrico da radiação X e os elétrons do

  • A interação entre vetor elétrico da radiação X e os elétrons do

  • material causa uma difração. A radiação é difratada camada

  • por camada do material, o que requer a presença de uma

  • estrutura organizada e regular para registro. A radiação

  • incidente deve ter comprimento de onda compatível com o

  • espaço interplanar analisado.

n = 2d sen  (equação de Bragg) - n é um número inteiro e

  • n = 2d sen  (equação de Bragg) - n é um número inteiro e

  •  é a radiação incidente. Onde d é a distância interplanar do cristal;

A intensidade registrada, a qual se correlaciona a um ângulo

  • A intensidade registrada, a qual se correlaciona a um ângulo

  • (2 teta) se obtém da ionização de gases ou sólidos CuK

  • cintilográficos.

  • A amostra deve ser finamente dividida para

  • que se forme uma superfície plana e pouco irregular,

  • trabalhando-se neste caso com a difratometria de pós.

  • Distâncias interplanares mensuráveis:

  • Planos de um cristal – molécula ou polímero;

  • Espaçamento de nano-estruturas;

  • Polimorfismo – molecular ou polimérico;

  • Conformação de cristais líquidos.

  • Observar com cuidado a influência da porção

  • amorfa do material no difratograma obtido.

Observa-se vibrações moleculares;

  • Observa-se vibrações moleculares;

  • Estiramento de ligação;

  • Deformação angular;

  • Torção.

  • O estiramento pode ser ainda

  • simétrico, assimétrico, em fase, fora

  • de fase ou referente a um anel

  • aromático. Nem todas as vibrações teóricas (3 x n -

  • 6) Serão observadas – translações e rotações ao

  • longo dos 3 eixos. Depende da estrutura da

  • molécula ou macromolécula. Bandas degeneradas

  • de igual energia.

Usualmente se trabalha na região de

  • Usualmente se trabalha na região de

  • freqüência média, isto é, de 400 a

  • 4000 cm -1;

  • As freqüências vibracionais das moléculas analisadas dependem de massa dos átomos, geometria da molécula, diferença de dipolo das ligações químicas, e ambiente eletrônico onde se encontram as mesmas.

  • As análises podem se destinar tanto para

  • moléculas pequenas como para

  • macromoléculas ou partículas sólidas.

Análise do espectro de infravermelho:

  • Análise do espectro de infravermelho:

  • Avaliar as freqüências vibracionais dos grupos funcionais característicos;

  • Alargamento de banda x Freqüência;

  • Pode se observar ligações de hidrogênio, interações iônicas e processos similares;

  • Maior massa, menor freqüência;

  • Mais forte ligação, maior a freqüência;

  • Maior distância internuclear, menor a freqüência;

  • Materiais cristalinos apresentam bandas mais finas;

  • Uso de bibliotecas de padrões para comparação.

Ao contrário da microscopia ótica esta técnica

  • Ao contrário da microscopia ótica esta técnica

  • utiliza elétrons, e não a luz para a formação de

  • imagens. Este princípio, permite visualizar

  • estruturas de menos de um nanômetro, ao

  • contrário do microscópio ótico, de alcance

  • micrométrico.

  • Microscópio eletrônico de varredura: utilizado para

  • avaliar estruturas superficiais ou sub-superficiais.

  • São imagens tridimensionais e a amostra é de fácil

  • preparação. Opera sob vácuo, produzindo um sinal

  • elétrico para cada ponto da imagem varrido.

Detecta elétrons secundários gerados na superfície da amostra. Detecta também, elétrons retro-espalhados em até 1 micra de profundidade. O ouro retro-espalha mais elétrons que o carbono.

  • Detecta elétrons secundários gerados na superfície da amostra. Detecta também, elétrons retro-espalhados em até 1 micra de profundidade. O ouro retro-espalha mais elétrons que o carbono.

MET: analisa a imagem em uma

  • MET: analisa a imagem em uma

  • determinada profundidade. O princípio

  • de funcionamento se assemelha ao MEV.

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