H1N1 Na ÁREA HOSPITALAR

H1N1 Na ÁREA HOSPITALAR

É um subtipo de Influenzavirus A e a causa mais comum da influenza (gripe) em seres humanos. A letras relacionadas com o nome tem os seguintes significados: a letra “H” refere-se à proteína hemaglutinina e a letra “N” à proteína neuraminidase.

  • É um subtipo de Influenzavirus A e a causa mais comum da influenza (gripe) em seres humanos. A letras relacionadas com o nome tem os seguintes significados: a letra “H” refere-se à proteína hemaglutinina e a letra “N” à proteína neuraminidase.

O contágio da gripe H1N1 se dá através do ar, por vias aéreas ou contato próximo com a pessoa infectada.

  • O contágio da gripe H1N1 se dá através do ar, por vias aéreas ou contato próximo com a pessoa infectada.

  • A contaminação pela carne suína, esta descartada, desde que se cozinha a mesma à 71 graus Celsius, uma vez que a essa temperatura o vírus não sobrevive, desta forma não oferece perigo a população.

Em relação aos sintomas é de extrema importância que o paciente perceba as características principais do vírus, já que suas primeiras manifestações se assemelham bastante com uma gripe comum.

  • Em relação aos sintomas é de extrema importância que o paciente perceba as características principais do vírus, já que suas primeiras manifestações se assemelham bastante com uma gripe comum.

  • Entre os sintomas estão: febre alta, cansaço, dores musculares, tosse, fadiga, surgiram pessoas com vômitos e diarréias.

  • O diagnóstico da gripe também é outro empecilho. Para se conseguir um diagnostico positivo é preciso isolar o vírus influenza tipo A, analisando amostras respiratórias dos pacientes, nos primeiros 4 a 5 dias ou até 10 dias em crianças.

  • Para conter a gripe, o oseltamivir, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), mostrou eficiência nos primeiros testes contra o vírus H1N1, porém a sua eficácia ainda não foi totalmente comprovada.

Medidas simples e de extrema eficácia, que quando adotadas pela população são de extrema eficácia para a não proliferação do vírus:

  • Medidas simples e de extrema eficácia, que quando adotadas pela população são de extrema eficácia para a não proliferação do vírus:

  • Usar máscaras cirúrgicas descartáveis durante toda a permanência em locais com aglomeração de pessoas e pouca ventilação

  • Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável.

  • Evitar locais com aglomeração de pessoas.

  • Evitar o contato direto com pessoas doentes.

  • Lavar as mãos frequentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir ou espirrar.

  • Não usar medicamentos sem orientação médica.

O ambiente hospitalar relaciona-se intimamente com vírus e infecções hospitalares, podendo provocar focos de contato e de transmissão de microrganismos patogênicos.

  • O ambiente hospitalar relaciona-se intimamente com vírus e infecções hospitalares, podendo provocar focos de contato e de transmissão de microrganismos patogênicos.

  • A limpeza e a desinfecção bem executadas das unidades hospitalares são medidas eficazes de prevenção e extinção de cadeia epidemiológica das infecções.

Quando se faz referência ao ambiente hospitalar de acordo com os critérios estabelecidos pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (2009), no que diz respeito aos cuidados com as alas hospitalares estão:

  • Quando se faz referência ao ambiente hospitalar de acordo com os critérios estabelecidos pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (2009), no que diz respeito aos cuidados com as alas hospitalares estão:

  • a) Condições do ar;

  • b) Infecções;

  • c) Riscos ambientais;

  • d) Radiações;

  • e) Ruídos;

f) Odores;

  • f) Odores;

  • g) Efeitos visuais;

  • h) Água;

  • i) Temperatura;

  • j) Alimentos;

  • k) Resíduos e dejetos;

  • l) Controle de insetos e roedores

  • Desta forma, a ala hospitalar deve ser constantemente monitorada, para que os pacientes possam ter o melhor tratamento e a equipe de saúde condições ideais de trabalho.

Em relação à proteção dos enfermeiros, o cuidado é o mesmo de qualquer outra pessoa, porém esse profissional deve redobrar a atenção, uma vez que trabalha diretamente com pessoas infectadas.

  • Em relação à proteção dos enfermeiros, o cuidado é o mesmo de qualquer outra pessoa, porém esse profissional deve redobrar a atenção, uma vez que trabalha diretamente com pessoas infectadas.

  • Deverão usar máscara branca se houver risco de atendimento a menos de 1 metro de pessoas com sintomas respiratórios.

  • A higienização das mãos a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde, como por exemplo, a H1N1.

A higienização das mãos apresenta as seguintes

  • A higienização das mãos apresenta as seguintes

  • finalidades:

  • Remoção de sujidade, suor, oleosidade, pêlos células descamativas e da microbiota da pele, interrompendo a transmissão de infecções veiculadas ao contato;

  • Prevenção e redução das infecções causadas pelas transmissões cruzadas.

A utilização da máscara é uma forma do profissional de saúde se proteger contra uma possível contaminação.

  • A utilização da máscara é uma forma do profissional de saúde se proteger contra uma possível contaminação.

  • Essas medidas são apenas no intuito de preservar o profissional, porém é função dele estar sempre preparado para esse tipo de situação é agir com naturalidade frente a esses desafios.

Podemos concluir que o profissional de enfermagem foi e é uma figura de extrema importância durante epidemias como está sendo com o vírus H1N1 no Brasil e no mundo.

  • Podemos concluir que o profissional de enfermagem foi e é uma figura de extrema importância durante epidemias como está sendo com o vírus H1N1 no Brasil e no mundo.

  • Esses acontecimentos só mostram a importância desse profissional, seja atendendo pacientes em postos de saúde ou atuando como formador de opinião, a partir do momento que trabalha em campanhas de prevenção.

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