Um aborto ou interrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, resultando na sua morte ou sendo por esta causada. Isto pode ocorrer de forma espontânea ou artificial, provocando-se o fim da gestação, e consequentemente o fim da vida do feto, mediante técnicas médicas, cirúrgicas entre outras.

  • Um aborto ou interrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, resultando na sua morte ou sendo por esta causada. Isto pode ocorrer de forma espontânea ou artificial, provocando-se o fim da gestação, e consequentemente o fim da vida do feto, mediante técnicas médicas, cirúrgicas entre outras.

Aborto devido a uma ocorrência acidental ou natural. A maioria dos abortamentos espontâneos são causados por uma incorreta replicação dos cromossomos e por fatores ambientais. Também por ser denominado aborto involuntário ou casual.

  • Aborto devido a uma ocorrência acidental ou natural. A maioria dos abortamentos espontâneos são causados por uma incorreta replicação dos cromossomos e por fatores ambientais. Também por ser denominado aborto involuntário ou casual.

  • É uma reação natural do próprio organismo da mãe.

  • Aborto causado por uma ação humana deliberada. Também é denominado aborto induzido, voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção voluntária da gravidez. O aborto induzido possui as seguintes subcategorias:

Aborto provocado para salvar a vida da gestante

  • Aborto provocado para salvar a vida da gestante

  • Para preservar a saúde física ou mental da mulher

  • Para dar fim à gestação  que resultaria numa criança com problemas congênitos que seriam fatais ou associados com enfermidades graves

  • Para reduzir seletivamente o número de fetos para minorar a possibilidade de riscos associados a gravidezas múltiplas.

  • Aborto eletivo: aborto provocado por qualquer outra motivação.

Aborto subclínico

  • Aborto subclínico

  • Abortamento que acontece antes de quatro

  • semanas de gestação

  • Aborto precoce

  • Entre quatro e doze semanas

  • Aborto tardio

  • Após doze semanas

Atua modificando a parede uterina de modo que impeça a implantação do ser humano recém-concebido, podemos deduzir razoavelmente que a gravidez fracassou.

  • Atua modificando a parede uterina de modo que impeça a implantação do ser humano recém-concebido, podemos deduzir razoavelmente que a gravidez fracassou.

  • Neste caso, não atua como anticonceptiva mas como abortiva.

Vários mecanismos de ação estão envolvidos todos os DIU’s estimulam uma resposta inflamatória ou resposta a corpos estranhos no útero que, por sua vez, causa uma alteração celular e bioquímica no endométrio e nos fluidos uterinos.

  • Vários mecanismos de ação estão envolvidos todos os DIU’s estimulam uma resposta inflamatória ou resposta a corpos estranhos no útero que, por sua vez, causa uma alteração celular e bioquímica no endométrio e nos fluidos uterinos.

  • O nível de prostaglandina aumenta e a hemostase é afetada.

  • Há também ação mecânica direta, traumatizando o endométrio e o embrião recém implantado. O embrião é, então, expulso.

É uma droga que é tomada quando a mulher percebe que o seu período falta e não pretende prosseguir com a gravidez.

  • É uma droga que é tomada quando a mulher percebe que o seu período falta e não pretende prosseguir com a gravidez.

  • O seu funcionamento consiste em bloquear a progesterona um hormônio com um papel crucial durante a gravidez. Sem este hormônio, o revestimento uterino não fornece alimento, fluidos e oxigênio ao feto em desenvolvimento que nestas condições não consegue sobreviver.

A administração desta droga mata o feto numa altura em que o seu coração já bate. Tem um tempo de ação muito semelhante ao RU-486, mas trabalha de um modo diferente. Enquanto que a RU-486 acaba por provocar a morte ao feto por fome, esta droga é um veneno que atua diretamente no feto em desenvolvimento, matando-o.

  • A administração desta droga mata o feto numa altura em que o seu coração já bate. Tem um tempo de ação muito semelhante ao RU-486, mas trabalha de um modo diferente. Enquanto que a RU-486 acaba por provocar a morte ao feto por fome, esta droga é um veneno que atua diretamente no feto em desenvolvimento, matando-o.

