Praticas de Parasitologia

Praticas de Parasitologia

(Parte 2 de 5)

A. braziliense A. caninum

OVOS: Ovo blastomerizado: oval com dupla membrana, presença de blastômeros. Ovo larvado: oval com dupla membrana, presença de blastômeros em estágio embrionado.

Ovos embrionados de Ancylostomideo

_ PARASITOLOGIA NA PRÁTICA Alexis Galeno Matos........................................................................................ 1

Ciclo dos Ancilostomideos

Wuchereria bancrofti

SISTEMÁTICA: FILO: Aschelminthes CLASSE: Nematoda SUPERFAMÍLIA: Filarioidea FAMÍLIA: Onchocercidae GÊNERO: Wuchereria ESPÉCIE: W. bancrofti

Macho: apresenta corpo delgado, branco leitoso, extremidade anterior afilada e posterior encurvada. Fêmea: corpo delgado e branco leitoso. Microfilária apresenta membrana ou bainha delicada apoiada sobre células subcuticulares e somáticas

W .bancrofti

_ PARASITOLOGIA NA PRÁTICA Alexis Galeno Matos........................................................................................ 12

Ciclo W. bancrofti

Strongyloides stercoralis

SISTEMÁTICA: FILO: Aschelminthes CLASSE: Nematoda SUPERFAMÍLIA: Rhabdiasoidea FAMÍLIA: Rhabdiasidae GÊNERO: Strongyloides ESPÉCIE: S. stercoralis

Fêmea partenogenética: corpo cilíndrico com aspecto longo, extremidade anterior arredondada e posterior afilada. Apresenta cutícula fina e transparente. Aparelho genital anfidelfo ou divergente. Fêmea de vida livre: fusiforme com extremidade anterior arredondada e posterior afilada. Macho de vida livre: aspecto fusiforme, extremidade anterior arredondada e posterior recurvada. Apresenta dois pequenos espículos na extremidade posterior. Larvas filarioídes com porção anterior afilada, posterior termina-se em duas pontas. Nota-se primórdio genital. Ovos elípticos, parede fina e transparente.

_ PARASITOLOGIA NA PRÁTICA Alexis Galeno Matos........................................................................................ 13 larvas do S. stercoralis Ciclo do S. stercoralis

Schistosoma mansoni

SISTEMÁTICA: FILO: Platyelminthes ORDEM: Digenea FAMÍLIA: Schistosomatidae GÊNERO: Schistosoma ESPÉCIE: S. mansoni

Adulto:

Macho : mais grosso, tem cor esbranquiçada, mede cerca de 1cm, corpo dividido em 2 porções. Anterior na qual encontramos a ventosa oral e a ventosa ventral. Porção posterior onde encontramos o canal ginecóforo. Fêmea: fina, tegumento liso, mede cerca 1,5 cm. Tem cor mais escura. Na metade anterior encontramos a ventosa oral e o acetábulo. Seguida a este se observa à vulva. Na metade posterior, as glândulas vitelogênicas e o ceco. Ovo: formato oval, sem opérculo. Na parte mais larga encontramos espículo voltada para trás. O ovo maduro apresenta um miracídio formado e é encontrado nas fezes.

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Miracídio: forma cilíndrica, apresenta cílios que permitem movimentação no meio aquático. Na extremidade anterior apresenta papila apical. Cercária: divide-se em : corpo e cauda. Corpo é recoberto por pequenos espinhos e tem duas ventosas oral e ventral, a cauda termina em bifurcação.

CercáriaOvo de S. mansoni
Fêmea do S. mansoni Macho do S. mansoni
Ciclo do S. mansoni

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Hymenolepis nana

SISTEMÁTICA: FILO: Platyelminthes CLASSE: Cestoda ORDEM: Cyclophyllidae FAMÍLIA: Hymenolepididae GÊNERO: Hymenolepis ESPÉCIE: H. nana

Adulto: escales com 4 ventosas e um rostro retrátil armado de ganchos. Proglote estreita e apresentando poros genitais unilaterais. Ovo: quase esférico, aparência de “chapéu mexicano”, membrana externa delgada envolvendo um espaço claro, membrana interna envolvendo a oncosfera, apresenta dois mamelões claros em posição oposta dos quais partem filamentos longos.

Ovo do H. nana Escolex do H. nana

Proglotes H. nana

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Ciclo do H. nana

Hymenolepis diminuta

SISTEMÁTICA: FILO: Platyelminthes CLASSE: Cestoda ORDEM: Cyclophyllidae FAMÍLIA: Hymenolepididae GÊNERO: Hymenolepis ESPÉCIE: H.diminuta

Adulto: maior que o H.nana, com 4 ventosas, sem rostro (escolex). Proglotes trapezóides. Ovo: arredondados, membrana interna e externa sem filamentos polares.

Ovo de H. diminuta Escolex de H.diminuta Proglote de H. diminuta

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Ciclo do H. diminuta

Dipylidium caninum:

SISTEMÁTICA: FILO: Platyelminthes CLASSE: Cestoda ORDEM: Cyclophyllidae FAMÍLIA: Dilepididae GÊNERO: Dipylidium ESPÉCIE: D. caninum

Adulto: presença de 2 poros genitais. Escolex com rostro retrátil e com 4 fileiras de ganchos. Proglotes grávidas parecendo sementes de abóbora.

Ovo de D. caninum Escolex de D. caninum

Proglote de D. caninum

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Ciclo do D. caninum

Echinococcus granulosus

SISTEMÁTICA: FILO: Platyelminthes CLASSE: Cestoda ORDEM: Cyclophyllidae FAMÍLIA: Taeniidae GÊNERO: Echinococcus ESPÉCIE: E. granulosus

Adulto: escolex globoso com 4 ventosas, rostro armado com 1 fileira de acúleos. Colo curto. Corpo formado por 3 ou 4 proglotes uma ou duas jovens, uma madura e uma grávida. Cisto hidático: 3 membranas nítidas (adventícia, anista e proligera), vesícula proligera e escolex ou protoescolex. Areia hidática: formada por escolex isolados e por fragmentos da membrana proligera e das vesículas proligeras.

Areia hidática E. granulosus

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Ciclo do E. granulosus

Taenia solium

SISTEMÁTICA: FILO: Platyelminthes CLASSE: Cestoda ORDEM: Cyclophyllidae FAMÍLIA: Taeniidae GÊNERO: Taenia ESPÉCIE: T. solium, Cysticercus cellulosae

Adulto: escolex: globoso, rostro armado, dupla fileira de acúleos, 4 ventosas formadas de tecido muscular arredondadas e proeminentes. Colo situado imediatamente abaixo do escolex, sem segmentação e da origem as proglotes jovens. É conhecido como zona de crescimento. Estróbilo é o corpo do helminto, formado pela união de proglotes jovens, maduras e grávidas Proglote grávida: quadrangular com poro genital nítido e ramificações do tipo dendriticas. Cysticercus cellulosae: é a larva da T.solium. É constituído de escolex com 4 ventosas, rostelo, colo e uma vesícula membranosa contendo liquido no seu interior.

Alexis Galeno Matos20

_ PARASITOLOGIA NA PRÁTICA Proglote T. solium Escolex T. solium

Cisticerco Escolex T. solium Ciclo da Taenia

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