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MINUTOS DE LIDERANÇA Com estilo, confiança, clareza e encorajamento, suas marcas registradas, Maxwell aborda neste livro, dividido em 52 semanas, uma série de assuntos vitais, incluindo sucesso, trabalho em equipe, comunicação e resolução de conflitos. Cada semana explora uma faceta de liderança em um formato ideal para líderes atarefados. John Maxwell – Thomas Nelson Brasil – R$ 29,90

MANUAL DE DISCIPLINA PARA INDISCIPLINADOS A verdadeira disciplina é a unidade entre o pensar, o querer, o sentir e o agir. Este livro trata do caminho da plenitude e do alinhamento do indivíduo com sua própria essência. Essa autodescoberta é a forma de desenvolver uma disciplina para toda a vida. A disciplina sem rigor e com transformação. Dulce Magalhães – Editora Saraiva - R$ 29,90

GENTE, GESTORES E EMPREENDEDORES Neste livro, o autor fala sobre capacitação, com reflexões e dicas para o desenvolvimento pessoal, profissional e empresarial. Na essência, mostra que o conceito do Empreendedorismo não é uma definição de ação, mas de respostas, as mesmas como resultado da integração ideal entre pessoas, modelos de negócios e uso adequado da inteligência. Sérgio Dal Sasso – Editora ThreeC – R$ 19,90

Ser m ais c u l t o

Lançamentos

w.revistasermais.com.br 36 lareza, objetividade, segurança, capacidade de argumentação, convencimento, desenvoltura e boa compreensão são características esperadas em executivos que ocupam cargos estratégicos de liderança nas empresas. Desenvolver ou ter todas essas habilidades é essencial para a gestão de equipes, para negociar com clientes, fornecedores, etc.. O executivo utiliza, portanto, suas habilidades comunicativas para se relacionar com pessoas de sua própria empresa ou fora dela. Quando lidamos com pessoas um fator fundamental se coloca : a subjetividade. Como seres humanos, todos nós, independentemente do cargo que ocupamos, de estarmos ou não no trabalho, temos emoções, expectativas, uma história de vida a partir da qual nos constituímos, crenças, e pontos de força e fragilidade em nossa personalidade. Em nossa comunicação e na relação com o outro esses aspectos que fazem parte de nós atuam tanto de modo consciente quanto inconsciente, tanto a nosso favor como algumas vezes contra nós.Poder lidar com a própria subjetividade, conhecendo mais sobre o modo pessoal e único que percebo meu ambiente, como reajo em situações de pressão, como minhas ações estão condicionadas às minhas crenças e até questionar para onde vou e em que direção quero me desenvolver, é fundamental para um líder.A possibilidade de sucesso sem estresse, sem perda da saúde e de si mesmo, passa pelo autoconhecimento. Observamos em nosso trabalho com grupos de executivos que ao conhecer-se, ao levar em consideração sua subjetividade, ao personalizar-se e ao tratar de modo mais humano a si mesmo e ao outro, os resultados na gestão de equipes e na melhoria da qualidade de vida são surpreendentes.

Executivos que aprendem a lidar com os aspectos subjetivos envolvidos na comunicação no ambiente de trabalho, tornam-se líderes mais eficazes, com maior capacidade de gestão de equipes, maior autoconfiança, auto-estima e melhor instrumentados para perceber e lidar com conflitos.Com o principal objetivo de disponibilizar uma metodologia de trabalho para o desenvolvimento das habilidades comunicativas e da subjetividade de executivos e gestores no contexto das organizações, foi desenvolvido um produto que permite melhorar a comunicação, compreender e mais eficientemente lidar com conflitos, obtendo uma melhor interatividade no contexto corporativo. Este, a partir de um serviço de consultoria, propõe o desenvolvimento de um trabalho integrado com a equipe da empresa, tendo-se como principais objetivos a apropriação das questões afetivo-emocionais conscientes e inconscientes envolvidas no processo de comunicação, compreensão da construção do sistema de crenças que é responsável pelo padrão de comunicação atual, ampliação do repertório perceptivo e tornar possível a estruturação de um plano individual de desenvolvimento. A comunicação verdadeira, o diálogo, o ver e tratar o outro como ser humano traz vida nova para as pessoas e para as organizações. As pessoas passam realmente a participar, comprometer-se com os objetivos da empresa, gerar vitalidade e saúde às corporações. Esse diálogo e essa política mais humana e cidadã é possível através de líderes capazes e comprometidos com seu próprio desenvolvimento e com ficará seu desenvolvimento, de sua empresa e equipe