Neste método, o anel muscular cervical (abertura do útero) tem de ser distendido com a ajuda de um espéculo. Este processo é difícil porque o anel ainda não está pronto a abrir, uma vez que se encontra duro ou “verde”. A pessoa que executa o aborto insere depois no útero um tubo plástico oco com a extremidade semelhante a uma faca. A força da sucção despedaça o corpo do feto.

  • Neste método, o anel muscular cervical (abertura do útero) tem de ser distendido com a ajuda de um espéculo. Este processo é difícil porque o anel ainda não está pronto a abrir, uma vez que se encontra duro ou “verde”. A pessoa que executa o aborto insere depois no útero um tubo plástico oco com a extremidade semelhante a uma faca. A força da sucção despedaça o corpo do feto.

A placenta que se encontra enraizada profundamente no útero é então cortada da parede uterina e é aspirada juntamente com o feto. É o método mais comum nos abortos realizados durante o primeiro trimestre de vida.

  • A placenta que se encontra enraizada profundamente no útero é então cortada da parede uterina e é aspirada juntamente com o feto. É o método mais comum nos abortos realizados durante o primeiro trimestre de vida.

  • A força de sucção dos aparelhos utilizados nesta prática chega a ser 29 vezes mais forte do que a sucção de um aspirador caseiro.

  • Possíveis complicações resultantes deste método incluem infecção, laceração [lesão resultante de um rasgamento de pele até ao tecido subcutâneo] cervical e perfuração do útero.

Este é um procedimento semelhante ao da sucção, exceto que é inserido uma cureta no útero em lugar do tubo de sucção. O feto é desmembrado e a placenta despedaçada e juntamente raspados para um recipiente. Para além da perda de sangue massiva, este método pode ter as mesmas complicações do aborto por aspiração.

  • Este é um procedimento semelhante ao da sucção, exceto que é inserido uma cureta no útero em lugar do tubo de sucção. O feto é desmembrado e a placenta despedaçada e juntamente raspados para um recipiente. Para além da perda de sangue massiva, este método pode ter as mesmas complicações do aborto por aspiração.

Este tipo de procedimento é realizado após o terceiro mês de gestação. O colo do útero tem de ser dilatado antes do aborto propriamente dito. Geralmente são introduzidas lâminas rígidas designadas de laminárias (feitas a partir de material desidratado, geralmente algas marinhas esterilizadas comprimidas em lâminas grossas) no colo do útero no dia anterior ao aborto induzido.

  • Este tipo de procedimento é realizado após o terceiro mês de gestação. O colo do útero tem de ser dilatado antes do aborto propriamente dito. Geralmente são introduzidas lâminas rígidas designadas de laminárias (feitas a partir de material desidratado, geralmente algas marinhas esterilizadas comprimidas em lâminas grossas) no colo do útero no dia anterior ao aborto induzido.

  • Após serem introduzidas, estas lâminas absorvem humidade e expandem aumentando o seu tamanho várias vezes, dilatando assim o colo do útero. Um instrumento semelhante a um alicate é então inserido através do colo do útero até ao útero. A pessoa que realiza o aborto tenta apanhar uma perna, braço ou outra qualquer parte do corpo do feto, e num movimento rotativo arranca-o do corpo. Este procedimento de desmembramento desenrola-se até só ficar a cabeça do feto. Finalmente a cabeça é esmagada e puxada para fora.

A prostaglandina é um hormônio que induz o trabalho de parto prematuro (também conhecida como misoprostol). É ministrada sob a forma de supositórios ou injeção no músculo uterino, causando uma reação violenta. O feto morre geralmente por causa do trauma do nascimento. No entanto, se o feto tiver idade suficiente para aguentar o processo, nasce vivo (frequente).

  • A prostaglandina é um hormônio que induz o trabalho de parto prematuro (também conhecida como misoprostol). É ministrada sob a forma de supositórios ou injeção no músculo uterino, causando uma reação violenta. O feto morre geralmente por causa do trauma do nascimento. No entanto, se o feto tiver idade suficiente para aguentar o processo, nasce vivo (frequente).

  • Esta ocorrência é designada de “complicação” nas descrições técnicas deste método. Para evitar que tal aconteça, os executantes do aborto utilizam ecografias para se guiarem no processo de injeção de um “fetícida” (uma droga que mata o feto) no coração do feto, quando este ainda está dentro da barriga da mãe.

  • Administram em seguida a prostaglandina à mãe que dá à luz o feto morto.

  • Este tipo de aborto é praticado em casos de gravidez avançada.

