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no alvo - tech

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A Kingston, empresa fabricante de produtos de memória, está lançando mundialmente o DT150, um pen drive com capacidade de 64GB. O assessório é emborrachado e possui encaixe para a tampa na extremidade oposta ao leitor. É compatível com os Windows 2000, Vista e XP, além de , Linux e Mac OS. Possui garantia de cinco anos e tem preço sugerido de R$ 733,70.

Pen drive

Animações on-line Revistas eletrônicas

Internet interplanetária

O portal IG acaba de lançar, em parceria com o site Pinpix, um conjunto de ferramentas interativas para que os usuários possam criar animações online e editar fotos para a divulgação em redes sociais e blogs. Sem exigir conhecimento técnico, a página mostra como utilizar cada serviço. Acesse as ferramentas em w.ig.com.br/pinpix

A USP (Universidade de São Paulo) está com um novo portal que dá acesso, via internet, ao texto completo das revistas produzidas pela Universidade e credenciadas pelo Programa de Apoio às Publicações Científicas Periódicas da Instituição. Trata-se do Portal de Revistas da USP (w.revistasusp.sibi.usp.br), uma biblioteca eletrônica com acesso gratuito.

A NASA realizou com sucesso, há cerca de dois meses, testes em uma rede de comunicações interplanetária, projetada com base no modelo da Internet, utilizando o protocolo DTN (Disruption Tolerant Networking), desenvolvido há dez anos. Os testes foram divulgados recentemente e os dados transmitidos entre a Terra e uma nave, localizada a 32 milhões de quilômetros, levaram entre três e vinte minutos para percorrer o trajeto.

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+SerTECH por Adriano Filadoro TI: “cloud computing” é só mais um termo sugestivo?

Ser M ais r e s i l i e n t e setor de tecnologia da informação tem sofrido inúmeras mudanças nos últimos 15 anos. De sistemas computacionais que ocupavam grandes salas dentro das empresas, hoje temos laptops e podemos fazer quase tudo com um bom aparelho celular. Até mesmo o aparelho de fax, que surgiu nesse meio tempo, quase não é lembrado pelos que estão cursando a universidade. Tudo mudou muito rapidamente e para melhor. Enquanto algumas pessoas têm ressalvas em relação aos profissionais responsáveis diretamente por essas transformações, os apelidando de ‘nerds’, temos de concordar que esses ‘professores pardais’ dão nomes cada vez mais interessantes para as inúmeras aplicabilidades tecnológicas. Primeiro vieram as siglas, que ainda não caíram em desuso e ainda são empregadas sempre em Inglês, independentemente de você estar em Taiwan ou ter um termo correspondente em seu país de origem. Atualmente, todos estão mais poéticos, ou talvez mais espertos. Tanto é que o termo “TI verde” pegou na hora, ainda que realmente a sua revista de inteligência e sucesso 45

“De sistemas computacionais que ocupavam grandes salas dentro das empresas, hoje temos laptops e podemos fazer quase tudo com um bom aparelho celular.” ele sugira, em alguma medida, os benefícios do uso responsável e racional dos recursos naturais. Mas o mais curioso, nos últimos tempos, é ver um CIO indagando a outro sobre o significado de “cloud computing”. Afinal, se o termo vem sendo pronunciado pelos altos executivos da Microsoft, Apple, IBM e Dell, alguma coisa importante vem pela frente. Bem, nem sempre isso é uma verdade absoluta. Sabemos que a capacidade gerencial é um item crítico dentro de uma empresa. O gestor à altura do cargo que exerce certamente vive se questionando sobre a performance e a funcionalidade dos recursos de TI da companhia. Ele sabe que há sempre novidades em TI, seja no segmento de hardware, software ou de serviços capazes não só de suportar as operações rotineiras, mas de se transformar em uma verdadeira vantagem competitiva diante de seus concorrentes. E que isso tudo significa mais dinheiro no caixa da empresa. Portanto, hoje em dia ele está atento a termos como ‘virtualização’, ‘cloud computing’ – mesmo sem saber ao certo o que é – e nas próximas inovações divulgadas na mídia e no mercado. Uma coisa é certa: estar a par das inovações não é garantia de que

