Fisiopatologia da dor

Fisiopatologia da dor

(Parte 3 de 7)

Trato Neoespinotalámico Co mponente cognitivo:

Informação sobre começo, duração, localização e intensidade da lesão.

Resposta consciente imediata.

Trato Paleoespinotalámico (Espinoreticular) (Espino mesencefálico)

Sistema qualitativo e plástico: Transmite sinais lentos.

Informa sobre a persistencia da injuria e sobre a resposta antinociceptiva

Sistema límbico Núcleo intratalámico

Núcleos hipotalámicos

Estação intermediaria: Processamento dor.

U n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a r

Nociceptores posterolateral

Fibras C Nervo Espinal

Raíz dorsal Formação mesencefálica reticular

Fibras Adelta

Processamento dor. Envio a Cortex.

Libera hormonios do Estresse.

Ativação Simpática, Eixo HHAdrenal

Reação de alerta

Trato Espinotalâmico Lateral (TEL)

– Trato neoespinotalâmico

•Fibras mais laterais •Mais novo

U n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a r

•Mais novo •Condução rápida

•Lâminas I e V

•Fibras A delta

•Projeta para núcleos ventropostero lateral e medial do tálamo posterior e daí para o córtex parietal so matosensorial.

•Localização, intensidade e duração do estímulo doloroso.

Trato Espinotalâmico Lateral (TEL)

– Trato paleoespinotalâmico

•Localizado na porção medial •Lâminas VI e IX

•Projeta colaterais para núcleos da formação reticular

Tato

Pressão

Te mperatura Propriocepção

U n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a r

•Projeta colaterais para núcleos da formação reticular do tronco cerebral, bulbo e ponte.

•Substância cinzenta periaquedutal, sistema límbico, hipotálamo e núcleo medial e intralaminar talâmico

•Relaciona-se com a integração afetivo emocional e a resposta emocional

•Reflexos autonômicos associados com as fibras C.

•Estímulo –respostas reflexas supra segmentares relacionadas com ventilação, circulação e função endócrina.

Trato Espinorreticular (TER)

–Lâminas VII e VIII; também nas lâminas I e V.

–Projeta-se nos núcleos da formação reticular bulbopontina do troncocerebral.

U n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a rU n i v e r s i d a d e P o t i g u a r U n i v e r s i d a d e P o t i g u a r bulbopontina do troncocerebral.

–Nc gigantocelular e paragigantocelular lateral, nc magno da rafe, nc reticular lateral.

–Resposta aversiva, autonômica reflexa

–Componentes motivacional e afetivo

–Estímulos de vigília.

Transmissão nociceptiva periféricaTransmissão nociceptiva periférica

Sensibilização de nociceptores periféricos por repetido estímulo nóxico

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