Este método, utilizado após a 16ª semana, consiste na inserção de uma agulha comprida através da parede abdominal da mãe até ao saco amniótico. A solução salina concentrada é então injetada no fluido amniótico, e o liquido contendo a toxina mortal vai sendo ingerida lentamente pelo feto, envenenando-o e queimando-lhe a pele e os pulmões.

  • Este método, utilizado após a 16ª semana, consiste na inserção de uma agulha comprida através da parede abdominal da mãe até ao saco amniótico. A solução salina concentrada é então injetada no fluido amniótico, e o liquido contendo a toxina mortal vai sendo ingerida lentamente pelo feto, envenenando-o e queimando-lhe a pele e os pulmões.

  • Quando é realizado com “sucesso” a mãe entra em trabalho de parto um dia depois, dando à luz um bebê morto ou moribundo.

Procedimento semelhante a uma cesariana. Resulta no nascimento de um bebê vivo que é depois abandonado à morte ou ao qual a morte é provocada. Este procedimento não é, no entanto, um “tipo” de cesariana. A cesariana é realizada geralmente com o objetivo de se preservar a vida da mãe e da criança. A histerotomia pelo contrário, resulta sempre na morte do bebê. Quer a vida da mãe esteja ou não em causa.

  • Procedimento semelhante a uma cesariana. Resulta no nascimento de um bebê vivo que é depois abandonado à morte ou ao qual a morte é provocada. Este procedimento não é, no entanto, um “tipo” de cesariana. A cesariana é realizada geralmente com o objetivo de se preservar a vida da mãe e da criança. A histerotomia pelo contrário, resulta sempre na morte do bebê. Quer a vida da mãe esteja ou não em causa.

Este é um dos mais recentes métodos de aborto desenvolvidos, sendo geralmente praticado em casos de gravidez mais avançadas (dos 4 aos 9 meses de gestação).

  • Este é um dos mais recentes métodos de aborto desenvolvidos, sendo geralmente praticado em casos de gravidez mais avançadas (dos 4 aos 9 meses de gestação).

  • Este procedimento inicia-se com a dilatação do colo do útero ao longo de dois dias. No momento do aborto é realizada uma ecografia para determinar a posição e orientação do feto no ventre materno.

  • A pessoa que realiza o aborto insere depois os fórceps através do canal cervical até ao útero e prende uma das pernas do feto, posicionando-o de pés voltados para fora e de face voltada para baixo. O corpo do feto é de seguida puxado para fora do canal, exceto a cabeça que é grande demais para passar pelo colo do útero.

  • Esta fica geralmente presa dentro do útero da mãe. Nesta altura o feto ainda se encontra vivo, provavelmente a mexer os pés e braços.

Em seguida, com uma tesoura cirúrgica de pontas arredondadas perfura a base do crânio do feto e afasta as pontas de modo a alargar o ferimento. É então inserido um cateter de sucção no base do crânio do feto e o cérebro é aspirado. Com o colapso subsequente do crânio, a cabeça do feto passa então facilmente através do colo do útero.

  • Em seguida, com uma tesoura cirúrgica de pontas arredondadas perfura a base do crânio do feto e afasta as pontas de modo a alargar o ferimento. É então inserido um cateter de sucção no base do crânio do feto e o cérebro é aspirado. Com o colapso subsequente do crânio, a cabeça do feto passa então facilmente através do colo do útero.

  • Neste momento o feto está ainda com vida.

Este é o método abortivo mais recente.

  • Este é o método abortivo mais recente.

  • Por volta dos quatro meses de gravidez é introduzida uma agulha através do abdômen materno e do peito e coração do feto (ou de um dos fetos). Esta injeção tem como objetivo administrar um veneno diretamente no coração.

  • Quando utilizado como método abortivo para uma simples gravidez, é utilizada a prostaglandina para induzir o trabalho de parto.

Existe controvérsia na comunidade médica e científica sobre os efeitos do aborto. As interrupções de gravidez feitas por médicos competentes são normalmente consideradas seguras para as mulheres, dependendo do tipo de cirurgia realizado. Entretanto, um argumento contrário ao aborto seria de que, para o feto, o aborto obviamente nunca seria "seguro", uma vez que provoca sua morte sem direito de defesa.

