(Parte 5 de 10)

 a.    Textos:

Mt 24.37-41

Mc xxx

Lc 17.26-37;

 

b.    Dilúvio: “comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento

c.    Destruição de Sodoma e Gomorra: “O mesmo aconteceu nos dias de Ló: Comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar”.

d.    Coisas legítimas: só Deus pode lançar luz sobre nossa relação com bens, trabalho e afetos: O que devemos deixar? Como o mundo tem nos enredado?

e.    Exortação de Jesus:Lembrai-vos da mulher de Ló.” (Lc 17.32);

f.      Exortação de Paulo: “Isto, porém, vos digo, irmãos, que o tempo se abrevia; o que resta é que não só os casados sejam como se não o fossem; mas também os que choram, como se não chorassem; e os que alegram, como se não alegrassem; e os que compram, como se não possuíssem; e os que se utilizam deste mundo, como se dele não usassem...” (1Co 7.29-31).

 

COMPARAÇÃO COM LADRÃO:

 a.    Textos:

Mt 24.43-44;

Mc xxx

Lc 12.35, 39-41;

 

b.    Texto paralelo: “o dia do Senhor vem como ladrão de noite... mas, vós... não estais em trevas, para que esse dia vos apanhe de surpresa” (1 Ts 5.1-6);

c.    Vigiar: 1) observar atentamente; 2) espreitar; 5) tomar cuidado; 6) estar acordado; atento; 7) estar de sentinela; 8) precaver-se ou acautelar-se (Aurélio);

                                   i. Pergunta: “Senhor, dizes essa parábola a nós, ou também a todos?” (12.41)

                                 ii.Resposta: “O que, porém, vos digo, digo a todos: Vigiai!” (Mc 13.37)

d.    Idéia central: ninguém sabe quando o ladrão vem, por isso, vigie sempre;

e.    Aplicação: os sinais devem servir de alerta e prevenção para os crentes.

 

PARÁBOLA DO SERVO BOM E DO SERVO MAU:

 a.    Textos:

Mt 24. 45-51;

Mc 13.34-37

Lc 12.42-48;

 

b.    4 tipos de servos: 1) fiel e prudente (v 42); 2) ímpio (v 45); 3) preguiçoso (v 47); 4) ignorante (v 48);

c.    Perseverar: 1) conservar-se firme e constante; persistir, prosseguir, continuar; 2) continuar a ser ou ficar; manter-se, permanecer, conservar-se, persistir; 3) conservar a sua força ou ação; continuar, perdurar, subsistir, persistir (Aurélio).

PARÁBOLA DOS TALENTOS:

 a.    Textos:

Mt 25.14-30

Mc xxx

Lc 19.11-27

 

b.    3 servos:

                                   i. 2 servos fiéis: negociaram bem e conseguiu dobrar os talentos;

                                 ii. 1 servo mau: enterrou o talento e acusou o senhor de ser injusto.

PARÁBOLA DAS VIRGENS:

 a.    Textos:

Mt 25.1-13;

Mc xxx

Lc 12.35-38;

 

b.    Personagens: 1) noivo; 2) virgens néscias (loucas); 3) virgens prudentes;

c.    Elementos: 1) lâmpada; 2) azeite;

d.    Exortação: “Em verdade vos digo que não vos conheço” (Mt 25.12);

e.    Exortação: "Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram" (Lc 12.35). 

ESCATOLOGIA EM DANIEL

Texto devocional:

"Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Ef 5.15-16).

Texto Básico: Daniel 9.24-27

 

Neemias 2.1-8: Artaxerxes I, rei da Pérsia, foi elevado ao trono em 465 a.C. Logo, o "ano vigésimo do rei" deu-se em 445 a.C. E como não está indicado o dia do mês, fica entendido ser o primeiro dia do mês nisã (conforme costume judaico), que em nosso calendário corresponde a 14 de março. Daí porque o ponto de partida da profecia, ou seja, a "ordem para reedificar Jerusalém" (Daniel 9.25) é o dia 14 de março de 445 a.C. Conforme cálculo, o fim das 69 semanas, contadas a partir de 14.3.445 a.C., deu-se em 6 de abril de 32 d.C., data em que Jesus foi aclamado Rei em Jerusalém: "Bendito o Rei que vem em nome do Senhor" (Lucas 19.28-40).

LIVRO DE DANIEL

  • Se não entendermos bem a profecia das SETENTA SEMANAS, tampouco entenderemos o Sermão profético de Mateus.24, e nem o livro de Apocalipse, uma vez que exata profecia abrange esses dois.

