Relatório de Inspeção Termográfica

Relatório de Inspeção Termográfica

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S I E M i l l e n n i u m Relatório de Inspeção Termográfica

ICON TecnologiaINTERATIVA Multimídia

23/06/2005 Rota: R00 - SISTEMA ELÉTRICO GERAL

ICON Tecnologia - A Qualidade em Termografia

Av. Macuco 240 cj. 121 CEP 04523-0 SP tel/fax: 011 5055 1722 w.termonautas.com.br e w.icontec.com.br

Relatório de Inspeção Termográfica

Compromisso: Este é um relatório produzido pela ICON Tecnologia. Em concordância com nosso lema: “A Qualidade em Termografia”, asseguramos estar lhe apresentando um trabalho que é resultado da união de conhecimento técnico, experiência de campo e a busca constante por soluções inovadoras na apresentação e análise dos resultados.

SIEMill / ISO9000 / QS9000

Temos o prazer de informar que a metodologia desenvolvida pela ICON Tecnologia e utilizada neste relatório foi adotada pela Petrobras como norma N-2475 e pela Eletronuclear com norma PN-T 12.

Adicionalmente, as empresas GENERAL MOTORS (São Caetano e São José dos Campos) e Siemens Service adotaram a metodologia de inspeções termográficas desenvolvida pela ICON Tecnologia.

Esse fato atesta a excelência dessa metodologia, a qual garante tanto aos solicitantes das normas ISO9000 e QS9000, como à sua empresa o melhor em termos de conhecimento técnico, experiência de campo e retorno de investimento.

Capacitação Contínua

A ICON Tecnologia enfatiza a necessidade da capacitação técnica do pessoal envolvido na contratação e acompanhamento dos serviços de Termografia. Para tanto, disponibiliza a seus clientes o site w.termonautas.com.br , considerado o maior acervo sobre a técnica termográfica em língua portuguesa na Internet. Também ministra o conceituado “Curso de Qualidade em Termografia” que já formou mais de 2000 profissionais nessa técnica preditiva.

Empresa:KRATON
Local:Paulínia - SP
Data da Inspeção:23/06/05
Acompanhante(s):Eng. Marcos António Caló
Inspetor:Téc. Elet. Adilson Franco

1) Dados Gerais Áreas Inspecionadas: Sistema elétrico geral (ver relação anexa)

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importante salientar seus objetivos básicos:

2) Objetivos: na realização de uma inspeção termográfica em sistemas elétricos é a) Detectar o processo de falha em um componente através de uma anomalia térmica antes que a mesma se manifeste como interrupção da função.

b) Quantificar essa falha em termos de risco e impacto à produção (custo).

c) Evitar que tal evento ocorra novamente através da identificação do modo de falha e dos componentes ou áreas da empresa mais sujeitos a ocorrências.

Os resultados econômicos das inspeções variam entre 5 e 50 vezes o custo das mesmas, considerando-se os custos das paradas na produção que ocorreriam na falha não prevista do componente.

3) Conceito da Inspeção Termográfica

Inspeção Termográfica: é a técnica de inspeção não destrutiva realizada com a utilização de sistemas infravermelhos (radiômetros, visores térmicos ou termovisores), para a medição de temperaturas ou observação de padrões diferenciais de distribuição de calor, com o objetivo de propiciar informações relativas à condição operacional de um componente, equipamento ou processo.

Estação Termográfica de Trabalho: é o conjunto de recursos técnicos e humanos capacitado a desempenhar tarefas de medição e processamento dos dados térmicos, produzindo resultados analíticos quanto às inspeções termográficas realizadas.

4) Protagonistas das Inspeções Termográficas

Inspetor de Termografia: é o profissional habilitado a realizar inspeções termográficas, através da operação de um sistema infravermelho, registro de imagens e documentação de todas as informações térmicas pertinentes, relativas ao equipamento inspecionado. As seguintes situações devem ser garantidas, na atuação do Inspetor de Termografia: - Deslocar-se sempre acompanhado nas instalações da contratante.

- Somente realizar atividades em condições permitidas aos funcionários da contratante. - Não envolver-se em atividades operacionais de equipamentos da contratante.

