Manual de normas e rotinas de procedimentos para a enfermagem

Manual de normas e rotinas de procedimentos para a enfermagem

(Parte 4 de 5)

1. Recepcionar o paciente. 2. Orientar o procedimento ao paciente. 3. Orientar o paciente a permanecer em pé, ereto, com braços afastados do corpo e com mínimo de roupas possível. 4. Colocar a fita métrica ao redor do quadril, na área de maior diâmetro, sem comprimir a pele. 5. Manter a fita métrica ajustada no mesmo nível em todas as partes. 6. Realizar a leitura. 7. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 8. Registrar o procedimento em planilha de produção. 9. Lavar as mãos. 10. Manter a sala em ordem.

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 020 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: MEDIDA DE ESTATURA

EXECUTANTES: Enfermeiro, Técnicos e auxiliares de enfermagem.

MATERIAL: 1. Antropômetro.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: Crianças menores de 2 anos: 1. Recepcionar. 2. Lavar as mãos. 3. Deitar a criança no centro do antropômetro descalça e com a cabeça livre de adereços. 4. Manter, com a ajuda da mãe/ responsável: - a cabeça da criança, apoiada firmemente contra a parte fixa do equipamento, com o pescoço reto e o queixo afastado do peito; - os ombros totalmente em contato com a superfície de apoio do antropômetro;

- os braços estendidos ao longo do corpo, as nádegas e os calcanhares da criança em pleno contato com a superfície que apóia o antropômetro. 5. Pressionar, cuidadosamente, os joelhos da criança para baixo, com uma das mãos, mantendo-os estendidos. Juntar os pés, fazendo um ângulo reto com as pernas. Levar a parte móvel do equipamento até as plantas dos pés, com cuidado para que não se mexam. 6. Realizar a leitura do comprimento quando estiver seguro de que a criança não se moveu da posição indicada. 7. Retirar a criança. 8. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 9. Registrar o procedimento em planilha de produção. 10. Lavar as mãos. 1. Manter a sala em ordem.

Crianças maiores de 2 anos, adolescentes e adultos: 1. Posicionar o paciente descalço, com a cabeça livre de adereços, no centro do equipamento. 2. Solicitar ao paciente que permaneça de pé, ereto, com os braços estendidos ao longo do corpo, com a cabeça erguida, olhando para um ponto fixo na altura dos olhos. 3. Solicite ao paciente que encoste os calcanhares, ombros e nádegas em contato com o antropômetro/ parede. 4. Abaixar a parte móvel do equipamento, fixando-a contra a cabeça, com pressão suficiente para comprimir o cabelo. 5. Solicitar ao paciente que desça do equipamento, mantendo o cursor imóvel. 6. Realizar a leitura da estatura, sem soltar a parte móvel do equipamento. 7. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000).

8. Registrar o procedimento em planilha de produção. 9. Lavar as mãos. 10. Manter a sala em ordem.

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 021 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: MEDIDA DE PERÍMETRO TORÁCICO

EXECUTANTES: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de enfermagem.

MATERIAL: Fita Métrica.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. Colocar a criança deitada ou sentada de acordo com a idade da criança. 2. Segurar a fita métrica, no ponto zero, passando-a pelo dorso, na altura dos mamilos. 3. Manter a fita ajustada no mesmo nível em todas as partes do tórax. 4. Realizar a leitura. 5. Anotar na ficha clínica, gráfico de desenvolvimento e crescimento e cartão da criança. 6. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 7. Registrar o procedimento em planilha de produção. 8. Lavar as mãos. 9. Manter a sala em ordem.

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 022 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: MEDIDA DE PESO

EXECUTANTES: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de enfermagem.

