O Retículo Endoplasmático Rugoso

O Retículo Endoplasmático Rugoso

RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO

CÉLULA

RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO

  • O citoplasma das células eucariontes contém inúmeras bolsas e tubos cujas paredes têm uma organização semelhante à da membrana plasmática. Essas estruturas formam uma complexa rede de canais interligados, conhecida pelo nome de retículo endoplasmático, que pode ser de dois tipos: Rugoso (granular) e liso (agranular).

RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO

Métodos de estudo

  • O RE pode ser estudado por meios de técnicas de microscopia de luz e microscopia eletrônica ou ainda por ensaios bioquímicos.

Tipos de retículo endoplasmático, o Liso e o Rugoso.

Retículo Endoplasmático liso (REL)

Retículo Endoplasmático Liso ou agranular

Retículo Endoplasmático liso (REL)

Retículo Endoplasmático Rugoso (RER)

RIBOSSOMOS

Retículo Endoplasmático Rugoso (RER)

Retículo Endoplasmático Rugoso (RER)

Retículo Endoplasmático e a contração muscular

  • O reticulo endoplasmático liso (REL) tornou-se especializado principalmente em células musculares, nas quais ele é denominados reticulo sarcoplasmático. Nas células musculares esqueléticas ele funciona sequestrando íons de cálcio do citossol, auxiliando o controle da contração muscular. O estímulo para a contração é geralmente um impulso nervoso que se propaga pela membrana das fibras musculares, atingindo o retículo sarcoplasmático (onde há cálcio armazenado), que libera íons de cálcio no citoplasma. Ao entrar em contato com as microfibrilas, o cálcio desbloqueia os sítios de ligação de actina, permitindo que se ligue a miosina, iniciando a contração muscular. Assim que cessa o estímulo, o cálcio é rebombeado para o interior do retículo sarcoplasmático e cessa a contração muscular.

Retículo endoplasmático e a tolerância ao álcool

  • O etanol, ou mesmo certas drogas, como sedativos, quando ingeridos em excesso ou com freqüência, induzem a proliferação do retículo não-granuloso e de suas enzimas. Isso aumenta a tolerância do organismo à droga, o que significa que doses cada vez mais altas são necessárias para que ela possa fazer efeito. Esse aumento de tolerância a uma substância pode trazer como conseqüência o aumento da tolerância a outras substâncias úteis ao organismo, como é o caso de antibióticos.

DOENÇAS RELACIONADAS

BIBLIOGRAFIA

  • A Célula ,Fernandes F. Carvalho

  • Princípios de Anatomia ,Gerard J. Tortora

  • A Célula,Geoffrey M. Cooper

  • http://biblioteca.universia.net

FIM !

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