Levantamento e Sistematização de Fontes sobre Arquitura e Sociedade em Maringá

Levantamento e Sistematização de Fontes sobre Arquitura e Sociedade em Maringá

Hugo Sefrian Peinado1 André Augusto de Almeida Alves2

RESUMO Este trabalho visa apresentar o projeto de pesquisa intitulado Levantamento e sistematização de fontes bibliográficas sobre arquitetura e sociedade em Maringá no segundo pós-guerra, bem como alguns de seus resultados parciais, realizado sob a orientação do professor André Augusto de Almeida Alves, do Departamento de Engenharia Civil, pertencente ao Centro de Tecnologia, da Universidade Estadual de Maringá. O projeto visa, em linhas gerais, sistematizar as fontes bibliográficas existentes sobre a história social e sobre a história da arquitetura e do urbanismo maringaenses. Além das diretrizes do projeto de pesquisa, são, ainda, expostas as etapas já efetuadas, as perspectivas almejadas até a conclusão do projeto de pesquisa, parte dos resultados já obtidos - levantamento bibliográfico parcial – e, finalmente, uma leitura inicial de tópicos relativos à projetação e implantação do núcleo urbano de Maringá, a partir dos autores selecionados. Este último, apontando, ainda que muito preliminarmente, questões fundamentais para a compreensão do processo de colonização e urbanização de Maringá, demonstra a importância que o exercício de levantamento, sistematização e revisão da literatura disponível possui no âmbito da construção de diretrizes metodológicas para a elucidação deste objeto de estudo.

Palavras-chave: Maringá, História da Arquitetura e Urbanismo, História Social, Bibliografia.

1 Acadêmico do Curso de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Maringá (UEM) – Aluno de Iniciação Científica. E-mail: hugos1_12@hotmail.com 2 Arquiteto e Urbanista, Mestre em Estruturas Ambientais Urbanas pela FAUUSP, Professor Assistente do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Maringá. E-mail: almeida.alves@gmail.com

1. O PROJETO DE PESQUISA

A cidade de Maringá destaca-se, segundo as leituras historiográficas mais recorrentes, pelo seu projeto urbanístico, que lhe proporciona alta qualidade ambiental e de vida, e por seu patrimônio arquitetônico moderno. Dentro desse contexto, este projeto de pesquisa, intitulado Levantamento e sistematização de fontes bibliográficas sobre arquitetura e sociedade em Maringá no segundo pósguerra, tem por objetivo, além da formação do pesquisador de iniciação científica, por meio de estudos de capítulos específicos de obras referenciais sobre a história social e sobre a arquitetura brasileira, efetuar um levantamento e sistematização de fontes bibliográficas que abordam a história social e a história da arquitetura e do urbanismo maringaenses. Tais objetivos se abonam por constituírem os primeiros passos a serem dados pelo pesquisador que se interesse pelo tema, por meio de uma metodologia que inclui a consulta a acervos, arquivos e bibliotecas, levantamento, sistematização e reprodução informatizada de fontes, acompanhada de leitura e fichamentos concisos das obras levantadas, leitura e fichamento de textos sobre metodologia científica e apresentação dos resultados em reuniões científicas. Com o intuito de efetuar um estudo sobre a arquitetura e o urbanismo do município de Maringá, Estado do Paraná, Brasil, no contexto histórico-social do segundo pós-guerra – período no qual o núcleo definitivo da cidade foi criado –, torna-se necessário enfatizar a atuação da Companhia de Terras Norte do Paraná/Companhia Melhoramentos Norte do Paraná – CTNP/CMNP – e do Engenheiro Jorge de Macedo Vieira que, encarregado pela Companhia, fez o projeto urbanístico definitivo da cidade. Renato Leão Rego (2001) assim sintetiza o contexto em que Maringá foi projetada:

Maringá é uma cidade (...) diretamente associada a um grande empreendimento agrícola e imobiliário, ela é decorrente da marcha pioneira que avançou em direção ao norte do Paraná e à região noroeste de São Paulo na primeira metade do século X, tendo como eixo as linhas ferroviárias então abertas e trazendo consigo os grandes cafezais no lugar da mata atlântica. (REGO, 2001, p. 1571)

Por outro lado, uma breve análise da bibliografia sobre a história social de Maringá revela que o assunto tem sido objeto de estudo de diversos pesquisadores, existindo, desse modo, uma série de trabalhos sobre o tema. Ainda que em um processo mais recente, o mesmo ocorre com a história da arquitetura maringaense. Portanto, em um primeiro momento, a sistematização dessas fontes bibliográficas constitui um passo essencial, possibilitando, em um segundo momento, a sinalização e a exploração de questões que envolvem o tema, com base na leitura das obras apontadas pelo levantamento bibliográfico.