  • Existe controvérsia na comunidade médica e científica sobre os efeitos do aborto. As interrupções de gravidez feitas por médicos competentes são normalmente consideradas seguras para as mulheres, dependendo do tipo de cirurgia realizado. Entretanto, um argumento contrário ao aborto seria de que, para o feto, o aborto obviamente nunca seria "seguro", uma vez que provoca sua morte sem direito de defesa.

A teoria é que no início da gravidez, o nível de estrogênio aumenta, levando ao crescimento das células mamárias necessário à futura fase de lactação.

  • A teoria é que no início da gravidez, o nível de estrogênio aumenta, levando ao crescimento das células mamárias necessário à futura fase de lactação.

  • A hipótese de relação positiva entre câncer de mama e aborto sustenta que se a gravidez é interrompida antes da completa diferenciação celular, então existirão relativamente mais células indiferenciadas vulneráveis à contração da doença.

  • Novos estudos do Hospital Chelsea, realizados pela Dra. Vivette Glover em Londres sugerem que a dor fetal pode estar presente a partir da décima semana de vida do feto.

  • O que justificaria, segundo os proponentes do aborto, o uso de anestésicos para diminuir o provável sofrimento do feto.

  • A síndrome pós-abortivo seria uma série de reações psicológicas apresentadas ao longo da vida por mulheres após terem cometido um aborto.

  • Há vários relatos de problemas mentais relacionados direta ou indiretamente ao aborto;

  • Muitos membros de grupos pró-escolha consideram haver um risco maior de crianças não desejadas terem um nível de felicidade inferior às outras crianças incluindo problemas que se mantêm mesmo quando adultas, entre estes problemas incluem-se:

  • Doença e morte prematura

  • Pobreza

  • Problemas de desenvolvimento

  • Abandono escolar

  • Delinquência juvenil

  • Abuso de menores

  • Instabilidade familiar e divórcio

  • Necessidade de apoio psiquiátrico

  • Falta de auto estima

Em um estudo polêmico de Steven Levitt da Universidade de Chicago e John Donohue da Universidade Yale associa a legalização do aborto com a baixa da taxa de criminalidade na cidade de Nova Iorque e através dos Estados Unidos.

  • Em um estudo polêmico de Steven Levitt da Universidade de Chicago e John Donohue da Universidade Yale associa a legalização do aborto com a baixa da taxa de criminalidade na cidade de Nova Iorque e através dos Estados Unidos.

  • Para o Ministro da Saúde brasileiro, José Gomes Temporão, defensor da legalização do aborto, a descriminação do aborto deveria ser tratada como problema de saúde pública.

Como consequências negativas da legalização do aborto na sociedade, apontam-se, entre outras: a banalização de sua prática, a disseminação da eugenia, a submissão a interesses mercadológicos de grupos médicos e empresas farmacológicas, a diminuição da população, o controle demográfico internacional, a desvalorização generalizada da vida, o aumento de casos de síndromes pós-aborto.

  • Como consequências negativas da legalização do aborto na sociedade, apontam-se, entre outras: a banalização de sua prática, a disseminação da eugenia, a submissão a interesses mercadológicos de grupos médicos e empresas farmacológicas, a diminuição da população, o controle demográfico internacional, a desvalorização generalizada da vida, o aumento de casos de síndromes pós-aborto.

  • Dependendo do ordenamento jurídico vigente, o aborto considera-se uma conduta penalizada ou despenalizada, atendendo a circunstâncias específicas.

  • As situações possíveis vão desde o aborto considerado como um crime contra a vida humana, à despenalização no caso de que a grávida o peça.

É tipificado como "crime contra a vida" pelo Código Penal brasileiro, prevendo detenção de 1 a 10 anos, de acordo com a situação.

  • É tipificado como "crime contra a vida" pelo Código Penal brasileiro, prevendo detenção de 1 a 10 anos, de acordo com a situação.

  • O artigo 128 do Código Penal dispõe que não se pune o crime de aborto nas seguintes hipóteses:

  • quando não há outro meio para salvar a vida da mãe;

  • quando a gravidez resulta de estupro.

  • A legalização do aborto, no Brasil, ainda está em votação.

Portugal: A interrupção voluntária de gravidez é permitida até às dez semanas de gestação a pedido da grávida podendo ser realizada no sistema nacional de saúde ou, em alternativa, em estabelecimentos de saúde privados autorizados.

