Manual de Biossegurança

Manual de Biossegurança

(Parte 1 de 8)

Secretaria da Saúde

PPGIm dezembro de 2001

Parte I

Manual de Biossegurança Laboratórios

Manual de Biossegurança, Parte I - Laboratórios Sumário

Sumário

13. Biossegurança no Laboratório de Diagnóstico e de Pesquisa187
13.1. Apresentação187
13.2. Introdução188
13.3. Riscos Hidráulicos, Elétricos e Sanitários189
13.3.1. Hidráulicos e Elétricos189
13.3.2. Sanitários189
13.4. Riscos Químicos189
13.4.1. Classificação de Riscos Químicos190
13.4.2. Riscos Físicos196
13.4.3. Alguns Conceitos Relacionados à Proteção e Biossegurança196
nitrogenadas, desoxirriboses, RNA e DNA201
13.4.5. Risco na Utilização de Aparelhos e Equipamentos Especiais203
13.5. Risco Biológico213
13.6. Principais Equipamentos e Dispositivos de Proteção Individual e Coletiva215
13.6.1. Principais Equipamentos e Dispositivos de Proteção Individual215
13.6.2. Principais Equipamentos e Dispositivos de Proteção Coletiva217
13.6.3. Desinfetantes221
13.7. Cuidados Especiais para Laboratórios de Pesquisa e de Diagnóstico221
13.7.1. A Imunização da Equipe2

13.4.4. Bases de estudo da fotolesão de cadeias proteícas, polinucleotídicas, bases

Didática e/ou Treinamento223

13.7.2. Estagiário / Aluno em Laboratórios de Pesquisa e Diagnóstico em Atividade

Científica e Estagiários228

13.7.3. Recomendações para Professores Responsáveis por Alunos de Iniciação

Formação – Graduação dos Estudantes de Ciências Biológicas229
13.8. Procedimentos de Limpeza em Estabelecimentos de Saúde230

13.7.4. Biossegurança nas Atividades Gerais de Algumas Disciplinas Durante a

críticas e Não–críticas232

13.9. Classificação de Artigos Médico-Hospitalares, Setores ou Áreas Críticas; Semi-

críticos232
13.9.2. Classificação de Setores ou Áreas Críticas; Semi-críticas e Não–críticas232
13.10. Limpeza, Desinfecção, Anti-sepsia e Esterilização232
13.1. Cuidados com Descarte de Materiais233
13.1.1. Ácidos, Álcalis, Líquidos / Solventes Orgânicos233
13.1.2. Acrilamida234
13.1.3. Brometo de Etídio234

13.9.1. Classificação de Artigos Médico-Hospitalares Críticos; Semi-críticos e Não–

13.12. Lista de Endereços e Contatos Telefônicos que Todo Estabelecimento Deve Ter ......................................................................................................... 235

Manual de Biossegurança, Parte I - Laboratórios Sumário

13.13. Referências236
13.13.1. Impressos236
13.13.2. Internet239
14. Primeiros-socorros e Segurança em Ambientes de Laboratório241
14.1. Introdução241
14.2. Acidentes e Primeiros-socorros / Primeiros Auxílios242
14.2.1. Derramamentos e Utilização de Alguns Kits de Limpeza242
14.2.2. A Observação da Funcionalidade das Vias Aéreas264
14.3. Transmissão de Doenças266
14.3.1. Situações que Requerem Contenção de Hemorragias266
14.3.2. Cortes ou Ferimentos Corto-Contusos268
14.3.3. Desmaios268
14.3.4. Queimaduras269
14.3.5. Fraturas Ósseas270
14.3.6. Lesões Articulares271
14.4. Transporte de Pacientes / Feridos271
14.4.1. São vários os tipos e formas de transporte:271
14.5. Referências272
14.5.1. Impressos272
14.5.2. Internet273
15. Biossegurança em Laboratório de Parasitologia275
15.1. Introdução275
Virulentos275
15.2.1. Dados Epidemiológicos277
15.2.2. Principais Formas de Contaminação e População de Risco277
15.2.3. Fator Humano: Risco Maior nas IAL278
15.2.4. Parasitas Potencialmente Infectantes no Laboratório279
15.2.5. Diagnóstico de Doenças Agudas Após Suspeita de IAL280
15.2.6. Biossegurança em Manuseios de Larga Escala280
15.2.7. Conduta em Alguns Casos de IAL281
15.2.8. Tabelas282
15.3. Bibliografia285
16. Biossegurança no Trabalho de Laboratório com HIV287
16.1. Introdução287
16.2. O trabalho com agentes patogênicos de classe 3287
16.2.1. Área de Biossegurança287
16.2.2. Equipamentos288
16.2.3. Pessoal288