Adriano Filadoro é consultor de TI e sócio-diretor da On-line Brasil (w.onlinebrasil.com.br) elas sejam o melhor caminho para a estratégia de crescimento da empresa. Pelo menos, não sem o conhecimento das reais necessidades, objetivos e de tudo o que isso significa em termos de investimento. Isso justifica, em parte, a alta rotatividade de CIOs dentro das empresas. Certamente que são competentes, mas às vezes se deixam influenciar pelo deslumbre dos novos termos, criando necessidades onde elas não existem e investimentos em elefantes brancos. O termo “cloud computing” já foi definido de várias formas, certamente até pelo seu próprio autor – ainda incógnito. A explicação mais plausível é que, ao contrário daquela imagem sugestiva de computadores voando pelos ares, se trata de formas de rodar sua base de serviços ‘nos ares’, utilizando um espaço já bastante explorado pelas operadoras de telefonia móvel. A idéia é permitir que alguém tenha acesso aos seus dados ou aos dados da sua empresa sem necessariamente estar fisicamente próximo. Total interação remota. Se a virtualização, que propõe a multiplicação não só de servidores, mas de outros recursos de TI, como banco de dados, redes e desktops, não foi completamente percebida e aproveitada em sua totalidade pela maioria das empresas brasileiras, por exemplo, certamente ainda levará um tempo para a “cloud computing” cair no completo entendimento e aproveitamento. Além disso, os métodos mais comuns utilizados hoje em dia para proteger o ambiente virtual não oferecem exatamente as mesmas garantias de segurança dos ambientes físicos. Isso vem exigindo aperfeiçoamento constante, como investimento em Data Center para se ter um backup automatizado, pronto para acelerar os processos de armazenamento e recuperação das informações com baixa movimentação, ou até mesmo a virtualização do backup. Portanto, antes de permitir que seus pensamentos voem nas ‘nuvens da computação’, a medida mais acertada é investir em uma infraestrutura tecnológica viável e pronta para dinamizar os negócios da sua empresa 45 +

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CEO da consultoria. Os resultados dos testes realizados são entregues para a empresa contratante junto com um seminário de até quatro horas, em que a interpretação dos gráficos é realizada e direcionada também aos participantes. Segundo Pavani, não existem limitações para a aplicação do EQ Map, o teste não demanda nenhum tipo de prévio conhecimento para o preenchimento adequado do mesmo. w.gaussconsulting.com.br

Nas análises em que são levantados os quesitos para desenvolver um trabalho, a Gauss define o gráfico ideal do Mapeamento Emocional para confrontar com o resultado das respostas do participante. A partir da comparação, a empresa pode começar um programa de desenvolvimento humano para o colaborador. “O processo de especificação do mapeamento do Gráfico IDEAL para cada função demanda um trabalho de Mapeamento dos Processos Organizacionais como forma preliminar, para conhecer 100% das atividades das pessoas e mapeálas adequadamente as habilidades emocionais desejáveis de um eventual ocupante.”, explica Orlando Pavani Jr,

SerTECH por Julyana Rosa

Ser M ais r e s i l i e n t e

Identificar características de funcionários que sejam mais adequadas para a realização de determinadas tarefas e até descobrir o perfil dos futuros contratados são algumas das aplicações do EQ Map. O teste, de autoria de Robert Cooper, aplicado e adaptado ao perfil brasileiro pela Gauss Consulting, é uma ferramenta que também ajuda a medir os níveis de produtividade em que se encontram os colaboradores. Em 258 questões objetivas, múltiplaescolha, que compõem o EQ é gerado um mapa emocional que faz uma análise do comportamento profissional e pessoal de quem o responde, nos últimos dois meses.