- Não realizar abertura e fechamento de painéis elétricos ou medições de corrente elétrica.

Analista de Termografia: é o profissional que realiza análises sobre os dados coletados durante as inspeções termográficas, podendo ser, ao mesmo tempo, o realizador da mesma (Inspetor). Sua principal atribuição é a classificação das anomalias encontradas, segundo critérios pré-estabelecidos.

inspecionados

Consultor de Termografia: é o profissional que desenvolve metodologias e programas de inspeção, bem como a análise das causas das alterações térmicas encontradas. O Consultor de Termografia deve conhecer em profundidade os fundamentos e as aplicações da Termografia, além dos aspectos técnicos dos equipamentos

Acompanhante / Assistente: é o profissional da empresa contratante, designado para acompanhar e dar o necessário suporte à realização da inspeção termográfica, suas principais atribuições são; - estar familiarizado com os equipamentos inspecionados, se possível seu histórico.

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- conhecer as normas de segurança de cada área da empresa, bem como os EPI’s necessários.

Qualificado

A prática tem demonstrado que um melhor resultado é obtido durante as inspeções se o Assistente tiver treinamento em Termografia. Nesse caso é denominado Assistente

5) Aplicações da Termografia

Por sua característica básica a Termografia se integra perfeitamente em programas de manutenção preventiva e programas de confiabilidade em indústrias metalúrgicas, petroquímicas, têxteis, plásticos, papel e celulose, instalações prediais e empresas seguradoras.

Aplicação Elétrica: detecção de componentes aquecidos na rede de energia elétrica, nas quais interrupções no fornecimento, devido a mau contato, oxidação ou desgaste, causam graves problemas à produção.

Aplicação Térmica: na localização de perdas de calor em equipamentos como fornos, estufas, caldeiras e linhas de vapor.

Os resultados econômicos das inspeções variam entre 5 a 50 vezes o custo das mesmas, considerando-se os custos das paradas na produção que ocorreriam na falha não prevista do componente.

6) Equipamentos Utilizados

Termovisor ThermoView TI30: é um sistema infravermelho de última geração, sendo extremamente portátil permite um maior rendimento durante as inspeções em relação a outros equipamentos. Sua faixa de medição esta entre 0oC e 950oC. Gera imagens térmicas coloridas que são observadas em tela de cristal líquido e gravadas em memória interna para posterior processamento em computador.

Radiômetro Raynger MX Mira Laser: trata-se de um equipamento microprocessado portátil para a medição de valores pontuais de temperatura, com apresentação dos valores máximos medidos e apresentação em visor de cristal líquido.

7) Critério Flexível de Classificação de Aquecimentos (CFCA)

Com a implantação da técnica de inspeção radiométrica ou termográfica em redes e sistemas elétricos é necessária a adoção de um critério para a classificação dos componentes aquecidos detectados de acordo com sua gravidade e urgência na intervenção.

para uma condição padrão (100% de carga / sem vento)

O critério de classificação apresentado a seguir foi desenvolvido pelo Eng. Attílio Bruno Veratti em 1982, após pesquisa em trabalhos semelhantes realizados por empresas norte-americanas, inglesas e francesas. A principal vantagem da metodologia proposta é permitir que medições realizadas em situações aleatórias possam ser convertidas

Esta metodologia foi adotada pela Petrobrás em sua norma CONTEC SC-23 N- 2475, pela Eletronuclear como norma PN-T 12 e por empresas como a Du Pont. CVRDVitória, Siemens Service e General Motors do Brasil.

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Uma vez padronizadas as medições podem passar pelo processo de classificação e comparadas com outras medições. O aquecimento do componente é definido como a diferença entre sua temperatura e a temperatura ambiente:

A = TC - TA
A = aquecimento medido
TC = temperatura do componente
TA = temperatura ambiente
desenvolvida pela ICON Tecnologia

onde: Para que os aquecimentos possam ser submetidos a um processo de classificação torna-se necessária a introdução das correções de carga (FCC) e vento (FCV), as quais são calculadas com base nos mecanismos de troca térmica segundo metodologia

AC = A x FCC x FCV

AC = aquecimento corrigido

onde:

