Linha Guia Dengue

Linha Guia Dengue

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Belo Horizonte - MG

Março / 2009 1ª edição

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Governador - Aécio Neves da Cunha

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS Secretário - Marcus Vinicius Caetano Pestana da Silva

SECRETÁRIO ADJUNTO Antônio Jorge de Souza Marques

SUBSECRETARIA DE POLÍTICAS E AÇÕES DE SAÚDE Subsecretária - Helidéa de Oliveira Lima

SUPERINTENDÊNCIA DE ATENÇÃO À SAÚDE Superintendente - Marco Antônio Bragança de Matos

ASSESSORIA DE NORMALIZAÇÃO DE ATENÇÃO À SAÚDE Assessor - Wagner Fulgêncio Elias

COORDENAÇÃO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Coordenador - Welfane Cordeiro Junior

SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Subsecretário - Luíz Felipe Almeida Caram Guimarães

SUPERINTENDÊNCIA DE EPIDEMIOLOGIA Superintendente - Benedito Scaranci Fernandes

GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL Gerente - Francisco Leopoldo Lemos

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Assessora - Gisele Maria Bicalho Resende

NÚCLEO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL Coordenador - Joney Fonseca Vieira

Adriana de Azevedo Mafra Francisco Leopoldo Lemos

Elaine de Andrade Azevedo Wagner Fulgêncio Elias

Eugênio Vilaça Mendes Maria Emi Shimazaki

Juliana de Souza Prado Kauara Brito Campos

Marco Antônio Bragança de Matos

Talita Leal Chamone Josiane Batista da Silva

A cada ano, quando chegam o calor e as chuvas, os meios de comunicação social têm mais uma importante pauta, sempre recorrente: o aparecimento de surtos de dengue em todas as regiões do Brasil.

Os indivíduos, os sistemas de saúde e a sociedade como um todo sofrem as conseqüências do aparecimento da dengue. Cada pessoa acometida pela dengue, mesmo quando esta se apresenta com a menor gravidade, que são os casos mais comuns, é compelida a ficar de repouso por vários dias. Os custos pessoais, econômicos e sociais dessa patologia, que no ano passado atingiu cerca de 78 mil cidadãos mineiros, são altos.

Como parte de uma vigorosa estratégia multissetorial, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde, Minas Gerais lançou em 2008 o Plano Estadual de Controle da Dengue, que visa mobilizar sociedade e poder público para os objetivos de reduzir a taxa de infestação do agente vetor, o mosquito Aedes aegypti, diminuir o número de casos de dengue, capacitar melhor os profissionais e os serviços de saúde para o combate à doença e reduzir a mortalidade.

A participação dos profissionais de saúde é de importância basilar no combate à dengue.

Atuando como agentes de mobilização social, contribuem para a mudança de cultura dos cidadãos, que precisam assumir cada vez mais o papel de protagonistas do cuidado de sua própria saúde. Atuando no diagnóstico e no tratamento de dengue, reconhecem os casos, estratificam os riscos e realizam a intervenção adequada, encaminhando, quando necessário, o cidadão para o ponto correto de atenção à saúde.

Esta “Linha-Guia de Atenção à Saúde – Dengue”, que entra no conjunto das Linhas-Guias de Atenção à Saúde já elaboradas e implantadas pela SES-MG, é uma ferramenta para orientar a organização de práticas e serviços e a construção da rede integrada de saúde para o atendimento adequado e oportuno aos cidadãos.

Esperamos, assim, dar mais um passo na consolidação do SUS em Minas Gerais, melhorando as condições de saúde e de vida da nossa população.

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais

Apresentação

Agradecemos a todos os profissionais da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais que participaram da elaboração desta linha-guia, em especial à Dra. Adriana Azevedo Mafra e ao Dr. Francisco Leopoldo Lemos, principais elaboradores deste documento, pelo empenho e dedicação na realização deste trabalho.

Agradecimentos

Após apreciação da Linha Guia de Atenção à Saúde - Dengue, e considerando que o documento encontra-se de acordo com as normas e as abordagens científicas mais atualizadas, apresento minha concordância com a minuta deste documento.

Dr. Manoel Otávio da Costa Rocha

Professor titular do departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG.

Mensagem de validação

1. INTRODUÇÃO

Objetivo geral Objetivos específicos

2. HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA 2.1 Agente etiológico 2.2 Vetor 2.3 Reservatórios 2.4 Modos de transmissão 2.5 Manifestações da doença

3. CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO 3.1 Histórico epidemiológico em Minas Gerais 3.2 Classificação dos municípios quanto ao risco de transmissbilidade 3.3 Monitoramento da situação epidemiológica em municípios infestados

PARTE I – ALGORITMO DECISÓRIO E PROTOCOLOS DE CONDUTA 4. ALGORITMO DECISÓRIO

5. PROTOCOLOS DE CONDUTA

Protocolo I – Vigilância entomológica e controle de vetores da dengue

Protocolo I – Atenção ao paciente com suspeita de dengue

Protocolo I – Vigilância epidemiológica e sistemas de informação Protocolo IV – Mobilização social para controle da dengue

Sumário

PARTE I – ASPECTOS GERENCIAIS 6. A ORGANIZAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO

7. GLOSSÁRIO

B – Roteiro de orientação para os Agentes Comunitários de Saúde e para os Agentes de Controle de Endemias

ANEXOS A – Cartão Dengue B – Ficha de Notificação Individual C – Ficha de Investigação Individual D – Normas e procedimentos de coleta

ACS – Agente Comunitário de Saúde AP – Atividade de Protrombina CIVD – Coagulação Intravascular Disseminada FHD – Febre Hemorrágica da Dengue FII – Ficha Individual de Investigação FIN – Ficha Individual de Notificação GRS – Gerência Regional de Saúde Ht – Hematócrito LACEN – Laboratório Central LIRAa – Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti LT – Leucócitos totais MPA – Média da Pressão Arterial OMS – Organização Mundial de Saúde PA – Pressão Arterial PACS – Programa de Agentes Comunitários de Saúde PNCD – Programa Nacional de Controle da Dengue Plq – plaquetas PSF – Programa de Saúde da Família PTT – Tempo de Protrombina SCD – Síndrome do Choque por Dengue SES – Secretaria de Estado de Saúde SF – Soro Fisiológico SINAN – Sistema de Informação de Agravos de Notificação SMS – Secretaria Municipal de Saúde SVS – Secretaria de Vigilância em Saúde UAPS – Unidade de Atenção Primária à Saúde

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