2. ETAPAS DE TRABALHO

A etapa inicial do trabalho constou da leitura de Severino (2002), Metodologia de trabalho científico, visando introduzir o acadêmico na vida de estudos na Universidade, alertando-o quanto às novas exigências – “(...) é preciso que o estudante se conscientize de que doravante o resultado do processo [de aprendizagem] depende fundamentalmente dele mesmo” (SEVERINO, 2002, p. 23) –, e quanto à importância de aspectos ligados à criatividade. Bem como à necessidade de o estudante utilizar, integralmente, os recursos oferecidos pela Universidade e dedicar atenção aos procedimentos de preparação metodológica e de planejamento de trabalhos científicos e seminários. A essas leituras, acresceram-se a de obras de referência sobre a história social no período posterior à Segunda Guerra Mundial, como: Hobsbawn (1995), Era dos Extremos: o breve século X 1914 – 1991, possibilitando o entendimento do cenário mais amplo em que se inserem os processos ocorridos, em termos locais – em seus diferentes aspectos socioculturais, políticos e econômicos; Mello & Novais (1998), Capitalismo tardio e sociabilidade moderna, capítulo da obra organizada por Novais & Schwarcz (1998), História da vida privada no Brasil, a qual trata das transformações ocorridas na sociedade brasileira no contexto posterior à Segunda Guerra Mundial, dentre outras, a expansão das fronteiras agrícolas e das redes infra-estruturais, a urbanização gradativa da sociedade brasileira, os novos padrões de consumo vigentes na sociedade brasileira no período em tela, além da progressiva supremacia do privado sobre o público, a partir do golpe militar. Paralelamente à leitura dos textos, iniciou-se a consulta a bibliotecas, arquivos e acervos existentes na cidade de Maringá, com o levantamento e a sistematização do material encontrado sobre o tema, além do registro eletrônico do conteúdo das fontes bibliográficas localizadas, proporcionando, futuramente, aos pesquisadores dedicados ao tema, uma consulta facilitada às fontes. Durante a busca, ainda em andamento, das fontes bibliográficas, deu-se continuidade aos estudos historiográficos por meio de leituras parciais de Bruand (2003), Arquitetura contemporânea no Brasil, e Alves (2003), São Paulo Debate o Moderno, 1956-1968: Um projeto de pesquisa, capítulo do livro organizado por Gitahy (2003), Desenhando a cidade do Século X. Leituras que oportunizaram mais um exercício de leitura e compreensão de algumas das questões que envolvem a prática histórica, como aquela relativa à pluralidade de olhares lançados sobre um mesmo objeto de estudo, qual seja, a Arquitetura Moderna Paulista. Acompanhando o levantamento bibliográfico, estão sendo feitas leituras e fichamentos sumários do material até então coletado, visando ao registro e à descrição preliminar de seus conteúdos.