Novo produto ajuda diminuir conflitos no contexto corporativo

Maristela Vendramel Ferreira, Ana Lúcia Fernandes e Adriana Netto consultoras e empreendedoras da área de comunicação. E-mail: maristelavendramelferreira@gmail.com w.revistasermais.com.br seRHumano por Maristela Vendramel Ferreira, Ana Lúcia Fernandes e Adriana Netto

“A comunicação verdadeira, o diálogo, o ver e tratar o outro como ser humano traz vida nova para as pessoas e para as organizações.”

a sua revista de inteligência e sucesso 37

+seRHumano por Maristela Vendramel Ferreira, Ana Lúcia Fernandes e Adriana Netto agrega às empresas, considerando que o talento humano é o fator exponencial de desequilíbrio num cenário em que todos têm acesso a tecnologias semelhantes. No início do Século X, o genial norte-americano Henry Ford, grande propulsor da indústria moderna, cunhou frase antológica sobre o significado da boa formação: “Se o dinheiro é a sua esperança para independência, você nunca a terá; a única segurança real que um homem pode ter neste mundo é uma reserva de conhecimento”. Se tal exigência já era decisiva num mundo que ainda procurava soluções para a simples produção em série de automóveis e outros bens industriais, o que dizer do presente, quando as tecnologias tornam informação, cultura e saber os mais importantes valores de qualquer organização? A resposta a esse desafio contemporâneo pode ser encontrada numa velha aliada dos indivíduos e povos vencedores: a sala de aula! É aí que experiência, conhecimento do mercado, conteúdo adequado e bons professores mudam o destino de pessoas, empresas e países seRHumano por Antoninho Marmo Trevisan

precisam de boas escolas

O mercado e o profissional

Antoninho Marmo Trevisan é presidente da Trevisan Consultoria e Outsourcing e diretor da Trevisan Escola de Negócios. E-mail: antoninho@trevisan.com.br primeiro Mapa de Estudos Superiores na América Latina e no

Caribe (Mesalc), elaborado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), revela que somente 13,8% das escolas de terceiro grau, dentre as mais de nove mil instituições do gênero existentes na região, têm avaliação positiva quanto à qualidade. O índice é preocupante para as nações do Continente, considerando que a formação acadêmica constitui-se em requisito fundamental à conquista do desenvolvimento. Sob o ponto de vista das carreiras profissionais, o estudo também significa importante alerta: é essencial buscar escolas gabaritadas, pois diplomas e títulos universitários são diferenciais efetivos na luta pelo sucesso somente se forem a garantia e o “selo” de um ensino de excelência. A seriedade, credibilidade e competência da Unesco sugerem ser prudente considerar o conteúdo desse inédito relatório, produzido sobre substantiva base de dados e estatísticas de 28 dos 3 países membros da organização na América Latina e Caribe. O trabalho evidencia a necessidade de ampliar não só o acesso, mas também a qualidade da educação superior. Cruzando suas conclusões com outros estudos e processos de avaliação realizados no

Brasil, como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), percebe-se que, em nosso País, o principal problema reside na questão da excelência, levando-se em conta a grande expansão do número de faculdades nos últimos anos. O Brasil tem excelentes instituições de ensino superior, mas em quantidade insuficiente para atender à demanda do mercado por profissionais altamente qualificados. Assim, é importante a ampliação do número de boas escolas, em nível de graduação, pós-graduação e cursos de MBA. Trata-se de algo importante para o País, o universo corporativo e os profissionais. Sob o ponto de vista do mercado, empresas inteligentes são as que recrutam colaboradores devidamente preparados. Afinal, contar com um quadro de profissionais competentes é imperioso; é o requisito que mais valor

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Respostas

Charada Cruzada

Charada

1 2 3 4 5 6 7 Demonstrativopublicado anualmentepela empresa visandotornar públicoum conjuntode informaçõese indicadores dosinvestimentos edas ações realizadasno cumprimento desua função socialjunto aos seusfuncionários,ao governo eàs comunidadescom que interagem,direta eindiretamente.

Raciocínio:Alguns quadrantes dacruzada estão numerados.

Coloque as letras dessesquadrantes na charada eencontre a resposta.1 2

Categoria de empresa que surgiu no finaldo século XIX, mas só conseguiu sefirmar após a Segunda Guerra Mundial.Hoje, esse tipo de empresa, operaem dois ou mais paises e exerce grandeinfluência no comércio mundial. Produto queobteve emsetembro de2008 umcrescimentoem suaexportação4 vezesmaior do queno mesmoperíododo anopassado.