A classificação dos aquecimentos corrigidos é realizada através de sua comparação com o máximo aquecimento admissível (MAA), assim definido:

MAA = MTA - TA

onde:

MTA = máxima temperatura admissível para o componente
TA = temperatura ambiente ou temperatura média local

Os valores de Máxima Temperatura Admissível (MTA) podem ser obtidos a partir das especificações técnicas dos componentes ou junto aos fabricantes. Caso não se saiba de antemão a MTA a ser considerada recomenda-se a fixação de 90 graus centígrados como valor de referência para conexões e componentes metálicos e de 70 graus centígrados para cabos isolados. A seguir são apresentados alguns valores para a MTA baseados em normas ABNT, tabelas de fabricantes, referências da IEC (International Electrical Commission) e na experiência prática do autor:

ItemMTA(oC)
Fios encapados (depende da classe de isolação)70 a 110
Régua de bornes70
Cabos isolados até 15 KV70
Conexões mediante parafusos90
Conexões e barramentos de baixa tensão90
Conexões de linha de transmissão aérea70
Conexões recobertas de prata ou níquel90
Fusíveis (corpo)100
Seccionadoras50
Conexões 60

Compoentes Industriais: Componentes de AT em SEs e Distribuição Cabos 60

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Transformadores a óleo - conexões90
Transformadores a óleo - corpo80
classe de isolação 105 65
classe de isolação 130 90
classe de isolação 155 115
classe de isolação 180 140

Transformadores secos - ponto mais aquecido

A partir dos dados acima pode-se classificar o aquecimento medido. O critério proposto é chamado “flexível” porque estabelece uma graduação de criticidade que se estende desde a temperatura ambiente até a máxima temperatura admissível, como pode ser visto na tabela abaixo:

Comparação AC versus MAADiagnóstico Classificação P.R.I.
1,2 MAA <= ACFalha iminente Crítico até 7 dias
0,9 MAA <= AC < 1,2 MAAFalha potencial Interv. Imediata até 14 dias
0,6 MAA <= AC < 0,9 MAAFalha provável Interv. Programada até 21 dias
0,3 MAA <= AC < 0,6 MAASuspeita de falha Observação Mensal
AC < 0,3 MAANormal Normal

Critério Flexível para Componentes Aquecidos P.R.I. : Prazo Recomendável para Intervenção

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Entende-se por "intervenção" não apenas a troca do componente, como também sua limpeza e/ou reaperto. A "observação" envolve a verificação periódica da evolução térmica de um componente que a priori não apresenta aquecimento que justifique uma ação sobre ele.

Importante

Para que a empresa possa se preparar convenientemente para o reparo, pode-se admitir que a intervenção seja efetuada em prazos além da Data Limite de Intervenção (DLI), desde que nesse período a mesma atue com meios como a redução de carga ou ventilação forçada e faça o acompanhamento e avaliação da evolução térmica do componente aquecido com radiômetros ou termovisores, até o monento da intervenção ou eliminação total do problema levantado.

segurança, meio ambiente e perda de produção

Se necessário, deve-se consultar o fabricante do componente para um embasamendo técnico quanto aos limites operacionais admissíveis. Esses casos deverão ser devidamente registrados e notificados às gerencias, sobretudo se envolverem riscos à

8) Abrangência

Com o objetivo de introduzir uma variável que indique a importância da falha no contexto do sistema produtivo torna-se necessário incluir na classificação do aquecimento o parâmetro de "Abrangência" do componente.

A Abrangência do componente depende, primordialmente, do custo que sua falha pode causar, seja sob o ponto de vista de produção, segurança, ambiente ou de imagem da empresa. A Abrangência pode ser:

Local: quando sua falha pode ser facilmente contornada através de manobras ou redundâncias, sem interromper a produção.

Setorial: quando sua falha causa paradas à produção, porém restritas a uma parte da empresa.

Global: quando sua falha afeta o fornecimento de energia de toda a empresa e paradas de custo muito elevado.

9) Totais Simples e Ponderados

Nossos relatórios gerenciais são realizados sempre com base nos valores simples e nos valores ponderados.

Os valores simples provem da contagem direta das ocorrências detectadas em uma determinada amostragem. Já nos totais ponderados as ocorrências são multiplicadas por um valor arbitrário definido por uma matriz que correlaciona Classificação do Aquecimento com o grau de Abrangência.

