Como Sobreviver no Mercado de Trabalho

Como Sobreviver no Mercado de Trabalho

(Parte 2 de 7)

8. Produtos e serviços de saúde, para atendimento domiciliar de Home Care; 9. Dietas, exercícios físicos, tratamentos de beleza individualizados;

10. Serviços de limpeza, manutenção e assistência técnica em casa. Para identificar em qual setor vai investir seu tempo e dinheiro, você tem que diminuir os riscos de escolher errado e desperdiçar a oportunidade de abrir seu próprio negócio.

Se conseguir, após analisar quais as tendências de comportamento do consumidor acima listadas, identificar que tipo de negócio criar, você estará mais seguro, pois terá mais informações sobre a demanda de mercado existente para o seu produto ou serviço. Nada é mais importante do que saber para qual mercado você vai fornecer, identificando o perfil do seu consumidor, detalhando sexo, faixa etária, potencial de consumo, disponibilidade financeira para despesas extras, localização do consumidor, região geográfica dos seus clientes potenciais e outras informações sobre os compradores de seus produtos e serviços.

Você precisa quantificar o universo de compradores, isto é, o total do mercado, para depois ver qual é a fatia desse mercado ou o nicho de clientes que você vai atender. Quanto maior for o número de pessoas que poderão comprar os seus produtos e serviços, melhor para você, pois assim poderá identificar uma massa de potenciais consumidores, de onde você vai tirar a fatia que lhe cabe. Quando você estiver estudando o mercado, veja o que os concorrentes estão oferecendo, pois terá que definir o que de diferente você vai oferecer. Terá que definir quais vantagens seu produto ou serviço poderá trazer para os clientes, em relação aos outros existentes no mercado. Entrar num mercado sofisticado requer, além da sua habilidade de comunicação com os potenciais clientes consumidores, que você ofereça algumas vantagens sobre os seus concorrentes que podem ser:

1. Melhor qualidade; 2. Menor preço; 3. Melhores prazos e condições de pagamento;

4. Produtos ou serviços inovadores; 5. Atendimento diferenciado e personalizado aos clientes;

6. Rapidez de entrega dos pedidos, entrega em casa; 7. Boa informação e comunicação; 8. Venda por Internet;

9. Garantias e assistência técnica competentes; 10. Devolução do dinheiro em caso de reclamações;

1. Serviços de telemarketing pós-venda; 12. Outras facilidades

Se você conseguiu levantar novas oportunidades de trabalho que se aplicam aos produtos e/ou serviços de sua atual empresa, você tem a última chance de continuar empregado em outras bases, oferecendo ao seu atual empregador a oportunidade de novos negócios que a empresa poderá iniciar e se propor a desenvolver esse projeto. Se não conseguiu convencer o seu ex-empregador, vá à luta sozinho, e mãos a obra!

Você está deprimido e com raiva do mundo e, provavelmente, não está interessado em saber quais foram as razões da perda do seu emprego. Pois podemos lhe assegurar que vale a pena saber quais as causas externas que provocaram a sua demissão, para que essas circunstâncias de ordem econômica, não continuem a ceifar empregos no futuro. Não se mortifique nem fique com dó de você mesmo, porque não adianta nada. A intenção é alertá- lo para que não cometa os mesmos erros que você cometeu neste último emprego. Você não deve deixar passar em branco, pois é muito importante saber a causa (pois o efeito você já sabe) para levantar a sua auto-estima, isto é, eu gosto de mim!

Se as razões foram aquelas da conjuntura, isto é, externas a você ou em razão da economia do país, sobre as quais você não tem nenhum poder, tudo bem. Mas se foram por sua incompetência, então é melhor redobrar seus esforços e mudar radicalmente o seu comportamento.

Pergunte a você mesmo quais foram as causas da sua demissão.

O problema é externo ou interno? A primeira causa que iniciou esse processo de enxugamento das empresas é de característica econômico-financeira, pelo simples fato de que em uma economia de consumo de produtos de massa, os custos têm que ser reduzidos ao máximo para poderem ter preço de venda no mercado e atingir as classes menos favorecidas, isto é, classes C, D, E, e F, que estão com pouco dinheiro no bolso, mas é alguma reserva que antes do Real eles não tinham nenhuma sobra. A questão, como bem dizem os entendidos no assunto, os famosos gurus, “é ganhar pouco em cima de muitos”, ou seja, é a redução da margem de lucro mínimo, para elevar o consumo ao máximo. Portanto, este é um problema da nova economia e da abertura do mercado a competição externa, em que o país entrou.

