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MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO

NORMATIZAÇÃO MAN-TDE-100
ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO ATRAVÉSNOR-TDE-118
REVISÃO! 06/10/0 !
01 FINALIDADE01
02 AMBITO DE APLICAÇÃO01
03 CONCEITOS BÁSICOS01
04 PROCEDIMENTOS03
05 CONSIDERAÇÕES GERAIS25
Tabela 0126

ITEM ASSUNTO PÁGINA DIMENSIONAMENTO DE CABOS SUBTERRÂNEOS – 15 KV

Tabela 0226

DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO – 13,8 KV

Tabela 0327
Tabela 0428
Tabela 0529
Tabela 0629
Tabela 0730
Tabela 0831
Tabela 0932
NORMATIZAÇÃO MAN-TDE-100
ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO ATRAVÉSNOR-TDE-118
REVISÃO! 19/01/0 !
Tabela 103
Tabela 134
Tabela 1234
Tabela 1335
NORMATIZAÇÃO MAN-TDE-100
ATENDIMENTO A EDIFÍCIO DE USO COLETIVO ATRAVÉSNOR-TDE-118
REVISÃO! 06/10/0 ! PAG 1

1.0 FINALIDADE

Esta Norma tem por finalidade estabelecer os critérios e procedimentos para atendimento a pedidos de ligações de fornecimento de energia elétrica, bem como as instalações consumidores localizadas em edifícios de uso coletivo residenciais, comerciais ou mistos, a serem ligadas com a instalação de câmara de transformação pela Enersul.

2.0ÂMBITO DE APLICAÇÃO

A presente Norma aplica-se:

a) Para edifícios de uso coletivo cuja demanda do conjunto seja superior a 150 KVA.

b) Nas áreas de Comercialização, Distribuição e de Serviços Técnicos.

3.0 CONCEITOS BÁSICOS

3.1.EDIFÍCIO DE USO COLETIVO

É toda e qualquer edificação que possua mais de uma unidade consumidora apresentando área comum de circulação, em condomínio de energia elétrica.

É a pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada, que ajustar com a ENERSUL o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por todas as obrigações regulares e/ou contratuais.

É o local da entrega de energia em um só ponto, com medição individualizada para as instalações de um único consumidor. Em prédios ou conjuntos onde pessoas físicas ou jurídicas forem utilizar energia elétrica de forma independente, cada parcela caracterizada por uso individualizado constitui uma unidade consumidora.

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.2

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118

3.4PONTO DE ENTREGA DE ENERGIA ELÉTRICA

É o ponto de conexão do sistema elétrico da ENERSUL, com o quadro de barramentos do edifício de uso coletivo.

3.5LIMITADOR DE FORNECIMENTO

É o equipamento de proteção destinado a limitar a potência da unidade consumidora (disjuntor termomagnético).

3.6ENTRADA DE SERVIÇO

É o conjunto de equipamentos, condutores, transformadores e acessórios existentes após a derivação da rede de distribuição da ENERSUL na via pública, até os equipamentos de medição.

3.7RAMAL DE LIGAÇÃO

É o conjunto de condutores e respectivos acessórios de conexão, entre a rede de distribuição da ENERSUL, e o ponto de entrega de energia elétrica.

3.8RAMAL DE ENTRADA

É o conjunto de condutores e respectivos acessórios de conexão, instalados entre o ponto de entrega de energia elétrica até a caixa para instalação dos equipamentos de medição.

3.9CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO

Compartimento construído com materiais resistentes a fogo, sob responsabilidade e ônus do interessado, destinado à instalação de equipamentos elétricos de propriedade da ENERSUL, tais como transformadores e acessórios.

3.10QUADRO DE BARRAMENTOS

Caixa metálica com barramento destinada a receber o ramal de ligação vindo dos terminais secundários do transformador, conforme desenho da página 51.

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.3

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 4.0 PROCEDIMENTOS

4.1TIPOS DE FORNECIMENTO

O fornecimento de energia elétrica as unidades consumidoras será em Baixa Tensão, de acordo com as suas respectivas demandas para os edifícios residenciais ou comerciais.

