Livro de Estágio de Enfermagem

Livro de Estágio de Enfermagem

(Parte 4 de 25)

Avaliação:

Vigilância de uma nova tosse não produtiva Avaliar sinais de hipoxia: agitação, confusão, cefaleias. Identificar factores precipitantes

Intervenções de enfermagem: o Troca gasosa prejudicada relacionada com excesso de líquidos nos pulmões Melhorar a oxigenação

• Administrar O2 (hipoxia e dispneia) • Promover a diminuição do retorno venoso o Sentar o doente à beira da cama com as pernas pendentes

• Administração de morfina em bolus (diluída até 10cc de SF) o A morfina não deve ser administrada no caso de AVC, doença pulmonar crónica ou choque cardiogénico o Despiste da depressão respiratória o Monitorizar a PA (hipotensão) o Ter antídotos disponíveis papa a morfina - Nalaxona

• Administrar diuréticos o Cateterismo vesical para controle do débito urinário o Estar atento a sinais de hipovolémia o Avaliar o K sérico o Vigiar obstrução urinária nos caos de hipertrofia prostática

• Administrar broncodilatadores o Avaliar efeitos colaterais (arritmias, hipotensão e cefaleias)

• Administrar cardiotonicos

• Avaliar de forma contínua a resposta do doente ao tratamento o Ansiedade relacionada com angustia respiratória e receio de morte Diminuir a ansiedade

• Permanecer com o doente e apresentar uma atitude de confiança tem um impacto positivo

• Explicar ao doente a terapêutica administrada e os seus objectivos

• Informar o doente e família sobre o progresso na resolução de EAP

• Estimular que o doente e a família exteriorize os seus sentimentos o Educação/Manutenção da saúde Durante a convalescência, instruir o doente a prevenir recidivas de EAP:

• Sintomatologia precoce

• Na presença de tosse adoptar posição de doente com as pernas pendentes

HTAPA sistólica 140mmHg, PA diastólica 90mmHg e/ou Hipertensores

Avaliação: o Anamnese de enfermagem

Antecedentes familiares de HTA Episódios prévios de HTA Ingestão excessiva de sal Anomalias lipídicas Hábitos tabágicos Episódios de cefaleia, astenia, cãibras musculares, parestesias, palpitações, sudurese, distúrbios visuais Medicação aumento TA

• Anticoncepcionais, esteróides

• Descongestionantes nasais, supressores do apetite o Exame físico

Auscultar a FC Determinar o estado mental do doente (capacidade de concentração e cálculos simples de matemática) o Avaliação de PA 2+ avaliações PA (2min.), verificação no braço contralateral, altura, peso, circunferência da cintura, fundoscopia, exame do pescoço (sopros carotídeos, engorgitamento jugular, aumento volume tiróide), avaliação cardíaca (frequência, ritmo, tamanho, choque da ponta, clicks, sopros, 3º e 4ºsons) e pulmonar(ralas, broncoespasmo), exame abdominal(sopros, massas, aumento de volume renal, pulsação aórtica anormal), avaliação das extremidades e neurológica o Investigar causas secundárias de HTA – feocromocitoma, doença renovascular, rins poliquísticos, coartação da aorta, síndrome de Cushing, hiperaldosteronismo primário

( aldosterona Na+H2O K+), hiperparatiroidismo, insuficiência renal, acromegalia, hipotiroidismo ( frequência cardíaca);

Intervenções de enfermagem: o Conhecimento ineficaz relacionado com o esquema terapêutico e ao controle do processo da doença Fornecer informação

• Explicar o significado da HTA, factores de risco e suas influências no sistema cardiovascular, cerebral e renal.

Nota: os valores de TA normal (‹ 130 e ‹ 85 mmHg) e normal-alta (130-139 e 85- 89mmHg)são considerados pré-hipertensos. O risco cardiovascular aumenta a partir de 115-75mmHg, e a cada 20mmHg de aumento na sistólica e de 10mmHg na diastólica o risco cardiovascular duplica.

• Salientar: o Que a HTA poderá ser controlada; o As consequências da HTA não controlada.

• Fazer o doente reconhecer que a HTA é crónica e exige um tratamento persistente e uma avaliação periódica Tratamento eficaz melhora a expectativa de vida

• Elaborar um plano de orientação e apresentar ao doente o Comprometer a família no plano terapêutico; o Plano dietético.

• Explicar o controle farmacológico da HTA o Objectivos:

• É de controlar a HTA;

• Reduzir a possibilidade de complicações;

• Usar o nº. mínimo de fármacos com a menor dose possível. o Efeitos colaterais:

• Levante gradual;

• Sensação de lipotimia deve deitar-se;

• Alertar para os efeitos previstos como congestão nasal, astenia, anorexia, hipotensão ortostática. o Determinadas situações provocam vasodilatação (banho quente, clima quente, consumo de álcool e hipovolémia – desidratação, diarreia, hemorragia) o Tratamento ineficaz de esquemas terapêuticos relacionados com os efeitos colaterais da medicação e difíceis ajustes no estilo de vida Estimular o autocuidado

• Conseguir a colaboração para mudar o seu estilo de vida adaptando-o para o tratamento;

• Estabelecer um programa que se adapte às exigências individuais;

• Incentivar o doente a adaptar-se às actividades e ajustá-las com esquema terapêutico instituído;

• Determinar os planos dietéticos recomendados.

Miocarditesinflamação do miocárdio (+ frequente infecção viral aguda); pode ser precedida

deinfecção devias respiratórias superiores; pode progredir para cardiomiopatia dilatada crónica; o Sintomas – febre, fadiga, palpitações, sintomas d IC; o Laboratório - CPK-MB; o ECG(alterações transitórias d ST-T), Rx tórax(cardiomegalia), ecocardiograma(depressão de função VE); o Tratamento – repouso, = ICC.

1.2. MANIFESTAÇÕES GERAIS

Dispneia • Esforço respiratório exagerado

• Sensação de desconforto associado à respiração

• Associada a insuficiência ventricular esquerda (aumento da pressão auricular esquerda; aumento pressão venosa capilar; aumento da congestão pulmonar)

• TIPOS (de esforço; ortopneia; dispneia paroxística nocturna; respiração Cheyne-Stokes)

• Avaliação de Enfermagem:

• O que provoca? Posição adoptada? Coloração da pele e mucosas?

Dor torácica • Causas cardíacas

• Isquémia (aumento das necessidades de fluxo sanguíneo e de O2 nas coronárias)

• Dor lacinante (com irradiação para as costas e os flancos- dissecção aneurisma da aorta)

• Dor pré-cordial em pontada (sobre a área cardíaca; com irradiação para ombro esq. e parte superior das costas agravada com a respiração- Pericardite aguda)

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