MúsicaCompositores:Seu Jorge/Gabriel Moura/Pretinho daSerrinha“Tô namoran-do aquelaminaMas não seise ela meMina maneirado condomínioLá do bairroonde moro...”
Localizadopróximo aflorestaamazônica.É o pontomais alto doBrasil,alcançandoa marca de2993,78 mde altitude.Pico da

Deusa gregada vitória,que setornou onome damais famosamarca deartigosesportivos domundo.

JogovicianteSeu cálculomais baixoalcançatrintamilhões dereais emapostas.Faz parte darotina demuitosbrasileiros.Jogo doUma dasetapas doprocessocriativo emque nossamentetrabalhaidéias mesmoque não este-jamos cons-cientes. RobertB. Dilts, autorda PNL,referiu-se aesse processocomo "ges-tação incon-sciente".Texto de umapublicaçãoem que oconteúdoexpressaa opiniãoda empresa.Os jornaistemespaços pré-determinadospara eles nasprimeiraspáginas.

Unidade de medida agrária.Equivale a 100 metros.

Personalidade (1643 - 1727)Físico e matemático inglês inventor dotelescópio de reflexão. Foi o primeiro aestudar a separação da luz e das coresdo espectro por meio de um prisma._ Newton Plano de estabilizaçãoeconômica criado em 1994quando Rubens Ricupero eraMinistro da Fazenda de ItamarFranco. O projeto foi elaboradopelo seu antecessor FHC.Plano _

InglêsExpressar osentimentode amor. Governante queapoiou o programaferroviário e oserviço militar.Afonso _ EmpresaqueinvestiuR$ 175milhõesemWiMAXesse ano.

Oficina de pintor,fotógrafo,costureiro, etc.

Contracenou comClint Eastwood nofilme “As pontesde Madison”._ StreepSigla / InglêsCaixa usada naseleições. Caiu emdesuso com ovoto eletrônico.

Nomeoficial daIlha dePáscoa,localizadano PacíficoSul Rapa _

Inglês

Absorver, incorporar Idealizadapelos EUA(Área deLivreComérciodasAméricas).Prevê aisenção detarifasalfan-degárias.

InglêsAmplo,Largo InglêsSentimento ouestado de espiríto.Cabisbaixo,sem alegria.

Maiorestânciahidrotermaldo mundo.A temperaturade suaságuasoscilamentre20º a 60º.Sua principalfonte derenda giraem torno doturismoNovas
Winfrey

Direito dado aos trabalhadores quedesenvolvem suas atividades em condiçõesque o expõem a agentes nocivos à saúde,acima dos limites de tolerância fixadospelo ministério do trabalho.O adicional varia de 10% a 40%calculado sobre o salário mínimo. 8 9 10 1 12 13 divirta-se

a sua revista de inteligência e sucesso

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+seRHumano por Walter Machado de Barros