4.1.1Tipo I - Fornecimento e medição a 02 fios - 127 V - Fase e Neutro Consumidores que possuam potência instalada até 10 kW e da qual não conste:

− Fogão ou forno elétrico da classe 120 V, com mais de 2000 W;

− Motor monofásico da classe 120 V, com mais de ½ CV;

− Aparelhos de solda e transformador ou raio X, com mais de 0,75 kVA;

− Aparelhos que necessitem de duas ou três fases.

4.1.2Tipo I - Fornecimento e medição a 03 fios - 220/127 V - 2 Fases e Neutro

Consumidores que possuem potência instalada acima de 10 kW e até 15 kW e da qual não conste:

− Motor monofásico da classe de 120 V, com mais de 2 CV;

− Motor monofásico da classe de 220 V, com mais de 3 CV;

− Aparelhos de solda ou raio X, com mais de 3 KVA;

− Aparelhos que necessitem de três fases.

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.4

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4.1.3Tipo I - Fornecimento e medição a 04 fios - 220/127 V, 3 Fases e Neutro

Consumidores que possuem potência instalada, acima de 15 kW e até 75 kW e consumidores que tenham aparelhos que requeiram 3 fases.

É vedado o uso dos seguintes aparelhos nesta categoria:

− Motor monofásico da classe 120 V, com mais de 2 CV;

− Motor monofásico da classe 220 V, com mais de 6 CV;

− Motor trifásico com potência superior a 20 CV;

− Aparelhos de raio X, com potência superior a 20 kVA;

− Máquina de solda com transformador, 220 V, 02 fases;

− Máquina de solda com transformador ou retificador, 220 V, 03 fases, com mais de 20 kVA;

− Máquina de solda, grupo motor-gerador, com mais de 20 CV.

4.2FORNECIMENTO DE ENERGIA AO EDIFÍCIO

4.2.1EDIFÍCIO COM DEMANDA ATÉ 150 kVA

Neste caso, o atendimento será feito através do ramal de ligação, derivado da rede secundária de distribuição 220/127 V. Caso haja necessidade, a ENERSUL instalará um transformador em sua rede para o atendimento da carga solicitada, conforme disposto na NOR-TDE-119.

4.2.2EDIFÍCIO COM DEMANDA SUPERIOR A 150 kVA

Nesta caso, o atendimento será feito através de uma câmara de transformação, com ramal de ligação derivado do secundário do transformador de distribuição com tensão secundária de 220/127 V. Para instalações cuja demanda seja de até 225 KVA, caso seja de interesse do condomínio, poderá ser providenciada a instalação do transformador em estrutura tipo H.

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.5

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 4.2.3RAMAL DE ENTRADA

Os cabos serão isolados para 15 kV unipolares, próprios para uso subterrâneo;

O ramal de entrada obedecerá as condições abaixo, além das estabelecidas pelos Poderes Públicos, tais como : Prefeituras Municipais, DERSUL, DNER, etc.

a) As extremidades dos cabos serão protegidas com muflas terminais, classe 15 kV, de formas e dimensões adequadas; b) As derivações subterrâneas de entrada em alta tensão obedecerão o desenho da página 48; c) Não serão permitidas emendas nos condutores; d) A blindagem dos cabos subterrâneos e as muflas terminais serão ligados ao sistema de aterramento por meio de condutor de cobre nu de bitola não inferior a 16 mm2; e) Os cabos instalados ao longo de paredes, postes ou outras superfícies, serão protegidos por meio de eletrodutos galvanizados. Nas saídas verticais dos cabos, as alturas mínimas dos eletrodutos de proteção, serão :

- Em instalações interiores (cabine) = 0,60 m; - Em instalações exteriores = 5,50 m.

f) Os cabos subterrâneos serão instalados dentro de dutos, canaletas ou galerias, segundo o tipo de cabo empregado e situado a uma profundidade nunca inferior a 0,60 m; g) Os dutos serão assentados e as canaletas construídas de forma a resistirem aos esforços externos e os provenientes da instalação dos cabos, considerando as condições próprias do solo;