Teste mapeia quociente emocional

a sua revista de inteligência e sucesso 47 pois assim que uma máquina for capaz de tomar suas decisões e por elas atingir seus objetivos, estaremos diante de uma forma de IA. Não estamos falando de programação, mas de escolhas e tomada de decisão. Foi essa umas das razões que me inspirou a criar esse conceito de inteligência, a inteligência de quem faz acontecer, do realizador. Ser responsável pelas suas escolhas e, assim, poder mudar de estratégia com objetivo de atingir o resultado desejado. Isso é ter êxito. Isso é ter inteligência do sucesso. E o mais importante, podemos a desenvolver todos os dias com essa habilidade não conseguem realizar seus projetos, pois não têm esse tipo de inteligência tão desenvolvida. Por outro lado, quando conseguem focar em resultados, vemos realizações fantásticas e realizadores extraordinários. Uma questão importante é que a maioria dos grandes realizadores nunca foram descritos desde cedo como prodígios, mas normais. O quanto é normal realizar aquilo que você deseja, seus sonhos objetivos e metas, isso, para mim, é uma questão importante. Saber que podemos aumentar nosso nível de realização, baseado nos princípios da inteligência comportamental, a escolha que leva você ao resultado que deseja. Esse principio é utilizado dentro dos estudos da inteligência artificial(IA),

+ motivado por Dr. Jô Furlan

Acho relativamente difícil afirmar ser a primeira e única, mas com certeza é fundamental. Em nossa edição de outubro, comentei que uma das principais dicas para melhorar a sua inteligência do sucesso é assumir o controle da própria vida, ter autoliderança. Estamos falando em assumir a responsabilidade pela sua vida, e observando dessa forma, fica claro a importância do conceito acima. Se o que você deseja é obter um certo resultado, estabelecer um processo de verificação constante auxilia o andamento. As descrições e o entendimento da Inteligência, que são abordadas antes do desenvolvimento do conceito da inteligência comportamental humana, descreve talentos e habilidades natas, em alguns casos com grande potencial de desenvolvimento e treino, como no caso da inteligência emocional. Quando tomamos como referência testes de QI tradicionais, estamos avaliando habilidades especiais. Muitas pessoas, porém,

Ser M ais r m o t i v a d o

IntelIgêncIa do sucesso

Dr. Jô Furlan é especialista em liderança e precursor da inteligência comportamental. Site: w.drjofurlan.com.br

Tomar a decisão que nos aproxima daquilo que desejamos. Passo-a- passo a realização de um sonho se torna realidade. Conseguir realizar nossos objetivos e metas, aí está a essência da inteligência comportamental humana.

“Só o permanente confronto com a responsabilidade gera resultados”

Recentemente, durante uma revisão bibliográfica, li essa frase de Bern Wheeler, defendida como a primeira e única lei do sucesso.

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No ano da comemoração do centenário da imigração japonesa, entrevistamos uma imigrante naturalizada que tem feito história. Chieko Aoki comanda a Blue Tree Hotels, rede hoteleira presente em 16 cidades do país , duas da Argentina, com serviços de qualidade internacional. Padrões que refletem sua essência e conduta.“Respeito sempre está em primeiro lugar, principalmente com os nossos clientes”, afirma. Alta qualidade e respeito são lemas respirados pelos funcionários, treinados e capacitados para levar o melhor aos hóspedes. Estes são apenas alguns segredos da administração de Chieko que podem ser revelados. Afinal, não dá para contar em poucas linhas a história e dedicação, que fizeram a árvore azul crescer. Blue Tree significa árvore azul em inglês, e é o sobrenome de Chieko, traduzido do japonês (Aoki).

* Texto editado de entrevista realizada pelo Dr. Jô Furlan, palestrante e especialista da área de Desenvolvimento Comportamental.

Chieko Aoki

A imigrante japonesa que mudou a história da hotelaria no Brasil

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Um trabalho intenso e constante, onde é muito complicado conciliar trabalho, família e lazer.As empreendedoras são assim: com forte tendência a perceber seus negócios como difíceis, porém elas os vêem muito mais como um desafio do que um fardo, o que contraria crenças muito difundidas, de que as mulheres não conseguem manter tantas responsabilidades – lar, marido, filhos, trabalho - os negócios tendem a ser vivenciados sem culpa, em harmonia com o lar, vantajosos para a família, não se constituindo, portanto, como oposições. Quando critérios como auto-realização, eficiência e lucros foram utilizados para avaliar o sucesso feminino, concluiu-se que mulheres empreendedoras quebraram o pensamento estereotipado e hegemônico já existente. Fatores internos e típicos das mulheres, como o sucesso interior, foram considerados quesitos de maior importância. Características femininas que sempre foram vistas de forma preconceituosa, por serem associadas a fragilidades, acabaram virando vantagens no mundo corporativo atual. Toda essa sensibilidade faz das empreendedoras o grande diferencial no meio dos impulsos masculinos

+ empreendedor por Luiz Fernando Garcia

Mulheres empreendedoras nem melhores, nem piores, apenas diferentes

Luiz Fernando Garcia é consultor especialista em manejo comportamental e empreendedorismo em negócios. Site: w.rendercapacitacao.com.br s diferenças entre os homens e as mulheres sempre foram motivo de discussões.