3. UMA DISCUSSÃO ACERCA DA HISTÓRIA SOCIAL E DO PLANEJAMENTO URBANÍSTICO MARINGAENSE

A partir da consecução das atividades de pesquisa, cujos resultados alcançados, até o momento, são expostos no item “5. Resultado parcial do levantamento bibliográfico”, efetuou-se uma leitura preliminar dos textos que sugerem um leque de questões postas a respeito do conteúdo do projeto urbanístico de Maringá e de sua implantação. Conforme apresentam os registros da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná (1977), devido às condições de clima favorável, topografia e vegetação, o terreno localizado no centro geométrico da zona colonizada pela Companhia de Terras Norte do Paraná/Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, denominada Norte Novo, foi escolhido para a construção de um dos mais importantes centros urbanos do Norte do Paraná: Maringá, a cidade que, segundo France Luz (1997), “polarizaria a parte mais ocidental de suas terras, dividindo com Londrina a liderança regional; serviria, dessa forma, como centro propulsor de progresso para uma vasta e promissora área agrícola” (LUZ, 1997, p. 60). Assim, ainda segundo Luz (1997), o local escolhido para a implantação de Maringá propiciava as melhores condições quanto à topografia, caracterizado por um relevo suave, composto, também, por cursos d’água: o Pirapó e o Ivaí, afluentes dos principais rios que banham a região Norte, o Paranapanema e o Paraná, respectivamente. A Companhia de Terras Norte do Paraná, a qual teve seu nome mudado, em 1951, para Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, esperou que o traçado da linha férrea – adquirida pelo Governo Federal na gestão do presidente Getúlio Dornelles Vargas, em 1944 – fosse determinado, tendo em vista que a estrada de ferro passaria pela região e se estenderia até Guaíra, a fim de, sucessivamente, estabelecer o local definitivo da instalação de Maringá. Enquanto aguardava o traçado da linha férrea, a Companhia estabeleceu um pequeno povoado no local, hoje, denominado “Maringá Velho”. Um aspecto importante é que a Companhia não tinha a intenção de que o “Maringá Velho” fosse o núcleo definitivo da cidade. Este núcleo definitivo “seria localizado em terreno menos acidentado, que se adaptasse melhor a um plano urbanístico mais arrojado, permitindo a expansão da cidade; seu centro deveria coincidir com a localização da estação da estrada de ferro” (LUZ, 1997, p. 63). Nesse sentido, a Companhia passou a organizar, a partir desse núcleo inicial – o “Maringá Velho” –, o desbravamento de suas terras para a criação do núcleo definitivo, concentrando, no local, a maquinaria e os empregados.

comercializado a partir de predicados especiais

Nestes momentos iniciais da vida da cidade, revela-se a diversidade de significados conferidos pelas diferentes leituras do processo de colonização e urbanização. Contrapondo, de certo modo, a visão, de certa forma determinista, de Luz (1997), Gonçalves (2007) apresenta o núcleo “Maringá Velho”, em relação ao núcleo definitivo, sob outra perspectiva: “O núcleo urbano inicial, (...) Maringá Velho, foi submerso no caldeirão do arcaísmo. Arruamento precário, desdenhando da geometria, com jeito de acampamento, mais parecendo um cenário de filme de faroeste do que um embrião da cidade. Condenado a bairro-memória (...)” (GONÇALVES, 2007, p. 31). Ao contrário do núcleo inicial, aparentemente marcado pela intenção de improvisação e transitoriedade, somente o núcleo posterior mereceu estudos mais detalhados para a sua implantação. O que não deixaria de revelar certo grau de contradição com os pressupostos de aplicação de padrões técnicos supostamente avançados – já que o núcleo inicial não deixaria de existir, simplesmente, pelo surgimento do núcleo posterior –, se não fosse a lógica da atuação da Companhia. Deve-se lembrar que esta era calcada na comercialização dos lotes rurais e urbanos, nos quais se incluem tanto aqueles necessários, num primeiro momento, para a implantação, pela iniciativa privada, da infra-estrutura – comércios, serviços e, mesmo, habitações –– quanto os utilizados para a colonização, ou, mesmo, a implantação do núcleo definitivo – que deveria ser

Dessa forma, após a demarcação definitiva da estação da linha férrea, a Companhia de Terras Norte do Paraná mandou que fossem efetuados levantamentos e estudos acerca da topografia local, para o planejamento urbano de Maringá, situada a leste do núcleo “Maringá Velho”:

As linhas mestras para a construção da futura cidade foram estabelecidas pelo Dr. Cássio Vidigal, cabendo ao engenheiro Dr. Jorge de Macedo Vieira traçar o seu plano geral e definitivo. Com os dados indispensáveis sobre a topografia, o clima e a vegetação da região, que lhe foram fornecidos pela Companhia, o referido urbanista planejou Maringá de acordo com a mais avançada concepção de cidade existente na época. (LUZ, 1997, p. 72)

No plano inicial, a área urbana abrangia aproximadamente 600 alqueires, com cerca de 5 quilômetros de comprimento e 3 quilômetros de largura. Da referida área, 4 alqueires foram reservados para dois bosques de florestas naturais (atualmente, denominados Parque do Ingá e Bosque 2), com 2 alqueires cada um, localizados no interior da área loteada (LUZ, 1997).

