Mestrado: Estudo bacteriológico de répteis em cativeiro com pneumonia e/ou estomatite e suas correções microbiológicas

Mestrado: Estudo bacteriológico de répteis em cativeiro com pneumonia e/ou...

(Parte 1 de 4)

São Paulo 2008

Orientadora: Profa. Ms Andrea Cecília Mercaldi Favero

São Paulo 2008

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção de título de Pós Graduado da Universidade Castelo Branco - Qualittas Instituto de Pós Graduação – Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Selvagens e Exóticos.

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção de título de Pós Graduado da Universidade Castelo Branco - Qualittas Instituto de Pós Graduação – Clínica Médica e Cirúrgica de Animais Selvagens e Exóticos.

“Dedico este trabalho a minha noiva Deborah por todo apoio e sempre estar ao meu lado sempre que precisei com seu sorriso que é único e lindo. Aos meus pais por possibilitarem a realização de mais um sonho. A todos os meus animais, principalmente ao Jhonny Boy e Preta... sempre irei amar vocês.”

sem eles não seria nada na vidaObrigado de coração... Amo muito vocês...

Aos meus pais, por mais uma vez, tornarem possível mais um sonho meu,

me esperandoObrigada minha linda! Amo-te mais que tudo...

A minha noiva e grande amor de toda a minha vida Minha Deh, por estar sempre ao meu lado, por agüentar todas as minhas noites cansadas, reclamações, mas sempre estar sorrindo ao meu lado e com os braços abertos

amiga

A minha querida orientadora Andrea, pela atenção e disposição e por mais uma vez me orientar em um TCC, sempre me ajudando e me dando forças para poder realizar meus sonhos não só como profissional, mas também como

exames e agüentar meus telefonemas pedindo explicaçõesSem vocês esse
trabalho não poderia ser realizado

A todos do Laboratório BADGLIAN, especialmente meu amigo Glynton por aceitar me ajudar no trabalho e a minha amiga Mayra por realizar todos os

hospitalidade

Aos meus grandes amigos Cris e Trash por agüentar minhas visitas na hora do almoço nos fins de semana que estive em Campinas. Muito obrigado pela

Enfim a todos que de alguma forma colaboraram para que eu realizasse essa grande conquista. Muito obrigado!

A criação de répteis como hobby é uma prática relativamente recente, mas vem crescendo de maneira vertiginosa, já sendo considerado o terceiro segmento da indústria PET, nos EUA e na Europa. No Brasil, o mercado Herpe vem seguindo esta tendência mundial e está crescendo muito rapidamente. Os répteis, porém, exigem cuidados bastantes distintos daqueles destinados aos demais animais domésticos, e por isso, é fundamental buscarmos conhecimento adequados (LOVE, 2005). A natureza das condições em que os répteis são mantidos em cativeiro é essencial para se manter um animal saudável. A simples descrição de alguns desastres pequenos ou grandes que acontecem em répteis em cativeiro (e o porquê prevenilas) se mostra óbvio que muitas, se não todos, esses acidentes são resultados de habitat artificial inapropriado (FRYE, 2007). Severas gastroenterites, processos bacterianos pneumônicos e mesmo septicêmicos constituem as principais emergências infecciosas bacterianas encontradas na rotina clínica de répteis, especialmente quando as condições de cativeiro não são adequadas (GOULART, 2007). Sendo assim o objetivo desse trabalho foi verificar os tipos de bactérias existentes em pneumonias e estomatites em répteis criados em cativeiros.

Palavra – chave: Répteis, pneumonia, estomatite, bactérias.

The breeding of reptiles is a relatively recent practice, but it’s growing in a dizzy way, been considered as the third segment of the pet industry in US and Europe. In Brazil the Herpe markt is following this world-wide tendency and is growing very quickly. The reptiles, however, demand different cares from those destined to domestic animal, and therefore, it’s fundamental searching for proper knowledge (LOVE, 2005). The nature of the conditions in which the reptiles are maintained in captivity is essential in order to keep a healthy animal. The simple description of some small or big disasters that happen in reptiles in captivity (and the importance to prevent them) shows obviously that many, if not all, off this accidents are results of inappropriate artificial habitat (FRYE, 2007). Severes gastroenteritis, pneumonic bacterial process and even skeptical constitute the principal emergency bacteria’s infection founded in the routine of reptile clinic, especially when the conditions of the captivity are not adequate (GOULART, 2007). Being so the objective of this work was check the types of existent bacteria in pneumonias and stomatitis in reptiles created in captivities