15.2. Infecções Adquiridas no Laboratório com Ênfase em Alguns Protozoários 16.3. Trabalho com Animais ...........................................................................289

Manual de Biossegurança, Parte I - Laboratórios Sumário

16.4. Descarte e Retirada de Materiais Biológicos289
16.5. Normas para Acidentes290
16.6. Referências291
17. Modelo de Manual para Laboratório de Biossegurança293
17.1. Objetivo293
17.2. Campo de Aplicação293
17.3. Responsabilidades293
17.4. Definições294
17.5. Desenvolvimento294
17.5.1. Procedimento294
17.5.2. CIPA311
17.6. Controles313
17.7. Considerações Gerais313
17.8. Documentos de Referência313

Manual e Biossegurança, Parte I - Laboratórios Capítulo 13 - Biossegurança no Laboratório de Diagnóstico e de Pesquisa

13. Biosegurança no Laboratório de Diagnóstico e de Pesquisa

Ivana L. de O. Nascimento

Robert Eduard Schaer

Roberto Meyer Songeli Menezes Freire

13...1APRESENTAÇÃO

O presente capítulo destina-se a descrever, de forma minuciosa, os cuidados a serem observados pelos profissionais e estudantes que atuam como responsáveis nas áreas da educação e da saúde ao desempenharem atividades de treinamento de pessoal nos diversos níveis técnicos, científicos e acadêmicos.

Aqui são abordados os cuidados nos diversos setores com atenção principal para a classificação dos riscos físicos, químicos e biológicos e os diversos riscos na manipulação de equipamentos, dispositivos e aparelhos de uso rotineiro nos laboratórios e estabelecimentos de saúde. Com a composição do material, evidencia-se a preocupação dos autores em estabelecer e associar o conhecimento dos riscos com alguns aspectos da fisiologia, da biologia e da bioquímica do organismo humano que está suscetível aos diversos riscos.

Também são abordados alguns modelos e idéias para a confecção de registro de estudantes, registro de acidentes e de alguns dados importantes para a identificação de riscos e cuidados com produtos e resíduos gerados no estabelecimento. Idéias para que sejam delineados os procedimentos operacionais padrões que devem ser elaborados de forma individual e especial para cada setor e tipo de estabelecimento.

Alguns endereços de estabelecimentos, instituições, organizações, associações, comissões e serviços relacionados com a biossegurança são também registrados neste capítulo.

Manual e Biossegurança, Parte I - Laboratórios Capítulo 13 - Biossegurança no Laboratório de Diagnóstico e de Pesquisa

13...2INTRODUÇÃO

Segundo documentação divulgada, no Diário Oficial e distribuída por instâncias governamentais e não governamentais, a República Federativa do Brasil elaborou a Lei nº 8.974/95, complementada com o Decreto nº 1.752, estabelecendo as normas para a utilização de organismos geneticamente modificados (OGM) e determinando a responsabilidade da então criada Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para fazer cumprir as leis, decretos, resoluções e instruções normativas dispostas, regulamentadas e instruídas para o controle e acompanhamento das práticas que utilizem técnicas de engenharia genética (Ministério de Ciência e Tecnologia/CTNBio – Cadernos de Biossegurança 1- Legislação, junho de 2000).