A segunda causa é de caráter tecnológico, o que não deixa de ser econômico, pois a robotização da indústria, a informatização do comércio e a Internet no setor de serviços, tiraram do mercado muitos empregos de baixa qualificação e salário, de muitos intermediários, mas, em compensação, criaram outros empregos de alta tecnologia, através de meios de controle informatizados como a robótica, intranet, extranet e, de meios de comunicação como a Internet.

A terceira causa é de ordem cultural, segundo o estágio de formação de mão de obra dos países. O ano 2000, finalizou a “era da informação”, onde os dados informatizados geravam quantidades absurdas de informação que chegam a entupir os canais de comunicação e fazer o usuário perder-se no meio de tantas coisas. Estamos entrando na “era do conhecimento” que vai além dos dados, pois ela será centrada no tratamento da informação, personalização e adequação daquela montanha de dados acumulados nos últimos dez anos. Essa era vai privilegiar as funções de análise de informações, para alcançar os objetivos econômico-financeiros das empresas. Para isso, nos países em desenvolvimento como o Brasil, as empresas vão precisar investir em treinamentos específicos para ampliar os conhecimentos dos seus profissionais, tornando os especialistas em generalistas e vice versa, porque o que importa é o conhecimento diversificado para aumentar as capacidades e polivalência de seus funcionários.

A quarta causa é de ordem organizacional, pois, grandes empresas já não servem mais como modelo de segurança ou solidez. O que importa é um tamanho ótimo de empresa, de acordo com o seu mercado, desde que ela seja ágil o suficiente para alcançar os resultados financeiros desejados.

O enxugamento do números de pessoas e de níveis hierárquicos na estrutura de organização das empresas, é uma tendência que se efetivará ainda durante os próximos 5 anos.

A diminuição de espaço físico, também é outra medida de economia em custos de manutenção dos galpões industriais, dos edifícios comerciais, de prédios de escritórios e até de terras agricultáveis, pois muitas atividades foram terceirizadas e não há mais necessidade de manter o capital investido em grandes propriedades. A miniaturização chegou aos edifícios inteligentes. A quinta causa, é de ordem migratória do emprego. As grandes organizações estão se esvaziando, em conseqüência do retorno de pessoas que vieram aos grandes centros em busca de emprego e hoje retornam às suas origens, buscando uma melhor qualidade de vida no interior, pois contam com todos os recursos da modernidade em cidades menores no interior do país. Além dessas questões, as grandes cidades estão poluídas pelo excesso de habitantes, com o meio ambiente prejudicado pela falta de água, luz , telefone, saneamento básico, ou pelos maus serviços na área social e na saúde pública. No momento, as empresas industriais estão migrando para o interior, levando sua tecnologia para ambientes mais amistosos, evitando dessa forma, a grande disputa por espaço físico muito caro para se instalar. As atividades de comércio e serviços, que são setores limpos da economia, tenderão a permanecer nos grandes centros.

Outra tendência de transferencia de tecnologia e know how para o interior do país são os sistemas de franquia empresarial que estão sendo levadas por jovens empreendedores que retornam às suas cidades de origem após terem estudado nas grandes capitais. Enfim, está havendo um refluxo da mão de obra qualificada, e consequentemente de profissionais de todas as áreas, que seguem seu caminho desbravando o interior deste imenso país.