Keywords: Reptile, pneumonia, stomatitis, bacteria

Gráfico 1. Tipos de bactérias32
Gráfico 2. Tipos de secreções e bactérias correlacionadas3
1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVAS1
1.1 RÉPTEIS1
1.2 RÉPTIL COMO HOBBY14
1.2.1 Condições Patológicas Relacionadas ao Ambiente de Cativeiro15
2 PNEUMONIA E ESTOMATITE EM RÉPTEIS17
2.1 PNEUMONIA18
2.2 ESTOMATITE20
3 OBJETIVO2
4 MATERIAL & METODOS23
4.1 ANIMAIS23
4.2 COLETA DE MATERIAL25
ENTEROBACTÉRIAS26
4.4 STAPHY TEST28
5 RESULTADOS E DISCUSSÃO30
6 CONCLUSÃO35
7 ANEXO37

1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVAS

1.1 RÉPTEIS

A visão mais simples que se tem dos répteis é que eles constituem o passo evolutivo seguinte dos anfíbios e que a partir deles teriam se originado as aves. Na verdade, os répteis seriam o ponto culminante da linhagem evolutiva dos vertebrados, e as aves e mamíferos seriam especializações. Embora essa afirmação possa parecer uma heresia filogenética, tem sua razão de ser; isso porque, se analisarmos os dados paleontólogos que temos à disposição, veremos que as grandes conquistas evolutivas que definem as aves e mamíferos como tais foram “inventadas” por grupos de répteis já extintos (OLIVEIRA, 2003).

Atualmente sabe-se que a origem dos répteis esta datada em registros fósseis muito antigos entre os períodos Carbonífero e Permiano da era Paleozóica, por volta de 310 a 250 de anos atrás. Estes répteis pioneiros ainda se assemelhavam muito aos anfíbios daquele período seus predecessores. Porém, tais animais foram adquirindo características evolucionárias distintas que lhes permitiram grandes vantagens sobre seus competidores e permitiram a este grande grupo de animais dominar a Terra na era Mesozóica,a chamada Era dos Répteis (GOULART, 2004).

Do ponto de vista filogenético, a classe Reptilia não é uma linhagem evolucionaria isolada, nem tampouco descendentes dos gigantes dinossauros. As diferenças filogenéticas podem ser tão marcantes dentro dessa classe que, de fato, os crocodilianos podem ser considerados mais aparentados das aves que dos lagartos. Estas divergências filogenéticas, morfológicas, paleontológicas, e por conseqüência, taxionômicas, rendem grandes debates e discussões entre os especialistas (GOULART, 2004).

Os lagartos ou sáurios constituem uma vasta sub-ordem de répteis escamados.

Diferenciam-se das serpentes (suas parentes próximas) devido à presença de quatro patas, pálpebras nos olhos, e ouvidos externos. Apesar disso algumas espécies de lagartos, perderam suas patas durante a evolução, se tornando externamente semelhantes às serpentes. Semelhantemente também existem lagartos sem pálpebras ou sem ouvidos. Com mais de 5000 espécies conhecidas atualmente, os lagartos ocorrem em todos os continentes, exceto na Antártida e existem em diversos tamanhos, desde alguns centímetros, como alguns geckos, até 3 metros, como o dragão-de-komodo (Varanus komodoensis). São geralmente carnívoros, alimentandose de insetos ou pequenos mamíferos, mas também há lagartos onívoros ou herbívoros, como as iguanas (Iguana iguana). O monstro-de-gila (Heloderma spp.), nativo do sul dos EUA, é a única espécie que é venenosa. Alguns tipos de lagarto são capazes de regenerar partes do seu corpo, mais usualmente a cauda, mas em alguns casos mesmo patas perdidas. Enquanto a maioria das espécies põe ovos, outras são vivíparas ou ovovivíparas (VITT, 1997).

As serpentes estão incluídas na ordem Squamata e compõem a subordem

Ophidia, atualmente com cerca de 2900 espécies no mundo. No Brasil, existem representantes de nove famílias, 75 gêneros e 321 espécies. As serpentes são encontradas em quase todas as partes do mundo, mas habitam principalmente as regiões temperadas e tropicais devido a sua dependência do calor externo, pois como todos os répteis são animais ectotérmicos. A ectotermia é uma das características mais importante dos répteis, e afeta quase todos os ambientes disponíveis, desde os terrestres, subterrâneos e arbóreos, até as águas continentais e oceânicas. As famílias de maior interesse em cativeiro no Brasil são a família Boidae que dentro delas a como exemplo a jibóia (Boa costrictor) e Sucuri (Eunectes spp.) entre outros, Viperidae como a cascavel (Crotalus spp.) e jararacas (Bothrops spp.) entre outras, Colubridaes falsas corais e Elapidae corais verdadeiras (Micrurus spp.) (KOLESNIKOVAS; GREGO; ALBUQUERQUE, 2007).