  • Portugal: A interrupção voluntária de gravidez é permitida até às dez semanas de gestação a pedido da grávida podendo ser realizada no sistema nacional de saúde ou, em alternativa, em estabelecimentos de saúde privados autorizados.

  • Alemanha: O aborto até ao terceiro mês de gravidez é permitido. É exigido apenas que a mulher tenha uma entrevista com um conselheiro especializado antes de tomar a decisão.

Áustria Já desde 1975 que o aborto é permitido nos três primeiros meses de gravidez. Uma posterior interrupção da gravidez é permitida em caso de perigo de vida ou de dano de saúde, ou no caso de a mulher não ter atingido 14 anos no momento em que se tornou grávida., ou ainda no caso de se saber que a criança será deficiente.

  • Áustria Já desde 1975 que o aborto é permitido nos três primeiros meses de gravidez. Uma posterior interrupção da gravidez é permitida em caso de perigo de vida ou de dano de saúde, ou no caso de a mulher não ter atingido 14 anos no momento em que se tornou grávida., ou ainda no caso de se saber que a criança será deficiente.

  • França: Foi legalizado em 1975. É legal até á decima semana de gravidez. É exigido o aconselhamento da mulher e uma semana de espera. Após a décima semana torna-se necessária a certificação de dois médicos de que a saúde da mulher se encontre em perigo ou que a criança possa vir a ser deficiente.

Suíça: A aborto até a décima-segunda semana de gravidez deixou de ser criminalizado. Mas são necessárias duas condições para isto: a mulher deve encontrar-se numa situação de emergência e deve ser informada exaustivamente entes de se submeter à intervenção.

  • Suíça: A aborto até a décima-segunda semana de gravidez deixou de ser criminalizado. Mas são necessárias duas condições para isto: a mulher deve encontrar-se numa situação de emergência e deve ser informada exaustivamente entes de se submeter à intervenção.

  • Reino Unido O aborto é legal na Inglaterra, Escócia e país de gales desde 1967.

  • Suécia: A primeira legislação aceitando o aborto foi emitida em 1938. Previa que o aborto seria legal caso existissem razões médicas, humanitárias. A legislação atual encontra-se em vigor já desde 1974 e afirma que a decisão até à décima-segunda semana de gravidez é inteiramente da responsabilidade da mulher, por qualquer que seja a razão.

  • O aborto é, antes de tudo, uma questão de saúde pública.

  • A liberdade de escolha da mulher é um direito inviolável.

  • A vida não começa na concepção, e sim com a formação do sistema neurológico.

Todos têm direito à vida - e ela começa, sim, com a concepção.

  • Todos têm direito à vida - e ela começa, sim, com a concepção.

  • O aborto causa danos físicos e psicológicos

  • Não seria melhor investir em planejamento familiar?

O impacto dos abortos clandestinos no Brasil - por ano:

  • O impacto dos abortos clandestinos no Brasil - por ano:

  • 1 milhão de abortos

  • 220 mil curetagens

  • R$ 35 milhões gastos no atendimento de complicações

  • 3ª causa de morte materna

  • Ter escolaridade elevada

  • Ser de classe média ou alta

  • Não ter uma relação estável com o parceiro

  • Eram adolescentes

Na igreja católica não há uma única doutrina vigente sobre contracepção e aborto. No entanto, a mais conhecida é a doutrina conservadora defendida pelo Papa, por muitos membros da hierarquia e, também, por uma minoria significativa de teólogos católicos.

  • Na igreja católica não há uma única doutrina vigente sobre contracepção e aborto. No entanto, a mais conhecida é a doutrina conservadora defendida pelo Papa, por muitos membros da hierarquia e, também, por uma minoria significativa de teólogos católicos.

  • Esta doutrina insiste em afirmar que todos os meios de contracepção artificial e o aborto são contra as leis de Deus. Para esta perspectiva conservadora métodos contraceptivos não podem sequer ser utilizados por uma pessoa cujo cônjuge está infectado com HIV.

  • A igreja católica considera que a alma é infundida no novo ser no momento da fecundação; assim, proíbe o aborto em qualquer fase, já que a alma passa a pertencer ao novo ser no preciso momento do encontro do óvulo com o espermatozóide.

  • A punição que a igreja católica dá a quem faz o aborto, é a excomunhão.

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