NBR 7212/84 - Execução de concreto dosado em central

NBR 7212/84 - Execução de concreto dosado em central

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ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas

NBR 7212DEZ 1984

Execução de concreto dosado em central

Palavra-chave: Concreto 7 páginas

Origem: Projeto 18:005.01-001/1984 CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados CE-18:005.01 - Comissão de Estudo de Execução de Concreto Dosado em Central Esta Norma substitui a NBR 7212/1982

Procedimento

SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Documentos complementares 3 Definições 4Condições gerais 5 Condições específicas 6Avaliação do desvio-padrão da central pela empresa de serviços de concretagem 7 Inspeção 8Aceitação e rejeição

1 Objetivo

1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para a execução de concreto dosado em central, incluindo as operações de armazenamento dos materiais, dosagem, mistura, transporte, recebimento, controle de qualidade, inspeção, aceitação e rejeição.

1.2 Esta Norma não abrange as operações subseqüentes à entrega e recebimento do concreto fresco.

1.3 Esta Norma aplica-se também, no que couber, aos casos em que a executante da obra dispõe de central de concreto.

2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar:

NBR 6118 - Projeto e execução de obras de concreto armado - Procedimento

NBR 7187 - Cálculo e execução de pontes de concreto armado - Procedimento

NBR 7197 - Cálculo e execução de obras de concreto protendido - Procedimento

NBR 7223 - Concreto - Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone - Metodo de ensaio

NBR 7583 - Execução de pavimentos de concreto por processo mecânico - Procedimento

3 Definições

Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de 3.1 a 3.13.

3.1 Concreto dosado em central

Concreto dosado, misturado em equipamento estacionário ou em caminhão betoneira, transportado por caminhão betoneira ou outro tipo de equipamento, dotado ou não de agitação, para entrega antes do início de pega do concreto, em local e tempo determinados, para que se processem as operações subseqüentes à entrega, necessárias à obtenção de um concreto endurecido com as propriedades pretendidas.

3.1.1 Nesta Norma, a expressão “concreto” se refere a concreto dosado em central, como definido em 3.1, salvo indicações em contrário.

2NBR 7212/1984

3.2 Caminhão betoneira

Veículo dotado de dispositivo que efetua a mistura e mantém a homogeneidade do concreto por simples agitação.

3.3 Equipamento dotado de agitação

Veículo autopropelido que permite manter a homogeneidade do concreto durante o transporte e a descarga, para o que é dotado de dispositivos de agitação, constituídos por eixo com paletas, sistema de lâminas especiais em hélice ou qualquer dispositivo equivalente.

3.4 Equipamento não dotado de agitação

Veículo constituído de uma caçamba, não dotado de dispositivo de agitação, que pode ser utilizado somente para o transporte de concretos não segregáveis.

3.5 Central de concreto

Designação das instalações onde se efetuam as operações de dosagem e, conforme o caso, mistura do concreto, de acordo com esta Norma.

3.6 Contratante dos serviços de concretagem

Entidade conforme definido na NBR 5675, responsável pelas seguintes atribuições:

a)contratação dos serviços de concretagem; b)emissão dos pedidos de entrega de concreto; c)recebimento do concreto fresco; d)verificação da concordância das características do concreto pedido e do concreto entregue; e)aceitação final do concreto. 3.7 Executante da obra Entidade encarregada da execução da obra. 3.8 Empresa de serviços de concretagem

Empresa responsável pelos serviços de dosagem e, geralmente, mistura e transporte do concreto, da central até o local de entrega, de acordo com o estabelecido, em contrato.

3.9 Pedido do concreto

Discriminação das propriedades e parâmetros necessários ao concreto fresco e endurecido, inclusive quantidade, programação e local de entrega.

3.10 Aceitação do concreto fresco

Ato pelo qual se constata, mediante ensaios ou outras verificações, por ocasião da entrega e recebimento do concreto fresco, o atendimento às especificações e às exigências do pedido.

3.1 Entrega e recebimento do concreto fresco

Ato após o qual, aceito o concreto fresco, as operações de manuseio subseqüentes à dosagem e, se for o caso, mistura e transporte, passam a ser de responsabilidade da executante da obra conforme estipulado em contrato.

3.12 Aceitação do concreto endurecido

Ato pelo qual se constata, mediante ensaios ou outras verificações, o atendimento às especificações e às exigências do pedido.

3.13 Remessa ou viagem

Termos que designam a quantidade de concreto entregue de uma só vez.

4 Condições gerais

Os requisitos gerais exigíveis do concreto devem ser os apresentados em 4.1 a 4.6, salvo nos casos em que forem estabelecidas condições especiais, que neste caso prevalecerão desde que previamente aceitas pelas partes interessadas.

4.1 Armazenamento dos materiais componentes do concreto

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