Os quelônios, que surgiram há cerca de 200 milhões de anos, compreendem os jabutis que são animais terrestres, de corpo compacto, membros locomotores cilíndricos e robustos, próprios para suportar o pesado casco e caminhar em ambientes rústicos. As três espécies de ocorrência natural no Brasil são do gênero Geochelone. Há os cágados e tartarugas de água doce que tem hábitos semiaquáticos. Possuem patas com membranas interdigitais que favorecem o nado. E por fim há as tartarugas marinhas que vêm a terra apenas para fazer oviposição. Seus membros locomotores evoluíram para nadadeiras com pequenas garras. As tartarugas marinhas existem a cerca de 150 milhões de anos. Sua origem é terrestre, mas evoluíram e se adaptaram para viver no mar, diferenciando-se de outros répteis (CUBAS; BAPTISTOTTE, 2007).

A ultima classe presente é a dos crocodilianos, que são animais pertencentes à subclasse Arcossauria, tendo-se diferenciado como grupo a mas de 200 milhões de anos, no Triássico Superior. Encontra-se divididos em 3 subfamílias, 8 gêneros e 23 espécies. A distribuição dos crocodilos ocorre por quase todo mundo (BASSETTI, 2007).

1.2 RÉPTIL COMO HOBBY

A criação de répteis como hobby é uma prática relativamente recente, mas vem crescendo de maneira vertiginosa, já sendo considerado o terceiro segmento da indústria PET, nos EUA e na Europa, perdendo apenas em popularidade somente par os cães e gatos, tendo superado inclusive as aves ornamentais e a aquariofilia. No Brasil, apesar de muito recente, o mercado Herpe vem seguindo esta tendência mundial e está crescendo muito rapidamente. Os répteis, porém, exigem cuidados bastantes distintos daqueles destinados aos demais animais domésticos, e por isso, é fundamental buscarmos conhecimento adequados (LOVE, 2005).

1.2.1 Condições Patológicas Relacionadas ao Ambiente de Cativeiro

Os variados habitats criados para répteis em cativeiro contribuem para a alta incidência de doenças e injúrias nestes animais. Frequentemente a natureza e as condições de cativeiro e a necessidade de expor répteis ao público de uma maneira educativa impõe riscos de má adaptação e injúrias. Além do mais o fato do confinamento cria variados graus de estresse, que frequentemente leva a alterações comportamentais com sérias conseqüências (FRYE, 2007).

O sucesso da manutenção de répteis em cativeiro depende da formação correta do habitat necessário para cada espécie. Quando erros de manejo causam doenças ou injúria, os indivíduos afetados devem ser tratados efetivamente e a causa de base do problema que induziu a injuria ou doença deve ser remediada (FRYE, 2007).

Condições no recinto podem afetar marcadamente os habitantes. Por exemplo, doenças virais, bacterianas, fúngicas ou por protozoários e metazoários de origem na sujeira estão diretamente associadas com a indiferença à higiene. Uma variedade de desordens epidérmicas, respiratórias e gastroentéricas se desenvolvem em animais que normalmente residem em habitat árido se eles forem mantidos em meio úmido. Similarmente, raspas de madeiras ou materiais para enriquecimento do terrário podem ser tóxicos localmente ou sistemicamente quando em contato (FRYE, 2007).

Falta de atenção à temperatura dos répteis e ás necessidades de fotoperiodicidade irão causar como resultado final inapetência, falha na reprodução e, eventualmente, morte. As necessidades dietéticas de muitas espécies de répteis são altamente especializadas e, se não forem atingidas acuradamente, irão predispor o animal a uma grande variedade de doenças metabólicas e degenerativas (BENNETT; THAKOODYAL, 2003).

A natureza das condições em que os répteis são mantidos em cativeiro é essencial para se manter um animal saudável. A simples descrição de alguns desastres pequenos (como autotomia ou pequenas descalcificações) ou grandes (como descalcificações que levam a fraturas patológicas e deformidades irreversíveis, até pneumonias e hipovitaminoses que podem levar o réptil a óbito) que acontecem em répteis em cativeiro (e o porque preveni-las) se mostra óbvio que muitas, se não todos, esses acidentes são resultados de habitat artificial inapropriado (FRYE, 2007). Por isso quando se pensa em manter um réptil em cativeiro para exposição ou hobby vê se necessidade de manter umidade, temperatura e fomites (substratos, matérias de limpeza, potes de água, até terrários) apropriados para cada espécie (COBORN, 1994).

2 PNEUMONIA E ESTOMATITE EM RÉPTEIS

Severas gastroenterites, processos bacterianos pneumônicos e mesmo septicêmicos constituem as principais emergências infecciosas bacterianas encontradas na rotina clínica de répteis, especialmente quando as condições de cativeiro não são adequadas (GOULART, 2007).