Atualmente, entretanto, a Biossegurança tem sido definida no meio acadêmico, científico e tecnológico como um conjunto de medidas para a segurança, minimização e controle de riscos nas atividades de trabalho biotecnológico das diversas áreas das ciências da saúde e biológicas. As atividades e estudos não mais se restringem às discussões, considerações e controle da tecnologia dos transgênicos e aos organismos geneticamente modificados, mas visam o controle dos métodos de segurança para evitar riscos de acidentes químicos, físicos, microbiológicos e ecológicos para o trabalhador (profissional técnico e de apoio), cliente, paciente e cidadão, buscando a preservação do meio ambiente e melhor qualidade de vida.

O profissional deve considerar-se responsável pela boa conduta técnica para proteger e promover a saúde.

Para a proteção geral das instâncias laboratoriais, como estabelecimentos de execução de métodos das ciências da saúde e biológicas, torna-se necessário o delineamento prévio das atividades a serem desenvolvidas nos setores, devendo ser analisados:

capacitação técnica; espaço físico e distribuição de setores; tipos de atividades desenvolvidas; fluxo de atividades; fluxo de pessoas; determinação de potenciais riscos dos vários tipos de acidentes (mapa de risco); identificação de riscos biológicos, físicos e químicos; confecção de um manual de procedimentos operacionais padrão; indicação de providências a serem adotadas em situações emergenciais; indicação de atividades em situações urgentes e emergentes; instrução de imunização da equipe; instrução de primeiros-socorros; divulgação interna da lista de endereços de notificação e informação na Secretaria de Saúde e setores relacionados com a saúde.

Manual e Biossegurança, Parte I - Laboratórios Capítulo 13 - Biossegurança no Laboratório de Diagnóstico e de Pesquisa

Os laboratórios manipulam substâncias químicas e compostos radiomarcados, utilizam aparelhos cujo funcionamento é fundamentado em leis físicas, manipulam resíduos tóxicos e infectados, fluidos biológicos contaminados ou não e, em alguns casos mais específicos, manipulam diretamente microorganismos de diversos grupos de risco biológico.

No funcionamento de um serviço, durante a execução dos procedimentos, os riscos gerais e específicos devem ser analisados e levados em consideração.

Entre os riscos individuais e coletivos de acidentes de laboratório, pode-se listar e classificar inicialmente os riscos em químicos, físicos e biológicos. De forma mais detalhada, a análise do risco no funcionamento integral de um estabelecimento pode ser originada ou relacionada com problemas hidráulicos e elétricos, sanitários e ecológicos, químicos, biológicos e radioativos entre outros riscos físicos provenientes da utilização de instrumentos e aparelhos especiais.

13...3RISCOS HIDRÁULICOS,,, ELÉTRICOS E SANITÁRIOS

13.3.1. Hidráulicos e Elétricos

Os riscos hidráulicos e elétricos devem ser observados criteriosamente de forma ordenada e atenta e sua responsabilidade deve ser atribuída a profissionais e técnicos com formação na área específica para minimização dos riscos de inundações, choques elétricos e incêndios. Todos os trabalhadores do setor, sem exceção, devem saber manipular correta e adequadamente os diversos aparelhos de controle e contenção de fogo (extintores específicos) em casos de acidente de causa química ou elétrica.

A manipulação, acondicionamento temporário e descarte de resíduos tóxicos e contaminados dos setores devem ser acompanhados segundo recomendação técnica da Instituição e/ou órgão responsável no município, cidade ou estado.

O resíduo final é responsabilidade da Unidade que a produziu e que deve estar preocupada em informar sobre o tipo de resíduo gerado no estabelecimento e solicitar apoio à autoridade pertinente no âmbito do município, cidade ou estado, segundo Resolução nº 5 de 05/08/1993 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).