A sexta causa da perda de emprego é de ordem geográfica e comercial, pois as empresas brasileiras estão sendo vendidas ou fundidas a grupos internacionais que pretendem expandir os seus mercados fora da região da sua sede, pois já ocuparam todos os espaços de mercado disponíveis e a concorrência se tornou insuportável. Além dessa causa, outras alterações demográficas e sociológicas estão acontecendo, pois o número de consumidores está diminuindo em função da queda do índice de nascimentos de futuros consumidores, enquanto os métodos de fabricação em massa estão aumentando a quantidade de produtos, pela introdução de novas tecnologias de fabricação, distribuição e comercialização. A sétima causa é de ordem governamental, pois as funções essenciais do Estado estão sendo reduzidas para prover a população de saúde, transporte, educação deixando de lado o papel de

Estado-empresário. A privatização dos meios de produção das estatais está, também, causando o conseqüente enxugamento, não só daquela empresa que foi privatizada, mas também dos órgãos da administração direta dos governos federal, estadual e municipal que estão se transformando em agências reguladoras do mercado, pois os funcionários públicos ou de estatais, estão sendo dispensados em massa, o que vai aumentar ainda mais a concorrência por vagas de trabalho. Aliás , com a compra de empresas nacionais por estrangeiros, estes estão trazendo mão de obra mais qualificada para o Brasil, tais como tecnólogos e administradores de sua confiança, com isso reduzindo ainda mais o mercado de trabalho para profissionais brasileiros. A oitava causa é a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) que engessou a relação entre o capital e o trabalho e não conseguiu acompanhar as modernas relações de custo x benefício. Com esse adicional de custos sociais, os empresário não contratam mais mão de obra em razão dos excessivos encargos trabalhistas. Todas essas causas são estruturais, isto é, movimentos sociais econômicos de origem externa ou governamental.

Você não é o agente e sim o paciente que sofre as conseqüências.

1. Enxugamento das empresas por pressão de custos e de mercado 2. Alta tecnologia substituindo a mão de obra 3. Mudança da era da informação para a era do conhecimento

4. Redução de custos de mão de obra e espaço físico 5. Migração das empresas para o interior

6. Fusão e aquisição de empresas gigantes 7. Privatização de estatais e redução do funcionalismo 8. C.L.T. - Consolidação da Legislação do Trabalho

Se você perdeu o emprego pelas causas acima, tanto melhor, pois não foi pela sua profissão ou comportamento. Veja quais são os motivos pessoais que causaram a sua demissão.

Os profissionais liberais, bacharéis como os advogados, os médicos residentes, dentistas, economistas, arquitetos, engenheiros, contadores e outros, estão saindo das universidades aos montes e com um certo preparo técnico. Eles vão disputar o mercado de trabalho, isto é, vão propor salários indecentemente baixos e fazer uma concorrência brutal com os que já estão empregados.

Algumas profissões, tais como taquígrafas e datilógrafas, por exemplo, foram obsoletadas em função dos modernos meios de gravação, comunicação e digitação, tais como os gravadores, o telefone celular e os micro computadores pessoais. Os métodos de taquigrafia e as fábricas de máquinas de escrever desapareceram do mercado e foram substituídos por computadores inteligentes. Esses são alguns exemplos clássicos de profissões obsoletas, mas existem tantas outras que você mesmo poderá observar e concluir quais são elas.

Veja abaixo, alguns exemplos de profissões que não são mais necessárias em função do advento de tecnologias, processos ou sistemas que substituíram a mão de obra humana.

PROFISSÃO ANTIGAMÁQUINA OU PROCESSO
SUBSTITUTO
1. CopeiraMáquina de café, sanduíche
bebidas, doces
2. Office-BoyFax, e-mail, banco eletrônico
Caixa automático, sedex,
Transferência eletrônica
3. Telefonista, Secretária,Secretária Eletrônica,
Estenógrafa, Taquígrafa,Voice-mail, discagem direta
Recepcionistaa ramal, telefone celular,
gravadores, tradutoras
eletrônicas, computadores
4. Copista e DesenhistaComputadores para desenho CAD/CAN
e plantas de arquitetura e
engenharia
5. Segurança, Porteiros,Sistemas eletrônicos de
Guardascircuito fechado de TV,
Sistemas de vigilância por
raios infravermelhos, cercas
eletrificadas, portas/portões
automáticos, células
foto elétricas
6. Estivadores, Foguistas,Containers, gruas, guindastes, esteiras rolantes,
“palets”,
7. Maquinistas, FerramenteirosTrem elétrico
8.Empregadas domésticasAparelhos eletro-eletrônicos
Lavanderias, empresas de
limpeza comercial/residencial
Entrega de refeições
congeladas ou semi-prontas
9.Caseiros, lavadores deCondomínios fechados,
carroLava rápido
10.Motoristas de veículosTransporte rápido e de boa
de passageirosqualidade (Metrô)
1. Cobradores de ônibusCatraca eletrônica
12. Torneiro MecânicoTorno computadorizado

