Maurice Dobb - Feudalismo

Maurice Dobb - Feudalismo

Cap. 2 - O declínio do Feudalismo

  1. Definições do feudalismo

  • Posse da terra - Ex.: Ásia e Europa

  • “Vinculo contratual, mas indissolúvel entre serviço e cessão de terras, entre obrigação pessoal e direito real ” - aspecto jurídico

  • o papel das trocas baseada na economia natural (escola alemã) – Pokrovsky

  • Trabalho camperino (obrigátorio)

  • Visão inglesa – relação entre o produtor direto e o seu superior imediato (senhor), e no teor sócio-econômico da obrigação que os liga.

  • A visão inglesa não aborda o vier: 1) – Relação jurídica entre o vassalo e susserano e; e 2) nem na relação entre produção e destino do produto.

  • A caracterização do feudalismo se complementam na essência e conformação de um “ modo de produção”.

  • Implicações deste modo de produção e diferenças perante o capitalismo.

  • Aspectos da divisão social do trabalho nos modos de produção.

  • A servidão e a economia natural – elementos do modo de produção feudal.

  1. O crescimento do comércio na Europa Ocidental

  • Efeito pertubador na sociedade ( surgimento da burguesia)

  • Processo de circulação ( dinheiro), produção do excedente

  • Fim da economia “natural” e inicio da “ economia da troca”

  • Alastramento do capitalismo a Inglaterra - Estudo comparativo

  • Segunda servidão “Engels” - Europa Oriental - servidão para o mercado

  • Regiões comerciais – Mar Báltico – Mar Negro – Polônia – Rússia sec. XVII – Pedro e Catarina

  • Não apenas o crescimento da economia monetária afrouxaria o modo de produção feudal

  • Infiltração da discussão do trabalho assalariado(aspecto da solidez e articulação interna- Marx)

  • Ineficiência da produção; maior necessidade de renda (riqueza) – pressão sobre o produtor

  • Sobrecarga de esforços a classe dominada para manutenção do “status” – baixa produtividade

  • O papel do vassalo na sociedade feudal(usurpado) – exploração máxima

  • Subenfeudação – aumento dos vassalos para fins militares combinados com o aumento dos nobres

  • Efeitos da guerra e do banditismo

  • Efeitos das cruzadas, exigências e festas

  • Maior busca dos “tributos” – colocando em exaustão o aspecto da produção

  • Fuga de vilões – aumento das populações das cidades – deserções punidas com rigor

  • Captura dos fugitivos – facilidade para retorno do vassalo

  • Aspecto do aumento da terra arada disponível

  • Abertura de novos campos e ocupação de terras(ex. Holanda, Flandres, Alemanha)

  • Queda demográfica na Europa pós 1300 – efeitos e causas – ameaça da sociedade feudal

  • Escassez de mão de obra – troca de serviço por dinheiro

  • Redução das exigências senhoriais pós século XII

  1. Desenvolvimento e produtividade no Feudalismo

  • Métodos de coercitivo da classe senhorial de fixação dos vassalos à terra dado a falta de “escravos”.

  • Corrosões do poder dos senhores ( entre eles a igreja) frente os príncipes e comerciantes

  • O enfraquecimento das classes, a necessidade de expansão da produção e da quantidade/qualidade do trabalho (valorização).

  • Arrendamentos dos trabalhos – produtividade dos mesmos (baixa) –

  • Comutação “ obrigatória” de compra (troca) do trabalho por dinheiro.

  • A visão senhorial volta-se para a produção de mercado ( produção do excedente).

  • Visão do excedente do trabalho servil frente a produção mercantil par ao senhor feudal

  • Manutenção do nível de subsistência do trabalhador e de produtividade do senhor feudal mesmo com baixa produção dos bens no campo ( alcance do nível mínimo).

  • Discussão acerca da produção do trabalho à comutação ao invés do trabalho servil.

  • Aspectos de uma maior produtividade – contraste com a situação deplorável do campesinato

  • Guerras ( cem anos – trintas anos)

  • Novas alternativas substituição da contratada ao arrendamento

  • Tais elementos exclui os senhores feudais dos fluxos/ciclos de preços dos produtos produtivos.

  • Duas alternativas – arrendar ou

  • Surgimento de novas classes de camponeses mais prósperos

  • Relação - rentabilidade da terra para arredondamento – quantidade da terra/ quantidade de trabalhadores

  • Os efeitos das políticas perante a relação da produtividade da terra/arrendamentos

  • Os pequenos produtores – ineficiência do arredondamento e na contratação do trabalho ( dada a questão do trabalho servil) .

  • Na Europa Oriental observa-se o tipo de explorações da terra pelo senhor feudal pela quantidade de trabalhadores

  • Crescente o uso do trabalho assalariado e o acesso a sua propriedade

  • Distinção entre classes de um mesmo elemento.

  • A existência de sub-locação do próprio trabalho a arrendatários maiores.

  • Desvalorização do dinheiro como forma de transferir renda dos proprietários.

  • Tais pressupostos de contratação ou arrendamento não significava “liberdade” do vassalo – apenas se adequava a produção a falta de mão-de-obra.

  • Forma de imposição direta de serviços adicionais ( ) – busca do aumento da renda

  • Formação da “ economia de aldeões” – exigências versus pagamentos.

  • Desfragmentação do sistema - revolta dos camponeses

  • Esfacelamento das classes sociais com a desorganização do modo de produção.

  • Fim da servidão - séc. XVI – 1537 – após guerra civil inglesa

  • Como se dá a obrigação do servo ( produzir excedente) 1- pelo trabalho direto como pagamento após renda do produto ( dinheiro) – 2- grau de subordinação e grau de exploração.

  • Diferenças de aplicabilidade do feudalismo na Europa ( Rússia e Inglaterra )

  • Aplicabilidade na Rússia do uso da espécie ( dinheiro) e serviço

  • Século de emancipação

4 – Fatores políticos e sociais do fim do feudalismo

  • Surgimento das cidades – transações monetárias – influência urbana

  • Início – produção mercantil simples – artesanato (mestre e jornaleiros)

  • Mutação do processo de produção artesanal

  • Lutas com os senhores feudais – relações comerciais(atrelamento as leis locais)

  • A origem das cidades - Romanas

  • A origem das cidades – densidade demográfica

  • A origem das cidades – Caravanas de comerciantes

  • Relação “íntima” com a realeza em detrimento da classe senhorial

  • A origem das cidades – direito de refúgio

  • Formação dos burgos

  • Antigas rotas comerciais

  • Até que ponto os senhores feudais e a igreja tinham interesses no comércio

  • O comércio fonte de renda para feudos e igreja

  • Formação de elementos para usufruir do comércio(fábricas, produtos, trabalhos)

Comentários