O projeto urbanístico de Maringá dispôs a localização dos bairros, segundo Luz (1997), de forma favorável, determinando previamente a função de cada um deles, no caso, residencial, residencial popular, industrial, bairro operário (próximo ao bairro industrial, favorecendo, ainda segundo Luz (1997), a locomoção destes), de armazéns, entre outros, apontando, conforme Gonçalves (2007), o germe da segregação social que caracterizaria o empreendimento: o modo de venda das datas, com preços diferenciados, destinando cada bairro a um grupo social diferente. Aspecto pouco observado do projeto urbanístico que, no entanto, certamente, não a impediu – pelo contrário – de adquirir papel de destaque no cenário estadual:

Cacife comercial de alta monta, o desenho urbano [de Maringá] foi, desde cedo, incensado como expressão de confiança no futuro. Ao defender diante dos seus pares a criação do Município de Maringá, consumada através da Lei n° 790, de 14/1/1951, o deputado estadual Rivadávia Vargas [da bancada da UDN,] acentuou “o que de social, econômico e intelectual Maringá representava para o Estado. Em sua sede traçada com os requisitos da moderna engenharia urbanística, apresentando largas e extensas avenidas, ruas bem traçadas e esplêndidos logradouros públicos, seus numerosos estabelecimentos comerciais e residenciais”. Uma urbe assim, prosseguiu, “está fadada, muito em breve, a apresentar-se como uma das mais belas cidades do Paraná”. (GONÇALVES, 2007, p. 32)

De novo surge, neste ponto, a oposição entre o que seria, de um certo ponto de vista, fruto da “racionalidade técnica” ou de um “urbanismo racionalista”, e, por outro lado, a materialização de um projeto segregatório regido por uma lógica comercial – sem dúvida, portadora de uma racionalidade outra. Questão extremamente complexa que, certamente, vem à tona na associação eventual do projeto urbanístico ao urbanismo moderno, mais especificamente, àquele preconizado pela Carta de Atenas – “Era a beleza, versão modernista, em ato. (...) Beleza geométrica e virtude cívica” (GONÇALVES, 2007, p. 32). Ponto no qual se revela a pertinência de estudos mais amplos sobre o conteúdo de conceitos, como o de modernidade, bem como o de planejamento – tanto em sua dimensão econômica quanto urbana.

Conforme discorre, ainda, Gonçalves (2007), no período pós Segunda Guerra Mundial, a idéia de planejamento percorreu o mundo: “A idéia tornou-se uma sorte de varinha de condão a gerar expectativas de milagres pelo planeta afora” (GONÇALVES, 2007, p. 32), ressaltando que, em se tratando de solução para problemas urbanos, planejamento já não era um assunto recente:

Desde os últimos anos do século XIX, preocupações com o desenho das cidades se espalharam entre políticos, intelectuais e urbanistas na Europa e na América. Preconizava-se o planejamento como a fórmula mais adequada para impedir os processos de favelização, para revitalizar áreas deprimidas, para distribuir de modo mais eficiente os equipamentos. Muitos esperavam que o projeto urbano resolvesse, da melhor maneira possível, os conflitos sociais. Alguns, mediante a segregação; outros, através da integração das classes. (GONÇALVES, 2007, p. 32-3)

Tais aspectos, analisados por Luz (1997) e Gonçalves (2007), encontram ressonâncias em trabalhos como os de Rodrigues (2004, 2005, 2007), que também discutem, entre outras, a questão da segregação socioespacial, presente desde o planejamento da cidade de Maringá e no decorrer de sua história, o que revela ser este um campo promissor para futuras investigações. Antes de se dirigir a atenção para a totalidade dos trabalhos que versam sobre o tema, procurou-se, aqui, apontar algumas das questões que, inevitavelmente, despontam do cotejamento destes trabalhos e, dos quais, a suposta segregação socioespacial apresentada pela distinção de bairros e classes sociais, o “abandono” do núcleo “Maringá Velho”, em favor de um planejamento ordenado, a influência do projeto urbanístico na resolução de conflitos sociais e na valorização dos imóveis, além da desvalorização do patrimônio histórico edificado em função de uma apregoada “modernidade” são exemplos a serem explorados.

