Leitura e Interpretação de Desenho Técnico

Leitura e Interpretação de Desenho Técnico

(Parte 3 de 6)

Unindo C com A e B obtém-se o triângulo retângulo.

Levanta-se uma perpendicular pelo extremo A e marca-se o ponto D com a medida do lado dado.

Centros em D e B abertura do compasso igual a AB traçamse dois arcos que se cruzam em C.

Unindo-se os pontos obtémse o quadrado ABCD.

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AB = 5,0 cmAD = 3,0cm

RETÂNGULO é um polígono de quatro lados paralelos iguais dois a dois, que formam quatro ângulos retos.

opostos iguais. AB = 4,0cmAD = 2,0cm  = 30º

PARALELOGRAMO é um polígono de quatro lados, tendo os lados opostos paralelos dois a dois e ângulos Construção:

LOSANGO é um quadrilátero de lados iguais, porém com ângulos agudos e obtusos e duas diagonais que formam entre si um ângulo de 90º. Construção:

Circunferência é a figura plana formada por uma linha curva e fechada, cujos pontos são eqüidistantes (têm a mesma distância) de um ponto fixo chamado centro. Círculo é a porção do plano limitada pela circunferência.

Traça-se uma perpendicular pelo extremo A. Marca-se AD (dado) na perpendicular.

Raio AB, centro em D traçase um arco. Raio AD, centro em B traça-se outro arco definindo C.

Unindo-se os pontos obtémse o retângulo.

Pela extremidade A de AB transporta-se o ângulo α dado e marca-se AD no lado do ângulo α.

Centro em D raio AB traça-se um arco. Centro em B raio AD traça-se outro arco que cruza com o primeiro em C.

Unindo os pontos obtém-se o paralelogramo.

Transporta-se o ângulo α no extremo A. Centro em A raio AB marca-se no lado do ângulo transportado o ponto D.

Centros em B e D com raio AB traçam-se 2 arcos que se cruzam em C.

Unindo os pontos obtémse o losango.

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ELEMENTOS DA CIRCUNFERÊNCIA Centro Raio Corda Diâmetro Arco Flecha Secante Tangente

A palavra Polígonos é originária por dois elementos de origem grega, poli (vários) e ágono (ângulos), portanto polígono é a figura geométrica formada por vários ângulos. Classificação:

Obs.: Independente da regularidade de seus de seus lados, um Polígono pode ser ainda:

t s

COROA CIRCULAR ZONA CIRCULARLÚNULA TRAPÉZIO

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CORRESPONDENTES
ÂNGULO CENTRAL

PROCESSO GERAL de BION. PROCESSOS PARTICULARES

3 PARTES 4 PARTES 5 PARTES 6 PARTES

7 PARTES 8 PARTES

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9 Partes10 Partes

* Concordância – Ato ou efeito de concordar. As peças de máquinas possuem às vezes concordâncias que vão de uma linha a outra, de uma linha a um ponto ou entre dois pontos.Para desenhar os arcos correspondentes é necessário que se determinem os centros e os pontos de tangência.

EXERCÍCIOS a) Concordar duas retas r e s perpendiculares entre si com um arco de circunferência de raio r dado = 2,0cm.

b) Concordar duas retas r e s convergentes com um arco de circunferência, conhecendo o vértice V (ângulo agudo = 45º).

(ângulo obtuso = 135º)r = 2,0cm

c) Concordar duas retas s e t convergentes com um arco de circunferência, conhecendo-se o vértice e o raio r

ARCOS CONCORDANDO COM RETAS – Chama-se concordância de duas linhas curvas ou de uma reta com curva, à ligação entre elas, executada de tal forma, que se possa passar de uma para outra, sem ângulo, dobra ou que haja ruptura.

EXEMPLO: 1 – Centro em A, raio r, traça-se um arco que corta r e s em C1 e C2. 2 – Por C1 e C2 levantam-se duas perpendiculares que se cortam em O (PR3 ou PR8). 3 – Centro em O, traça-se o arco pedido.

EXEMPLO: 1 – Centro em V, com abertura qualquer do compasso, descreve-se um arco, determinando C1 em r e C2 em s. 2 – Determina-se a bissetriz b (PR5). 3 – De C1 e C2 traçam-se perpendiculares que se encontram em O (PR3 ou PR8). 4 – Centro em O, raio OC1 ou OC2, descreve-se o arco solicitado.

EXEMPLO: 1 – Traça-se a bissetriz do ângulo tVs (PR5). 2 – Por um ponto qualquer A de t traça-se uma perpendicular (PR3), marcando AB igual a r. 3 – Por B traça-se uma paralela a t que corta a bissetriz O. 4 – Por O traçam-se perpendiculares a t e s (PR8), determinando os pontos de concordância C1 e C2. 5 – Centro em O, traça-se o arco solicitado.

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Dois tipos de linhas podem concordar: - Arco com arco;

- Reta com arco.

ARCO COM ARCO – Para que um arco concorde com outro, é indispensável que o ponto de contato entre ambos esteja numa linha que una os centros, ou seja, para concordar dois arcos, o ponto de concordância assim como os centros dos arcos devem estar sobre uma mesma reta, que é normal aos arcos no ponto de concordância.

RETA COM ARCO - Para que um segmento de reta concorde com um arco é indispensável que se forme um ângulo de 90° entre o raio da circunferência ao qual o arco pertence e o segmento, ou seja, para concordar um arco com uma reta, é necessário que o ponto de concordância e o centro do arco, estejam ambos sobre uma mesma perpendicular à reta.

Quando uma figura geométrica tem pontos situados em diferentes planos, temos um sólido geométrico. Os sólidos geométricos têm três dimensões: comprimento, largura e altura. São separados do resto do espaço por superfícies que os limitam. E essas superfícies podem ser planas ou curvas. Sólidos limitados por superfícies planas: prisma, o cubo e as pirâmides.

Elementos

EXEMPLO: 1 – Traça-se o raio O1C, prolongando-se indeterminadamente. 2 – Centro em um ponto O2 qualquer do prolongamento, descreve-se o outro arco solicitado de raio O2C.

EXEMPLO: 1 – Traça-se a perpendicular C1C2 comum às duas semi-retas. 2 – Determina-se C3, um ponto qualquer de C1C2. 3 – Traçam-se as mediatrizes de C1C3 e C3C2, determinando-se, respectivamente, O1 e O2 (PR1). 4 – Centro em O1, com raio O1C1, e em O2, com raio O2C2, descrevem-se os arcos pedidos.

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A pirâmide é outro tipo de sólido geométrico. Ela é formada por um conjunto de planos que decrescem infinitamente. Elementos:

São formados pela rotação de figuras planas em torno de um eixo. Rotação significa ação de rodar, dar uma volta completa. A linha que gira ao redor do eixo formando a superfície de revolução é chamada linha geratriz.

CILINDRO – limitado lateralmente por uma superfície curva. A figura plana que forma as bases do cilindro é o círculo.

CONE – A formação do cone pode ser imaginada pela rotação de um triângulo retângulo em torno de um eixo que passa por um dos seus catetos.

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