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Dados do Centro de Atenção Psicossocial “CAPS PARAÍSO”

Identificação do Responsável Técnico:

Carlos Alberto Xavier

Enfermeiro – COREN / MG nº 79527

Tel.: (33)3344-1208

Cel.: (33)8405-5005

Identificação dos tipos de resíduos

Resíduos sólidos e líquidos tipos A, B, D e E

Composição da equipe de trabalho:

Médico, enfermeiro, farmacêutico, assistente social, psicólogo, pedagogo, técnico em pedagogia, auxiliares em enfermagem, auxiliar administrativo, auxiliar de serviços gerais.

Estratégias de Minimização

Constituídos em vários procedimentos de gestão: preparo, planejamento implantação e conscientização da equipe de enfermagem para a otimização da assistência de modo a produzir menos resíduos, reduzindo o risco de acidentes e contaminação para o profissional e para a população.

Revisão da Metodologia de Compra de Material

O nosso método de compra constitui pesquisa de preço utilizando critério de aprovação para compra de menor preço e a qualidade do produto. É feita a compra de material mensalmente com a reposição do material gasto.

Reuso

Reusamos apenas papel carbono, frascos, caixa de papelão, papel rascunho.

Reaproveitamento

Nosso reaproveitamento é de material usado na administração, e em oficinas terapêuticas (jornais, garrafa peti, restos de EVA, e material para artesanato e jardinagem/horta).

Reciclagem

Coletas para reciclagem fora do nosso ambiente, tais como: papéis em geral, garrafas peti, sacolas, latas.

Recuperação

Recuperamos aparelhos que, por ventura, venham danificarem-se, tais como: mesas, cadeiras, pinças, tesouras, enxadas, entre outras.

Fonte Geradora

São gerados em nosso estabelecimento, tais como: na área administrativa, sala de enfermagem/farmácia, áreas de serviços gerais, cozinha, consultórios, banheiros, oficinas terapêuticas (artesanato, jardim, horta)

Resíduos Gerados

São A, B, D e E, com uma média diária de 05 a 20 kg , dependendo do número de atendimentos realizados.

Identificação das Normas Reguladoras Locais de Coleta e Destinação dos RSS (resíduos sólidos de saúde)

Após a geração do lixo, o mesmo é segregado, acondicionado, identificado e encaminhado para o abrigo de resíduos. O transporte é feito através de carro próprio da Prefeitura Municipal, levando-os para o Aterro Sanitário. Podemos assim, dizer que contamos apenas com a limpeza urbana.

Integração das Normas Com as Rotinas Internas

Os dejetos dos grupos A, B, D e E, após serem segregados de acordo com as normas estabelecidas pela CCIH (comissão de controle de infecções hospitalares), Biossegurança, Manutenção e Limpeza são acondicionados em recipientes com características apropriadas a cada grupo específico, respeitando a padronização de cor e simbologia de cada um.

Identificação dos Atores Envolvidos no Gerenciamento

Médico, enfermeiro, farmacêutica, auxiliares de enfermagem, auxiliar administrativo, funcionários da limpeza e usuários do CAPS.

CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA – resolução RDC n°33 de 25 de fevereiro de 2003, D.O.U. de 05/03/2003, os resíduos sólidos de serviços de saúde (RSSS) são classificados em cinco categorias de acordo com a sua natureza. São classificados em:

Lixo do tipo A - resíduos com risco biológico

Lixo do tipo B - resíduos com risco químico

Lixo do tipo C - resíduos radioativos

Lixo do tipo D - resíduos comuns

Lixo do tipo E - resíduos perfurocortantes.

GRUPO A (POTENCIALMENTE INFECTANTES)

São resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção. Enquadra-se neste grupo:

A1 – Culturas e estoques de agentes infecciosos, resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto hemoderivados, descarte de vacinas de microorganismos vivos ou atenuados, meios de cultura, resíduos de laboratório de genética.

A2 – Bolsas de sangue ou hemoderivados.

A3 – Peças anatômicas.

A4 – Carcaças, peças anatômicas e viscerais de animais e cama dos mesmos.

A5 – Resíduos provenientes de pacientes que contenham ou sejam suspeitos de conter agentes Classe de Risco IV, que apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação.

A6 – Kits de linhas arteriais endovenosas e dialisadores; filtros de ar e gases oriundos de área crítica.

A7 – Órgão, tecidos e fluídos orgânicos com suspeita de contaminação com proteína priônica e resíduos resultantes de atenção à saúde desses indivíduos ou animais.

Essas matérias não podem deixar a unidade geradora sem tratamento prévio. Os resíduos devem ser inicialmente acondicionados de maneira compatível com o processo de descontaminação a ser utilizado.

Após o processo de descontaminação, devem ser acondicionados em saco branco leitoso, resistente a ruptura e vazamento, impermeável, baseada na NBR 9191/2000 da ABNT e substitutivas, respeitados os limites de peso de cada saco. O saco deve ser preenchido somente até 2/3 de sua capacidade, sendo proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento. A identificação dos sacos de armazenamento e dos recipientes de transporte poderá ser feita através de adesivos, desde que seja garantida a resistência destes aos processos normais de manuseio dos sacos e recipientes.

O símbolo que representa o GRUPO A, é o símbolo de substância infectante constante na NBR-7500 da ABNT de março de 2000, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos.

GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DO GRUPO A

Geração de RSS

Sangue e hemoderivados, excreção, secreção e líquidos orgânicos, meio de cultura, tecidos, restos alimentares de áreas de isolamento, resíduos de laboratório de análises clínicas.

Segregação de Resíduos na Origem

Acondicionamento

Autoclavagem

Armazenamento no abrigo de resíduos

Aterro Sanitário

Aterro Sanitário Especial

GRUPO B (QUÍMICOS E MEDICAMENTOS)

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