  • Quase todo o livro de Apocalipse (Cap.6 a 22) é apenas uma aplicação da profecia preditiva das Setentas Semanas de Daniel.

  • Em outras palavras: Deus deu a Daniel um quadro geral dos eventos futuros relacionados com Israel; e a João, no Apocalipse, Deus deu detalhes desses eventos.

  • Esta é uma das belezas da Palavra de Deus, quando Ele discorre para o futuro.

  • Nenhum outro jamais poderia fazer tal coisa, pois a Onisciência é um dos atributos exclusivos de Deus, e nos mostra também a veracidade da Bíblia, pois muitos fatos preditivo dessa profecia, já se cumpriram.

  • O estudo desta profecia torna-se mais edificante e empolgante quando consideramos que estamos vivendo agora no "TEMPO DO FIM", de que falou o profeta Daniel em.(Dn.8:17-19; Dn.10:14; Dn.12:4).

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DANIEL

ESTATURA

FORNALHA DE FOGO

LOUCURA DE REI

ESCRITA PAREDE

COVA LEÕES

4 ANIMAIS

CARNEIRO E BODE

70 SEMANAS

VISÕES

DANIEL E OS SONHOS DOS OUTROS

ANJO E AS VISÕES DE DANIEL

ARAMAICO

HEBRAICO

GENTIOS

JUDEUS

Analise do Livro de Daniel

Mensagem: “A Soberania Universal de Deus”.

Versos Chaves: 2:22, 4:25.

Um companheiro do livro de Apocalipse.

 

AUTOR: Daniel, como Ezequiel, esteve cativo em Babilônia. Foi trazido perante o rei Nabucodonosor em sua juventude e instruído na língua e nas ciências babilônicas (caldaicas), 1:17-18.

 

SUA VIDA é similar à de José - foi elevado ao cargo mais alto do reino (2:48), manteve sua vida espiritual em meio a uma corte pagã, 6:10.

 

TEMA PRINCIPAL: A soberania de Deus sobre os assuntos dos homens em todas as épocas. As confissões do rei pagão deste fato constituem os versículos chave deste livro, 2:47; 4:37; 6:26.

 

PERSONAGENS:

Daniel (“Deus é meu juiz”)

Beltessazar (“um servo de Bel”)

Hananias (“o Senhor é bondoso”)

Sadraque (“inspirado pelo deus sol”)

Misael (“quem é o que Deus é”)

Mesaque (“quem é o que o deus lua é”)

Azarias (“o Senhor ajuda”)

Abednego (“servo de Nebo”)

SEÇÃO I. É principalmente uma narrativa biográfica pessoal e uma história local. Contém eventos comovedores e incomparáveis de intervenções divinas no antigo Testamento.

 

O livro se refere a seis conflitos morais nos quais participaram Daniel e seus companheiros.

 

Primeiro conflito. Entre a intemperança pagã e a abstinência escrupulosa a bem da saúde.

 

A abstinência obtém a vitória, 1:8-15.

 

Segundo conflito. Entre a magia pagã e a sabedoria celestial na interpretação de sonhos.

 

A sabedoria divina obtém a vitória, 2:1-47.

 

Terceiro conflito. A idolatria pagã confrontada pela lealdade a Deus.

 

A lealdade a Deus obtém a vitória, 3:1-30.

 

Quarto conflito. O orgulho de um rei pagão confrontado pela soberania divina.

 

Deus é vencedor - O rei foi lançado fora a comer erva, 4:4-37.

 

Quinto conflito. O grande sacrilégio contra as coisas sagradas.

 

A reverência obtém a vitória - a escritura na parede. Belsazar é destronado, 5:1-30.

 

Sexto conflito. Entre o complô perverso e a providência de Deus para com os seus santos.

 

A providência obtém a vitória. Deus fecha a boca dos leões, 6:1-28.

 

SEÇÃO II. Visões e profecias que relatam como a poderosa mão de Deus muda o cenário no panorama da história, caps. 7-12.

 

INTERPRETAÇÃO: O livro de Daniel é companheiro do livro de Apocalipse; ambos contém muita linguagem figurada.

 

No capítulo 7 muitos comentaristas vêem as quatro bestas como representando os quatro grandes impérios: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, e Roma (vs. 1-7), seguidos por uma visão do Messias que vem.

 

No capítulo 8 aparece outro período da história medo-persa e grega sob a figura de uma besta.