Com o boom da informatização, com as novas técnicas de administração e com a implantação de

Programas de Qualidade e Treinamento, ocorreu uma grande mudança no mercado de trabalho, resultando no desaparecimento de muitas profissões bem sucedidas no passado. Portanto, as profissões que mais sofrem com estas mudanças são aquelas que não exigem muito conhecimento dos colaboradores, ou seja, as profissões mecânicas, que tem grandes chances de desaparecerem.

Qual a sua profissão? Será que não está na hora de você fazer uma reengenharia profissional e mudar de profissão enquanto é tempo? Por exemplo: um profissional que trabalha como caixa de um determinado banco - a sua função está sendo substituída pelos terminais eletrônicos, Banco 24 Horas, atendimento virtual (Internet). O atendimento virtual facilita a vida do cliente uma vez que ele tem a possibilidade de pedir talão de cheque, efetuar saques, depósitos e pagamentos via Internet, por telefone ou via motoboy, no endereço em que determinar. Esta função ainda não desapareceu totalmente, mas diminuiu bastante, pois a tendência é que o cliente vá cada vez menos as agências bancárias.

Com a introdução do código de barras eliminou-se o trabalho feito pelos marcadores de preços e conferentes de estoque. Com a automação e robotização, as montadoras reduziram os postos de trabalho. Em alguns postos de gasolina encontramos bombas para o auto-abastecimento, ou seja, você mesmo pode colocar combustível no seu veículo, dispensando os serviços de um frentista. Na maioria dos supermercados o próprio cliente coloca suas compras nas sacolas, eliminando o trabalho dos empacotadores. Preste bem a atenção nas funções que são simples demais ou que poderão ser automatizadas, principalmente se sua profissão não exige que você pense, crie, assuma responsabilidades e riscos. É um bom momento para você tomar uma atitude. Nos setores que aderiram à automação, por exemplo, hoje só precisam de alguns profissionais para acompanhar o que um conjunto de máquinas está fazendo, evitando a necessidade de ter um funcionário por máquina. Com a Internet você agiliza todo o processo de uma empresa, desde a captação de novos clientes, até reuniões regulares com eles, dando mais velocidade de respostas. Sendo assim, algumas profissões, tais como: Telefonistas, Recepcionistas, Secretárias, Office Boy, e similares estão sendo excluídas do quadro de funcionários das empresas.

Hoje, quando um consumidor telefona para uma empresa, o que o cliente mais quer é ser atendido imediatamente por aquele funcionário através do serviços DDR – Discagem Direta à Ramal sem ter que aguardar os vários atendentes. O que interessa é não perder tempo. Ninguém aguenta mais intermediários até chegar ao objetivo almejado, nem que seja um simples telefonema. Por isso é importante que o profissional mude o conceito de desenvolvimento de sua carreira, priorizando o conceito de empregabilidade. Porque uma das tendências é a responsabilidade de desempenhar as tarefas sozinho, sem ajuda de auxiliares diretos.

Outra tendência é cada vez menos depender da empresa para crescer profissionalmente. Você não deve depender do Departamento de Recursos Humanos, se estiver disposto a aprender aquilo que não sabe ou aquilo que você precisa para se desenvolver profissionalmente.

A burocracia serviu durante muitos anos como motivo de emprego, isto é, havia necessidade de se contratar muita mão de obra para realizar as tarefas burocráticas de controles ou atividades exigidas pelos poderes públicos. Hoje, uma só máquina eletrônica pode controlar tudo, a exemplo da casa inteligente do Bill Gates, que é toda computadorizada, desde a abertura do portão, fechar as janelas, ascender as luzes, desligar o alarmes, ligar o som, o ar condicionado e os equipamentos de cozinha, que ligam e desligam a um simples toque no seu computador pessoal.