Ser M ais m o t i v a d o

Financeiro e Recursos Humanos: uma aliança lucrativa m um passado não muito longínquo, muitas empresas estavam divididas em pequenos “feudos”, gerenciadas por um “grande senhor feudal”. Havia dois grandes e perfeitamente identificáveis grupos: os geradores de receitas, provindas das atividadesfim, e os geradores de custos e despesas, oriundos das atividades de suporte. A área de Recursos Humanos, antes chamada de “Departamento Pessoal”, pertencia ao segundo bloco, sendo responsável pela folha de pessoal, encargos sociais, entre outros pagamentos. Neste cenário, a principal atribuição da área financeira, após suas funções de tesouraria, era a apuração do custo total da atividade empresarial, seu controle, gerenciamento e conseqüentes ações corretivas, perante um orçamento financeiro rígido, projetado com premissas históricas. Não eram consideradas as alterações da tecnologia, as demandas do mercado, a busca da sociedade por melhor qualidade de vida, o progresso social. Essa era a cultura dominante. A expressão “versus” era a mais adequada para definir essa relação conflituosa entre as Finanças e os Recursos Humanos. Uma visão atualmente arcaica e ultrapassada, que começou a ser modificada a partir dos anos 70, quando se instalou no Brasil, por meio das escolas de ponta, nos cursos de administração, um importante movimento a sua revista de inteligência e sucesso 41 conhecido como “Administração por Objetivos”, rapidamente difundido pelas empresas multinacionais e alcançando poucas companhias nacionais que, na época, já zelavam pela boa técnica de gestão. Foi o inicio de uma tímida, porém importante transição nessa cultura. A chegada do “Planejamento Estratégico”, nos anos 80, provocou grande revolução corporativa, pois levou as empresas a “pensarem sua gestão” de forma global, onde todas as áreas funcionais se faziam presentes para discutir, avaliar e traçar objetivos estratégicos para períodos em torno de três a cinco anos. Uma prática que sabiamente vigora até hoje. Esse grande esforço de pensar a empresa promoveu a união das diversas áreas em torno de sua Missão, Objetivos Estratégicos e Planos de Ação. Os departamentos passaram a ser células integradas em torno de uma única finalidade. Neste contexto, iniciou-se uma parceria entre as áreas de Finanças e Recursos Humanos, com planos de ações complementares, otimizando meios para alcançar resultados comuns. A partir dos anos 90, as empresas familiares começaram um tímido processo de profissionalização de suas cúpulas diretivas. Esse movimento se consolidou na segunda metade desta década com o advento da Governança Corporativa, quando se constatou ser uma boa ferramenta para profissionalizar as empresas familiares, facilitando o acesso ao capital e contribuindo para sua perenidade. Recentemente, com o desenvolvimento do Mercado de Capitais, as empresas foram buscar recursos financeiros de longo prazo, por meio da abertura de seu capital ao mercado de ações. Nos últimos dois anos, a maioria abriu capital no Novo Mercado, modalidade criada pela Bovespa para abrigar companhias com as melhores práticas de governança corporativa. O nome do jogo passou a ser “Criar Valor” para a Empresa, seus acionistas, clientes e governo. Atendendo a este cenário corporativo, Finanças e Recursos Humanos reforçaram suas atuações complementares, como supridoras de recursos financeiros e de pessoas, integrando a “Rede de Valor”. Suas atuações passam a ser estratégicas e inovadoras. Por fim, finanças reconhecem que os Custos provenientes da área de Recursos Humanos são preços pagos pelo “Cliente Interno” (unidades de negócios) pelos serviços prestados, tais como: treinamento e desenvolvimento de pessoas, gestão de clima organizacional e os tradicionais serviços de administração de pessoal. Acrescentem-se os recém serviços de “coaching” (serviço individual de treinamento), serviços de “mentoring” (orienta, aconselha, aponta direções), entre outros. Neste mercado globalizado e altamente competitivo, acirrado, sobretudo a partir da abertura da economia para o mundo, o custo total dos salários tem desafiado cada vez mais os gestores. Neste desafio, incluem-se também os executivos de finanças e recursos humanos inseridos em estratégias competitivas para manter a empresa no mercado local e global por meio de uma operação rentável, adicionando valor aos acionistas, clientes e governo. Retomando o uso da palavra versus para definir a relação entre as áreas de Finanças e Recursos Humanos, penso que, neste contexto, ela já não é mais apropriada. Ambas devem atuar em conjunto. Portanto, hoje, a expressão que melhor caracteriza essa parceria é: Finanças e Recursos Humanos. Uma aliança lucrativa. Este é o caminho

Walter Machado de Barros é presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças IBEF. E-mail: wmachado@ibef.com.br

“Finanças e Recursos Humanos, uma aliança lucrativa. Este é o caminho.”

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A El Movil, empresa de entretenimento e marketing pelo celular, acaba de criar um aplicativo para celular que facilitará a comunicação entre empresas e funcionários sem ponto fixo de trabalho. O aplicativo pode exercer funções como a de cartão de ponto, envio de informações atualizadas sobre produtos, relatórios, avisos, gráficos e permite a realização de treinamentos, pesquisas e consultas on-line. A função de relógio de ponto, por exemplo, permite ao funcionário tirar uma foto que registra com data e hora o momento de chegada ao local de trabalho e enviar, pelo telefone, aos recursos humanos da empresa. O software também possibilita que a empresa mande ao empregado planilhas personalizadas com formulários, tarefas do dia e avisos. O sistema é compatível com Windows, Macintosh e Linux, permitindo que os dados armazenados no aparelho sejam descarregados em qualquer computador.

Ponto

Desktop

Buscapé e Iphone

Cansado do papel de parede do seu computador? Então aproveite para conhecer um site que facilitará a sua vida na hora de escolher o tema da sua área de trabalho. O site http://marcogomes.com/wallpapr, desenvolvido pelo empreendedor web, Marcos Gomes, possui um mecanismo de busca de imagens no Flickr, álbum virtual do Yahoo! Pela busca do Wallpapr é possível determinar quantos resultados serão mostrados na tela do site, 20, 40 ou 100.

O Grupo Buscapé, site de comparação de preços presente na América Latina, anunciou o lançamento de um aplicativo de comparação de preços voltado para iPhone e iPod Touch. A partir dele, os usuários poderão comparar preços em qualquer lugar, inclusive em lojas e shoppings, aumentando as chances de realizar o melhor negócio. Para baixar o dispositivo, é necessário ter acesso ao iTunes e criar uma conta na loja virtual da Apple. A solução inédita é gratuita e está disponível em inglês, português e espanhol para Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

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