relatorio

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Faculdade Tecnologia Tupy

Sociedade Educacional de Santa Catarina

Paulo Henrique Aguiar Guimarães

Relatório

Laboratório-Prática2

Capacitor e transformador

Eletroeletrônica

Prof.:Julio Omori

Curitiba, 2010

Objetivo

  • Verificar o funcionamento de um capacitor eletrolítico e efetuar sua curva em função do tempo;

  • Verificar o funcionamento de um transformador levantando também suas partes principais de constituição;

Listas de materiais e equipamentos

A tabela a seguir apresenta os materiais que foram utilizados durante o processo de testes da aula prática de capacitor e transformador:

Item

Especificação

Unidade

Quantidade

1

Transformador 220V/9V+9V

PC

2

2

Fonte reguladora (5V-30V)

 

PC

1

3

Protboard

PC

1

4

Resistor (15k)

PC

1

5

Multímetro digital

PC

1

6

Capacitor (1000uF)

PC

1

Desenvolvimento

Pelo motivo de não haver o resistor de 10kfoi preciso alterar o circuito do exercício 2 para um de 15kΩ a partir daí foi efetuado o teste.Os testes para serem desenvolvidos foram os seguintes:

  • O primeiro exercício consistia em indicar a polaridade de um capacitor, ou seja, descrever os detalhes construtivos do mesmo. A figura na página seguinte demonstra a polaridade de um capacitor:

  • O segundo exercício era para montar um circuito (ilustração a seguir) e anotar quanto levou o capacitor para carregar até 5V.Realizou-se o teste e o capacitor levou 15.21s para atingir essa tensão.

Tempo(s) decorrido

Tensão(V) no capacitor

0

0

10

4,25

20

6,06

30

7,08

40

7,51

50

7,68

60

7,87

70

7,93

80

7,96

90

7,98

100

7,99

110

7,99

120

7,99

130

8

300

8

  • Usando o mesmo circuito o terceiro teste consistia construir uma tabela com valores de tensão medidos a cada dez segundos até completar 5 minutos até que o capacitor carregue 8V e logo em seguida montar um gráfico com o resultado obtido.

Abaixo há uma análise gráfica da curva da tensão no capacitor no decorrer do tempo:

  • Núcleo ferromagnético, bornes, enrolamentos primários e secundários e carcaça são as principais partes constituintes de um transformador. Esse levantamento consistia a atividade do quarto exercício;

  • Em seguida mediu-se a resistência dos enrolamentos (primário e secundário) e o resultado obtido foi 406para o enrolamento primário e 5,9Ω para o secundário. Um resultado esperado, pois pela lei de ohm quanto maior a tensão maior será a resistência e menor será a corrente, que por conseqüência no lado secundário como a tensão será menor, a resistência também será menor de uma maneira proporcional. Quando se mede a resistência nos bornes ela necessariamente é infinita, isto é, circuito aberto, caso medi-se a resistência e obter um valor baixo o circuito está em curto, provável causa que o isolamento deve ter sido danificado.

  • Para o sexto teste, consistia em montar uma tabela com os valores de tensões medidos no primário e secundário observando se alternava essas medições;

teste

Tensão primária

 

Tensão secundária

 

Relação de transformação

 

1

221V

19,9V

11,1

2

221V

20V

11,05

3

222V

20V

11,1

  • Usaram-se dois transformadores para executar a montagem do sétimo teste. Colocou-se o multímetro como voltímetro e foi medido 212V na saída ,cujo valor esperado era de 220V.Com isso a relação de transformação deste teste resulta na taxa da tensão de entrada (220V) pela de saída (212V) igual a 1,03.

Conclusão

Tratando-se preliminarmente do funcionamento do capacitor, no terceiro exercício, por exemplo, percebe-se que o capacitor carrega-se num tempo bem inferior aos cinco minutos proposto pelo teste, ou seja, por volta dos dois minutos o capacitor encontra-se carregado e outra análise seria a indicação de polaridade, que há outra maneira de saber e não só a que foi mencionada no teste, basta identificar a “perna” menor que esta corresponde o lado negativo. E para os testes do transformador destaque-se principalmente o último exercício, no qual o transformador não apresentou os 220V esperado na tensão de saída,ou seja,havia um motivo para que apresentasse uma tensão inferior a esperada.Esse fenômeno é devido principalmente pela perda por efeito joule nas resistências dos enrolamentos primário e secundário,ou ainda por dispersão de fluxo magnético no núcleo e também por correntes parasitas induzidas no núcleo.

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