analise e projeto de sistemas

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(Parte 6 de 10)

Operação de Modificação ou Exclusão

Um exemplo, agregando todos aspectos da simbologia:

A entidade externa é sempre um elemento ativo. Ela aciona processos, mediante o envio de estímulos (fluxos de dados ou fluxo de controle). No caso acima, o cliente envia um fluxo de dados, acionando o processo cadastrar pedidos, o qual, utiliza o cadcliente e cadlivro em operações de input, e o cadpedido para operações de i-o.

Cliente

Cadastrar Pedidos

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Para empregar uma representação com mesmo significado (redundância) no mesmo desenho do DFD, utiliza-se alguns recursos.

Para obter um bom desenho global do DFD, procure seguir algumas normas que são observadas como um consenso no desenho do mesmo:

Evite erros grosseiros, conforme definido abaixo:

- Jamais um fluxo de dados parte de um depósito e vai para outro depósito sem a intermediação de um processo.

- Um fluxo de dados nunca parte de uma entidade externa diretamente para o depósito; sempre há um processo intermediando.

- Também não é possível um fluxo partir de uma entidade externa diretamente para outra entidade externa.

- Igualmente, um fluxo jamais parte de um depósito diretamente para uma entidade, sempre há a intermediação de um processo.

Exercícios Desenvolver um D.F.D. para cada enunciado abaixo:

1. “O caixa do banco recebe cheque para descontar. Ele verifica na ficha do cliente se há saldo disponível, em caso afirmativo, dá o dinheiro; caso contrário devolve o cheque” 2. “O professor passa para a secretaria 4 notas de cada aluno que possui. A secretaria calcula a média de cada um e anota o resultado na ficha do aluno. Quando o aluno solicitar sua média, a secretaria consulta a ficha dele, anota a mesma em um papel e entrega ao aluno”

Cliente Cliente Cadpedido Cadpedido1 1

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3. “Para fazer um bolo, pega-se ovos, fermento, leite e manteiga na geladeira. O açúcar e a farinha encontram-se no armário. Se estiver faltando um destes ingredientes, deve-se compra-los no supermercado. Mistura-se todos os ingredientes até formar a massa. A massa deve ficar em repouso por uma hora. Depois deste tempo, deve-se colocar a massa no forno em fogo baixo. Após uma hora e trinta minutos, retirar do forno e deixar sobre a mesa para resfriar. Quando resfriar, acrescentar a cobertura a gosto, em seguida, guardar na geladeira.”

5.3. Dicionário de Dados

O dicionário de dados é uma coleção de dados a respeito de dados. A idéia básica é fornecer informações sobre a definição, a estrutura e a utilização de cada elemento de dados que o sistema utiliza. Elemento de dado é a unidade de dados que não pode ser decomposta.

Ao se falar em dicionário de dados, temos que lembrar duas concepções de organização hierárquica de dados hoje existentes:

a) Organização Hierárquica Tradicional Geralmente é utilizada por linguagens de 3ª geração e possui a estrutura que segue:

b) Organização Hierárquica Emergente

Estrutura conceitual mais recente, com advento das linguagens de 4ª geração, bancos de dados e orientação a objeto.

Arquivo

Registro

Campo SubCampo

Estrutura de Dado Elemento de Dado

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Estrutura de dados – são formadas de elementos de dados ou de outras estruturas de dados, ou uma mistura de ambos.

Elemento de dado – dados que não necessitam de decomposição para o fim a que se destinam.

Por que utilizar um dicionário de dados ?

A razão mais óbvia é a documentação. Contudo, esta é uma visão simplista de sua necessidade. Em uma organização, diferentes pessoas ou grupos, poderão definir um elemento de dados específico de modo bastante diferente.

Exemplo. “Em uma escola, um Analista de Sistemas, conversou com três pessoas pessoas: a secretária, a tesoureira e o professor. Na conversa individual com cada um, todos citaram um elemento de dados chamado “tipo de aluno”, contudo, para cada um deles este dados tinha conteúdo diferente: Secretária – Boa nota, má nota Tesoureira – Bom ou mal pagador Professor – Muito esforçado, pouco esforçado.”

O inverso também acontece, nomes diferentes para referenciar o mesmo conteúdo. Por exemplo: registro do empregado, código do funcionário ou nº de identificação funcional podem ser exatamente a mesma coisa.

Perceba, portanto, as implicações amplas de um dicionário de dados no desenvolvimento de sistemas. Se todos os desenvolvedores envolvidos em um sistema, tiverem que utilizar descrições de dados a partir de um dicionário comum, vários problemas potencialmente graves poderão ser evitados.

Para qualquer dado procure sempre definir : - um nome de identificação

As formas de especificar ou documentar estas informações acerca de um dado, tem alguma variação. Normalmente, se estiver utilizando linguagem de 4ª geração terá a sua disposição um dicionário de dados pertinente a linguagem. O mesmo pode-se verificar em ferramentas orientadas a objetos, ou ainda, pode-se lançar mão de softwares especialmente construídos para tal fim, que possuam uma interface com sua plataforma de desenvolvimento.

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6O Proceso de Análise –– MMoodelloo Esencial

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O Modelo Essencial ou Análise Essencial é uma evolução dos métodos antecessores no desenvolvimento de sistemas, conforme mostra a tabela abaixo:

Convencional / Tradicional Surgiram no início dos anos

50 e foram muito utilizados até 1975

Totalmente funcional Textos Fluxogramas

Estruturado Começou a partir de 1975 e ainda deverá continuar a ser utilizado mais alguns anos por algumas empresas Chris Gane / 1979 Yourdon / 1979

FuncionalDados

DFD Diagrama de Estrutura de dados Especificação dos processos Normalização Dicionário de dados

Essencial Trata-se de um aprimoramento do estruturado que teve início em 1984. Sthepehn McMenamim John Palmer

Essência Funcional Dados

Integração Funcional e Dados

DFD de Contexto DFD por eventos Tabela de Eventos Diagrama Entidade Relacionamentos Diagrama de Estrutura Normalização Dicionário de dados

Orientado a Objetos Decorrente dos conceitos já existentes na programação - Simula (67) / Smalltalk(70). Mais nova Abordagem sobre Análise. Final década 80.

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