Na metodologia desenvolvida pela ICON Tecnologia essa escala segue as potências de 2, de maneira que o nível seguinte de ponderação é sempre o dobro do anterior.

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Classificação do AquecimentoAbrangência
Local Setorial Global
Crítico23 24 25
Intervenção Imediata2 23 24
Intervenção Programada21 2 23

10) Fator de Risco ao Sistema Produtivo (RSP)

O grau de Abrangência, quando correlacionado com a Classificação do Aquecimento do componente, gera para os responsáveis pelas decisões de manutenção uma indicação de Risco ao Sistema Produtivo em três níveis:

"Alto": custo medido em horas de produção da empresa "Médio": custo medido em horas de produção da área "Baixo": custo restrito ao componente.

Classificação do AquecimentoAbrangência
Local Setorial

Matriz de Risco ao Sistema Produtivo Global

CríticoMédio Alto Alto
Intervenção ImediataMédio Médio Alto
Intervenção ProgramadaBaixo Médio Médio
Observação Baixo BaixoMédio

1) Resultados

Este relatório está sendo emitido pelo novo programa "Supervisor de Inspeções Elétricas Millennium - SIEMill", desenvolvido pela ICON Tecnologia para aprimorar a qualidade em inspeções termográficas e adotado por empresas de destaque como a Siemens Service, ALUMAR, CVRD, Usina Nuclear de Angra dos Reis, Petrobrás, General Motors, AES Sul e Petrobrás Bacia de Campos.

A relação das ocorrências detectadas, com a classificação dos pontos segundo sua Criticidade e Risco ao Sistema Produtivo, é apresentada em anexo no Relatório Técnico (o detalhamento dos parâmetros que constituem este relatório é apresentado nas páginas a seguir).

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12) ICON Digital Report Web - DRMill

A ICON Tecnologia coloca a disposição de seus clientes o Digital Report Millennium, enviado pelo correio eletrônico e realizado em formato PDF para permitir o rápido acesso aos resultados (dados e imagens) das inspeções realizadas.

SIE Millennium Relatório de Ocorrência

Esta é a mais um desenvolvimento da ICON Tecnologia, utilizando uma avançada forma de apresentação de relatórios, já que os mesmos podem ser recebidos pelo cliente em curto espaço de tempo e ser consultados a partir de qualquer computador da empresa.

Colocamo-nos a disposição de V.Sa. para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários.

Attílio Bruno Veratti

Engenheiro Especialista em Análises Termográficas CREA 0601094224

Empresa registrada no CREA sob número 040658-5 para atividades nas áreas de Conservação de Energia, Metalurgia, Elétrica, Eletrônica e Processamento de Dados.

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SIE Millennium Relatório de Ocorrência

Localização do ComponenteMáxima Temperatura Admissível Parâmetros das Medições
e Alarme de Falta de Fase Empresa e Data do Relatório
Descrições AdicionaisTipo de Componente
Abrangência e Status
Data e nome do inspetor
Identificação da Ocorrência
Ação Sugerida Diagnóstico
(MIL-STB-2194)
Temperatura Corrigida e Prazos
Risco ao Sistema Produtivo
Classificação do Aquecimento

(Normas N-2475 e PN-T12)

S I E M i l l e n n i u m Declaração de Normalização

ICON TecnologiaINTERATIVA Multimídia

Inspeção: 0506 Rota: R00 - SISTEMA ELÉTRICO GERAL

Considerando-se que todos os pontos da Inspeção se encontram devidamente verificados pelos analistas responsáveis, esta inspeção é considerada NORMALIZADA pelos padrões e metodologia desenvolvida pela ICON Tecnologia (e registrada no CONFEA sob no 049) para a classificação de

(Normas Contec SC-23 N-2475 - Petrobrás e componentes aquecidos e amplamente aceitas.

PN-T 12 Eletronuclear, para Inspeções Termográficas). A classificação quanto à prioridades também é fornecida em termos da norma MIL-STB-2195.

Documento emitido em : 26/06/2005 às 18:03:21 Analista Responsável : A.B.VERATTI

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