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.6

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 h) Tanto as canaletas como os dutos serão instalados com as extremidades em desnível, de modo a permitir o escoamento das águas para as caixas contíguas; i) As canaletas serão fechadas com tampa de concreto ou chapa de ferro; j) O eletroduto não pode sofrer curvas superiores a 45 graus, devendo, nestas condições, ser previsto uma caixa de passagem; k) A caixa de passagem será construída em alvenaria ou concreto, com impermeabilização adequada, dispor de tampa de ferro ou concreto armado, de acordo como os esforços a que pode ser submetida e possuir as dimensões mínimas de 0,80 x 0,80 m; l) O fundo da caixa deve situar-se a 0,20 m abaixo da parte inferior do duto de nível mais baixo e possuir sistema de drenagem adequado; m) O raio de curva do cabo não deve inferior a 20 (vinte) vezes o diâmetro externo do mesmo; n) No ponto de derivação da entrada de serviço será instalado um pararaio por fase; o) O ramal de entrada não poderá passar por terrenos de terceiros; p) A derivação subterrânea será instalada na frente e no mesmo lado do edifício, mesmo que a rede aérea esteja localizada no lado oposto da via pública; q) Será previsto um cabo de reserva, provido de muflas terminais;

4.2.3.2BARRAMENTO DE A.T. -Material – fio de cobre nu;

-Seção – dimensionamento conforme tabela 02.

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.7

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118

4.2.3.3CONDUTORES EM B.T. -Material – cobre, próprio para instalação em eletroduto;

-Seção – dimensionamento conforme tabela 04;

-Isolamento – classe 750 V, 70 graus, no mínimo.

a) Barramento em A.T. A instalação do barramento está detalhada nas páginas 4 e 46;

Nas câmaras de transformação, os barramentos terão seqüência de fases identificada pela ENERSUL, e serão marcados com tinta adequada, nas seguintes cores :

− Fase A = Azul

− Fase B = Vermelho

− Fase C = Branco b) Condutores em B.T.

Os condutores de ligação entre os terminais secundários do transformador até o quadro de barramento deverão atender as seguintes orientações:

− Não devem ultrapassar a 4 metros, de comprimento.

− Devem ser dimensionados com base na demanda e no comprimento dos condutores, para uma queda de tensão máxima de 2%.

− Não devem fazer curva de raio inferior a 20 vezes o diâmetro do cabo, salvo indicação contraria do fabricante;

− Devem ser instalados dentro de dutos de fibra-cimento, PVC ou tubos galvanizados, a uma profundidade mínima de 0,5 m;

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.8

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 4.2.4ESCOLHA DA CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO

Em função da potência nominal do transformador a ser instalado, a câmara de transformação deve obedecer os desenhos, anexos, conforme detalhado abaixo :

a) Posto de transformação, potência até 225 kVA, conforme desenho da página 42. Neste caso deverá ser indicado no projeto o local a ser instalado a estrutura H, devendo este oferecer condição de segurança, e facilidade para manutenções e troca do transformador, obedecendo os afastamentos mínimos necessários conforme desenho da página 52.

O quadro de barramento de baixa tensão onde se fará a conexão (ponto de entrega) deverá ficar no máximo a 5 metros; b) Câmara de transformação, potência de 150 KVA até 300 kVA, inclusive, conforme desenho da página 4; c) Câmara de transformação, potência acima de 300 kVA, conforme desenho da página 46.

a) A câmara de transformação pode ser situada dentro ou fora do edifício, quando localizada dentro, deve ter a preferência para o pavimento térreo a uma distância nunca superior a 15 m da via pública; b) A disposição dos equipamentos, conforme detalhado nos desenhos, anexos, deve oferecer condições adequadas de operação, manutenção e segurança. As instalações deverão oferecer sempre condições de acesso, e facilidade para a eventual necessidade de substituição do transformador; c) Deve possuir características de construção definitiva e ser de material incombustível; d) O pé direito deve ter 3 metros no mínimo;

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.9

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 e) O piso da câmara de transformação deve ser de concreto armado, com inclinação de 1% no sentido do sistema de drenagem, através de um ralo de 4” (120 m) de diâmetro. Nos casos em que se fizer necessário, instalar bomba de recalque; f) Deve ser provida de porta de entrada, metálica, tipo veneziana, dimensões 1,20 x 2,10 m no mínimo, devendo abrir para fora. Deve ter fixada uma placa de advertência com anotação de PERIGO ALTA TENSÃO; g) Para câmaras de transformação subterrâneas, é necessário uma sondagem no terreno, a fim de identificar o nível que o lençol freático se encontra, e caso necessário adotar medidas de forma a eliminar a possibilidade do aparecimento de água em seu interior.

h) A localização da câmara deve ser em área isenta da possibilidade de inundação por água pluvial.