 

O capítulo 9 contém a oração de Daniel e uma profecia velada do tempo da vinda do Messias.

 

Os capítulos 10, 11 e 12 contém predições adicionais de longo alcance e revelações de acontecimentos futuros.

 

PORÇÕES SELETAS:

 

(1) O propósito de Daniel, 1:8.

(2) A pedra do monte, 2:44-45.

(3) A resposta dos três jovens hebreus, 3:16-18.

(4) A festa de Belsazar, cap. 5.

(5) Daniel na cova dos leões, 6:1-24.

(6) A visão do juízo, 7:9-14.

(7) A promessa aos ganhadores de almas, 12:3.

 

DANIEL

 

Daniel, tal qual Ezequiel, encontrava-se entre os que foram levados cativos para Babilônia, por ocasião da invasão da Palestina pelas hostes de Nabucodonosor. 1:1-3

Admite-se que procedia de família de alta estirpe, talvez da Casa Real. Foi levado para Babilônia aos 16 anos de idade, oito anos antes de Ezequiel. Sendo assim, conclui-se que Daniel seguiu entre os capturados por ocasião da primeira invasão no terceiro ano de Jeoiaquim, ao passo que Ezequiel foi levado após a segunda invasão.

Toda a sua vida desde então, passou-se na Babilônia (1:21) num período de 69 anos. No seio de uma Corte corrupta ele viveu uma vida santa, tanto assim é que, em Ezequiel 14:14-20, Daniel é apontado como padrão e modelo de justiça.

Embora pertencesse a uma raça cativa, embora nunca abandonasse sua devoção e lealdade a Jeová, alcançou o mais alto cargo da administração pública e exerceu seu poderoso ministério político nos 3 impérios: babilônico, medo e persa.

 

PROFETA

 

Não era exclusivamente um servidor público do Estado, mas, sobretudo, um profeta de Deus. Suas profecias, dirigidas, de maneira particular, às nações gentílicas, antes mesmo que aos de sua raça, figuram, em nível igual, ao lado das mais notáveis da Bíblia.

 

O “IMPRIMATUR” DO SENHOR JESUS

 

Em Mat. 24:15, o Senhor confirma a inspiração divina deste livro. O próprio título do Senhor é baseado em Daniel 7:13, “filho do homem”.

MENSAGEM

 

Tem diversas mensagens. Os servos do Senhor leais e obedientes (1) freqüentemente são abençoados com vitórias neste mundo, 1:9,20 – 2:48,49 e (2) Deus lhes confia Seus segredos, 2:19, 22, 47; (3) Em tempos de sofrimento e provação, eles têm o conforto da Sua presença, 3:25. (4) Ergue-se também forte clamo contra o orgulho, 4:30-37 (5) em não honrar e glorificar a Deus, 5:22 e 23. Mas sua mensagem principal é proclamar a soberania universal de Deus, 4:25.

 

ANÁLISE

 

Contém duas divisões principais. A primeira trata, especialmente, de eventos históricos. A segunda de visões, e então de interpretações. O nome de Daniel, significa “Deus é meu juiz” (sugerindo a defesa que Deus lhe prestava) ou “Juiz de Deus”, isto é, aquele que transmite o juízo em nome do Senhor. Sugerem-se 6 divisões menores, como segue:

 

1) Histórica – escrita por Daniel na 3ª pessoa.

 

a) Costumes pagãos (julgados):

 

Tendo sido dedicado a Baal (seu novo nome significa que ele seria um favorito de Baal), contudo permaneceu fiel a Jeová.

Ele e seus companheiros recusaram-se a comer, no Palácio do Rei pagão, carne de animais sacrificados aos ídolos.

Deus lhe abençoou e aos seus companheiros, pela sua lealdade e deu-lhes a vitória.

 

b) Filosofia pagã (julgada)

 

Os filósofos pagãos (magos, astrólogos e encantadores) fracassaram na interpretação do sonho.

A interpretação do sonho indica o curso e fim do domínio mundial pelos gentios, desde os dias de Daniel até o fim desta era.

Notemos a Pedra, 2:34,35 que não cresce até que tenha feito em pedaços a grande imagem. É depois da destruição total do domínio gentílico que se estabelece o Reino de Deus.

 

c) Orgulho Pagão (julgado)

 

A construção desta grande imagem foi uma tentativa de Nabucodonosor para unificar as religiões do seu império por deificar-se a si mesmo.