Metaforicamente, a mulher agüenta quinze assaltos e ganha uma luta por pontos. Já o homem agüenta apenas cinco e ganha por nocaute, buscando o resultado final. Enquanto as mulheres persistem a longo prazo e vencem justamente por isso, os homens são resolutos. Essa e outras tantas características tipicamente femininas fazem a diferença. Se os homens foram os heróis da Era Industrial, as mulheres têm um grande papel a desempenhar na era dos Serviços, que precisa de facilidade de relacionamento com clientes e com comunidades, característica feminina por excelência. Mas afinal, qual o perfil da mulher empreendedora? Para elas, possuir um negócio próprio parece ser uma estratégia de vida e não meramente uma ocupação ou um meio para ganhar dinheiro. Ambivalentes, as mulheres tendem a valorizar mais o trabalho do que os filhos ou a família em geral, mas, ao confrontar o dilema trabalho x marido, as empreendedoras optam por uma alternativa que expressa a valorização combinada de ambos. Assim, têm como meta atingir um equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal, utilizando diferentes estratégias para lidar com as demandas do negócio e da família. Essas mulheres têm mais facilidade para compor equipes, persistência, cuidado com detalhes, além de valorizarem a cooperatividade. Apesar de incluírem certa dose de sentimentalismo a suas decisões, têm maior facilidade para desenvolver atividades intelectuais, inverso ao homem, que é mais ágil e prático. Nesse sentido, posso citar o caso da empresária Silvia Patriani, que afirma que as mulheres empreendedoras devem manter o foco; ter poder de análise do mercado, manter sempre os olhos voltados para o futuro, com arrojo e persistência. Empreendedora por natureza, Silvia montou uma empresa de Educação Executiva, para levar conhecimento a vendedores, gerentes, líderes de todos os segmentos empresariais.

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+com a palavra por Reinaldo Polito

1. Seja natural A naturalidade pode ser considerada a melhor regra da boa comunicação Se você cometer alguns erros técnicos durante uma apresentação em público, mas comportar-se de maneira natural e espontânea, tenha certeza de que os ouvintes ainda poderão acreditar em suas palavras e aceitar bem a mensagem. Se, entretanto, você usar técnicas de comunicação, mas apresentar-se de forma artificial, a platéia poderá duvidar de suas intenções.

2. Use recursos de apoio Para se sentir mais seguro, use um roteiro com as principais etapas da exposição e frases que contenham a essência das idéias. Se a memória falhar o roteiro estará à mão para socorrê-lo.

3. Acerte na gramática Cuidado com equívocos gramaticais grosseiros que poderão prejudicar a sua imagem e a da instituição que estiver representando.

4. Conheça bem os ouvintes Cada público possui características e expectativas próprias, que precisam ser consideradas em uma apresentação. Procure saber qual é o nível intelectual das pessoas, até que ponto conhecem o assunto e a faixa etária predominante dos ouvintes. Assim poderá se preparar de maneira mais conveniente e com maiores chances de se apresentar bem.

5. Organize o raciocínio Tenha começo, meio e fim. Guarde essa regrinha simples e muito útil para organizar uma apresentação: anuncie o que vai falar, fale e conte sobre o que falou.

6. Capriche na expressão corporal Evite os excessos, inclusive das regras que orientam sobre postura. Assim, cuidado com o “não faça”, “não pode”, “está errado” e outras afirmações semelhantes. Prefira seguir sugestões que dizem “evite”, “é desaconselhável”, “não é recomendável” e outras semelhantes. Cuidado com a falta de gestos, mas seja mais cauteloso ainda com o excesso de gesticulação.

7. Use o humor e a presença de espírito Embora nenhum estudo tenha comprovado que o bom humor consegue convencer ou persuadir os ouvintes é óbvio que um orador bem-humorado consegue manter a atenção dos ouvintes com mais facilidade. Cuidado, entretanto, para não exagerar.

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