4. PERSPECTIVAS

Dentre as perspectivas do presente projeto de pesquisa, inclui-se a finalização das atividades de levantamento e sistematização das referências bibliográficas relativas à história social e à arquitetura e urbanismo maringaenses, incluindo-se artigos e livros científicos, dissertações, teses, monografias, relatórios de pesquisa, dentre outros, no intuito de propiciar ao pesquisador da área maior acessibilidade às obras, algumas vezes, constantes de acervos não abertos à circulação. Parte deste trabalho está apresentado no tópico seguinte. Em sua etapa final, o projeto objetiva a um aprofundamento – sempre limitado à leitura de algumas das obras levantadas –, por parte do pesquisador de iniciação científica, do exercício da capacidade de leitura crítica, discussão e análise dos dados levantados.

5. RESULTADO PARCIAL DO LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO

Como resultado parcial do levantamento bibliográfico e da sistematização dos resultados, os quais ainda estão em fase final, são apresentadas, conforme as normas para referências bibliográficas da ABNT, algumas das obras disponíveis (em ordem decrescente de ano de publicação) nos acervos da Biblioteca Central – BCE – da Universidade Estadual de Maringá, na Biblioteca Pública Municipal Professor Bento Munhoz da Rocha Netto e na Divisão do Patrimônio Histórico e Cultural de Maringá – D.P.H.C. –, a qual encontra-se instalada nas dependências do Teatro Calil Haddad.

5.1. D.P.H.C. – Levantamento Parcial

Catálogo da Exposição O URBANISMO DO ENGENHEIRO JORGE DE MACEDO VIEIRA. IV Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1999 – 2000. DIAS, Reginaldo Benedito; GONÇALVES, José Henrique Rollo. Maringá e o Norte do Paraná: Estudos de História Regional. EDUEM: Maringá, 1999. LUZ, France. O Fenômeno Urbano numa zona pioneira: Maringá. A Prefeitura: Maringá, 1997. COMPANHIA MELHORAMENTOS NORTE DO PARANÁ. Colonização e Desenvolvimento do Norte do Paraná. Ave Maria: Maringá, 1977. MARQUES, Renato César. O aeroporto e os fluxos aéreos no contexto da formação do espaço urbano regional, o caso de Maringá – PR. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2005. LUZ, France. As migrações internas no contexto do Capitalismo no Brasil: A microrregião “Norte Novo de Maringá” – 1950/1980. Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1988. LUZ, France. O Fenômeno Urbano numa zona pioneira: Maringá. Dissertação (Mestrado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1980. Documentos e relatórios, considerados fontes primárias, relacionados, inclusive, ao urbanismo de Maringá, escritos no período de sua fundação. Uma diversidade de mapas e projetos, permitindo ao pesquisador vislumbrar desde o ante-projeto de Maringá até mapas mais recentes da cidade. Textos publicados em jornais da região em homenagem aos aniversários de Maringá. Diversas obras escritas por pioneiros, contando, em uma perspectiva histórica vivida por eles, a história desde a criação de Maringá até os dias atuais.

5.2. Biblioteca Municipal Professor Bento Munhoz da Rocha Netto - Levantamento Parcial MORO, Dalton Áureo. Maringá Espaço e Tempo: Ensaio da Geografia Urbana. Programa de pósgraduação em geografia – UEM: Maringá, 2003. DIAS, Reginaldo Benedito; GONÇALVES, José Henrique Rollo. Maringá e o Norte do Paraná: Estudos de História Regional. EDUEM: Maringá, 1999. LUZ, France. O Fenômeno Urbano numa zona pioneira: Maringá. A Prefeitura: Maringá, 1997. SECRETARIA DE PLANEJAMENTO (DIVISÃO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E CONTROLE DE QUALIDADE) – PREFEITURA MUNICIPAL DE MARINGÁ. Perfil da Cidade de Maringá. A prefeitura: Maringá, 1996. LUZ, France. O Fenômeno Urbano numa zona pioneira: Maringá. Dissertação (Mestrado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1980. Textos publicados em jornais da região em homenagem aos aniversários de Maringá. Diversas obras escritas por pioneiros, contando, em uma perspectiva histórica vivida por eles, a história desde a criação de Maringá até os dias atuais.