MATERIAIS: 1. Balança. 2. Álcool 70%.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: Em balança pediátrica ou “tipo bebê”: 1. Destravar a balança. 2. Constatar que a balança está calibrada. Caso contrário calibrá-la. 3. Travar a balança novamente. 4. Lavar as mãos. 5. Despir a criança com o auxílio da mãe/responsável. 6. Colocar a criança sentada ou deitada no centro do prato, destravar a balança. 7. Orientar a mãe/responsável a manter-se próximo, sem tocar na criança e no equipamento. 8. Mover os cursores, maior e menor, sobre a escala numérica para registrar o peso. 9. Esperar até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados. 10. Travar a balança. 1. Realizar a leitura de frente para o equipamento com os olhos no mesmo nível da escala. 12. Retirar a criança e retornar os cursores ao zero na escala numérica. 13. Registrar o peso no prontuário e no cartão da criança. 14. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 15. Registrar o procedimento em planilha de produção. 16. Proceder a assepsia do prato da balança com álcool a 70%. 17. Lavar as mãos. 18. Manter a sala em ordem

Em balança pediátrica eletrônica (digital):

1. Ligar a balança e certificar-se que a mesma encontra- se zerada. 2. Despir a criança com o auxílio da mãe/ responsável. 3. Colocar a criança, sentada ou deitada, no centro da balança. 4. Orientar a mãe/ responsável a manter-se próximo, sem tocar na criança e no equipamento. 5. Realizar a leitura, quando o valor do peso estiver fixo no visor. 6. Retirar a criança. 7. Registrar o peso no prontuário e no Cartão da Criança. 8. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 9. Registrar o procedimento em planilha de produção. 10. Proceder a assepsia do prato da balança com álcool a 70%. 1. Lavar as mãos. 12. Manter a sala em ordem.

6. Mover os cursores, maior e menor, sobre a escala numérica para registrar o peso

Em balança mecânica de plataforma: 1. Destravar a balança. 2. Verificar se a balança está calibrada. Caso contrário calibrá-la. 3. Travar a balança. 4. Posicionar o paciente de costas para a balança, no centro do equipamento, descalça, com o mínimo de roupa possível, com os pés juntos e os braços estendidos ao longo do corpo. 5. Destravar a balança. 7. Esperar até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados. 8. Travar a balança. 9. Realizar a leitura de frente para o equipamento, a fim de visualizar melhor os valores apontados pelos cursores. 10. Solicitar ao paciente que desça do equipamento. 1. Retornar os cursores ao zero na escala numérica. 12. Registrar o peso no prontuário do paciente e no cartão da criança (para crianças menores de 7 anos de idade). 13. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 14. Registrar o procedimento em planilha de produção. 15. Proceder a assepsia do prato da balança com álcool a 70%. 16. Lavar as mãos. 17. Manter a sala em ordem.

Em balança eletrônica (digital): 1. Ligar a balança, esperar que o visor zere. 2. Posicionar o paciente no centro da balança descalça, com o mínimo de roupa possível, ereto, com os pés juntos e os braços estendidos ao longo do corpo. 3. Realizar a leitura após o valor do peso estiver fixado no visor. 4. Retirar o paciente da balança. 5. Registrar o peso no prontuário do paciente e no cartão da criança (para crianças menores de 7 anos de idade). 6. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 7. Registrar o procedimento em planilha de produção. 8. Proceder a assepsia do prato da balança com álcool à 70%. 9. Lavar as mãos. 10. Manter a sala em ordem.

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 023 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: Medida de Pressão Arterial

EXECUTANTES: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de enfermagem.

MATERIAIS: 1. Esfigmomanômetro Aneróide ou de coluna de mercúrio. 2. Estetoscópio.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. Explicar o procedimento ao paciente, questionar sobre uso de medicação, horário e queixas. 2. Certificar-se de que o paciente não está com a bexiga cheia, não praticou exercícios físicos, não ingeriu bebidas alcoólicas, café, alimentos, ou fumou até 30 minutos antes da medida. 3. Utilizar manguito de tamanho adequado ao braço do paciente, cerca de 2 a 3 cm acima da fossa antecubital, centralizando a bolsa de borracha sobre a artéria braquial. A largura da bolsa de borracha deve corresponder a 40% da circunferência do braço e o seu comprimento e envolver pelo menos 80% do braço. 4. Manter o braço do paciente na altura do coração, livre de roupas, com a palma da mão voltada para cima e cotovelo ligeiramente fletido. 5. Posicionar os olhos no mesmo nível da coluna de mercúrio ou do mostrador do manômetro aneróide. 6. Palpar o pulso radial e inflar o manguito até seu desaparecimento, para a estimativa do nível da pressão sistólica; desinflar rapidamente e aguardar um minuto antes de inflar novamente. 7. Posicionar a campânula do estetoscópio suavemente sobre a artéria braquial, na fossa antecubital, evitando compressão excessiva. 8. Inflar rapidamente, de 10 em 10 mmHg, até ultrapassar, de 20 a 30 mmHg, o nível estimado da pressão sistólica. Proceder a deflação, com velocidade constante inicial de 2 a 4 mmHg por segundo. Após identificação do som que determina a pressão sistólica, aumentar a velocidade para 5 a 6 mmHg para evitar congestão venosa e desconforto para o paciente.

9. Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro som (fase 1 de Korotkoff), seguido de batidas regulares que se intensificam com o aumento da velocidade de deflação. Determinar a pressão diastólica no desaparecimento do som (fase V de Korotkoff). Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa. Quando os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a pressão diastólica no abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff), anotar valores da sistólica/ diastólica/ (zero). 10. Registrar os valores das pressões sistólica e diastólica, complementando com a posição do paciente, o tamanho do manguito e o braço em que foi feita a medida. Não arredondar os valores de pressão arterial para dígitos terminados em zero ou cinco. 1. Esperar 1 a 2 minutos antes de realizar novas medidas. 12. O paciente deve ser informado sobre os valores obtidos da pressão arterial e a possível necessidade de acompanhamento. 13. Registrar procedimento em prontuário/mapa de controle, assinando e carimbando (conforme decisão do COREM-SP-DIR/001/2000). 14. Comunicar médico/ enfermeiro caso de alteração da PA. 15. Registrar procedimento em planilha de produção. 16. Lavar as mãos. 17. Manter ambiente de trabalho em ordem.

OBSERVAÇÕES: A. Orientar para que o paciente descanse por 5 a 10’ em ambiente cal mo antes da aferição e que não fale durante a execução do procedimento. B. Dimensões aceitáveis da bolsa de borracha para braços de diferentes tamanhos:

Circunferência do braço

(cm)

Denominação do Manguito Largura do Manguito (cm)

Comprimento da bolsa (cm)

<= 6 recém-nascido 3 6 6-15 Criança 5 15 16-21 Infantil 8 21 2-26 Adulto pequeno 10 24 27-34 Adulto 13 30 35-4 Adulto grande 16 38 45-52 Coxa 20 42

C. Esfigmomanômetro deve ser periodicamente testado e devidamente calibrado a cada 6 meses. D. Gestante recomenda-se que a PA seja verificada na posição sentada.

E. Em pacientes obesos, deve-se utilizar o manguito de tamanho adequado à circunferência do braço.

F. Na 1ª avaliação fazer a medida da PA com o paciente sentado e em posição ortostática, especialmente em idosos, diabéticos, alcoólicos, em uso de medicação anti-hipertensiva.

Normas de procedimentos – Nº 024 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: OXIGENOTERAPIA

EXECUTANTES: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de enfermagem.

MATERIAIS: 1. Cateter nasal nº adequado conforme avaliação prévia ou máscara. 2. Gaze. 3. Esparadrapo/ micropore. 4. Intermediário. 5. Umidificador. 6. Oxigênio canalizado ou em torpedo. 7. Bandeja. 8. Água filtrada. 9. Luvas de procedimento.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. Checar prescrição. 2. Lavar as mãos com técnica adequada. 3. Preparar o umidificador com água, enchendo com 2/3 de sua capacidade. 4. Reunir todo material. 5. Orientar o paciente quanto ao procedimento, deixá-lo em posição confortável (cabeceira elevada 30-45º). 6. Conectar o cateter ao intermediário de borracha, e ao umidificador já montado. 7. Medir a distância do cateter entre a ponta do nariz e o lóbulo da orelha, identificando com esparadrapo para saber até que ponto o cateter será introduzido (cateter “tipo óculos” – não há necessidade deste procedimento). 8. Colocar as luvas conforme técnica adequada. 9. Introduzir o cateter até local marcado.