4.2.4.3ILUMINAÇÃO E VENTILAÇÃO a) Devem possuir iluminação artificial e natural sempre que possível, em todos os cubículos;

As janelas destinadas a iluminação natural, conforme detalhado nos desenhos, devem ser fixas e protegidas, externamente, por meio de telas metálicas resistentes, com malha de 13 m, no máximo.

b) Devem ser providas de aberturas para ventilação natural, tipo venezianas, com as seguintes características básicas :

-Dispostas convenientemente, de modo a promover a perfeita circulação de ar por convecção;

-Ter 20 centímetros quadrados de área por KVA instalado, sendo que a área total mínima admissível deve ser 900 centímetros quadrados;

-Localizar-se a uma altura mínima de 20 cm do piso da subestação;

-Os respiradouros de saída de ar devem ficar no máximo 20 cm abaixo do teto da câmara de transformação;

-Os demais detalhes constam nos desenhos, anexos a esta Norma.

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.10

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 c) Quando não houver possibilidade de abertura para ventilação natural, deve ser previsto sistema para ventilação forçada com a utilização de equipamentos adequados.

4.2.4.4PROTEÇÃO E SEGURANÇA a) A área de circulação não pode ser usada para deposito de qualquer material; b) Todos os cubículos que compõem o setor de alta tensão da câmara de transformação devem ser protegidos por anteparos, suficientemente rígidos e incombustíveis, com intuito de se evitar contatos acidentais.

Esses anteparos ou grades de proteção estão detalhados nos desenhos, e devem:

-Ser constituídos de telas metálicas resistentes, com malhas de 25 m, no máximo;

-Ter fixadas, nos mesmos, placas de advertência com anotação PERIGO ALTA TENSÃO.

c) Deve ser instalado extintor de incêndio ( CO2= 6 Kg mínimo ) como medida de segurança, localizado na parte externa e próxima da porta de entrada da câmara de transformação; d) Existirá no lado da AT, chave seccionadora tripolar de acionamento simultâneo, nos seguintes casos:

-Antes do transformador, no caso da câmara de transformação até 300 KVA, e o seu acionamento deve ser externamente ao compartimento do transformador, conforme desenho da página 4;

-Antes de cada transformador, quando a instalação tiver dois ou mais transformadores;

-Antes do disjuntor de proteção, no caso da câmara de transformação acima de 300 KVA;

-Deve ser fixado, junto as chaves seccionadoras, placas de advertência com os dizeres: ESTA CHAVE NÃO DEVE SER MANOBRADA COM CARGA.

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.1

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118 e) A localização da câmara de transformação deve ser em área, isenta da possibilidade de influência, em caso de vazamento de gases.

f) Caso o condomínio disponha de equipamento de geração elétrica, este não poderá operar em paralelo com o sistema da ENERSUL, por qualquer que seja o tempo, devendo haver chave reversora para a transferência entre as fontes de energia, sem carga.

4.2.4.5 ISOLADORES

Internamente, quando da passagem do sistema elétrica de um cubículo para outro, devem ser utilizados isoladores especiais de parede, uso interno, classe 15 KV.

4.2.5 PROTEÇÃO

4.2.5.1PROTEÇÃO EM AT

Câmara de transformação até 300 KVA inclusive, a proteção em A.T. será efetuada através de chave fusível no ponto de derivação, com elos dimensionados, conforme tabela 06.

4.2.5.2CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO ACIMA DE 300 KVA.

a) Para potência acima de 300 KVA será instalado um disjuntor de acionamento automático para proteção contra curto circuitos , de corrente nominal mínima 350 A, capacidade de interrupção mínima 250 MVA em 13,8 KV; b) Os relés de sobrecorrentes do disjuntor serão primários e serão calibrados de acordo com a tabela 03, em função da potência instalada na unidade de consumo.

ATEND. A EDIF. DE USO COLETIVO CÂMARA TRANSFPAG.12

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-118

4.2.5.3PROTEÇÃO EM BT

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