Atendimento ã? paradacardiorrespiratã?ria

Atendimento ã? paradacardiorrespiratã?ria

(Parte 3 de 8)

1mg IV/IO a cada 3-5 minutos. 40UI IV/IO em dose única substituindo a primeira ou segunda dose de adrenalina.

1mg IV/IO a cada 3-5 minutos até dose máxima de 3mg (apenas em caso de assistolia e AESP com bradicardia).

300mg IV/IO com dose complementar de 150mg IV/IO após 3-5 minutos.

1-1,5mg/kg IV/IO com doses adicionais de 0,5-0,75mg/kg com intervalos de 5-10 minutos até dose máxima de 3mg/kg.

1-2g em 10mL de SG5% IV/IO lento em 5-20 minutos.

1mEq/kg IV/IO. Fonte:Adaptado de Feitosa Filho e colaboradores (2006); ECC Committee, Subcommittees and Task Forces of the American Heart Association (2005).

TÓRIA8.Correlacione os seguintes fármacos às suas respectivas posologias na RCP.

Respostas no final do capítulo

()1-1,5mg/kg IV/IO com doses adicionais
()1 mg IV/IO a cada 3-5 minutos.
()1-2g em 10mL de SG5% IV/IO lento em
()1mEq/kg IV/IO.
()1mg IV/IO a cada 3-5 minutos até dose
()40UI IV/IO em dose única substituindo a
()300mg IV/IO com dose complementar de

9. Quais são as principais orientações acerca das seguintes etapas no SAV: A) Intubação traqueal B) Avaliação e fixação da cânula C) Acesso venoso e monitoração D) Administração de drogas E) Avaliação de ritmo de 0,5-0,75mg/kg com intervalos de 5-10 minutos até dose máxima de 3mg/kg. 5-20 minutos. máxima de 3mg (apenas assistolia e AESP com bradicardia). primeira ou segunda dose de adrenalina. 150mg IV/IO após 3-5 minutos.

( 1 )Adrenalina ( 2 )Vasopressina ( 3 )Atropina ( 4 )Amiodarona ( 5 )Lidocaína ( 6 )Sulfato de magnésio ( 7 )Bicarbonato de sódio

25 PROURGEN SEMCAD

Dose de manutençãoDroga

Amiodarona Lidocaína

A fibrilação ventricular/taquicardia ventricular (FV/TV) sem pulso são os mecanismos mais comuns de parada cardíaca extra-hospitalar, pronto-socorro ou hospitais de cardiologia,19 sendo prioridade máxima a desfibrilação.1,5,6,7

Após a intubação, o primeiro antiarrítmico a ser tentado deverá ser a amiodarona 300mg, IV, em bolus. Uma segunda dose de amiodarona, de 150mg, pode ser tentada após 3 a 5 minutos da primeira dose.

O próximo antiarrítmico a ser utilizado é a lidocaína, na dose de 1 a 1,5mg/kg, podendo ser repetida a cada 5 a 10 minutos, na dose de 0,5 a 0,75m/kg, até sua dose máxima de 3mg/kg. Sulfato de magnésio, na dose de 1 a 2g diluído em 10mL de solução glicosada a 5%, numa velocidade de 5 a 20 minutos, é o antiarrítmico de escolha apenas nos casos de torsade de pointes e de hipomagnesemia.1,5,6,7

Sempre após a recuperação da circulação espontânea, o último antiarrítmico administrado deve ser mantido em dose de manutenção (veja Quadro 2). Caso nenhum tenha sido utilizado ainda, a amiodarona deve ser administrada com um ataque de 150mg em 10 minutos após a parada cardiorrespiratória em FV/TV sem pulso, seguida de dose de manutenção que é a mesma descrita para outras situações.

Quadro 2 DOSE DE MANUTENÇÃO DOS ANTIARRÍTMICOS

Em PCR por qualquer um dos ritmos, bicarbonato de sódio pode ser utilizado na dose de 1mEq/kg conforme descrito no Quadro 3.

O bicarbonato de sódio é absolutamente contra-indicado apenas na acidose lática hipóxica.

Fonte:Adaptado de Feitosa Filho e colaboradores (2006); ECC Committee, Subcommittees and Task Forces of the American Heart Association (2005).

1mg/min nas primeiras 6 horas seguido de 0,5mg/min nas próximas 18 horas. 1-4mg/min.

Classe de recomendaçãoSituação clínica

Hipercalemia preexistente conhecida Acidose responsiva a bicarbonato preexistente Overdose de antidepressivos tricíclicos Alcalinização de urina em overdose de drogas Intubado com longo período de parada

Recuperação da circulação espontânea após uma longa parada

Acidose lática hipóxica

Classe I Classe IIa Classe IIa Classe IIa Classe IIb Classe IIb

Classe I

Fonte:Adaptado de Feitosa Filho e colaboradores (2006); ECC Committee, Subcommittees and Task Forces of the American Heart Association (2005).

6Hs e seus tratamentos5Ts e seus tratamentos

Hipercalemia – Ca++ IV e bicarbonato e/ou solução polarizante

■■■■■Hipoglicemia – glicose IV, reposição de solução de glicose 50% 2 ampolas, caso acesso venoso central, ou intra-osseo e solução de glicose 25% 4 ampolas, caso em uso de acesso venoso periférico

Na Figura 15, apresenta-se o algoritmo 2, referente ao tratamento da FV/TV sem pulso. Fonte:Adaptado de Feitosa Filho e colaboradores (2006); ECC Committee, Subcommittees and Task Forces of the American Heart Association (2005).

Quadro 3 CLASSES DE RECOMENDAÇÕES DO BICARBONATO DE SÓDIO

O Quadro 4 apresenta os tratamentos dos 6Hs e 5Ts, possíveis causas, reversíveis ou não, da PCR.

Quadro 4 OS 6Hs E 5Ts E SEUS TRATAMENTOS

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10. Descreva a posologia dos fármacos envolvidos no tratamento da fibrilação ventricular/ taquicardia ventricular sem pulso nos seguintes momentos:

A) dose de ataque – B) dose de manutenção –

Realizar passos do Suporte Básico de Vida

Após chegada do desfibrilador, avaliar o ritmo:

– Se FV/TV sem pulso: aplicar 1 choque manual bifásico: 120/200J ou monofásico: 360J – Reiniciar RCP imediatamente, trocar pessoa que comprime durante cada verificação de ritmo

– Obter via aérea definitiva, acesso IV ou IO e monitorização – Administrar vasopressor assim que possível

– Adrenalina 1mg IV/IO a cada 3-5 minutos ou vasopressina 40UI IV/IO em substituição a 1ou 2dose de adrenalina

Checar ritmo 2 minutos após cada desfibrilação: – Se FV/TV sem pulso: aplicar 1 choque manual bifásico: 120-200J ou monofásico: 360J – Reiniciar RCP imediatamente, trocar pessoa que comprime durante cada verificação de ritmo

Se assistolia – mudar de algoritmo Se atividade elétrica – checar pulso: – Sem pulso – Algoritmo AESP

– Com pulso – Cuidados pós-RCP

Administrar antiarrítmico – Amiodarona 300mg IV/IO seguido de 150mg IV/IO após 3-5 min

– Lidocaína 1-1,5mg/kg IV/IO seguido de 0,5-0,75mg/kg a cada 5-10 min até dose máxima

– Sulfato de magnésio 1-2g IV/IO se torsades de pointes

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