Os lixos / resíduos tóxicos e infectantes devem ser sempre tratados com cuidado e devidamente rotulados com a respectiva data de sua produção.

13...4RISCOS QUÍMICOS

As áreas de produção industrial trabalham com drogas tóxicas em quantidades maiores e em tempos de exposição prolongados, gerando nuvens tóxicas, das quais as mais preocupantes são as nuvens ácidas, além das fumaças nos ambientes tóxicos. Nos países mais desenvolvidos há um controle acirrado onde trabalhadores e cidadãos expostos numa determinada área são conduzidos a exames de rotina e controle ambientais freqüentes obrigatórios. A utilização de dispositivos de proteção individual e coletiva é obrigatória e fiscalizada pelos responsáveis dos setores de risco.

Manual e Biossegurança, Parte I - Laboratórios Capítulo 13 - Biossegurança no Laboratório de Diagnóstico e de Pesquisa

Nos laboratórios de pesquisa, a exposição a drogas é seletiva e nem sempre é intensa ou constante, o que leva os técnicos a desobedecerem às regras mais exigentes de forma irreverente na maioria das vezes.

Listaremos a classificação de risco químico americano e europeu e mais adiante serão listadas as drogas mais comumente utilizadas nos ambientes de laboratórios de pesquisa bem como seus riscos e efeitos.

Para a recomendação da proteção indicada para os riscos químicos, as empresas disponibilizam produtos com base na classificação de riscos. A classificação americana contra agentes químicos tóxicos é divulgada com base na agência de proteção do meio ambiente, órgão americano envolvido na proteção do trabalhador EPA (Environmental Protection Agency - Agência de Proteção Ambiental) que, através de um manual, definiu quatro níveis de proteção - A, B, C e D - contra agentes químicos tóxicos. Os níveis variam do menor (nível D) para o maior (nível A). Já pela classificação européia, há 6 níveis de proteção, que variam do tipo 1 (maior nível de proteção) ao tipo 6 (menor nível de proteção).

Níveis de proteção estabelecidos pelo EPA (Environmental Protection Agency) – EUA

Proteção Nível A - nível máximo de proteção; é indicado quando ocorre o grau máximo possível de exposição do trabalhador a materiais tóxicos. Assim, é necessária proteção total para a pele, para as vias respiratórias e para os olhos.

Recomenda-se a proteção de nível A:

após mensuração - quando se observar a liberação de alta concentração atmosférica de vapores, gases ou partículas;

em locais de trabalho ou trabalhos envolvendo um alto risco potencial para derramamentos, imersão ou exposição a vapores, gases ou partículas de materiais que sejam extremamente danosos à pele ou possam ser por ela absorvidas;

possibilidade de contato com substâncias que provoquem um alto grau de lesão à pele;

em operações que devam ser executadas em locais confinados e/ou pouco ventilados, onde exista a presença de materiais tóxicos.

Os equipamentos para proteção de nível A:

pressão positiva, proteção facial total através de capuz que permita utilização de tanques de ar autônomos ou suprimento de ar externo que permita manter pressão positiva;

roupa totalmente encapsulada para proteção química;

luva externa e interna com proteção química;

botas resistentes a químicos;

outros componentes opcionais que se considerem necessários e adequados.

Manual e Biossegurança, Parte I - Laboratórios Capítulo 13 - Biossegurança no Laboratório de Diagnóstico e de Pesquisa

Proteção nível B - nível alto de proteção; requer o mesmo nível de proteção respiratória que o nível A, porém um nível menor para proteção da pele. A grande diferença entre o nível A e B é que o nível B não exige uma roupa de proteção totalmente encapsulada para proteção contra gases/vapores. O nível B é uma proteção contra derramamento e contato com agentes químicos na forma líquida. As roupas de proteção para esse nível podem ser apresentadas de duas formas: encapsulada ou não-encapsulada.