Como em qualquer outro animal, as bactérias podem causar doenças por basicamente dois mecanismos: - Invasão de tecidos;

- Produção de toxina. Varias bactérias patógenas tem sido encontradas nos répteis. A maior parte desses patógenos são bactérias gram – negativas e como exemplo podemos citar Salmonella sp., Pseudomonas sp., Klebsiella sp., Aeromnas sp., Protteu sp., Escherichia coli, dentre outras e grande parte dessas desenvolve ambos os mecanismos de doença citados acima (CUBAS & BAPTISTOTTE, 2007)

Os répteis não demonstram sintomas com facilidades e por motivos óbvios pois se demonstrarem isso na natureza serão predados mais facilmente e em geral essas bactérias são pouco patognomônicas nas fases mais iniciais da enfermidade, o que acaba por dificultar o diagnóstico precoce na maior parte das vezes e por esse motivos há uma grande necessidade de se estudar cada vez mais patologias respiratórias e gastrointestinais em répteis (MESSONNIER, 1997).

2.1 PNEUMONIA

Pneumonia é uma afecção freqüente em répteis de cativeiro, há uma gama enorme de agentes que causam essa patologia nos espécimes mantidos em cativeiro e da maior parte dos casos de pneumonia o principal fator relacionado é a afecção são problemas de manejo, higiene e nutrição (MADER, 1996).

A anatomia e fisiologia do trato respiratório em répteis são radicalmente diferentes da anatomia e fisiologia que os mamíferos possuem. A diferenças são também bastante significativas em diferentes classes de répteis (MADDER, 1996).

Podemos citar algumas diferenças marcantes para cada ordem de répteis, como por exemplo em crocodilianos o sistema respiratório é bastante semelhante aos dos mamíferos porem permite uma armazenagem de ar bastante grande chegando a uma reserva de até 45 minutos de oxigênio, nos quelônios os sistema respiratório apresenta algumas dificuldades funcionais, decorrentes da ausência de diafragma e da monotonia da constituição corporal. Em situações de baixa ventilação, os quelônios expõem e retraem a cabeça, o pescoço e os membros, isto para estimular movimentos respiratórios. Alguns quelônios aquáticos, inclusive, preenchem ou esvaziam o urodeu com água, com este servindo como órgão respiratório acessório.

Há alguns cágados que também conseguem respirar através da pele, nos quelônios os pulmões situam-se logo abaixo do casco e, no caso de tartarugas marinhas, há inclusive um reforço ósseo para protegê-los da pressão de águas profundas (OLIVEIRA, 2003).

Nos lacertílios há algumas espécies que apresentam atrofia ou inexistência de um pulmão (geralmente o esquerdo), além de uma forma pulmonar pouco lobulada, a respiração porem é semelhante à dos mamíferos, pois o gradil costal realiza o papel do diafragma. E por fim nos ofídeos um dos pUlmões (normalmente o esquerdo) é atrofiado (colubrídeos) ou até mesmo ausente em algumas espécies em especial, apenas os boídeos possuem os dois pulmões. O pulmão tem uma forma alongada e pouco lobulada. A exemplo dos lacertídeos, os movimentos respiratórios são conseguidos por meio de movimentos do gradil costal. O aparelho hiódeo é muito bem desenvolvido na maior parte dos répteis. Em serpentes, ele se estende geralmente até a décima vértebra cervical, permitindo que a língua fique extremamente móvel. Isso também permite que as serpentes respirem diretamente através de sua glote, mesmo quando estão engolindo presas (OLIVEIRA, 2003).

Em répteis uma pneumonia é mais frequentemente secundária (como já citado acima) a más condições de criação, septicemia bacteriana ou parasitas pulmonares. Os sinais clínicos de pneumonia incluem corrimento nasal, gorgolejamento, borbulhamento, respiração com boca aberta e anorexia. São comuns infecções oculares e orais intercorrentes. O diagnóstico deve se basear geralmente em citologia e culturas. Outros testes diagnósticos úteis incluem flutuação fecal, hematologia, broncoscopia e radiografias (BIRCHARD & SHERDING, 2003).

Os principais agentes bacterianos que estão presente em pneumonias em répteis são Escherichia coli, klebsiella sp., Pseudomonas sp., Proteus sp., Aeromonas sp., Staphylococcus sp.,Pasteurella testudinis também pode – se encontrar Bacterioides, Peptostreptococcus, Fusobacterium e Clostridium e também há bactérias atípicas como mycoplasma e chlamydia (MADER, 1993).

2.2 ESTOMATITE

Estomatite é uma infecção muito comum do trato alimentar superior caracterizada por uma infecção da cavidade oral, muito dos animais afetados por essa infecção estão anoréxicos e debilitados e a estomatite se não tratada pode ter como resultado o óbito. Infecções como a estomatite não são patologias primarias. Esta ligada secundariamente a stress, erros de manejo (principalmente temperatura) e alimentação errônea, mas o maior fator que a literatura cita é o stress, pois o mesmo deprime o sistema imune deixando o réptil susceptível a afecções (MADER, 1996).

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