Esta tentativa será repetida pela Besta, o último cabeça do domínio mundial gentílico. Apoc. 13:11-15 e 19:20.

Notai a significação da elevação em nossos dias, do Humanismo religioso.

 

d) Impiedade pagã (julgada)

 

Pela morte de Belsazar.

Das inscrições achadas e decifradas, sabemos agora que Belsazar e seu pai Nabucodonosor, reinaram juntos no Império Babilônico.

Enquanto Belsazar caía morto na captura da cidade imperial, seu pai se entregava em Borsippa.

 

e) Perseguidores pagãos (julgados)

 

Daniel teria mais ou menos 80 anos quando lhe sobreveio esta prova.

Daniel pôs a Deus em primeiro lugar e Deus o defendeu.

Veja como Deus foi glorificado pela lealdade do seu servo.

 

2) Profética – escrita na 1ª pessoa

 

As nações do mundo julgadas (o estabelecimento do Reino Eterno)

 

a) Visão das Bestas – cap. 7.

 

No cap. 2, os reinos do mundo ser vêem, pelo rei pagão, na sua glória e unidade exterior, mas sem vida – um colosso de metal.

Neste capítulo, eles aparecem ao profeta em seu aspecto real, como se fosse instinto com vida – vida meramente bestial, poder animal, terrível.

Visão do Carneiro e do Bode – cap. 8

Dando mais particularidades concernentes aos reinos, medo, persas e macedônio (versos 5 e 8 tanto impressionaram ao grande Alexandre Magno que ele preservou a Israel).

 

b) Visão das 70 semanas – cap. 9

 

Este é um capítulo muito importante. As setenta semanas são setenta períodos, cada um com 7 anos.

 

c) Visão do Senhor – cap. 10

 

Nos versos 1-9 e 16 até o fim, temos a visão do Senhor, mas nos versos 10-15 surge um anjo.

Mais profecias a respeito dos tempos de Daniel até ao final dos tempos – cap. 11 – cap. 12:3.

As últimas palavras – cap. 12:4 até ao fim.

 

Detalhes:

Cenário Histórico da Profecia (Dn.9:1-2).

  • (V.1).." No ano primeiro de Dario........Isso teve então lugar após (Dn.5:31).

    • Estava chegando o final dos Setenta anos de Cativeiro do povo judeu.

  • (V.2).." eu, Daniel, entendi pelos livros......Daniel possuía uma biblioteca, cujos livros ele estudava, e entre esses estavam os da Bíblia de então.

    • Daniel menciona aqui, no (V.2), as profecias de Jeremias.

  • Hoje podemos Ter mais conhecimentos ainda, porque dispomos de livros das Escrituras como o Apocalipse, que ele não tinha.

  • A profecia de Jeremias, mencionada diz:

    • (Jr.25:11-12).." E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto, e estas nações servirão ao rei da Babilônia setenta anos".

  • (V.12).." Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei da Babilônia, e esta nação, diz o SENHOR, castigando a sua iniqüidade, e a da terra dos caldeus; farei deles um deserto perpétuo.

  • (Jr.29:10).." Porque assim diz o SENHOR: Certamente que, passados setenta anos na Babilônia, vos visitarei e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando-vos a trazer a este lugar.

  • Esse rei de que fala a profecia já fora castigado. Então Daniel chegou a conclusão que já estava no tempo para terminarem as "Assolações de Jerusalém ", a qual continuava destruída.

A Oração de Daniel (Dn.3-19).

  • Daniel era homem de Oração e Jejum.

  • Certamente temos aí uma das razões por que sempre permaneceu firme na fé, vivendo e trabalhando nas " Alturas " palacianas sem se corromper.

  • Davi deu o mesmo testemunho no Salmo.18:33..."E me firmou nas minhas alturas".

  • Deus pode guardar o crente nas altas posições, sejam quais forem que venha a ocupar. Muitos crentes, ao subirem nesse sentido, infelizmente começam a " Descer " espiritualmente. O caminho certo nesses casos é o da Oração e da Palavra, como fez Daniel.

  • Uma coisa tocante nesta Oração de (Daniel.9:3-19) é o fato de ele confessar os pecados da sua nação como se fossem os seus. Dessa forma Daniel identificou-se com o seu povo.

  • (Dn.9:5).." pecamos, e cometemos iniqüidade, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos;

  • Daniel sabia conjugar os verbos Biblicos na primeira pessoa

Um Anjo na Missão da Resposta à Oração (Dn.9:20-23)

  • (D.9:21).." estando eu, digo, ainda falando na oração, do varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente e tocou-me à hora do sacrifício da tarde.