Recomenda-se a utilização de equipamentos de proteção do nível B:

na presença de concentrações químicas de certas substâncias que possam colocar em risco a vida de pessoas, através de inalação, mas que não representem o mesmo risco quanto ao contato com a pele;

em atmosfera que contenha menos que 19,5% de oxigênio ou na presença de vapores não totalmente identificados, mas identificados em instrumentos de medição de vapores com leitores de vapores orgânicos. No nível de proteção B, esses vapores não devem ser encontrados em quantidade suficiente para lesarem a pele ou serem absorvidos por ela.

Equipamentos para o nível de proteção B:

proteção respiratória semelhante ao nível a; capuz resistente a químicos (totalmente encapsulado ou não-encapsulado);

luvas internas e externas;

botas resistentes a químicos.

Proteção Nível C - nível médio de proteção. No nível C de proteção, exigi-se menor proteção respiratória e menor proteção da pele. A grande diferença entre o nível B e C é o tipo de equipamento respiratório exigido.

Utilizar o nível de proteção C quando:

os contaminantes presentes na atmosfera, derramamento de líquidos ou outro tipo de contato direto com a pele não têm poder para lesar a pele ou serem absorvidos por ela;

os tipos de contaminantes foram identificados, as concentrações foram medidas, a ventilação e purificação do ar são suficientes para remover os contaminantes e todos os critérios de purificação de ar estão em ordem.

Equipamentos que devem ser utilizados:

respirador total ou parcial, com purificador de ar; macacões quimicamente resistentes ou roupas com duas peças (jaqueta e calça);

botas quimicamente resistentes.

Proteção nível D - menor nível de proteção

Para o nível D, exige-se o menor nível de proteção respiratória e de proteção para a pele. É a menor proteção possível quando há manipulação de qualquer agente químico.

Usar o nível de proteção D quando:

a atmosfera não contenha produtos químicos;

o trabalho não implique nenhum contato com derramamentos, imersões ou inalações inesperadas com qualquer produto químico.

Manual e Biossegurança, Parte I - Laboratórios Capítulo 13 - Biossegurança no Laboratório de Diagnóstico e de Pesquisa

Equipamentos que devem ser utilizados:

macacões ou conjuntos de jaqueta e calça; botas quimicamente resistentes;

óculos de proteção;

outros componentes opcionais.

Classificação Européia quanto a roupas de proteção química

Através de Comitê de Padronização de Produtos para o Mercado Comum Europeu, foram estabelecidas classificações para as roupas de proteção química. Essa classificação apresenta 6 níveis de proteção que variam do Tipo 1 (maior nível de proteção) ao Tipo 6 (menor nível de proteção).

Tipo 1 - mais alto nível de proteção. Indica a utilização de vestimentas de proteção contra gases.

Tipo 2 - alto nível de proteção. Indica a utilização de vestimentas de proteção, exceto para gases

Tipo 3 - nível médio de proteção. Indica a utilização de vestimentas de proteção contra líquidos.

Tipo 4 - nível regular de proteção. Indica a utilização de Vestimentas de proteção contra respingos.

Tipo 5 - baixo nível de proteção. Indica a utilização de Vestimentas de proteção contra partículas.

Tipo 6 - mais baixo nível de proteção. Indica a utilização de Vestimentas de proteção contra leves respingos.

Vários sites e páginas relacionadas com setores do Governo norte-americano, encontrados na Internet como a OSHA, referem-se a cuidados exigidos e recomendados, desde 1988, além das condutas médicas de trabalhadores relacionadas com vários produtos químicos. O modelo que trazemos neste capítulo baseia-se na adequação e uso do formaldeído.

O programa de treinamento conduzirá o trabalhador a entender e seguir as regulamentações da folha de dados de segurança.

(Parte 1 de 8)

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