5.3. BCE - Levantamento Parcial 5.3.1. Livros e Artigos MACEDO, Oigres Leici Cordeiro de; CORDOVIL, Fabíola Castelo de Souza; REGO, Renato Leão. Pensar Maringá: 60 anos de Plano. Editora Massoni: Maringá, 2007. (A obra é composta por capítulos os quais permitem uma exímia compreensão do plano de Maringá mediante diversas perspectivas, são esses: Curvas, descompassos, aproximações e distanciamentos de Renato Leão Rego – Maringá, algumas facetas coloniais do Projeto Urbano de José Henrique Rollo Golçalves –

Contribuições Geográficas ao Estudo do Plano de Maringá de Cezar Miranda Mendes – A (des)mistificação do “Verde” de Maringá – um desafio a ser (re)pensado de Bruno Luiz Domingos de Angelis et. all. – Maringá 60 anos: Presente e Futuro de Generoso de Angelis Neto et. all. – O projeto Urbano como propaganda: a construção da imagem da cidade de Maringá de Fabíola Castelo de Souza Cordovil – Maringá: A segregação planejada de Ana Lúcia Rodrigues – além de alguns resumos expandidos como Da cidade-jardim à cidade ecológica: os desenhos da cidade de Maringá & A preservação do projeto de arborização urbana de Maringá de Karin Schwabe Meneguetti et. all. – A construção do lugar: o desempenho perspectivo de dois bairros da cidade de Maringá de Beatriz Fleury e Silva) MORO, Dalton Áureo. Maringá Espaço e Tempo: Ensaio da Geografia Urbana. Programa de pósgraduação em geografia – UEM: Maringá, 2003. REGO, Renato Leão. O desenho urbano de Maringá e a idéia de cidade- jardim. Revista Científica Acta Scientiarum, Maringá, v.23, n.6, p. 1569-1577, 2001. DIAS, Reginaldo Benedito; GONÇALVES, José Henrique Rollo. Maringá e o Norte do Paraná: Estudos de História Regional. EDUEM: Maringá, 1999. LUZ, France. O Fenômeno Urbano numa zona pioneira: Maringá. A Prefeitura: Maringá, 1997. SECRETARIA DE PLANEJAMENTO, URBANISMO E HABITAÇÃO – PREFEITURA MUNICIPAL DE MARINGÁ. Perfil da Cidade de Maringá: Programa de Investimentos Urbanos. A Prefeitura: Maringá, 1980. COMPANHIA MELHORAMENTOS NORTE DO PARANÁ. Colonização e Desenvolvimento do Norte do Paraná. Ave Maria: Maringá, 1977. Textos publicados em jornais da região em homenagem aos aniversários de Maringá. Diversas obras escritas por pioneiros, contando, em uma perspectiva histórica vivida por eles, a história desde a criação de Maringá até os dias atuais.

5.3.2. Dissertações e Teses SAMPAIO, André Cesar Furlaneto. Análise da arborização de vias públicas das principais zonas do Plano Piloto de Maringá – PR. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2006. FIGUEIREDO, Lauro Cezar. Memória e Experiência de uma Cidade do Paraná: O Caso de Maringá. Tese (Doutorado em desenvolvimento Regional e Urbano) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2005. MARQUES, Renato César. O aeroporto e os fluxos aéreos no contexto da formação do espaço urbano regional, o caso de Maringá – PR. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2005. BELOTO, Gislaine Elizete. Legislação Urbanística: Instrumento de Regulação e Exclusão Territorial. Considerações sobre a Cidade de Maringá. Dissertação (Mestrado em Análise Regional e Ambiental) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2004. BORGES, Willian Antonio. A periferia decorrente da mobilidade centrada no trabalho: A questão do aglomerado urbano de Maringá. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2004. MAROSTICA, Fernanda Beatriz. Calçadas de Maringá – PR: Estruturas e qualidade do espaço em suas vias principais. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2004. RODRIGUES, Ana Lúcia. A pobreza mora ao lado: Segregação socioespacial na Região Metropolitana de Maringá. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2004. COSTA, Luiz Fernando da Silva. Os promotores imobiliários no processo de verticalização das cidades de Maringá, Cianorte e Umuarama. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2002.

Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1980

MENEGUETTI, Karin Schwabe. Desenho Urbano e Qualidade de Vida: O Caso de Maringá – Pr. Dissertação (Mestrado em Análise Regional e Ambiental) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2001. ANGELIS, Bruno Luiz Domingos de. A Praça no Contexto das Cidades : O Caso de Maringá – Pr. Tese (Doutorado em Geografia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000. ENDLICH, Angela Maria. Maringá e o Tecer da Rede Urbana Regional. Dissertação (Mestrado em desenvolvimento Regional) – Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista “Júlio Mesquita Filho” – campus de Presidente Prudente, Presidente Prudente, 1998. TOMAZI, Nelson Dacio. “Norte do Paraná” História e Fantasmagorias. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 1997. LUZ, France. As migrações internas no contexto do Capitalismo no Brasil: A microrregião “Norte Novo de Maringá” – 1950/1980. Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1988. LUZ, France. O Fenômeno Urbano numa zona pioneira: Maringá. Dissertação (Mestrado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1980. MORO, Dalton Aureo. Substituição de culturas e transformações na organização do espaço rural do município de Maringá. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Faculdade de Filosofia, Letras e

Editora Massoni, 2007, p. 23-36

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, A. A. A. São Paulo Debate o Moderno, 1956-1968: Um projeto de pesquisa. In: GITAHY, M. L. C. (Org.) Desenhando a cidade do Século X. São Carlos: Rima - Fapesp, 2005. cap. 6. p. 117-140. BRUAND, Y. – Arquitetura contemporânea no Brasil. Editora Perspectiva, 2003, 398 p. COMPANHIA MELHORAMENTOS NORTE DO PARANÁ. – Colonização e Desenvolvimento do Norte do Paraná. Ave Maria, 1977, 295 p. GONÇALVES, J. H. R. Maringá: algumas facetas coloniais do Projeto Urbanístico. In: MACEDO, O. L. C. ; CORDOVIL, F. C. S.; REGO, R. L. (Org.) Pensar Maringá: 60 anos de Plano. Maringá: HOBSBAWN, E. – Era dos Extremos: o breve século X 1914 – 1991. Companhia das Letras, 1995, 598 p. LUZ, F. – O Fenômeno Urbano numa zona pioneira: Maringá. A Prefeitura, 1997, 215 p. MELLO, J. M. C.; NOVAIS, F. A. Capitalismo tardio e sociabilidade moderna. In: NOVAIS, F. A.; SCHWARCZ, L. M. (Org.) História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 559-658. REGO, R. L. “O desenho urbano de Maringá e a idéia de cidade-jardim”, Revista Acta Scientiarum, vol. 23, No. 6, 2001, p. 1569-1577. RODRIGUES, A. L. – “A pobreza mora ao lado: Segregação socioespacial na Região Metropolitana de Maringá”. Tese (Doutorado) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, Brasil, 2004, 258 p. RODRIGUES, A. L. – “A ocupação urbana da Região Metropolitana de Maringá: uma História de Segregação”, Revista Paranaense de Desenvolvimento, No. 108, janeiro-junho 2005, p. 61-86. RODRIGUES, A. L. Maringá: A segregação planejada. In: MACEDO, O. L. C. ; CORDOVIL, F. C. S.; REGO, R. L. (Org.). Pensar Maringá: 60 anos de Plano. Maringá: Editora Massoni, 2007, p.

101-114. SEVERINO, A. J. – Metodologia de trabalho científico. Cortez Editora, 2002, 335p.

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