As funções internas para satisfazer as obrigações com relação a impostos, taxas, fisco, balanço fiscal e outras, também aumentam o contingente de mão de obra. Nas micro e pequenas empresas, que são os maiores empregadores, a obrigação de tais atividades aumenta o custo. Para o Estado, fica mais caro fiscalizar do que adotar um sistema informatizado ou qualquer sistema similar de arrecadação automática de impostos e taxas, para obsoletar essas funções burucráticas.

Deixo de citar outras funções internas que são desnecessárias nas empresas porque não serem essenciais à sua atividade final e aos serviços oferecidos ao mercado, mas se você analisar as atividades das empresas, certamente conseguirá identificar quais profissões, funções e cargos que vão se tornar obsoletos.

Se a causa da perda do seu emprego não estiver ligada diretamente às causas anteriores, então deve ser por causas comportamentais. Ou você não se adaptou à modernidade, ou está com problemas de ordem pessoal.

A falta de motivação no trabalho, pode não ser somente um problema individual. Talvez sua chefia e/ou sua empresa não deram importância devida a este aspecto do comportamento humano que é essencial para o desenvolvimento profissional e pessoal. O motivo inicial pelo qual as pessoas trabalham, há muito tempo deixou de ser a ambição por mais dinheiro ou maiores salários.

O que determina hoje o sucesso profissional é a necessidade de fazer o que gostamos. Sua capacitação profissional pode ter sido melhorada ao longo de anos de treinamento na sua atividade, mas hoje não é mais o suficiente. Hoje, programas de remuneração variável, participação nos lucros e delegação de maiores responsabilidades, são modernos programas de motivação. Talvez a desmotivação tenha sido a causa da sua demissão. Portanto, descubra qual é o seu maior interesse profissional e pessoal e vá à luta encontrar uma empresa que possa lhe motivar a se desenvolver junto com ela.

Se você estava empregado e conformado com a situação em que se encontrava, executando sempre, ao longo de anos, as mesmas tarefas, do mesmo jeito, você parou no tempo e esqueceu-se de evoluir e modificar. Não procurou novos caminhos e novas formas de executar as tarefas, não mudou de cargo nos últimos 3 anos, não enfrentou novos desafios? Então você não possui perfil de um funcionário moderno. Você não pensou em fazer qualquer coisa diferente, ou não teve a ousadia suficiente para enfrenta uma situação inusitada, isto é, faltou-lhe coragem para assumir os riscos. Faltou-lhe também o espírito aventureiro para desenvolver a sua criatividade e não conseguiu inovar nada. Daqui para frente ou você muda o seu comportamento ou não terá mais chances de voltar a ser empregado e muito menos, de iniciar um novo negócio por conta própria. As necessidades do mercado de trabalho exigem um comportamento mais agressivo e atualizado.

Globalização da economia, em outras palavras, quer dizer: concorrência internacional. Hoje, as empresas no mundo inteiro competem em pé de igualdade, com os mesmos produtos e serviços.

Os meios de distribuição baratearam seus custos com a redução de impostos e taxas provocados pela queda das barreiras alfandegárias. Com os meios de comunicação, canais a cabo ou satélite, as informações divulgadas pela Internet, o mundo se tornou uma “aldeia global,” como disse Marshall Macluhan. Uma vez liberado e habituado a comprar produtos de ótima qualidade a bons preços e com longos prazos de pagamento, o consumidor não aceita mais as condições anteriores que se praticava no Brasil.

Em função dessa mudança de comportamento, muitas empresas não conseguiram se adequar à nova realidade de competição global e vão diminuir suas atividades até desaparecer do mercado. Essas, são as causas que fizeram você perder o emprego no Brasil. Outros países conseguiram oferecer ao mundo, exportando seus produtos a preços e qualidade altamente competitivos.

Veja abaixo o resumo das causas pessoais do desemprego.

CAUSAS PESSOAIS DO DESEMPREGO 1. Excesso de contingente profissional

2. Profissões obsoletas 3. Funções desnecessárias 4. Comportamento – falta de motivação e disciplina

Se você perdeu o emprego será necessário reduzir suas despesas para aguentar financeiramente até achar uma noa posição ou um trabalho novo. Veja abaixo algumas dicas de como baratear o seu custo de vida.

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