10. Fixar o cateter com esparadrapo/ micropore sobre a testa ou face do paciente, garantindo que o mesmo sinta-se confortável. 1. Colocar o número de litros de O2 conforme prescrição. 12. Observar reações do paciente. 13. Retirar as luvas, desprezando em lixo contaminado. 14. Lavar as mãos. 15. Anotar data, nome, horário do procedimento e anotações necessárias quanto a condições do paciente (presença de cianose, retração de fúrcula esternal intercostal...) e evolução do quadro, comunicando médico solicitante também verbalmente quando necessário. 16. Assinar e carimbar (conforme decisão COREN–SP–DIR/0/200). 17. Manter ambiente de trabalho limpo e organizado. . OBSERVAÇÃO: A. Oxigenoterapia domiciliar – Orientações do protocolo SAD.

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 025 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: OXIGENOTERAPIA POR CATETER NASAL

EXECUTANTES: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.

1. Fonte de oxigênio. 2. Cateter nasal de plástico. 3. Copo umidificador. 4. Água destilada.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. Explicar o procedimento ao paciente. 2. Colocar água destilada no copo do umidificador. 3. Conectar o umidificador ao fluxômetro de oxigênio. 4. Conectar uma extremidade da extensão de látex/ silicone ao umidificador e outra à cânula de oxigênio. 5. Introduzir parte central da cânula nas fossas nasais do paciente. 6. Posicionar a extensão por trás do pavilhão auricular bilateralmente. 7. Ligar fluxômetro de oxigênio conforme fluxo solicitado. 8. Lavar as mãos.

10. Registrar o procedimento em planilha de produção

9. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000).

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 026 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: PREPARO E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS

EXECUTANTES: Enfermeiro, Técnico e Auxiliar de enfermagem.

1. Óculos protetor. 2. Luvas de borracha. 3. Avental impermeável. 4. Gorro. 5. Máscara. 6. Sabão. 7. Esponja, malha de aço ou escova. 8. Campo de tecido. 9. Invólucros apropriados. 10. Ampolas de indicador biológico.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: Preparo dos materiais:

1. Paramentar-se com equipamentos de proteção individual (EPI). 2. Realizar lavagem criteriosa dos materiais/ instrumentais, com água e sabão, utilizando esponja, malha de aço ou esponja; conforme a necessidade. 3. Colocar os materiais/ instrumentais sobre um campo limpo. 4. Secar os materiais/ instrumentais com campo limpo. 5. Verificar as condições de uso dos materiais/ instrumentais, encaminhando-os à manutenção sempre que necessário. 6. Retirar os equipamentos de proteção individual. 7. Realizar lavagem rigorosa das mãos. 8. Embalar os materiais/ instrumentais em invólucro apropriado. 9. Enviar os materiais/ instrumentais para esterilização, através da portinhola que separa o expurgo da sala de esterilização. 10. Registrar o procedimento em planilha de produção, com número de procedimentos realizados. 1. Manter a sala em ordem.

Esterilização dos materiais/ instrumentais: 1. Lavar as mãos. 2. Verificar a integridade dos pacotes. 3. Separar os artigos de superfície (bandejas, bacias e instrumentais) dos artigos de espessura (campos cirúrgicos, aventais, compressas, etc.). 4. Acondicionar o material/ instrumental na autoclave de acordo com o seu tipo, respeitando o tipo de ciclo (programa I ou I). 5. Fechar a autoclave. 6. Manipular o equipamento conforme a orientação do fabricante. 7. Registrar os parâmetros da autoclave em impresso próprio: pressão interna e externa da câmara, pressão negativa e temperatura de cada ciclo de esterilização. 8. Após término do ciclo, retirar os materiais da autoclave, colocando-os sobre uma superfície protegida por um campo limpo. 9. Armazenar o material/ instrumental estéril em armário próprio ou encaminhá-lo à sala específica. 10. Separar os materiais/ instrumentais com data de esterilização vencida ou que perderam a integridade do invólucro para encaminhá-los ao expurgo. 1. Registrar o procedimento em planilha de produção, com número de procedimentos realizados. 12. Lavar as mãos. 13. Manter a sala em ordem.

(Parte 4 de 5)

Comentários