  • Daniel não chegou a concluir a sua Oração. A resposta divina veio antes da sua conclusão!

  • Deus mobilizou um dos anjos mais proeminentes para isso - Gabriel.

    • Porque o mais proeminente? Porque o anjo Gabriel declarou que seu local de permanência é na presença de Deus..

  • (Lc.1:19).." E, respondendo o anjo, disse-lhe: Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado a falar-te e dar-te estas alegres novas".

  • A sublime missão do anuncio do nascimento do Senhor Jesus foi-lhe confiada, bem como a do seu precursor - João Batista....(Lc.1:11-22; Lc.1:26-38).

    • (Dn.9:21).." veio voando rapidamente.

    • Anjos são seres celestiais que se deslocam com rapidez incrível, além da concepção da mente humana.

    • Os anjos santos são liderados por Miguel, o arcanjo (Isto é, o chefe dos anjos).

    • Os anjos maus, decaídos, são chefiados por Lúcifer, o arcanjo que pecou e revoltou-se contra Deus.

  • (Dn.9:21).." tocou-me à hora do sacrifício da tarde.

    • Os Judeus tinham dois sacrifícios diários contínuos:

      • Pela manhã.

      • E a tarde.

  • O sacrifício da tarde era oferecido no crepúsculo, isto é ao por do sol (Ex.29:4,8).

  • É uma boa coisa começar e terminar o dia com Oração.

  • (Dn.23).." Porque és mui amado. Que maravilha da graça de Deus, e do seu amor, ser amado no céu!

SETENTA SEMANAS

Setenta Semanas Estão determinadas sobre o teu povo..(Dn.9:24).

  1. Extinguir a transgressão

  2. Dar fim aos pecados

  3. Expiar a iniqüidade

  4. Trazer a justiça eterna

  5. Sela a visão e a profecia

  6. Ungir o Santo dos santos

Circunstâncias e observações sobre a profecia das Setenta Semanas:

  1. Findaram-se os 70 anos e não ocorria o repatriamento dos judeus..(Dn.9:2; Jr.25:11-12;29:10).

  1. Por que 70 anos de cativeiro e nem mais nem menos? Tratava-se de disciplina de Israel por quebra deliberada dos preceitos divinos (Leviticos.25:3-5; 26:14,33-35; Cronicas.36:21).

  • O cativeiro de Judá foi, em grande parte, fruto da desobediência dos Judeus quanto às palavras do Senhor.

  • Vemos na passagem de Levíticos que Deus determinou a observância de uma ano Sabático, ou de Descanso, quando a terra descansava. Isso devia ser observado cada 7 anos.

  • Ora, durante os quase 500 anos que vão da monarquia de Israel ao seu cativeiro, eles não cumpriram o preceito do Senhor.

    • Resultado: Deus mesmo fez a terra repousar, mantendo seus maus " Inquilinos " fora por 70 anos.

  • Ora, 70 anos é o total de anos Sabáticos ocorridos no espaço de 490 anos.

  • (IICron.36:20-21).." E os que escaparam da espada levou para a Babilônia; e fizeram-se servos dele e de seus filhos, até ao tempo do reino da Pérsia,

  • (V.21).." para que se cumprisse a palavra do SENHOR, pela boca de Jeremias, até que a terra se agradasse dos seus sábados; todos os dias da desolação repousou, até que os setenta anos se cumpriram.

  • Deus lida muito bem com pessoas e nações que quebram as suas leis, mesmo as civis, como esta que acabei de mencionar.

  1. As Setentas Semanas da profecia em foco (Dn.9:24-27) são Semanas de anos; não de dias.

Eis o porque disso:

  • O original não diz " SEMANA ", e sim "SETES " (Setenta Setes).

Quando se trata de semana de dias, como em (Dn.10:2,3), é acrescentado, em hebraico, a palavra para dias: "YAMIN " .

  • É Bíblica a expressão "Semana de anos". (Ler Lv.25:8; Nm.14:34; Ez.4:7).

Aplicação prática de uma "Semana de anos" (Gn.29:20-27).

  • Os seis ditosos eventos preditos, a respeito de Israel, em (Dn.9:24), ainda não se cumpriram.

  • Em (Dn.9:27), por ocasião da última das Setenta Semanas, a Bíblia diz:

(Dn.9:27).." E ele fará firme aliança com muitos por uma Semana"

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