células tronco

células tronco

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Bruno Martinelli, Elisa Fortes, Felipe Vianna, Ingrid Aguiar, Rafael Kucharski e Thaís Oliveira conceito CONCEITO

São células não-especializadas com grande potencial de multiplicação, capazes de fazer divisões assimétricas, mantendo o pool de células-tronco e originando diferentes tipos celulares.

historico

1839 –Bases da Teoria Celular (Theodor Schwann)

1914-Hans Spermann conduz experiências de transferência nuclear em salamandras

1981-CTE descritas pela primeira vez (em camundongos)

1994-CTE humana isolada pela primeira vez.

1996–Nascimento da Dolly

1998-Desenvolvimento de métodos para cultivo de CTE humanas.1998-Desenvolvimento de métodos para cultivo de CTE humanas.

1998-1ª linhagem de CTE nos Estados Unidos.

1999-Demonstração da pluripotencialidade das CT.

2000-Liberação de CT humanas para experimentos (Inglaterra).

2004-Nova Lei de Biossegurança.

2004-1º transplante de MO com cordão umbilical coletado.

2008-Controle do processo de diferenciação. 2008-Criação da 1ª linhagem de CTE brasileiras.

Como são identificadas IDENTIFICAÇÃO

-Marcadores de superfície -Microscopia óptica

-Citometria de fluxo

Classificação subdivisões onde são encontradas

-Regeneração de tecidos ou órgãos lesados -Terapia celular + Terapia Gênica

-Evitam rejeição imunológica

- Tecido-específicas- Tecido-específicas

- Pluripotentes -Alta capacidade proliferativa

-Manipulação genética in vitro

-TOTIPOTENTES: Célula-ovo ou célula híbrida por transferência de núcleo somático.

- PLURIPOTENTES: Células-tronco e mbrionárias.

- MULTIPOTENTES: Células tecido-específicas.

Mecanismos de ação

•Diferenciação, transdiferenciação, fusão, desdiferenciação, senescência

-CLONAGE M TERAPÊUTICA: Obtenção de células pluripotentes.

-Capacidade de diferenciação limitada; -Células sanguíneas do cordão umbilical;

-Tecidos adultos;

-Células maduras reprogramadas;

- Células ger minativas.

-EMBRIÕES DESCARTADOS OU CONGELADOS: Clínicas de reprodução assistida.

he matopoiéticas MECANISMOS DE AÇÃO

Morfógenos:

Memória celular para o fenótipo determinado. Podem estar ligados à superfície celular ou à MEC.

- Fibronectina - Proteoglicanos

Controle da diferenciação: -Transcrição do gene

-Processamento do transcrito primário

- Modificações pós-transcricionais

- Modificações pós-traducionais

Diferenciação do mesoderma ventral e FGF Diferenciação do mesodermaActivina Diferenciação mesodérmica e ósseaBMP Diferenciação do áxis corporal e segmentarWnt/int 1/Wingless Diferenciação do mesoderma dorsalVg 1 Interações epitélio- mesenqui maTGF-β Função no desenvolvimento embrionárioMorfógeno

Diferenciação do eixo dorso-ventralDI Diferenciação do mesoderma dorsalNogina Diferenciação do eixo dorso-ventralNF -kB Diferenciação mesodérmica e muscularInt 2 Diferenciação mesodérmica e muscularKGF

Diferenciação do mesoderma ventral e posterior FGF

*Raramente há um único morfógeno atuando.

Manifestação da plasticidade das células-tronco. -Regeneração do cristalino de tritões a partir de células da íris.

Mecanismo de regeneração que resulta na hibridização de células somáticas.

Uma a cada 100 mil células-tronco parece se fundir às células do tecido na qual estão inseridas.

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